Liga das Sombras

19 Bruxa, Lembranças e Achamos.


Notas iniciais
OOI. Espero que gostem

– Oi, desculpa incomodar, — o Ian disse – Bom dia. Aqui é a casa da Sr. Stiler?

Ele perguntou educadamente. Tinha uma senhora muito arrumada e bonita na porta. O sorriso era duro e serio.

– sim, oque vocês desejam? – falou mal educada.

Bom uma coisa era certa era ela. Ela deu uma olhada para o carro parado, na frente da casa dela.

– Bom, como explicar isso. Eu sou Charlotte Stiler, — ela não mudou a expressão, — filha de Joseph.

Quando falei isso um olhar de duvida passou pelo rosto dela. Meu coração batia cada vez mais rápido. Um nervosismo passou pelo meu corpo todo. Eu escarei o Ian desesperada. Ele fez algo que não imaginei que fizesse.

Ele segurou minha mão.

– Eu sou Ian Davis.

Ele se aproximou da senhora na porta.

– Me convide para entrar – ele hipnotizou.

Ela olhou de ponta a ponta.

– Vampiro imundo – ela disse.

Agora ela estava falando em grego? Pragas? Se fosse o David ele acreditaria e entenderia as pragas. Ele meio que acredita nos deuses, mesmo na mitologia não tendo vampiros do bem.

– eu sou limpinho – ele disse ironicamente.

– Ian!- eu disse.

– você mente garota. – ela falou.

– não minto.

Não sei explicar muito bem a expressão no rosto dela.

– Quero tomar um chá? – Chá?

– Claro- eu disse.

– sem o vampiro – ela cuspiu.

– então ela não vai – ele disse dando um posso pra frente.

– esta tudo bem. – Eu disse tentando acalmar.

– Já disse não, Charlie. Você não vai entrar ai sem eu.

– e o resto dos seus amigos? – a velha pergunta.

– eles ficam lá- eu disse.

Ele estudou o Ian cuidadosamente, e depois a mim, e com um olhar ameaçador virou para o Ian. E de repente, ele estava no chão. Gemendo de dor. E a velha Stiler olhando concentrada nele. Era ela que estava fazendo isso? Como?

– Br.. bru... bruxa – Ian falava entre gemidos no chão.

– PARA – eu gritei.

Não era só ele que estava sentindo dor. Quando olhei para carro as portas estavam abertas e todos lá estavam caídos no chão com dor.

E parou. Ela parou de fazer isso.

– Só queria saber se era minha família. – eu disse. – mais se for pra machucar meus amigos, prefiro não conhecer você – eu disse ajudando o Ian se levantar, para voltar pro carro.

– espere – ela disse quando já estávamos de costas.

– você – ela se direcionou ao Ian. – Pode entrar na minha casa.

A casa era bonita e aconchegante. Ela fez um chá de verbena. Quase que o Ian toma, mais ela sentou o cheiro. E xingou ela.

Nós ficamos em silêncio.

– desculpe por aquilo. – ela disse. – como você me achou?

– meu amigo- eu disse.

– por que? –

– (A) meu namorado foi preso, por alguém que eu não conheço, e o irmão dele foi contratado pra matar ele. (B) meu pai esta sumido por dois anos. (C) estava morrendo de tedio, e o Governador autorizou.

– Governador? – ela perguntou. – Thomas – ela sussurrou.

Thomas?

– pera ai – eu disse olhei para o Ian. Ele estava tão surpreso quanto eu.- Thomas é o nome do seu pai? – eu perguntei.

– Pai? – a dona Eva perguntou.

O nome dela é Eva.

– sim, meu pai. – Ian disse- como o conhece?

Ela deu um sorriso.

– conheci quando fui visitar Bibury, quando era mais jovem. Fiquei por uns dois anos na Central das Bruxas. Já fui namorada do seu pai, Jovem. Thomas um homem incrivelmente encantador, quando quer. Apaixonei-me por ele. Mais não deu certo. – disse Eva.

Por que há do Governador querer namorar uma Stiler? Ela sabia?

– ele sabia que você era uma Stiler? – perguntei.

– Não, mais de que importância tinha eu? – ela disse. – o Legado só passa para o homem, e no tempo eu não era Stiler. Faça as contas, jovem. – percebo o quando minha pergunta é idiota, o home e passado pra mulher depois que se casa — Você não é bruxa? – ela perguntou.

– Bruxa? Não sou- eu disse. Tomara que não.

– Curioso. – ela falou. – se você não é bruxa – ela deu uma pausa. – e o Primeiro Legado Feminino. – ela disse. – Então é verdade oque as bruxas andam falando. Espere aqui. – ela ordenou.

E saiu da sala.

Eu olhei pasma para o Ian do meu lado!

– Oque foi isso? – eu perguntei.

– era pra você ser bruxa? Já que não é você é o Ultimo Legado.

– Ultimo Legado? Como assim?

– há uma profecia das Bruxas que quando um legado for mulher, esse será o ultimo.

– Que merda. Não quero ser nada disso.

– não tem escolha- ele disse, e estava certo.

Vamos Charlie, toma as reponsabilidades.

Quando ela voltou estava com um sorriso muito grande. Pouco tempo depois um homem aparece ao lado dela.

O Ian da um pulo da cadeira. E fica em pá e eu também.

Eu reconhecia o homem ao lado dela. Como não? Os olhos castanhos, e doces. O cabelo natural ruivo. O sorriso aberto e lábios finos. Não tinha duvidas. Ele era meu pai. Joseph.

Notas finais
COMENTEM SEAS BOLSAS DE SANGUE. PF. " PEDIDOS DE UMA ESCRITORA AMADORA E DESESPERADA"