Ligadas pelo destino
2 Capítulo 2- Localização difícil.
Notas iniciais
Boa noite, galera especial. Queria agradecer imensamente pelos comentários animadores de vocês. Achei que essa fic maluca não ia para frente, mas fico feliz que tenham gostado. Quero agradecer aos que estão acompanhando e a Titia Snixx por favoritar. Vocês arrasam, colegas kk Então, segundo capítulo da fic, espero que gostem:
—O que é interessante?- o questionei com a sobrancelha arqueada- Meu carro ser roubado não é nada interessante.—Okay... – falou pausadamente, como se eu fosse algum tipo de ET e sorriu, continuando as suas anotações. Aquilo já estava me irritando- Tinha alguma coisa de valor no carro?—Tipo o carro?- comentei ironicamente, cruzando os braços em uma maneira hostil. Mas que droga de policial era aquele? Acho que os donuts afetaram aquela cabeça imensamente redonda dele- Será que você não pode ir diretamente ao que interessa e mandar alguém atrás daquela maluca que roubou minha Francyne?—Quem é Francyne?—Meu carro.—Que carro?- ele perguntou confuso e eu bufei me segurando para não dar uma bolacha naquela cara de bolacha dele.—O meu que roubaram.- respondi impaciente. Enquanto eu perdia tempo com o Matusalém ali, aquela doida já poderia estar fora da cidade com minha menina- Escuta, será que outra pessoa não poderia cuidar disso? Tipo assim, alguém com menos de cem anos?—A senhorita está insinuando que eu não tenho capacidade de executar meu serviço por conta da minha idade?- disse com um ar de magoado e eu bati a mão na minha própria testa buscando calma.—Não, senhor policial. Perdão por estar agindo como uma idiota. Mas estou desesperada. Apenas quero que me devolvam meu carro. Ele é de grande valor sentimental para mim. Usted entiende? —Eu no hablo italiano. Pardon!- ele dizia bem lento, como se fosse para eu entender alguma coisa. Revirei os olhos.Sério isso? —Santa Madre de Diós... Estou mais ferrada do que posso admitir. — lamentei com as mãos no rosto e ele tocou meu ombro.—Fica calma, senhorita... Onde estão os documentos de seu veiculo?—Eu os deixei no carro.—Pois isso só complica tudo, minha cara, mas verei o que posso fazer quanto a sua moto- ele disse se retirando.—É um carro- o corrigi e ele sorriu. Só pode ser brincadeira. Esse meu azar só aumenta mais o nível.—Foi o que eu disse- ele desconversou, indo na direção da viatura- Espera aí!- parou no meio do caminho- Você disse que ele estava estacionado bem aqui?- perguntou apontando para a vaga vazia onde alguns minutos Francyne estava estacionada.—Foi.—Logo onde diz ‘’proibido estacionar’’?- ele perguntou com o cenho franzido e eu fiz uma careta de ‘’me ferrei’’.—A-acho que era mais pra lá- tentei enganar, mas ele balançou a cabeça negativamente e anotou algo.—Onde você quer que eu coloque isso?- o policial falou balançando um papel com uma multa bem escrita nele.—Senhor policial... Nem queira saber onde eu quero que o senhor coloque essa multa...Xxxx—Santana, o que aconteceu? Vi você falando com um policial lá fora- minha amiga oriental me perguntou ao me ver entrar.—Roubaram meu carro e mandaram o papai Noel para me ajudar. Eu mereço!- respondi sentando-me em uma cadeira e logo senti o peito apertar. Maldita asma que me acompanhava desde criança. Tateei nos bolsos à procura da bombinha de ar, minha companheira de batalha, mas não a achava.—Como assim?- Tina perguntou enxugando suas mãos, correndo em seguida em minha direção, preocupada.—Longa história- disse com dificuldade. Achei a dita bombinha e a aproximei da minha boca sugando o remédio, retornando quase toda a respiração normal.—Pois me conte. — ela pediu e eu expliquei tudo nos mínimos detalhes, desde a trombada um tanto gostosa e doída com a loira no posto de gasolina, até o roubo da minha querida Francyne, que eu torço para que esteja segura nesse momento- Caramba, San... Eu sinto muito mesmo. Sei que aquele carro era tudo para você.—Era não, é- eu disse firme- Não vou deixar que isso fique dessa forma.—E como você acha que vai conseguir o carro de volta?- ela perguntou com um olhar um tanto repreensível.—Sinceramente... Não faço ideia, mas para tudo na vida tem solução. Não é?- ‘’Espero’’, pensei.—Desculpe interromper, princesas, mas temos muitos clientes famintos esperando, enquanto vocês duas aí, ficam de papinho- meu chefe, cara de sovaco, começou mais uns de seus monólogos, que eu apelidei carinhosamente de cacarejos. Eu revirei os olhos, contando até mil para não fazer besteira.—Será que você não poderia segurar sua periquita só por um instante?- como perceberam... Não deu certo minha tentativa de calma- Eu não estou pra você hoje.
—Como é que é?- ele perguntou balançando a cabeça como uma garota barraqueira preste a atacar.—Uhm, vamos ter calma... A Santana está só brincando, Norton.- Tina disse tentando amenizar o clima do quase barraco.—Espero que sim, porque eu estou a um fio de jogá-la na rua- Norton declarou cruzando os braços, me encarando com um olhar nada amigável- Voltem a seus postos.- deu meia volta e saiu pulando feito uma gazela amaldiçoada. Levantei no intuito de lhe estrangular, mas Tina me puxou para sentar novamente.—Você enlouqueceu de vez, Santana Texas Lopez?- Tina me repreendeu com uma cara nada boa.—Eu agradeceria se você omitisse meu nome do meio, por favor. Obrigada, de nada. – pedi com a gentileza de um jegue, cruzando os braços. Odiava aquele nome que minha mãe, fanática pelo lugar onde nasci, colocou em mim.—Presta atenção, Santana. Além do carro quer perder o emprego também?- gritou Tina, mas maneirou o tom quando viu que muitos voltaram sua atenção para ela- Você tem que tentar manter o controle.—É isso!- constatei dando um sorriso animado. Peguei Tina nos braços e dei um beijo no seu rosto- Você é um gênio, japa.—Primeiramente, eu sou coreana. Depois... O que foi que eu disse?- Tina retrucou totalmente corada.—Lembra-se do meu projeto da faculdade?—Qual dos milhares?—O sensor óptico para trancas de automóveis- respondi fazendo uma dancinha que mais parecia uma rã sambando no asfalto quente.—E o que isso tem a ver?- ela deu de ombros voltando para detrás do balcão e eu a segui.—Esse sensor tem um coletor de dados hiper fásicos, que acompanham imãs consolidados a outro coletor de dados.—O quê? Será que você poderia traduzir?- ela me olhou com uma cara confusa e eu sorri.—Um chip- respondi como se fosse a coisa mais natural do mundo.—E por que não disse logo que era um chip?—Sei lá, eu acho sexy falar difícil.- respondi com a maior cara de gabola e ela arqueou a sobrancelha e cruzou os braços.—Não sabe o quanto. — ironizou pesadamente- As garotas devem amar- mais ironia.—Tem algumas sim... Parei contigo- cruzei os braços emburrada... Se bem que era verdade.—E como isso pode ajudar a achar o carro?—Os projetos realizados na faculdade são monitorados. Principalmente quando os alunos utilizam materiais caros. Esse sensor, por exemplo, utiliza um chip com um localizador via satélite, que pode muito bem ser rastreado pelo o computador do laboratório de engenharia mecânica. – expliquei, levando a mão ao queixo em uma forma de pensar em uma forma de conseguir ter acesso a esse bendito computador da faculdade- Só tenho que arranjar uma forma de conseguir ter acesso a esse localizador e o resto fica mais fácil. — nós duas nos olhamos por um instante e sorrisos brotaram de nossas faces- Está pensando no que eu estou pensando, olhos puxados?—Acho que sim... Se estiver pensando em falar com o Frank, zelador da faculdade, então a resposta é sim- ela disse sorridente.—Eu pensei em fazer um sanduíche porque eu estou com fome, mas sua ideia é bem melhor.—SANTANA!- Tina me repreendeu e eu sorri com sua cara emburrada.—É brincadeira, Tina... Vamos lá agora- disse pegando em seu braço para me seguir, mas a mesma parou no meio do caminho:—Agora não podemos, Santana. Estamos em horário de trabalho, droga.—Mas...—Mas nada. Volte nesse instante para o seu serviço, que por milagre você ainda possui, e depois resolvemos isso. — ela impôs voltando a sua posição atrás do balcão e eu bufei vencida.—Pode até ser, mas se aquele filhote de Dodô vier com abuso para cima de mim, juro que arranco toda purpurina do pulmão dele e enfio você sabe onde- ralhei saindo em seguida batendo o pé e Tina apenas balançou a cabeça negativamente.XxxxxxA tarde passou como uma tartaruga sendo carregada por uma lesma manca e aquilo era uma tortura esmagadora para mim. Quando chegou o horário de fechar, Tina e eu pegamos um táxi e fomos para a faculdade atrás de Frank. Ele dormia por lá e torcíamos para que ele aceitasse nos ajudar naquela missão suicida, porque se fossemos pegas... Bye bye bolsa de estudos, formatura, trabalho, liberdade, líderes de torcida só de calcinha e sutiã brincando de briga de travesseiros enquanto pulam na minha cama e... (ops, esse é um sonho que eu tive, então risquem o comentário). Ah, e o pior... Não, é só isso mesmo. Nós fomos até os fundos da faculdade no intuito de entrarmos pela saída de incêndio.—Está trancada- constatei quando forcei o trinco e empurrei a porta para frente.—Então você...—Não! — eu a interrompi antes que ela dissesse que devíamos ir embora- Nós vamos entrar nem que eu derrube essa porta com o pé.E foi o que essa doida aqui fez. Tomei distância e fui com tudo na direção da porta, mas como eu já temia, voltei para o mesmo lugar quando bati com o pé na mesma, indo abaixo que nem uma jaca podre— Maldição- xinguei com as mãos no traseiro, que foi o primeiro a bater quando eu cai. Tina gargalhava da minha trapalhada, indo em direção à porta, a abrindo no mesmo instante, sem nenhuma dificuldade- Mas como...—É uma saída de incêndio, Santana. A porta abre nesse sentido, sua anta- ela explicou quase sem fôlego de tanto rir e eu juro que me segurei para não arrancar seu coração e bater com ele na cabeça dela.—E por que você não avisou antes, Chang?- perguntei incrédula me levantando toda desconjuntada... Aquilo com certeza ira doer muito amanhã.—Como pode uma pessoa ser tão inteligente e tão burra ao mesmo tempo? Santana você é uma comédia- Tina comentou entrando pela porta, que me deu um paranauê, e não parava de rir o caminho inteiro. Eu estava zangada, mas também não pude deixar de rir da minha idiotice de querer derrubar aquela porta com o pé. Só sendo eu mesma.Andamos pelo corredor deveras escuro atrás de Frank. Ele era o guardião das chaves da faculdade e o único que podia me ajudar a ter acesso ao computador com o localizador. Eu nunca percebi que aquela faculdade possuía tantos corredores, que a noite, ficavam bem mais assustadores. Nós caminhamos uns bons cinco minutos e nada de achar o bendito zelador daquele lugar. Eu já estava cansada e dolorida pelo dia cansativo, o roubo do meu carro e a cena ridícula da porta ainda pouco. Estava loucamente precisada de um banho e cama. Enquanto Tina e eu estávamos distraídas olhando através do vidro de uma das salas, alguém apareceu do meu lado e quase me enfarta no susto.—O que vocês fazem aqui à essa hora?- Frank apareceu do nada me assustando e eu pulei no colo de Tina pelo susto- Que eu saiba, não existe aulas nesse horário aqui na faculdade.—Frank, que bom que te achamos- eu disse sem graça descendo do colo de Tina, que também se recuperava do susto.—Estavam me procurando? Pra quê?- ele perguntou de uma forma sinistra e eu senti todos os ossos do meu corpo gelar com seu olhar. Frank era um cara nos seus quarenta cinco ou cinquenta anos, barba a se fazer, algumas cicatrizes grotescas pelo rosto e uns bons dois metros de altura. Ou seja, o cara era tão estranho que o bicho-papão dormia com a luz acesa com medo dele.—N-Nós... Uhm... Tina?- eu pedi ajuda a ela com um olhar angustiado e a mesma me devolveu com uma careta estranha ao me incentivar a continuar- Nós... Eu... Queria saber se você poderia me fazer um favor pequenininho.—Favor?- ele disse com um semblante indecifrável- De que tipo?—Do tipo que empresta a chave do laboratório de mecânica para nós acessarmos o computador principal- eu disse rezando para que ele não tirasse uma serra elétrica do balde e me partisse no meio ali mesmo (Fazer o quê? Eu ando assistindo a muitos filmes de terror).—O quê?- Frank deu um grito como de quem não gostou e eu rapidamente me pus atrás de Tina a usando como um escudo- Vocês só podem estar malucas.—E-Eu preciso muito acessar o computador Frank... Meu carro foi roubado hoje e nele há um chip que eu posso rastrear e conseguir achar a pessoa que o levou- eu expliquei tentando acalmar o coração, já que o meu estava batendo tão forte que a qualquer momento poderia sair do meu peito e fugir me deixando ali sozinha com o pai do Jason Voorhees.—Mas nem morto. Eu não tenho nada a ver com isso, sua fedelha- disse ríspido e agora a coragem me subiu a cabeça.—Fedelha é a mãe. O que eu estou te pedindo é algo simples, que me dê a porcaria dessa chave para eu acessar a droga daquele computador para achar a doida que o roubou de mim- eu disparei feito uma metralhadora e ele só me encarava sem piscar.
Tina com certeza segurou a respiração temendo o que podia acontecer quando eu perdesse o controle. É que tenho uns probleminhas em segurar a raiva, mas isso será explicado em breve, oh do sofá.—S-San...—Não, Tina. Ele nem imagina o quanto aquele carro é importante para mim, não pelo valor monetário, mas por quem me deu ele. Sem falar de cada centavo que eu juntei deixando de comer para fazê-lo funcionar novamente, só para ter um restinho de lembrança do meu pai e do meu avô comigo- finalizei um pouco ofegante e Tina começou a passar a mão pelas minhas costas para me confortar, temendo que tivesse que optar pela bombinha. Ele ficou calado pensativo por um instante e nós o acompanhamos no silêncio:—Tudo bem- ele finalmente disse e Tina me abraçou comemorando- Se... – pronto, lá vem (eu pensei no pior)-... Você me fizesse um favor em troca.—Que tipo de favor? Porque se for algo ilícito, sem chance- Tina expôs, me puxando para perto dela.—Não, vocês tem a idade da minha filha e eu sou casado. É mais um favor técnico- Frank explicou e eu franzi o cenho curiosa.—Como assim?XxxxxxAqui estou eu, Santana Lopez, cara a cara com uma relíquia do mundo automobilístico. Frank possuía um Fusca 1971 na cor verde limão. Estava até que bem conservado, mas segundo Frank, andava com uns problemas que o impedia de rodar muitos quilômetros.—Então?- Frank perguntou enquanto eu ainda encarava aquela velha guarda.—Olha, Frank, você tem noção de que esse carro já é bem vovô, não é? — brinquei ao checar suas engrenagens. Ele riu, concordando. – Me deixe te confessar, Frank, apesar de preferir carros com um mais potente diferencial, admiro seu amigo aqui. Apesar de sua transmissão não poder ser chamada de automática, ele permite que o motorista, na prática, raramente tenha que trocar de marcha. E isso tem alguma vantagem, pode acreditar. Perfeito para amantes dos clássicos — eu explicava olhando cada detalhe no interior do carro- Sem falar que o modelo 1971 é um 1302 S quase é totalmente original. Você nota através das lanternas traseiras e piscas dianteiros que esse modelo foi feito perfeitamente para o mercado americano. E esse motor, UAU, é incrível, tenho que admitir. Lembro-me que o 1302 básico usava motor 1.3, com 44 cv. Creio que é meio chato achar peças para esse rapaz aqui. Mas é um verdadeiro amor manter um assim, tão bem conservado.—Obrigado. Mas, wow... Você entende de carros, mocinha- ele disse com um olhar encantado- Meus filhos só sabem me dar trabalho.—Meu avô me ensinou desde pequena a apreciar cada detalhe dessas belezinhas. -dei uns tapinhas no capô do velhote. Do fusca, não do Frank, seus pervertidos.- Sou apenas uma amante incurável de velocidade- expliquei orgulhosa pelo o que meu avô havia me deixado, não só Francyne, mas seu aprendizado que sempre me ajudou nas horas mais difíceis e uma pontinha de saudade dele bateu em meu peito.—Um sábio homem,seu avô- Frank disse acariciando o capô de seu carro- Então, já pode começar?—Vou sim... Tenho que acessar aquele computador ainda hoje- eu disse preparando a caixa de ferramenta que Frank havia me disponibilizado. Pedi a ele que ligasse o carro e nem precisei revirá-lo para saber qual o problema.—Frank, vem cá um instante- ele parou o que estava fazendo e eu o levei para mostrar o que causava o problema- No caso dos câmbios manuais e automatizados, normalmente é feita uma lubrificação a base de óleo mineral, este com viscosidades específicas e aditivada de modo igual. Você está usando um óleo impróprio e isso que está forçando as engrenagens. Entendeu?—Entendi, vou tratar de trocar amanhã mesmo. Obrigado, Santana- ele me agradeceu com um sorriso de orelha a orelha.—Não precisa agradecer. Só me dê às chaves do laboratório- eu brinquei e ele me acompanhou até o local e Tina nos aguardava cochilando na cadeira... Ou será que ela estava apenas sentada? Sei lá, aqueles olhos são tão fechados que eu não sei a diferença se ela está dormindo ou acordada.Entramos no laboratório e rapidamente eu me sentei de frente ao computador procurando o aplicativo de localização do sensor óptico. Quando o achei, tive que atualizá-lo umas quinze vezes porque algum idiota deve ter brincado com as configurações e dificultou meu trabalho. Tratei logo de passar o arquivo para meu HD e o resto eu faria pelo meu laptop no meu apartamento.Agradeci Frank pela ajuda, depois Tina e eu fomos cada uma para nossos respectivos apartamentos e quando eu cheguei ao meu, tratei logo de tomar um banho para tirar o estresse do dia e procurar alguma coisa mastigável em minha geladeira para comer. Depois que preparei minha gororoba, sentei de frente ao laptop e comecei minha busca por meu bebê e a loira gata maluca (que ainda mexia comigo só de lembrar) e fiquei nisso umas três horas quando um pontinho vermelho começou a piscar e um barulhinho agudo soava de meu aparelho:—Achei, bundão! It's Santana, bitch!- comemorei fechando o punho e dando um soco no ar, mas meu semblante mudou assim que vi aonde o pingo marcava- Pois é, Santana. Acho que você vai visitar Las Vegas. Prepara o cofrinho.
Notas finais
E aí, como foi? Agradou? Eu sei que muitos vão querer me matar por não ter interação Quintanna nesse capítulo, maaaaas não quero apressar as coisas se não estraga. Tudo na pressa estraga, por que mais lento é que é... Gostoso kkk No próximo garanto que elas se encontram e vai ser... Não posso dizer kk Me digam o que acharam, amo seus comentários. Beijo e até breve.
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