Like I'm Gonna Lose You

30 Capítulo 28 - Oh, babe...


Notas iniciais
Como prometido uma dobradinha. P.S.: Apreciem o nome do capítulo e imaginem Jace Herondale gemendo isso. BOM CAPÍTULO MERMAIDS ESSE MOMENTO É NOSSO! (Nos vemos lá embaixo)

P.O.V Clary

No momento que ele colocou o meu corpo sobre a areia eu soube que haveria como votar atrás. Enquanto eu me apoiava em meus cotovelos, ele se ajoelhava na minha frente, e voltava a unir nossos lábios da mesma maneia de antes, com volúpia. Desejando os meus lábios, desejando os meus beijos.

Suas mãos já haviam encontrado o caminho até as minhas coxas. Essas que eu mantinha dobrada ao lado de seu corpo, permitindo assim que ele ficasse entre as minhas pernas; me permitindo sentir o seu corpo perto do meu. Já as minhas mãos, de alguma maneira haviam criado vida própria e começaram a praticar algo que há muito não faziam… Bagunçar os cabelos do Jace. Simplesmente, estragar aquele penteado ridículo que ele insistia em manter.

Seus lábios logo voltaram a deslizar pelo meu pescoço. E foi naquele momento que eu tive certeza do que eu estava fazendo. Tive certeza de que aquele era o momento certo. Que aquilo havia acontecido, levando em conta toda a circunstância, de maneira natural. E não foram os beijos do Jace que me deram aquela certeza, nem mesmo o calor que começava a sentir entre as minhas pernas. Mas sim as mãos dele.

Diferente do que eu imaginava, ele não me puxou para perto. Na verdade ele me afastou. O suficiente para olhar em meus olhos, mas não o bastante para que eu deixasse de sentir o seu calor. Naquela luz, os seus olhos estavam algo além do incrível, e eu me apaixonei novamente por eles.

— Você confia em mim? — Ele perguntou coma voz um tom mais rouco.

— Com a minha alma. — Respondi sem precisar pensar uma segunda vez.

Sua mão subiu até uma das alças da minha camisa e a afastou, deixando o meu ombro amostra e disponível para ele. Os lábios do Jace tocaram delicadamente o meu ombro, e ali ele deu uma pequena mordida que me fez suspirar. Aquela, provavelmente, foi a deixa que ele precisava para começar a me despir, pois sua mão livre logo tratou de encontrar a barrar da minha camisa e começou a subi-la.

Nos afastamos o suficiente para que ele tirasse a minha camisa e a jogasse ao meu lado. Eu jamais gostei de usar sutiã, e não via aquela peça como uma coisa obrigatória, então, eu jamais usava para dormir. Aquela história de conchas para cobrir os seios era a maior e completa mentira; era apenas para A Pequena Sereia poder ser um filme infantil. Então, quando o Jace tirou a minha camisa, os meus seios ficaram expostos, e a brisa da fria da noite fez o meu corpo se arrepiar, e os meus mamilos enrijecerem. Não era a primeira vez que alguém me veria nua, ou que veriam os meus seios; mas seria a primeira vez que o Jace veria, e aquilo mudava tudo.

Relaxei ao ser beijada novamente. E daquela vez, ele tinha um meio sorriso nos lábios. A medida que o beijo se intensificou, ele me pegou pela cintura e me colocou sentada sobre o seu colo. Eu estava tão inerte, que não tive tempo para corar ao notar que estava sentada no colo do Jace com os seios livres de roupas.

Um suspiro escapou pelos meus lábios quando, pela primeira vez, os meus seios foram tocados por ele. Não demorou mais do que alguns minutos para os seus lábios tomarem o lugar de uma de suas mãos. Tomada pelo momento, eu segui a sua boca, até que ela se fechasse ao redor do meu mamilo, e mordi os lábios ao sentir os movimentos de sua língua. Voltei a agarrar os seus cabelos desfrutava de suas carícias, e me sentia cada vez mais quente. Até que percebi uma coisa. Estava faltando pele.

Com mais coragem do que eu pensei ter naquele momento, eu comecei a desabotoar a camisa que ele usava; e quando os botões deixaram de ser um empecilho, eu tratei de empurrar aquele pedaço de pano pelos seus ombros, e logo ela havia se unido a minha.

O corpo do Jace estava muito quente para uma noite tão fria, ainda que estivéssemos fazendo algo que esquentasse; Ele estava febril. Mas a minha consciência optou por ignorar aquele detalhe naquele momento. Havia algo mais importante naquele momento. O fato de eu ter sido deitada novamente na areia, e o detalhe das mãos do Jace que ameaçavam tirar o meu shorts.

Felizmente, eu havia sido consciente o suficiente para colocar uma calcinha. Caso contrário, aquilo teria sido muito mais rápido, e possivelmente perderia metade do encanto. Porém, a minha calcinha o fez abrir um sorriso e soltar uma risada nasal, pois a peça era azul ciano com várias conchinhas brancas como estampa. Contudo, assim que os seus olhos encontraram os meus, a risada cessou e nós voltamos para a bolha que estávamos antes.

Eu me ajoelhei na areia, ficando em uma altura entre o seu pescoço e o seu peito. Deslizei as minhas mãos pela pele bronzeada e aproximei os meus lábios de seu peito, aproveitei o seu momento de distração enquanto eu roçava os meus lábios em sua pele, e dei-lhe uma mordida; ato esse que o fez me encarar automaticamente. Voltei a beijar o seu peito sob o seu olhar, agora, atento; e continuei com os meus beijos e mordidas intercaladas quando comecei a abrir a sua bermuda. Eu estava nervosa, aquilo era verídico, mas eu também estava cansada de sentir toda aquela timidez com ele. Afinal, eu ainda era a predadora ali.

O Jace sentou-se na areia para poder tirar o jeans e me estendeu a mão para que eu voltasse para o seu colo. Devo dizer que o Jace tinha coxas grossas e torneadas, dignas de um atleta, como eu sabia disso? Eu as estava apertando enquanto ele voltava a acariciar os meus seios. Eu não era nenhuma leiga quando o assunto era sexo, eu tinha 700 anos, vi aquela atividade evoluir; mas não podia dizer o mesmo quanto a experiências. E bom… Eu estava morrendo de medo e nervosismo quanto fazer um oral no Jace.

— Clary. — Eu o olhei; o loiro me segurou pela cintura enquanto me deitava na areia, mas daquela vez o meu corpo encontrou a areia gelada e úmida. — Eu quero colocar a minha boca em outro lugar, posso? — Embora as minhas pernas tenham tremido e eu tivesse surtado internamente, a minha resposta foi um aceno afirmativo com a cabeça. Para a minha felicidade ele não precisou de uma resposta verbal.

No momento que eu me vi completamente nua na frente do Jace, o meu corpo virou brasa; mas ao mesmo tempo o meu sangue gelou. Enquanto ele aproximava o rosto do meu sexo, ele manteve os olhos nos meus, e antes de explorar o meu sexo, fez uma trilha de beijos do meu abdômen até o meu ventre, e quando finalmente chegou lá; eu mordi os lábios em antecipação.

O meu gemido mais alto até então, o primeiro que eu realmente considerei um gemido de prazer, veio quando sua língua deslizou pelo meu sexo. Foi a sensação mais estranha e prazerosa que eu já tive. Fechei os meus olhos e me entreguei a sensação que sua língua me proporcionava, e cada vez mais me sentia mais quente e mais úmida. Um arrepio atravessou o meu corpo, me fazendo arquear levemente as costas; seus dedos entraram em ação, separando os grandes lábios, permitindo que ele encontrasse o meu clitóris com mais facilidade; e quando ele encontrou eu achei que veria estrelas. Seus lábios se fecharam no pequeno órgão, e os meus quadris ganharam vida própria.

Minhas mãos agarravam, em vão, a areia; e eu, de maneira inconsciente, rebolava contra os lábios do Jace. Arrepios e mais arrepios atravessavam o meu corpo, me deixando cada vez mais quente e me fazendo perder o controle dos meus gemidos. Em nome de Calipso, por que eu havia demorado tanto para fazer aquilo?

— Oh, Jace… — Me contorci na areia. — Por favor, não para. — Agarrei os cabelos dele com uma das mãos, e com a outra agarrei os meus. O orgasmo me atingiu poucos minutos depois. E eu não tive controle nenhum do meu corpo enquanto atingia o ápice. — Poseidon. — Murmurei quando me recuperei, o que o fez rir.

— Poseidon? — Senti as minhas bochechas queimarem; e não havia sido por causa da pergunta. — Hey, olha para mim. — Fiz o que ele pediu. — Nós não terminamos ainda. Só pare de olhar para mim quando terminarmos. — Balancei a minha cabeça em afirmação. Respirei fundo, recobrando a minha coragem. Encarei-o bem a tempo de vê-lo tirar a cueca, e bem, na minha experiência sexual, de um total de zero pessoas, talvez o Jace fosse um pouco acima da média para um cara de 18 anos.

Ele deve ter notado o meu olhar, pois me lançou um sorriso que fez o meu corpo ficar ainda mais quente. Eu acreditava que o prazer deveria ser algo recíproco, e sim, eu queria devolver o prazer que havia recebido, eu só não sabia como. E talvez, aquilo estivesse estampado na minha cara, pois ele estendeu uma das mãos e assim que eu entreguei uma mão a ele, com calma, ele a guiou até o seu membro. No mesmo segundo eu me sentei na areia e olhei em seus olhos. Sua mão envolveu a minha, me ensinando a masturbá-lo. Ele ficava cada vez mais rijo, e eu cada vez mais corada, aquilo era algo que eu não conseguia evitar. Minha concentração foi quebrada quando o Jace voltou a acariciar o meu sexo úmido.

— Eu preciso pegar uma camisinha. — Eu balancei a cabeça em negação.

— Eu disse que precisava ser natural. — Murmurei. — Se você não quiser, eu…

— Está tudo bem, Clary. — Balancei a minha cabeça em afirmação.

— Água, Jace. — Apenas os meus pés estavam na água, e eu precisava estar na água. Me levantei e comecei a andar até que os meus tornozelos estivessem cobertos de água. Arfei ao sentir o seu corpo atrás do meu. Ele enlaçou a minha cintura e voltou a acariciar o meu sexo lentamente, fazendo arrepios atravessarem o meu corpo, mas não me deixando menos corada. O gemido que escapou pelos meus lábios fez com que ele rosnasse e mordesse o meu pescoço com força.

— Vem cá. — Ele me virou de frente para si e me fez enlaçar sua cintura com as pernas.

Voltei a ser deitada na água enquanto nossos lábios voltavam a se chocar um com o outro. Seu membro roçava contra o meu sexo, e embora uma parte de mim achasse a situação embaraçosa, e talvez desconfortável, havia uma outra parte que estava em brasas.

Seus dedos voltaram a trilhar um caminho até o meu sexo, e no momento que ele começou a me acariciar, eu não contive os meus gemidos contra os seus lábios. Meu sangue gelou no momento que ele se posicionou em minha entrada. O Jace pareceu perceber isso, pois afastou nossos lábios em alguns centímetros e olhou em meus olhos; foi uma pergunta silenciosa se poderia continuar, se eu estava pronta… A minha resposta foi beijá-lo intensamente, e o loiro aproveitou o meu momento de distração para deslizar para dentro de mim. Exatamente como eu o havia pedido, ele não foi lento, pois eu achei que prolongaria a minha dor; ele entrou de uma única vez.

Meu arquejo contra os seus lábios foi o suficiente para que ele se mantivesse parado. Ele se afastou o suficiente para olhar em meus olhos; e por um momento, eu achei que aquilo não houvesse funcionado. Que, embora nós estivéssemos tendo uma “boa” semana juntos, havia sido perda de tempo. Que a minha única chance de recuperar minha força, havia sido jogada fora.

Mas então… Tudo ficou em silêncio. Eu não ouvia o barulho das ondas quebrando na areia ou se chocando incessantemente contra as pedras; não ouvia as nossas respirações ofegantes nem mesmo o meu coração acelerado. Tudo havia se silenciado. Todos os meus sentidos haviam sumido, pois eu também não sentia mais nada. Não senti absolutamente nada ao ser penetrada, nenhuma dor, nenhum prazer, nem mesmo o frio da água se chocando contra o meu corpo. Tudo simplesmente se silenciou e desapareceu.

E algo dentro de mim despertou. Como um calor dentro do meu peito, que se expandia por meu corpo. Um calor que começava a se concentrar em um ponto específico do meu corpo. Um calor que eu nunca havia sentido antes, um calor selvagem. E a medida que se espalhava pelo meu corpo, os meus sentidos recobravam.

Primeiro eu voltei a sentir a respiração do Jace batendo contra o meu rosto; em seguida o frio da água contra o meu corpo em brasas. Voltei a ouvir o som das ondas e o vento da praia, além da voz do Jace que me chamava incessantemente. Então eu finalmente o senti: duro e pulsante dentro de mim. E aquilo, de uma forma inexplicável, atiçou aquela parte selvagem dentro de mim.

— Clary. — Rápida como uma correnteza, eu inverti as posições. Ao sentar-me sobre ele eu senti uma leve ardência em meu sexo, mas aquele calor em meu corpo falava mais alto. — Você está bem? — Minha resposta foi beijá-lo de forma afoita. Seu beijo me incendiou, e me descontrolou. O que estava acontecendo comigo? Agarrei os seus cabelos úmidos e deixei um rosnado escapar pelos meus lábios. Eu estava em chamas, e precisava liberar aquelas chamas de alguma forma, então, não pensei duas vezes antes de começar a me mover sobre ele, gemendo contra seus lábios.

Suas mãos agarraram os meus quadris rapidamente, me fazendo sentir como elas estavam quentes, e como eram grandes. Meu corpo, se era possível, ficou mais quente, e quase entrou em combustão quando ele começou a gemer contra os meus lábios. Afastei os nossos lábios e agarrei os meus próprios cabelos gemendo longamente.

— Jace… — Deslizei o meu olhar para ele novamente. — Eu preciso de mais.

— Clary… — Sua voz estava deliciosamente rouca; a forma como disse o meu nome pareceu um gemido, e fez um arrepio atravessar o meu corpo. — É a sua primeira vez… — Sem que eu quisesse, os meus olhos se acenderam, eu soube pois vi que os olhos dele se arregalaram, e aquela luminosidade ao redor das minhas pálpebras se fez presente. — Não está sentindo dor? — Balancei a cabeça em negação. — Mas…

— Agora, Jace. — Ele segurou a minha cintura e começou a investir contra mim com mais força. Apoiei as minhas mãos contra o seu peito definido e abri um sorriso em meio aos gemidos.

— Assim? — Balancei a cabeça em afirmação enquanto mordia os lábios. Aquele momento estava sendo tudo, menos o que eu esperava. — Oh, Clary. — Curvei o meu corpo sobre o seu, quase indo ao delírio ao sentir o seu corpo contra o meu e os seus movimentos. Seus lábios acharam o caminho até o meu pescoço e eu senti um espasmo percorrer o meu corpo. Ele mal se afastava, parecia rebolar contra mim, mas era um rebolado que me fazia ver estrelas.

— Mais rápido. — Pedi. Dessa vez ele obedeceu sem questionar. — Jace! — O orgasmo me atingiu sem aviso prévio. Deixei a minha cabeça pender para trás enquanto os espasmos percorriam o meu corpo.

— Você está bem? — Ele perguntou quando eu o olhei sorrindo e mordendo o lábio ao mesmo tempo.

— Eu estou ótima. — Murmurei antes de unir os nossos lábios. O que era verdade, eu nunca havia me sentindo tão bem antes, em todos os meus 700 anos. Diferente dos beijos que trocamos antes, os que estávamos trocando era selvagens e intensos; seus lábios mordiam os meus sem piedade e com fome, e me incendiavam. Eu queria mais dele, eu precisava de mais dele.

Como se lesse os meus pensamentos, o Jace começou a rebolar embaixo de mim, e como ele ainda estava dentro de mim aquilo foi o suficiente para me fazer gemer manhosamente contra seus lábios. Ele agarrou a minha cintura e nos sentou, e eu comecei a rebolar junto com ele. Não demorou muito para que eu começasse a me mover sobre ele.

Nossos gemidos se perdiam em meio aos beijos que trocávamos e eram consumidos por nossas respirações. A medida que os nossos corpos roçavam um no outro era mais um arrepio que atravessava o meu corpo; e cada vez que o meu nome escapava pelos seus lábios, mais excitada eu ficava; e mais que as suas mãos me apertavam.

— Clary… A mordida. — Balancei a cabeça em afirmação. — Quando?

— Quando você gozar. — Respondi ainda me movendo sobre ele.

— Oh, babe… Isso não vai demorar. — Abri os meus olhos e o fitei. O Jace estava tão molhado quanto eu, seus cabelos estavam colados contra a sua testa e havia grãos de areia pelo seu rosto e peito, seus olhos brilhavam intensamente e totalmente dourados, seus lábios estavam avermelhados e entreabertos, sua respiração alterada e gemidos escapando pelos seus lábios. Seu corpo roçando contra o meu, e me fazendo sua; na minha concepção de Sereia, e naquele momento, ele não poderia estar mais delicioso. — Ah, puta que pariu! — Ele agarrou as minhas coxas com força me fazendo aumentar a velocidade. — Clary, não para. — Pediu em um sussurro. Eu não ousaria parar naquele momento, eu podia sentir o orgasmo próximo e ele parecia próximo também, não seria justo com nenhum dos dois parar naquele momento.

— Oh, Jace… — Encaixei o meu rosto contra o seu pescoço, deslizando os meus lábios por ali e pelo seu ombro. — Por favor… Diz que você vai gozar. — Ele mordeu o meu pescoço em resposta. As minhas presas já roçavam contra a parte interna dos meus lábios.

— Porra… Eu vou… — Ele agarrou o meu corpo e começou a investir contra mim. — Eu vou! — Meu corpo estremeceu e, sem conseguir ou saber como fazer para segurar, eu gozei gemendo por ele. — Clary! — Como se o meu corpo soubesse o que fazer, no momento em que ele gozou as minhas presas afundaram em sua pele. Eu não sabia se os gemidos e palavrões que ele soltava eram pelo orgasmo ou pela mordida. Seu sangue invadiu a minha boca, alimentando a minha predadora interior há muito adormecida. Afastei-me dele depois que lambi o sangue que escorria pela ferida.

O Jace estava ofegante sob mim, e naquele momento que eu me lembrei que ele era apenas um garoto de 18 anos recém-completos. E eu uma Sereia de 700 anos, que até então, não havia experimentado sexo uma única vez na vida. O que aquilo dizia? Ambos estávamos famintos por aquilo. E ambos estávamos dispostos a nos alimentar aquela noite.

Notas finais
Postei e saí correndo. . . . E então, Mermaids, atendi as expectativas de vocês? Espero que sim. Esse capítulo já está pronto há muitos meses no meu computador, porém eu precisava chegar até ele, e por isso ele demorou para sair. O próximo está pronto e está bem bonitinho e fofinho, e tem outro hot deles porque nós merecemos. Eu volto durante a semana, prometo. Se eu postar o próximo será uma overdose de LIGLY e ninguém quer isso, né? Mermaids a minha demora para atualizar se deu unicamente pelo meu novo vício chamado kpop. Sim, depois de alguns anos, euzinha estou mordendo a minha língua e virei a louca do kpop (na verdade eu desenvolvi um pequeno vício pelo BTS, mas eu também ouço outros grupos, vide BlackPink) Ah, pensem no que eu disse sobre a minha próxima fanfic. E para quem gosta de um hot ela é a fanfic mais suja que eu já escrevi. Até euzinha fiquei surpresa com umas coisas que eu tenho escrito (sobre o Cassian amor da minha vida). Acho que é só isso por hoje. Kissus Lightwood