Liga das Sombras
25 Ideia.
Notas iniciais
PVC – IAN.
Merda, por que ela não esta melhorando? Não queria que aquelas bruxas estivessem certas, e se... bom elas so tem um chazinho. De macumba de bruxa.
O sangue de vampiro devia ter curado ela, devia. Merda, não devia ter pedido pro meu pai autorizar aquela viagem maluca. Merda.
Agora de quebra tem o David, chegou há dois dias desacordados nas costas de um cara chamado Brian, que diz ser irmão dele. O David esta acordado, e preso em um cala bolso. Meu pai esta claramente, bom não tão claramente, desesperado.
Ele trata o David como se fosse o filho, quando a Irmandade pegou ele há um tempo atrás, meu pai tomou a decisão mais difícil da vida dele. Não mandar ninguém ao seu regaste, sempre manda alguem das inumera vezes que o David e sequestrado e preso. Ele ficou tão aliviado quando viu ele sendo carregado pelo Ty. Isso de acordo com a cabeça dele. Eu consigo invadir sua mente, quando eu quero, e ver o que ele pensou e o que ele fez, a ver atrás dele. Todos os vampiros podem fazer isso eu descobri, mas nem todos sabem, ou se preocupa em treinar a mente. Ou passou um ano com um dos Criadores, os vampiros mais velhos do mundo.
São três criadores, Jane, Heráclito, e Perseu, eu sei, nomes meio gregos, mais não é eu que decido a porcaria do nome deles.
– Sr. Devis? – um voz doce e feminina me chama.
– Não precisa essa cordialidade, me chame de Ian – ela disse. Ela bonitinha e um das novatas, que esta sendo treinadas para a Tecnoligia. quando ela era humana era muito inteligente, e o vampirismo ajudou.
– Mas o Gover... deixa pra lá. Eu sou Anna, amiga de Charlie, não me deixaram ver ela- ela diz com um ar de preocupação. – como ela esta?
Tremo, não sei por que. Porra.
– Cara,- eu disse- Não muito. Você já deve saber o que aconteceu. Coisa de alma e esses lance, ela vai ficar bem.
Ela sorri delicadamente e sai com a cabeça baixa.
Alma? Uma brilhante ideia surge em minha cabeça...
Será? Pode ser que sim, no final. Mas se não der certo...
– PAI – eu grito entrando na porta de uma vez.
Com certeza devia ter batido na porta, sem duvida. Que nojo.
Meu pai, esta fazendo sexo na minha frente, quem era aquela? A secretaria dele, sem duvida.
Quando eu entro ele só me olha e voz ao que estava fazendo, mais segundos depois ele suspira. Que nojo, ver meu pai gozando. E saio da sala. E espero aque que a secretaria dele saia. E entro de novo.
– Bate na porta da próxima vez. – ele diz. Ele só vestiu a calça. O que me deixa bem desconfortável. – Então o que você quer? Você me atrapalhou, e bom eu não ia fazer só aquilo com ela. — ela fala com a voz brincalhona.
– Manda as bruxas fazerem um feitiço. – eu digo – De alma.
Ele se sobressai um pouco da cadeira e se ajeita de um jeito mais confortável.
– É perigoso – ele diz o abvio. e faz a cara de Governador.
– Ela esta morrendo. – eu digo. – melhor tentar.
Ele analisa um pouco, e bem mais um pouco.
– Ta, Ian – ele diz por fim mais não tira a cara de serio – Hoje à noite elas vem aqui. Avisa a Charlie para se preparar.
– Sim senhor – eu digo e saio.
A tarde passa lentamente, enquanto me alimento e faço um treinamento dos novatos em exercicio fisico.
Vou ate o Cala Bolso e jogo a garrafa de sangue para o David.
– Pronto pra ligar a humanidade? – eu digo.
– Vai se fuder.
– Espero, e com uma ruiva – tento provocar, emoção é emoção, mesmo de que ciúme ou raiva.
– Só avisando que ela não é boa na cama – ele diz – Perdeu a virgindade a pouco tempo. Só perda de tempo.
– É o que vamos ver – eu digo, ele foça o punho mais nada que ele sempre faça.
Depois vou tomar um banho. E vou para o quarto da Charlie.
Eu abro a porta sem bater, o que dessa vez não me arrependo. Essa é a coisa mais besta pela qual eu já fiquei com tesão, ou mais ou menos. Meu amiguinho de baixo tem vida própria. Ela esta usando um short curto de algodão branco, o que da pra ver que ela esta com uma calcinha vermelha não muito grande, quando ela se vira que fica pior, ela esta com uma blusinha curta um rosinha transparente e sem sutiã. Quando ela percebe que eu estou olhando ela se vira e tenta pegar a toalha, mais a toalha cai e ela abaixa pra pegar, o que faz ela ficar com a bunda arrebitada.
Merda, merda. Cacete, amiguinho, calma ai.
– desculpe – eu digo. – da próxima vez eu bato. Juro.- minto.
Ela começa a rir, um sorriso verdadeiro e fraco. E de repente ela fica tonta e a toalha cai no chão, e ela também... Quase cai. Eu a seguro levanto pra mais perto da cama e a deitando lá.
– Hoje a noite, as bruxas vão fazer algo pra você melhorar – eu digo. Enquanto vou pegar um copo d’agua. Ela bebe um pouco – esta bem?
– Hoje de manhã eu estava melhor, mais piorou. – ela disse a frase já cansada. Percebo que a pele dela já esta pálida, os dedos dela finos, e os olhos fundos. Ela esta morrendo ao poucos e dolorosamente.
– Tenho que avisar que pode doer um pouco. Mais vai melhorar depois que acabar – ela assente com a cabeça devagar.
– Não preciso sair daqui nem tomar banho, ne? – ela pergunta
– Que nojo, criança, não quer tomar banho? – eu brinco o que faz se formar um sorriso no rosto. – Não – respondo –elas fazem tudo aqui.
Ela se ajeita na cama e tenta arrumar o cabelo ruivo dela, que ja esta um pouco grande.
Um minuto se passa no silencio, e ouço batidas na porta. Olho praa ela, e ela assente, ja sabendo o que é. Se ela soubesse o risco com certeza não estaria calma assim.
Abro a porta e entra as mais velhas da Central das Bruxas, são 3, mais no memento não lembro do nome dela.
– Vamos começar – uma fala.
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