Like a Happy Family

7 Querido Diário - 10 de Fevereiro, 2012.


Notas iniciais
FELIZ ANO NOVOOO!! E que momento melhor para dizer isso do que na virada do dia 17 de janeiro? Nem um pouco atrasada! Olá povo, aqui é a Loh e esse capítulo foi feito com muito amor por mim e pela delícia da Duda. Teremos estreias de personagens hoje. Um já existe na série e já foi citado aqui, mas o outro é totalmente novo (menos pra Pauli que vive tomando spoiler na cara). 2012 chegou na nossa fic, caros colegas. E junto com ele vários problemas, casais, personagens, amizades e muita confusão. Sem mais delongas e comerciais da Sessão da Tarde: espero que gostem!

Um ano havia se passado. 2011 foi um dos melhores anos para Sam; ganhou novos amigos e teve seu primeiro beijo. Claro que ele ignorava o fato de Lucas ter o rejeitado logo depois do beijo, mas três dias depois do que aconteceu no aniversário de Josh eles conversaram e voltaram a serem os melhores amigos que eram antes.

Sam sabia o que ele era de fato. Gay. Porém mais ninguém sabia, exceto Lucas e Maya, e isso era uma das poucas coisas que deixavam Sam seguro. Ele já passara bullying normalmente na escola por usar algumas roupas um pouco mais femininas do que os garotos costumavam usar, isso porque ninguém sabia do que Sam era realmente. Imagina se eles soubessem?

Mas a vida de Sam Matthews mudou drasticamente no primeiro semestre da oitava série.

Sam tinha um diário. Seu diário não o julgava independente do que ele escrevesse. Ele só o ouvira, de alguma forma.

Sam tinha uma queda por Lucas, seus cabelos loiros e seus olhos verdes tinham um certo charme que deixara Sam louco.

Sam escrevia muitas cartas para ele, mas nunca as entregava. Elas começavam com “Oi, Lucas. Bem, sei que somos melhores amigos, mas gosto de você desde ano passado”.

Ninguém sabia o que Sam escrevia lá dentro, Maya e Riley sempre perguntavam sobre o que ele escrevia no caderninho azul, mas ele sempre inventava uma desculpa não responder as perguntas delas.

Dia 10 de Fevereiro foi o pior dia na vida de Sam, e disso ninguém tinha dúvidas.

— Hey, Sam! – Missy chamou o garoto de cabelos negros. – Pode vim até a sala comigo?

— Hm, claro – Sam sorriu e escreveu as últimas palavras em seu diário “Eu o amo”. Quando chegaram à sala, Missy encarou Sam de uma forma estranha, talvez de uma forma... Sexy? . – Então, por que me chamou até aqui?

— Eu só queria ver uma coisa – Missy deu um sorriso malicioso e aproximou-se de Sam. – Sabe Sam, eu já peguei todo mundo aqui nessa escola, mas falta alguém para eu completar minha lista – Missy aproximou-se ainda mais de Sam.

— Farkle?

Sam a olhou confuso e Missy bufou.

— Você! – dizendo aquilo, Missy colocou sua mãos no pescoço de Sam e o puxou para um beijo, um nojento beijo que durou exatamente quatro segundos, pois Sam logo afastou-se de Missy.

— O que você está fazendo?!

— Completando minha lista, vem aqui – e mais uma vez, Missy aproximou-se de Sam, mas logo o moreno afastou-se novamente de Missy. – Qual o seu problema, Matthews?!

— Você tem 13 anos e já sai por ai pegando todo mundo? – Sam perguntou indignado.

— Qual o problema? – Missy perguntou como se sair com todo mundo daquela escola fosse normal. – É divertido, e o Josh gostou muito.

Sam estava confuso, irritado e indignado ao mesmo tempo. Então, saiu daquela sala, deixando Missy sozinha.

Espera, nem tão sozinha. Aquilo ali não era o diário de Sam?

Missy pegou o caderninho e o abriu, leu tudo o que tinha escrito nele e falou:

— Se o Sam pensa que me rejeitar está tudo bem, ele está muito enganado. Bem, é hora de fazer o que de melhor a Missy sabe fazer – Missy sorriu. – Vingança.

Missy saiu da sala com o diário de Sam em mãos e foi até a primeira pessoa que encontrou e deu o diário a ela.

— Ei, eu sei que não conheço você mas poderia fazer um favor para mim? – Missy perguntou dando seu sorriso falso, o garoto do seu lado apenas concordou com a cabeça. – Poderia ler o que tem escrito no caderno para si mesmo e depois entregar para as outras pessoas da escola o lerem? – o garoto concordou mais uma vez. – Ótimo, não decepcione.

E caminhou pelos corredores da escola com um sorriso maligno no rosto.

— A vingança só começou agora, Matthews...

[...]

— Você podia ser menos ciumento, né? — perguntou Maya, cruzando os braços e fazendo biquinho. Josh riu.

Não que fosse tão ciumento. Maya apenas não suportava o fato de que sempre que Lucas estava perto, Josh começava com seus ataques.

— Eu tenho uma namorada muito bonita, tenho que cuidar ela — afirmou. — É tão bonita que às vezes chega a ser ruim...

— Ah, é isso?! — perguntou Maya, em tom de brincadeira — Então me vende e compra um coelho pra pôr no meu lugar!

Josh gargalhou e olhou para sua namorada, que o olhava com aquele olhar desafiador. Sem pensar duas vezes, deu um selinho na garota, que passou um braço pela cintura do Matthews e colocou sua cabeça em seu peito, fazendo com que andassem abraçados, um ao lado do outro.

Passaram por Missy, que conversava animadamente com outra garota — uma líder de torcida. Josh piscou para a mesma, que retribuiu a piscada. Ah, se Maya tivesse visto... Ela quem seria a ciumenta na história. Mas seria erroneamente, já que essa líder de torcida não passava de Alice, e qual garoto não sabia qual era a dela?

02 de Agosto, 2011.

Aquela garota andava por entre as ruas de Nova York com o máximo de confiança possível. Quem a visse nem saberia que estávamos falando de Alice Underwood: havia trocado o uniforme das líderes e um rabo de cavalo por um moletom, um short e os longos cabelos castanhos soltos e cacheados caindo por suas costas totalmente desarrumados.

Com óculos escuros e um calçado dois números maiores — para poder colocar palmilhas e mais meias e parecer mais alta -, Alice puxou um Josh que passava por ali com força para uma rua qualquer.

— Quem é você? — perguntou Josh.

— Alice Underwood. Não conhece, não? — ironizou. Era óbvio que ele a conhecia.

— Ah, sim. A menina que gosta de meninas. Desculpa, não tinha percebido que era você — disse Josh.

Alice arqueou as sobrancelhas.

— Sério que eu sou vista assim? — procurou saber — "A menina que gosta de meninas"?

— Por alguns meninos, sim — respondeu Josh sinceramente.

Alice bufou. Como era possível que alguns meninos soubessem, quando as meninas não faziam ideia? E como era possível que os que sabiam a rotulavam por isso?

— Mas por que você me arrastou pra cá? — perguntou Matthews.

— Seguinte, eu sei que você anda na seca, sem namorada, não pegando ninguém, não dando nenhum beijo na boca...

— Tá, já entendi, continua — retrucou Josh — O quê você quer? Quer ser minha namorada, é isso?

— Não, credo — disse Alice, depois percebendo o que acabara de dizer — No bom sentido! Eu não quis dizer isso, é que...

— Entendi.

— Enfim — Alice voltou ao assunto — eu tenho uma proposta a fazer, que seria você começar a namorar com a Maya. Ela é gata, eu sei disso. É gostosa. E além disso eu sei que ela pisa e não gruda, se é que você me entende — Josh riu e concordou com a cabeça. — Seria bom tanto pra você — ela colocou as mãos nos bolsos do moletom — quanto pra mim, então acho melhor você aceitar antes que eu tenha que te chantagear.

— Vai em frente — disse Josh. — Eu não vou namorar com ela, a Maya é quase como uma irmã mais nova pra mim.

— Sabe, a Missy é muito viciada em você, e eu não sei se está lembrado, mas ela é minha melhor amiga — Josh abriu um sorriso malicioso — Ah, cale a boca.

— Eu nem disse nada — Josh riu.

— Seu olhar disse tudo! Somos melhores amigas, okay? Só isso — Josh concordou com a cabeça, mesmo que discordasse com a mente. — E como ela é muito viciada na sua pessoa, ela tem uma foto sua vestido de princesa uns dois anos atrás. Então, meu querido, acho que sabe onde eu quero chegar... Você. Vestido de princesa. Toda a escola vendo e rindo na sua cara. Eu saindo sambando e mostrando cultura pra esse povo.

— Então o trato é que eu tenho que namorar com a Maya, só isso? — perguntou Josh

— Exatamente — concordou Alice.

— Fechado.

— Sabia que você ia topar, é bom poder contar com você por livre e espontânea pressão, Matthews.

Josh passou muito tempo que iria começar o trato, mas só começou mesmo em seu aniversário. Mas Alice não reclamou, todos os seus planos eram para 2012, e não importava o que acontecesse, dariam certo.

Pelo menos era isso que esperava.

10 de Fevereiro, 2012.

— Eles são ridículos não são? – Missy perguntou tirando Alice de seus pensamentos.

— Quem? Josh e Maya?

— Eles são o casal mais sem graça que eu já vi, e olha que meus pais são...

— Missy para com isso – Alice mandou. – Deixe Josh e Maya em paz.

— Não. Josh era meu, Maya o roubou de mim. E eu irei separar eles.

Alice bufou irritada. Parece que seu plano tinha dado errado.

— O que foi? – Missy perguntou percebendo o comportamento de Alice.

— Missy – chamou a morena. – Você sabe que, o Josh é apenas uma quedinha, e que, você pode arranjar alguém melhor não é?

— Eu... – pensou. – Do que está falando?

— Nada. – Alice deu automaticamente um sorriso. – Do que estava falando mesmo? Hm, separar Josh e Maya, não é?

— Sim, separar Josh e Maya – continuou Missy. – Eles são nojentos juntos, são mais grudados do que unha e carne. E...

E ficou assim, falando sem parar de suas ideias de acabar com Joshaya as aulas inteiras. Alice não prestava atenção no que a melhor amiga falava, ela estava ocupada demais se culpando por ter feito Josh namorar Maya, se não tivesse feito eles ficarem juntos não teria que aguentar Missy falando sobre como acabar com o relacionamento deles. Mas tudo isso iria passar, no futuro tudo isso iria mudar, e Alice tinha certeza disso.

[...]

— Vocês sabem onde o Sam está? – Zay foi até Maya, Josh, Riley, Farkle e Lucas, que estavam sentados em um banco no corredor. – Eu o procurei por todo lugar.

— Não o vimos desde que entramos na escola. – estranhou Riley. Sam era o seu irmão, ela deveria saber por onde ele andava pela escola.

— Precisamos achar ele. – Zay passou a mão pelo cabelo nervoso.

— Mas por q...

— Por que diabos todos vocês estão ai sentados enquanto deveriam estar procurando o Sam? – Charlie correu até eles.

— Do que está falando? – Lucas parecia confuso.

— Todo mundo leu o diário do Sam – começou Zay. – E nele tinha umas cartas para o Lucas.

— Cartas para Lucas? – Riley franziu as sobrancelhas enquanto Maya e Lucas se entreolharam. – Por que Sam escreveria cartas para Lucas?

Riley olhou para Maya, que evitou ao máximo fazer contato visual com ela.

— Por favor, não me machuquem!

Os sete que estavam no corredor viraram para ver o que estava acontecendo atrás deles. Eles correram até o lado de fora da escola, que era de onde vinha o barulho. Todos eles sabiam de quem era a voz que tinham ouvido: era a voz de Sam, e isso deixava todos os sete assustados pensando no que ele tinha se metido.

Assim que chegaram no lado de fora da escola, se depararam com todas as coisas de Sam (mochila, cadernos, folhas aleatórias, etc...) jogadas no chão e três garotos na frente de Sam, que parecia segurar suas lágrimas.

Lucas, Zay e Josh conheciam os três garotos muito bem. Eles eram Billy, Brandon e Joey. Eles brincavam de futebol juntos, e eram do mesmo time também. Mas aquela amizade entre eles tinha acabado naquele momento.

— E ai, bixinha – disse Billy com deboche. – Lemos as suas cartinhas para o Lucas. Foi fofo, não foi? – ele olhou para os outros.

Como Zay, Josh, Lucas e os outros estavam atrás dos três garotos, apenas Sam conseguia ver eles, porém ele estava muito assustado para perceber que tinham seis pessoas atrás dos caras que estavam fazendo brincadeiras de deboche com ele.

— Vocês não vão me machucar, não é?

— Não, imagina. – começou Brandon. – Que eu saiba, é proibido bater em mulheres.

— Eu. Não. Sou. Uma. Mulher. – disse Sam pausadamente com um pouco de raiva em seu tom.

— Ei, calma ai. – pediu Joey sorrindo com deboche. – Negação é a primeira fase não é?

— Isso é uma boa hora para ir lá e bater neles não é? – Josh perguntou irritado.

— Ainda não. – disse Riley. – Vamos esperar um pouco mais.

— Eu. Não. Sou. Uma. Mulher. – repetiu Sam mas dessa vez ele tinha dito mais alto e com mais raiva.

— Tudo bem – disse Billy aproximando-se de Sam. – Você não é uma mulher.

— Não sou. – repetiu.

— Então agora podemos bater em você! – gritou Billy ao dar um soco no rosto de Sam, que caiu no chão com a mão na bochecha.

— Que se dane eu vou lá!

— Zay, não! – pediu Maya, mas foi tudo em vão, Lucas, Zay, Charlie, Farkle e Josh já estavam brigando com os outros. Riley ia caminhando em direção a eles mas foi puxada por Maya.

— Onde pensa que vai?

— Ajudar eles. – disse Riley como se fosse obvio.

— Não, você vai ficar aqui. Você não pode ajudar eles.

— Sam é meu irmão. Eu me importo com ele, ok?

— Ei! – Maya colocou suas mãos no rosto de Riley e a puxou para encarar em seus olhos. – Você vai embora para casa, inventa uma desculpa e vai dormir para não sentir culpa, eu vou ajudar o Sam, tudo bem?

Riley pensou em todas as possibilidades que aconteceriam se ela fosse ajudar Sam e percebeu que Maya estava certa: ela não podia ajudar ele no meio de uma briga entre garotos.

— Tudo bem. – assentiu e Maya sorriu, tirando suas mãos do rosto de Riley. – Eu irei para casa, May.

Riles seguiu seu caminho sem olhar para trás, uma decepção tomando conta de si. Poderia dizer que seus amigos não a deixavam ajudar porque era uma menina, mas deixaram Maya permanecer e defender Sam a todo custo. Tornou a pensar que era por ser muito frágil, no entanto, lembrou-se que Farkle era até mais do que ela ("Ele perde pra mim na queda de braço!", pensou).

Tentou achar alguma explicação para o que acabara de acontecer, mas algo interrompeu seus pensamentos: o triste som de alguém chorando.

— Po-por quê? — alguém choramingava. Riley reconheceu a voz, era alguém que via bastante nas festas na casa dos Minkus, alguém que eles falavam muito bem a respeito, aquela que fazia o coração de Farkle dar cambalhotas; Isadora Smackle. E não pensou duas vezes antes de ir até ela e entender porque estava chorando. Se não poderia ajudar o próprio irmão, ajudaria quem precisasse.

— O que houve, Smackle? — perguntou, sentando-se ao lado daquela figura de longos cabelos negros. Isadora levantou a cabeça e contemplou, ou pelo menos tentou, os olhos de Riley. Seus óculos estavam embaçados por causa das lágrimas, mas conseguia ver quem estava parada a sua frente.

— Riley? O que faz aqui...?

— Vim ajudar, Smackle — respondeu — Por que está chorando?

— Sabe, eu não preciso de ajuda. Está tudo bem — e forçou um sorriso, tentando limpar as lágrimas por debaixo dos óculos. Riles a encarou.

— Escuta, eu acabei de ser proibida de ajudar meu irmão, Sam, quando ele tava precisando — afirmou. — E você foi sempre uma garota tão independente e segura, nunca pensei que fosse ver você chorar! — Riley abraçou Smackle com força, enquanto a mesma soluçava — Eu realmente quero ajudar.

— Então, eu pareço independente e segura, mas eu não sou — revelou Isadora, segurando a mão de Riles. — E eu estou fingindo porque minha família me ensinou assim. Eles me ensinaram a fingir que tudo está bem quando nada está. E nós vivemos uma mentira há tempos! Todos acham que somos a família perfeita, mas é difícil ser quando... — sua voz falhou, e então, começou a gaguejar — quando... s-seu pai... esp-p-panca... a sua mã... — e antes de terminar a frase, Smackle desabou no choro de novo, abraçando Riles.

— Sabe Isa, — Riley tornou a dizer — sua família pode ter esses problemas, mas você precisa aprender a encarar isso, isso não está certo! Eu sei que é difícil, eles são seus pais e...

— Não é isso. Eu odeio meus pais, Matthews — Riley engoliu seco com a afirmação de Smackle. Nunca imaginaria alguém que odiasse os próprios pais, nem Maya fazia isso... — Minha mãe é uma megera, estúpida e vadia. E e-eu... eu tenho medo que meu pai algum dia comece a me espancar, entende? Por isso que eu tento não fazer nunca nada de errado e fingir ser quem não sou, eu não quero me tornar a minha mãe.

— Nossa, Smackle, eu não fazia ideia... — Riley disse, surpresa — Não precisa ter medo do seu pai, ele não pode fazer nada com você, isso é crime! Por mais que seja difícil, eu acho que agora você precisa parar de prestar atenção nisso, pelo menos enquanto ele ainda não avançou em você.

— É-é... verdade...

— Eu quero que saiba que pode sempre contar comigo pra ser seu ombro amigo, que eu vou te ajudar sempre que for. E que pode considerar meus pais como seus, se quiser... Eles já são pais de tanta gente — afirmou Riles, lembrando-se ("Sam, Auggie, Maya, Charlie, um pouco do Farkle...", pensou). — E você não vai ser como a sua mãe, eu sei que não. Você é uma pessoa maravilhosa, Smack, e se for sempre você mesma, será mais maravilhosa ainda.

— Obrigada, Riley — Smackle deu um sorriso desajeitado — É bom saber que tenho com quem contar.

— Sempre que precisar — Riley sorriu. — Mas preciso ir agora, meus pais já devem estar estranhando que ainda não voltei da escola... Até?

— Até.

Riley saiu dali satisfeita. Havia ajudado alguém, e ainda por cima, havia ganhado uma nova amiga. Por algum tempo, até se esqueceu de que estava procurando motivos para não terem a deixado defender Sam.

Smackle, por outro lado, limpou as lágrimas falsas friamente, enquanto recolhia seu celular do bolso, a fim de ler a mensagem que havia chegado e que sabia exatamente de quem era.

"Ótimo, Smackle! Só espero que da próxima vez você não use tanto colírio... Chorar tanto faz as pessoas suspeitarem. Mesmo assim, perfeito para uma primeira vez. Espero poder contar com você mais vezes para atuar (ou enganar, talvez...)

Beijos,

—A(lice Underwood)"

Isadora sorriu, orgulhosa de si mesma. A mãe que tinha inventado não existia, mas sabia que estava se tornando ela: megera, estúpida e vadia.

Então tornou a gargalhar, pois sabia que aquele era apenas o começo.

Notas finais
Nos próximos capítulos... Josh: Por que você aguenta isso dela? Alice: Pessoas não mudam pessoas. Josh: Maya me mudou. Alice: Porque você é um idiota. *** Riley: Você mentiu pra mim? Farkle: Não, eu só... Omiti a verdade. *** Charlie: Noventa e quatro? Então estou no lugar certo. Lucas: Charlie, você tem certeza? Charlie: Absoluta. *** Até a próxima. Beijoooss!! AH [Duda vindo editar aqui] Nós fizemos twitters para os personagens da fanfic. Se quiserem falar com eles por lá, esses são os users. Sam: @samatthws Riley: @riIeymatthws Alice: @alicexunderwood Josh: @joshuamatthws Maya: @harttmaya Farkle: @minkusgenius Zay: @babineauxzay Lucas: @lucasfriwr É isso ae, tchau!