Like Never Before.
28 Amour, Amour!
Notas iniciais
Depois quase 15 horas de voo, Finn e Kurt finalmente chegaram a Paris. Assim que desceram do avião, Finn logo ligou seu celular pra ver se teria ligações e encontrou duas mensagens de Rachel.
“Estou aqui. Cadê você?”
Ele sorriu e passou pra próxima.
“Ta vindo nadando? Que demora!”
Ele riu da ultima mensagem e teve a atenção tirada por Kurt.
– Pega nossas malas! – Kurt apontou pra esteira ao ver a mala dos dois, juntas.
– Tudo eu, tudo eu! – Finn guardou o celular no bolso e foi buscar as malas.
– Vamos pegar um taxi? – Ele perguntou ao ver Finn caminhar até ele.
– Não, a Rachel ta aqui. – Ele sorriu e Kurt concordou. – Eu quero te pedir um favor...
– Pode falar. – Os dois já caminhavam pra sala de desembarque.
– Você pode passar a tarde com a Rachel no shopping? – Finn perguntou enquanto colocava seu boné na cabeça.
– Claro que sim. – Ele riu. – Vou adorar, mas por que isso?
– Eu vou pedir ela em namoro hoje. – Ele confessou e Kurt arqueou as sobrancelhas em surpresa.
– Sério?
– Sim. – Ele sorriu. – E eu queria fazer algo especial e vou fazer isso durante a tarde.
– Entendo... Pode deixar que eu vou te ajudar. – Kurt falou e ele concordou com um sorriso.
– Mas é surpresa Kurt, não vai contar nada! – Ele falou num tom mais sério e Kurt concordou.
Os dois continuaram andando até que Finn viu Rachel sentada esperando por eles. Ela virou a cabeça e se encontrou com o olhar dele. Rapidamente se levantou e espero eles chegarem até ela. Finn sorriu e quando chegou perto dela a segurou pela cintura sem falar nada e a beijou com paixão. Rachel levantou um pouco o boné dele para não atrapalhar o beijo e depois passou os braços pelo pescoço dele o puxando mais pra perto de si e riu durante o beijo ao sentir os pés fora do chão. Eles ficaram assim por alguns segundos até ouvirem Kurt limpar a garganta atrás deles.
– Olá! – Kurt disse quando Finn soltou Rachel.
– Oi Kurt! – Rachel sorriu e o cumprimentou.
– Vamos? – Finn pegou sua mala e segurou a mão dela.
– Por que demoraram tanto? – Ela perguntou enquanto caminhavam.
– Fizemos uma conexão em Portugal. – Finn explicou e ela concordou.
– Rachel, eu estava pensando se você tem a tarde livre...? – Kurt perguntou e ela olhou pra Finn.
– S-sim...? – Continuou olhando pra Finn, como se estivesse perguntando pra ele.
– Oh, por mim tudo bem, eu vou descansar um pouco da viagem. – Finn falou sorrindo e ela concordou.
– Pra onde você quer me levar? – Rachel se virou pra Kurt.
– Eu estava pensando em irmos ao shopping, preciso fazer umas compras. – Ele sorriu e chegaram até o estacionamento. Rachel abriu o porta malas e os meninos guardaram suas coisas. Assim que ela foi abrir a porta do carro, Finn tirou a chave da mão dela e a empurrou gentilmente pelas costas, fazendo ela caminhar até o lado do carona.
– Você é ridículo. – Ela revirou os olhos ao ouvir a risada dele e entrou no carro.
– Ridículo não! Só não quero morrer agora. – Ele sorriu e entrou no carro.
– Você sabe dirigir aqui? – Se referindo ao lado do carro, já que estavam em Paris o lado do motorista era contrário.
– Claro que sei. Agora imagina você, que não sabe dirigir nem em Los Angeles, dirigindo aqui! – Ele provocou e Kurt riu.
– Babaca. – Ela resmungou e Finn deu partida no carro sorrindo.
A casa dos Berry ficava a 10 minutos do centro de Paris e era de fácil localização. Enquanto andavam pelas ruas, puderam ver a cidade cinza. O frio era demais, as ruas quase vazias e as calçadas cobertas de neve. Rachel foi dando as coordenadas e Finn logo estacionava na garagem da casa dos Berry. Assim que saíram os irmãos puderam sentir o frio da cidade. A casa não era tão grande como a de Los Angeles, mas também não era tão humilde assim. Viram o gramado coberto de neve e ouviram a risada de algumas pessoas do lado de dentro.
– Meu Deus! Ta frio demais aqui. – Finn falou enquanto fechava mais o casaco.
– Ontem marcou -2Cº. — Rachel falou e logo abriu a porta de casa.
– Bem melhor! – Kurt disse ao sentir o calor que provavelmente era gerado por aquecedores.
– Doc! – Puck apareceu sorrindo.
– E ai cara! – Finn deixou as malas de lado e cumprimentou o amigo.
– Que bom que você chegou! – Puck se sentou no sofá e Finn ouviu vozes.
– Tem mais alguém aqui? – Ele olhou pra Rachel e viu ela tirar as luvas que usava.
– Quinn e Artie. – Ela sorriu.
– Eles também vieram?
– Chegaram a algumas horas. – Rachel falou e Quinn logo apareceu.
– Finn! – Ela sorriu e foi até ele.
– Feliz Natal atrasado! – Ele sorriu e a abraçou.
– Feliz Natal atrasado! – Ela respondeu rindo e depois foi cumprimentar Kurt. – O que vamos fazer hoje?
– Eu vou ao shopping com Rachel. – Kurt disse e ela bateu palmas.
– Podem me incluir nessa! – Ela se virou pra Finn. – E você?
– Vou dormir. – Ele respondeu. – Tô um pouco cansado da viagem.
– Isso é desculpa pra não querer perder pra mim no videogame? – Artie apareceu rindo e Finn o cumprimentou.
– Pode ter certeza que não. – Puck riu e se virou pra Finn. – Cara, posso falar contigo?
– Claro. – Os dois saíram deixando Quinn, Rachel, Artie e Kurt na sala conversando sobre o tempo.
– Qual foi? – Puck perguntou quando chegaram na cozinha.
– Eu quero fazer uma coisa e preciso te falar antes. – Finn disse quase num sussurro.
– O que?
– E-eu... Vou pedir a Rachel em namoro. – Ele falou e Puck arqueou as sobrancelhas.
– Sério? – Perguntou um pouco surpreso.
– Sim. – Ele suspirou. – Eu gosto dela Puck.
– Eu sei, eu sei. – Ele falou. – Mas isso é estranho... – Finn concordou.
– Eu preciso da sua ajuda. – Finn disse e ele ficou atento.
– O que você quer?
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– O que vocês acham desse vestido? – Quinn levantou um vestido e Kurt e Rachel balançou a cabeça de forma negativa. – E esse? – Mostrou outro vestido e viu Rachel concordando e Kurt fazendo uma expressão “mais ou menos”.
– E você não vai comprar nada? – Kurt perguntou e Rachel deu com os ombros.
– Não to muito a fim.
– Ah não! Vamos ver algo lindo pra você! – Kurt nem a deixou protestar e foi logo a puxando enquanto procurava algo pra ela. Se seu irmão realmente estava pensando em pedi-la em namoro, teria que ser perfeito.
Finn passou sua tarde com Artie e Puck, enquanto preparavam a tal surpresa para Rachel. Já as meninas e Kurt passaram em cada loja de um dos maiores shoppings de Paris e se divertiam como crianças. Quinn com suas loucuras conquistou Kurt e os dois pareciam melhores amigos. Cheia de sacolas na mão, Rachel sentiu o celular vibrar no bolso e com dificuldade pegou o aparelho. Viu que tinha uma mensagem e quando desbloqueou o aparelho viu que era de Finn.
“Quero te levar pra jantar mais tarde.”
Ela sorriu e arrumou as sacolas num braço pra responder.
“Isso é um encontro?”
Ela esperou alguns segundos e sorriu ao ver a resposta.
“Pode apostar que sim. Esteja pronta às 8. Beijos”
Ela sorriu e guardou o celular. Foi andando até Kurt e Quinn e dali foram direito para um salão de beleza.
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Finn olhava pra seu relógio de pulso pela enésima vez e a hora era a mesma: 7:58. Já sentia as mãos suarem e apesar do clima, ele podia jurar estar com calor. Ele estava andando de um lado pro outro na sala enquanto esperava Rachel descer.
– Cara, você vai furar o chão. – Artie pausou o jogo e falou ao o ver andando nervoso.
– Ela ta demorando! – Finn respondeu e assim que ouviu uns passos na escada virou a cabeça.
Ele não sabe como o queixo não foi parar no chão. É claro que ele achava Rachel linda, mas ela estava perfeita. Usava um vestido preto acima de coxa e bem colado no corpo. Nas pernas uma meia-calça também preta pra proteger do frio e umas sandália de salto alto vermelha. Ele engoliu seco ao ver os cabelos dela preso numa trança que foi jogada para o lado esquerdo. Ele sorriu ao ver o colar que tinha dado pra ela em seu pescoço e caminhou até ela estendendo a mão e ela sorriu ao segurar a mão dele. Rachel também estava do mesmo jeito que ele. Ela já havia visto Finn de roupa social, mas tinha algo diferente. Ele usava uma calça jeans preta e sapatos engraxados também pretos. Uma camisa social azul marinho com um colete preto. Os cabelos não estavam com o habitual “moicano” dele, mas estava penteado com um topete bem charmoso e aquele sorriso de lado o deixava mais lindo ainda.
– Você esta mais linda que o normal. – Ele falou galante e ela sorriu.
– Você ta um pouco diferente. Mas ta lindo. – Ela respondeu e ele concordou. – Pra onde vamos?
– Surpresa! – Ela fechou a cara e ele riu. – Estamos indo. – Ele falou e Kurt e Quinn sorriram.
– Não voltem tarde! – Puck disse e viu os dois colocarem seus casacos.
– Ok papai. – Rachel falou e logo saíram.
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Assim que saíram da casa, sentiram o vento gelado bater no rosto dele. Finn agradeceu por não estar nevando, ao contrario seu plano não daria muito certo. Rachel olhou pra ele e viu ele dar sinal para um taxi. Ele abriu a porta e ela entrou confusa. Quando ele se sentou ao lado dela ela se virou pra ele.
– Por que viemos de taxi? – Ela perguntou.
– Não to a fim de dirigir e muito menos de deixar você dirigir. – Ele riu e ela bateu no ombro dele. Finn segurou o rosto dela e a beijou delicadamente. Rachel separou o beijo sorrindo.
– Bom, eu não acho que você vá me surpreender. – Ela disse segurando as mãos dele nas suas.
– Por quê? – Ele franziu a testa.
– Eu passei todos os verões até meus 14 anos aqui Finn. Não tem um pedaço dessa cidade que eu não conheça. – Ela deu com os ombros e ele sorriu.
– Isso é o que vamos ver. – Ele se virou pra falar com o motorista e Rachel arqueou as sobrancelhas quando viu que ele falou em francês.
– Eu não sabia que você falava francês. – Ela falou um pouco surpresa.
– Você não é única que passou alguns verões aqui. – Ele piscou um olho e ela riu. Continuaram trocando carinhos até que o taxi parou. Finn tirou uma nota da carteira e entregou ao taxista.
– Merci. – Ele falou e logo saiu do carro esperando Rachel.
– Um hotel? – Ela franziu a testa ao ver que eles estavam parados na frente de um hotel de luxo localizado no centro de Paris.
– Sim. – Ele sorriu e segurou a mão dela e foram andando.
– Você me trouxe pra um... Hotel? – Ela perguntou de novo, confusa.
– Sim. – Ele repetiu e os dois entraram.
– Mas por que?
– Você vai saber. – Ele foi até a recepção e Rachel ficou esperando ele. Alguns minutos depois ele voltou com um cartão na mão esquerda e os dois foram caminhando até o elevador.
– Eu ainda não estou entendendo o que estamos fazendo aqui. – Eles entraram no elevador e ela se virou pra ele. – Nossos pais nem estão aqui, não precisamos de um hotel pra passar a noite juntos.
– Eu sei, mas eu planejei isso. – Ele disse levemente irritado com a insistência dela.
– Finn, eu-
– Da pra calar a boca? – Ele pediu impaciente ao apertar o botão desejado no elevador. Rachel arqueou as sobrancelhas.
– Fala direito comigo seu babaca! – Ela se irritou e soltou a mão dele, cruzando os braços.
– Me desculpa. – Ele a abraçou por trás. – Mas você ta me irritando com tantas perguntas. – Ele beijou a bochecha dela.
– Cobertura? – Ela viu que ele apertou o botão do vigésimo andar, que era o ultimo. Finn apenas sorriu e a apertou mais contra si, colocando o queixo no ombro esquerdo dela.
– Espero que você goste. – Ele falou e beijou mais uma vez a bochecha dela que apenas sorriu.
Assim que o elevador chegou ao andar desejado Finn a puxou com ele. Foram andando até o quarto onde ficariam e Finn tirou as luvas que usava pra poder passar o cartão. Rachel observou quando ele abriu a porta e deu passagem pra ela. Ela entrou e ele fechou a porta atrás de si. Rachel ficou um pouco surpresa pelo quarto luxuoso em que eles estavam. O quarto era imenso, a cama era imensa; tudo muito requintado e de primeira qualidade. Provavelmente era uma suíte presidencial e julgando pelo local do hotel, a diária deveria ter sido uma fortuna. Não que dinheiro fosse problema pra Finn, ele não devia estar gastando nem metade da mesada dele. O fato é que ela não queria que Finn gastasse seu dinheiro com ela. Ela tirou suas luvas e colocou em cima de uma cadeira e quando fez menção de tirar o casaco, sentiu as mãos dele impedindo.
– Espera. Antes eu quero te mostrar uma coisa. – Ele sorriu e pegou a mão dela.
– O que? – Ela foi andando e viu quando ele abriu uma porta de correr, que dava acesso a sacada do hotel.
– Vem. – Ele puxou a mão dela e quando Rachel pisou do lado de fora sentiu o frio tocar seu rosto.
Viu Finn sorrir e quando olhou pra frente não pode evitar deixar a boca cair em surpresa. Agora ela entendeu o porquê dele ter escolhido aquele lugar. Ela levou as mãos até a boca e olhou pra ele que sorria da reação dela. Ela deu mais alguns passos pra frente admirando a paisagem. Viu as ruas de Paris iluminadas com enfeites de natal, viu um pouco de neblina e viu a neve cobrindo os gramados e calçadas da cidade, mas o detalhe mais lindo era a Torre Eiffel iluminando tudo e eles estavam bem de frente daquela vista.
– Finn... – Ela não soube o que dizer.
– Gostou?
– Isso é... Lindo. – Ela sorriu e o abraçou. – Eu amei.
– Que bom. – Ele suspirou e a soltou. – Fiquei com medo de que não gostasse.
– Impossível alguém não gostar disso. – Ele sorriu e ouviu alguém chamar na porta.
– Deve ser o serviço de quarto. – Ele falou e ela concordou. — Já volto!
Rachel estava maravilhada com aquilo tudo. Finn sempre a surpreendia dessa maneira e mais uma vez voltou a sentir as borboletas que sempre insistiam em brincar em seu estomago quando ela estava perto dele. Ficou perdida em pensamentos, apreciando aquela vista quando ouviu a voz dele atrás de si.
– Eu venho pensado sobre nós dois ultimamente. – Ela se virou e viu ele encostado no batente da porta. – Eu queria te dizer isso na noite de Natal, mas quando Puck nos interrompeu eu achei que tinha sido um sinal pra eu não dizer nada. – Ela continuava a olhar pra ele. – Na verdade eu acho que eu estava tentando negar pra mim mesmo. – Ele sorriu nervoso. – Mas eu não posso mais. Eu não consigo mais. – Ele deu alguns passos se aproximando dela e Rachel se viu nervosa com a aproximação dele. – Rachel, e-eu... – A respiração dele ficou mais pesada não só pelo nervosismo que ele estava sentindo, mas também pelo frio que estava ali. – Eu não consigo mais negar pra mim mesmo que eu estou apaixonado por você.
– Finn... – Rachel sentiu borboletas, mariposas e todos os tipos de arrepios que um ser humano pode sentir. A respiração dela ficou pesada e ela viu o olhar apreensivo dele. – V-você só ta dizendo isso porque é o que você acha que esta sentindo.
– O que? – Ele franziu a testa confuso.
– Você que é excitante ficar com uma mulher mais velha Finn, você não está apaixon-
– Rachel eu não me apaixonei pela sua idade. – Ele logo a interrompeu e falou rapidamente. – Eu... Eu me apaixonei pelo seu humor sarcástico, me apaixonei pela sua personalidade bipolar e um pouco louca; – Ele sorriu e segurou as mãos dela. – Eu me apaixonei pela sua risada escandalosa, e pelo jeito que você coloca as mãos no rosto quando fica tímida. – Ela tinha a boca entreaberta enquanto ouvia ele falar. – Eu me apaixonei pelo jeito que você bate em mim quando fica brava, me apaixonei pelo seu sorriso e por tudo que você é... E eu quero poder sentir ciúmes de você, eu quero poder te beijar na frente dos nossos pais, eu quero uma relação séria com você Rachel, eu não quero ser o garoto que você fica de vez em quando. – Ele tirou a franja dos olhos dela e quando foi falar novamente sentiu Rachel o abraçando pelo pescoço e colando os lábios nos dele. Finn não sabia o que aquilo significava, mas devia ser algo bom, então apenas a abraçou pela cintura e a beijou de volta.
– Eu odeio quando você faz isso. – Ela falou assim que se soltou dele.
– O que?
– Eu odeio quando você sorri pra mim e mostra essas covinhas. – Ele sorriu. – Odeio quando você fica me mimando, odeio quando você esta perto de mim e eu sinto meu estomago revirar, odeio a forma como você me deixa nervosa. – Ele engoliu seco ao ouvir a confissão dela. – Eu odeio o fato de estar completamente apaixonada por um garoto que é cinco anos mais novo que eu. – Ela balançou a cabeça rindo e dessa vez quem sentiu as borboletas no estomago foi Finn.
– O q-que? – Ele tentou não gaguejar, mas não conseguiu.
– Você não é só um garoto que eu fico de vez em quando Finn. – Ela confessou olhando nos olhos dele e ele sentiu a respiração ficar mais pesada. – Você é muito mais que isso.
Finn se sentiu nas nuvens depois daquilo e a única reação que teve foi se inclinar pra tocar os lábios dela. Ele sentiu como o nariz dela tava gelado e levou as mãos ao rosto dela acariciando aquela região. Rachel sorriu feliz e o abraçou pela cintura. Ele separou o beijo com alguns selinhos e os dois sorriram.
– É melhor a gente entrar, senão vamos congelar. – Ele disse segurando a mão dela e ela concordou. Os dois caminharam de volta para o quarto e Finn deslizou a grande porta, fechando-a.
Eles teriam uma longa noite pela frente.
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