Like I'm Gonna Lose You

28 Capítulo 26 - Idris


Notas iniciais
Olá, Mermaids do meu coração. Voltei-me. Antes de qualquer coisa, eu quero agradecer pelos comentário do último capítulo. Vocês são lindosas e moram no meu coração. Sério, eles me fizeram muito bem, obrigada mesmo. E também, quero agradecer imensamente a FerHerondale pela recomendação lindosa que ela fez à estória. Obrigada amore, tomei isso como um presente de Natal! *-* Espero que gostem do capítulo, que tá bem curtinho. BOM CAPÍTULO

Meus olhos estavam pesados quando eu ouvi alguém bater na porta do meu quarto. Resmunguei para a pessoa entrar, e nem precisei virar para ver quem era a pessoa. O Sebastian não seria tão silencioso, e eu conhecia muito bem o cheiro dela.

— Sei que está cansada, mas nós podemos conversar? — Respirei fundo e me sentei na cama assentindo. Minha mãe caminhou até mim e sentou-se na minha frente. — Por que contou ao seu irmão? — Suspirei e cocei os meus olhos para espantar o sono.

— Achei que ele fosse me ajudar a impedi-la. — Dei de ombros. — Acontece que eu estava errada.

— Sebastian pode ser algumas décadas mais velho que você, mas também não vou permitir que ele vá. — Ela acariciou o meu rosto. — Se alguma coisa acontecer comigo ou com o seu pai, precisam ficar juntos. — Ela sussurrou.

— Mãe, não vê que isso é suicídio? — Ela suspirou. — Não pode atacar por causa de…

— Os Cardumes estão sendo atacados. — Ela admitiu. — Dezenas de cardumes estão sendo atacados, Clary. Dois foram praticamente extintos. Ela sabe que estamos planejando atacá-la. Está o fazendo primeiro, e consequentemente aumentando seu exército. — Foi a minha vez de suspirar. — Eu sei que ela tem poder, Clary. E por isso vou desafiá-la para um duelo, se eu ganhar…

— Se perder o Cardume inteiro vai parar nas mãos dela! — Rebati. — Não! — Ela suspirou quando eu me levantei. De repente todo o meu sono havia sumido.

— Clary, vai ser melhor assim. Se eu morrer, Maryse vai desafiá-la, e faremos isso até que ela esteja morta. — Bufei. — Sei que…

— Me deixe desafiá-la. — Pedi com os olhos fechados. — Por favor.

— Não está forte. ISSO seria suicídio. — Respirei fundo e voltei a fechar os olhos por alguns segundos.

— E se… É apenas um talvez, mas… E se eu conseguisse a minha calda permanente? — Voltei a abrir os olhos e a vi com os olhos arregalados. — Eu seria forte o suficiente e a senhora sabe! Se eu conseguir a minha calda, eu mesma a desafiarei.

— E como planeja fazer isso? Beijando-o em forma de Sereia? Clary, não…

— Não. Não dessa forma. — A cortei sentindo o meu rosto esquentar. Minha mãe levou alguns segundos me encarando antes de suspirar e dar alguns tapinhas na cama me pedindo para sentar. — Eu sei o que estou fazendo.

— Eu sei. — A olhei. — Tem certeza que quer fazer isso?

— Preciso ficar mais forte. — Respondi.

— Eu sei, mas você, Clary, você quer fazer isso? Quer se deitar com o homem que ama para conseguir a calda? — Levei alguns segundos pensando.

Eu queria me deitar com o Jace? Sim. Mas, eu queria me deitar com o Jace para conseguir a calda? Eu ainda não tinha resposta. Estava insegura quanto ao que faríamos. E eu tinha certeza, que mesmo com as experiências que ele tinha, o Jace também não tinha certeza quanto aquilo.

— Não é questão de querer. — Disse por fim. — A minha vida toda foi recheada de complicações, por que, agora, seria diferente? — Minha mãe riu.

— Porque agora é diferente, Clary. Ele é diferente. — Suspirei. Eu sabia que o Jace era diferente de todos as suas outras versões, mas não sabia dizer o motivo. No princípio eu achava que seria o mesmo, mas… Algo mudou.

— Mãe, por que… Por que eu nunca me senti assim antes? Por que…

— Clary. — Ela suspirou e acariciou os meus cabelos, que provavelmente estavam uma bagunça. — Você se apaixonou pelo Jonathan há 700 anos. E apenas por ele. Todos os outros que você encontrou… Bem, não eram o Jonathan, mas ao mesmo tempo eram. O que a maldição fez, foi fazer com que você pensasse que o amasse. Amasse o homem que te matou.

— Mas… Então, eu nunca amei nenhum deles? — Perguntei perplexa. — Mas com o Jace…

— O que você sente pelo Jace, querida, não tem nada a ver com a maldição. Cada vez que eu os via brigar era um pouco mais de esperança que aparecia em meu coração. Não porque vocês estavam separados, mas porque, mesmo sem saber, estavam lutando contra a maldição. É por isso que ela enfraqueceu Clary. Porque você ama o Jace pelo que ele é; e não porque a maldição a obrigou. É por isso que Lilith tem atacado. É por isso que é diferente dessa vez, Clary. Quando mais perto um do outro vocês ficam, mais fraca fica a maldição.

— Por isso eu tenho essas visões, para me afastar dele. — Suspirei ao constatar aquilo. — O meu medo de acontecer tudo novamente, era o que estava nos matando?

— Não exatamente. Eu e o seu pai chegamos a conclusão que o seu medo era o que impedia que você morresse rapidamente. Mas todos os Jonathans se encantavam por você, e logo vocês morriam. Mas o Jace… Ele não se encantou por você, era como se alguma coisa fizesse com que ele também lutasse contra a maldição.

— Mãe. — Eu olhei em seus olhos, não queria que ela mentisse para mim, não naquele momento. — Por que o Jace continua aparecendo? Já seria maldição o suficiente eu me apaixonar por ele e continuar o amando pelo resto da minha eternidade. Mas, ele continua aparecendo apenas para que eu o veja morrer, mas… Como? É sempre ele, mãe! De maneiras diferentes, mas é sempre ele! Como isso é possível? — Ela balançou a cabeça e eu soube que ela estava falando a verdade.

— Isso eu não sei querida.

(…)

Olhei para embarcação há minha frente. Sebastian tinha um barco, mas não era bem um barco. Era um iate, e era tão modesto quanto o meu irmão. Embora, na minha opinião fosse exagerado, seria ele que nos levaria até o nosso destino. Joguei a minha pequena mala no canto do quarto e subi as escadas que dava para o andar superior, onde eu pilotaria.

— Última chance de desistir. — O Sebastian disse enquanto olhava o Mar em volta.

— Mamãe tentou fazer isso ontem. — Ele riu. — Vou até o fim com isso. — Comentei, e eu sabia o que tinha passado pela cabeça suja do meu irmão.

— Permissão para subir a bordo. — Ouvimos a voz do loiro um tanto quanto distante. Caminhamos até a borda da embarcação e eu consegui vê-lo de onde eu estava.

— Permissão concedida. — Eu disse.

Eu e o Sebastian descemos até o andar inferior onde encontramos o Jace e os irmãos. Todos sabiam o motivo de estarmos naquele barco, o que acabou criando um clima estranho. Meu irmão estava do meu lado e parecia estar pensando em qual piada faria para quebrar o clima que havia se estabelecido. Mas eu mesma optei por fazê-lo.

— Última chance de desistir. — Repeti as palavras do meu irmão. Aquilo não dependia apenas de mim, eu precisava saber se o Jace estava bem com aquilo.

— Sempre tive vontade de velejar em um desses. — O Jace comentou enquanto ajeitava a mala nos ombros. As palavras da minha mãe me vieram a mente. — O que foi?

— Ah… — Olhei para o Alec e a Izzy e senti o meu rosto corar, o Sebastian riu ao meu lado.

— Ela vai ter que morder você. — Meu irmão disse por mim, era esperado que ele soubesse daquilo, afinal, aquela ideia havia sido dele.

— Morder…? — Fiz as minhas presas crescerem e passei a minha língua nelas para mostrá-las a ele. — Oh… Ah… Tudo bem. — Recolhi as minhas presas e o olhei.

— Jace, isso é sério. — Eu disse olhando em seus olhos.

— Está tudo bem. — Suspirei aliviada. — E quando exatamente você vai precisar fazer isso? Só para eu me preparar. — O Sebastian riu novamente.

— Você vai saber. — Respondi e o mesmo franziu o cenho, mas eu o ignorei, não queria falar aquilo em público, não falaria mesmo. — Tem certeza que trouxe tudo o que precisa? — Ele assentiu. — Ótimo.

Isabelle se aproximou e me abraçou, como se eu fosse passar um mês fora, e não apenas alguns dias. A abracei de volta e esperei que ela se afastasse, quando o fez ela abriu um sorriso carinhoso e acariciou o meu rosto como se fosse minha mãe.

— Está bem com isso? — Balancei a cabeça em afirmação. — Se você mudar de ideia, voltem. Ele não vai obrigá-la a fazer nada.

— Eu sei. — Ela sorriu e depositou um beijo na minha testa.

— Mas de preferência, não volte virgem e namorando o meu irmão. — Ela piscou para mim e saiu andando. Obrigada, Isabelle, ajudou muito. — Alec? — Ela chamou o irmão que conversava com o Jace. Percebi que o Jace o Sebastian estava com ele, na verdade, pela expressão do Sebastian, ele parecia estar ameaçando o loiro.

— Vamos, Sebastian. — O Alec o chamou. Meu irmão lançou um último olhar para o Jace e, assim como a Isabelle, ele depositou um beijo casto na minha testa e os três deixaram a embarcação.

— Vocês têm uma semana. — O meu irmão começou, balancei a cabeça em afirmação. — Aproveitem, e não façam nada que eu não faria, e tudo o que eu faria. — Eu revirei os olhos e subi para o andar superior e comecei a trabalhar no iate. Em alguns minutos eu já o colocava para navegar.

Durante os minutos iniciais eu fiquei sozinha pilotando. Éramos apenas eu, o Mar e o Vento. Era uma sensação boa, principalmente por saber que passaria alguns dias longe de toda aquela loucura. Longe da ameaça de Lilith, e longe da minha mãe e do seu plano de ataque.

O fato de eu estar com o Jace fazia com que eu relaxasse menos, e o fato de saber o motivo dele estar indo comigo me fazia relaxar menos ainda. Eu havia imagina aquele momento muitas vezes, mas nunca daquela forma. Quando completei quatrocentos anos, eu comecei a imaginar, com mais frequência, se aquilo poderia acontecer, mesmo que fosse para acontecer e ele morrer em seguida, eu passei a desejar que acontecesse.

Mas o acaso me guiou até aquele momento. Até aquele iate, até aquele dia ensolarado e aquele Mar. O acaso havia me guiado até aquela decisão. E eu precisa aceitar que, embora, provavelmente, não ocorresse como em nenhuma das formas que eu passei trezentos anos fantasiando, iria acontecer, e eu precisaria estar pronta para tal.

— Hey. — O olhei. O Jace me lançou um sorriso e se apoiou no painel e me estendeu uma garrafa de água.

— Obrigada. — Aceitei a água e bebi alguns goles, aquele sol estava realmente forte. Felizmente eu usava um maiô de frente única e shorts, o dia estava realmente quente. — O Sebastian te ameaçou? — Ele riu e balançou a cabeça em afirmação. — O que ele falou?

— Quer mesmo saber? — Balancei a cabeça em afirmação. — Ele disse que se eu não a fizesse gozar, ele daria um jeito de saber e me socaria por isso. — Agradeci mentalmente por não estar com água na boca, pois, com certeza, teria cuspido tudo. Mas não consegui conter a expressão de incredulidade em meu rosto. O Jace apenas deu ombros e bebeu um gole da sua própria garrafinha de água. — Ele também disse que eu não gostaria de descobrir a força de um Tritão.

— Eu mesma vou socar a cara dele quando voltarmos. — Ele riu. — Eu quero te pedir uma coisa. — Ele me olhou. — Quero dizer, nós precisamos conversar, certo? — Ele assentiu. — Então, nós vamos ter essa conversa constrangedora de uma vez, e não ficaremos prolongando isso, pode ser?

— Concordo. — Ele aproximou, afinal, o vento ali já estava bem forte, e nós quase precisávamos gritar, pois o Jace estava um tanto quanto afastado de mim.

— Okay. — Eu respirei fundo e o olhei. Calipso me ajude. — Quero que seja sincero, porque se você mentir eu vou saber.

— Eu sei.

— Ótimo. — Respirei fundo mais uma vez. — É a primeira vez que você faz isso? — Ele franziu o cenho.

— Não.

— Não o sexo em si, Jace. Estou perguntando se é a primeira vez que… Que vai ter relações com uma virgem. — Suas bochechas ficaram levemente coradas, e eu preferi acreditar que era devido ao sol forte.

— Ah… Sim. — Eu não soube dizer se fiquei aliviada ou preocupada por aquilo ser verdade.

— Okay. — Olhei novamente para o Mar. — Então, aqui vai o meu pedido. — Eu o olhei novamente. — Quando… Se acontecer, só… — Limpei a minha garganta. — Só não prolongue a minha dor, okay? Só… Só faça logo. — Meu rosto queimava tanto, que eu tinha certeza que a desculpa do sol não serviria.

— Clary, eu não vou amarrar você e transar com você contra a sua vontade. Eu posso nunca ter transado com uma virgem, mas não sou um completo leigo nesse assunto. — Balancei a minha cabeça em afirmação e voltei a olhar para frente. Ele ficou alguns minutos em silêncio, até que se aproximou e cobriu uma das minhas mãos com a dele, e um arrepio atravessou o meu corpo com aquele gesto. — Eu sei que você tá nervosa, e que eu não sou nem de longe o cara perfeito. Mas… Não é porque é uma situação, totalmente, estranha, que eu vou tratar você como não fosse nada. Eu gosto de você, e eu me importo com você, então quando o momento chegar eu vou me esforçar para que não seja um completo desastre. — Eu acabei rindo com a última parte. — Eu não vou machucar você, Clary. — Balancei a cabeça em afirmação e sorri com o beijo que ele depositou em meus lábios. — Eu tenho um pedido para você também. — Eu o encarei. — Na verdade, acho que tenho mais de um.

— Primeiro, lembre-se que somos amigos, okay? Não me precisa me tratar como um estranho. Segundo, por favor, não sinta vergonha, não se prenda. Se você quiser gritar comigo grite, se quiser brigar comigo brigue, se quiser me beijar me beije. Por favor, não se prenda. Terceiro, não faça nada forçada, se os nossos dias acabarem não tente forçar nada, Clary, não vai funcionar. E eu não me perdoaria se soubesse que fez algo forçada.

— Eu não faria. — Ele me encarou por alguns segundos.

— Okay. — Ele olhou para o Mar. — Para onde estamos indo?

— Idris. Uma ilha não catalogada protegida por alguns feitiços para impedir que os homens a encontrem. É um paraíso particular. — Sorri. Era o meu lugar favorito no mundo.

— Demora muito para chegar?

— Devemos chegar lá ao anoitecer. — Ele assentiu. — Ainda podemos voltar. Na verdade, podemos voltar a qualquer momento.

— Não, eu estou bem com isso. — Ele me lançou um sorriso. — Uma ilha desconhecida, no meio do nada, se não a conhecesse diria que quer me assassinar. — Eu ri. — Ou quer o meu corpinho nu. — Ele riu e eu o olhei.

— Talvez eu realmente queira. — Eu disse dando de ombros e foi a vez dele me encarar surpreso. — Você poderia ver o que temos para o almoço, Herondale.

— Tudo bem, Capitã Fray. — Ele bateu continência e desceu as escadas.

Durante o restante da manhã, o trajeto havia sido muito tranquilo. O Jace estava no andar de baixo, e eu esperava que ele não colocasse fogo no iate conosco estando no meio do Mar, pois além de eu precisar carregá-lo de volta à Califórnia, eu ainda teria que explicar para o Sebastian como o iate dele havia naufragado.

Contudo, quando deu o horário do almoço, o Jace subiu acompanhado de sanduíches e duas latas de refrigerantes. Maryse me mataria depois. Ele havia dito que optara por sanduíches porque as chances de um incidente eram bem menores do que tentar usar a cozinha do iate. Eu concordei com ele, e me aconcheguei em meu posto de Capitã e comecei a comer o meu sanduíche.

Quando terminamos, o Jace se ofereceu para me fazer companhia, e mesmo que eu tenha dito que ele poderia relaxar no andar inferior, ele resolveu subir, mas algo aconteceu com a sua camisa no meio do percurso, pois eu podia jurar que ele havia descido com ela. Eu não negaria nem para ele, se o mesmo me perguntasse, o Jace era um pedaço de mal caminho, e o fato dele estar zanzando sem camisa, usando bermudas e óculos escuros naquele maldito iate, me fez ter pensamentos impuros para aquela hora do dia.

— Desculpa, mas está calor. — Voltei a olhar para o Mar. — Tem algum problema eu ficar sem camisa?

— Não. — Respondi sem olhá-lo. Se você não ligar para o fato de eu ficar olhando, você pode sim ficar exibindo esse corpinho para o sol. Eu não queria imaginá-lo bronzeado.

Pero das três da tarde, o Jace voltou para o andar inferior e eu pude voltar a raciocinar normalmente. Quando o loiro desceu, algo me dizia que ele iria dormir, pois até mesmo eu ficaria com sono com aquele balançar das ondas e o silêncio presente. Não adiantava tentarmo conversar, pois o vento abafava a conversa, então, estávamos apenas apreciando a companhia do outro.

Algumas horas mais tarde eu já estava entendiada de ficar ali pilotando aquele negócio. Mas felizmente nós estávamos chegando. Deixei o meu posto por alguns minutos e desci as escadas atrás do Jace. O encontrei jogado em cima da cama, tinha um livro aberto sobre a mesma e o loiro parecia ter acabado de acordar.

— Hey. — Ele me olhou, e eu vi o quão sonolento ele estava.

— Chegamos? — Balancei a cabeça em negação.

— Quase, mas… O sol está se pondo talvez queira ver. — Ele assentiu e coçou os olhos. — Ou pode voltar a dormir, eu te acordo quando chegarmos.

— Eu já subo. — Ele disse enquanto se sentava na cama. — Só preciso terminar de acordar. — Balancei a cabeça em afirmação e voltei para o andar superior.

Alguns minutos mais tarde, quando o céu já estava tomado pelo laranja do crepúsculo, ele surgiu ao meu lado. E pareceu concordar comigo quando eu disse que ele gostaria de ver. A visão estava simplesmente espetacular.

O Sol já quase sumiu no horizonte, dando um tom avermelhado ao céu, que se desbotava até ficar laranja e então rosa, o Mar espelhava os últimos raios solares e a nossa frente Idris surgia, com suas árvores e cachoeiras, a linda cadeia montanhosa que a formava. Diferente das ilhas comuns, Idris era bastante extensa, e não possuía nenhum vulcão, pelo menos nós não possuíamos nenhum conhecimento de um vulcão na ilha.

— Aquela é…

— Sim. — Sorri. — Bem vindo a Idris, Jace Herondale.

Notas finais
Apenas digo que Idris promete, preparem seus coraçãozinhos porque lá vem Clace e dessa vez eu não estou brincando. Bom, não esqueçam de me dizer o que acharam do capítulo e o que acham que Idris reserva para esses dois. Kissus Ligtwood P.S.: Eu vou tentar volar antes do dia 31, mas se eu não conseguir, já estou adiantando o meu FELIZ ANO NOVO antecipado, Mermaids. Obrigada por fazerem esse ano maravilhoso para mim, e eu amo cada uma de vocês. Espero que 2019 venha e nos traga mais fanfics maravilhosas, e que cada uma consiga alcançar aquilo que almeja, e que não sejamos impedidas de realizarmos os nossos sonhos por nada e nem ninguém. (Raziel, eu estou parecendo a minha avó)