Light' s Life
1 Um Novo Dia
Notas iniciais
Eu acordei de manhã e me troquei.
Meu pai ainda não havia voltado do trabalho, provavelmente. Ele estava trabalhando demais ultimamente, tentando prender um terrorista que invadiu escolas e matou alunos. Passava noites em claro, lendo e relendo relatórios das últimas ações do criminoso.
- Onee-chan! Vem tomar café! — gritou minha irmã.
- Já vou Sayu — gritei de volta pegando minha mochila e uma maçã.
Desci as escadas e fui tomar café.
- Light, tome cuidado na escola — falou minha mãe depois do café.
- Hai, hai. Não se preocupe — falei indo em bora.
Joguei a maçã para o alto e a peguei. Eu havia tido um sonho muito estranho, envolvendo maçãs e Shnigamis.
(...)
Mais ou menos ás 09:00, vi um homem de preto invadir a escola. Ele carregava uma espingarda e um outro homem vinha atrás do primeiro, carregando uma metralhadora.
Acho que um deles me viu encarando-os, pois atiraram na janela e todos entraram em desespero.
- Corram! Vou ligar para a polícia — falou o professor.
Corri para sair da escola, mas estava tudo um caos.
Desci alguns andares, corri pelos corredores e vi Yuri. Fiquei paralizado com a visão do homem apontando uma arma para sua cabeça.
Ele não me viu. Me joguei em cima dele e a arma disparou no teto. Ele caiu e tentou me socar, desviei e ele socou a pilastra. Aproveitei o momento e o nocauteiei.
- Vem comigo Yuri! Vamos sair daqui — falei puxando-a pela mão.
- Light, cuidado! — ela falou me empurrando no chão e caindo em cima de mim. Vi, pelo canto dos olhos, uma grande pedra. Provavelmente teria acertado minha cabeça.
- Vamos! — falei a puxando de novo.
Consegui sair da escola, depois de algum tempo desviando de alunos e professores mortos pelos corredores.
- Você está bem? — perguntou um policial vindo em minha direção.
- Sim. Yuri, tá tudo bem? — perguntei.
- Sim Light. Obrigada — ela falou me abraçando.
- Senhor... — falei sem saber o nome do homem.
- Matsuda.
- Senhor Matsuda, vi alguns alunos presos pelos corredores. Alguns homens apontavam com armas para suas cabeças. Estão sendo feitos de réfem. Os criminosos querem algo para libertá-los — disse.
- É um racíocinio lógico. Obrigado garoto.
- Yuri, vamos para minha casa. Cuidar desses arranhões.
Ela me seguiu, obediente.
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