Lifetime
5 Lia
Depois de um curto tempo sendo puxado pela Ingry, Ray chega em um lugar que parecia mais um pátio. Mais com um tipo de trambolho no centro que lembrava um medidor gigante de temperatura movido á vapor. Ligado á várias caixas de bronze que semelhavam á computadores envolta dele.
– Bem-vindo ao meu covil secreto de hackeamento 49!- Disse a Ingry empolgada.– Covil de secreto de hackeamento... 49?–Sim. Há muito tempo ouvi sobre os mundos paralelos, então resolvi criar uma rede entre eles, obtendo toda informação passada por suas comunicações. E assim, criando um mapa de "todos" os universos paralelos. E o nome que dei ao meu foi G49 seguindo uma certa ordem meio louca mais que faz sentido no final das contas. Uma pirâmide de cabeça para baixo começando com um único mundo que o chamei de Deus. E, a partir dele, veio mais dois mundo paralelos após a primeira escolha, então mais dois em cada, e mais dois nos quatro que já tinham, e mais, e mais, e mais...- Interrompeu Ray:–Tá! já entendi... E o que é aquele negócio no meio de todos os monitores?–É a bomba de Glatons, tem um rasgo no tecido espaço-tempo dentro dele que me permite acessar as outras dimensões.–Legaaaal.- Ray totalmente sem algo apropriado para falar tenta fingir que está se acostumando com o jeito estranho de agir da Ingry.- O que você achou até agora?– Só algumas coisas como livros perdidos em um mundo paralelo totalmente voltado ás palavras, outro mundo com uma ameaça de bomba nuclear, animais com inteligencia contra outros... nada que possa nos arrastar para a guerra entre dimensões.– E aquilo ali? Parece que contem outro tipo de frequência.- Apontando para uma tela que continha um código que estava marcado com letras ao invés de números Ray chama a Ingry para perto dele que logo se assusta e a Ingry solta um tipo de raio da mão na direção da bomba de Glatons que logo se contorce e some, sendo sugado pelo rasgo espaço-temporal.- Vamos rápido!- Disse á Ray se direcionando rapidamente para a saída daquele local.–O que está acontecendo?- Pergunta Ray não entendendo o por que daquilo está acontecendo.–Policiais! vão nos prender se nos virem fazendo qualquer tipo de Hack. Os dois fogem dali e logo estão na rua recuperando o fôlego e andando fingindo que nada acontecera.–Você conhece um cara chamado Levar Typh?- Pergunta Ray á Ingry com esperanças de que reencontrar Holf para poder voltar para casa.–Se eu o conheço? Ele é meu pai! Ray se assusta com tal notícia. Uma Hacker filha de um Ingry que concerta coisas que dominam o tempo. Agora tudo se esclarecia por que ela sabia do rasgo dimensional e todos os universos paralelos. Depois de um tempo chegaram na casa de Levar Typh e uma coisa fez com que Ray deixasse tudo como estava e sair correndo pra rua...Holf já tinha saído. Ray correra como se nada mais importava, como se sua vida estivesse em perigo. E estava, só conseguia lembrar de que um passo em falso e seria o bastante para o impedir de voltar á sua vida normal e voltar para a Lia. Depois de pensar nela se lembrou do teletransporte e começou á usá-lo. Pulou e logo estava á metros de distância da casa de Levar e sua filha que não dissera seu nome. Mais uns metros á frente e viu Holf se dirigindo ao rasgo dimensional, o que deu tempo de alcançá-lo e passar na sua frente. Antes de Holf perceber, viu Ray em sua frente caído de bruços no sofá por não conseguir ainda controlar sua parada. Ray esperava que Holf dissesse algo quando terminasse de passar pelo rasgo.Mas nada disse Holf, só fez um sinal para Ray o seguir enquanto carregava Trogs agora nova em folha. Novamente na frente do apartamento de Ray, Holf disse-lhe enquanto ia ao outro lado da rua e Ray o seguindo:– Vejo que dominou pelo menos um pouco do teletransporte. Isso é bom, agora que vamos avançar para a viagem temporal que é a penúltima coisa que tenho á lhe ensinar!– Qual é a última?– Viagem no tempo.– E isso não seria a mesma coisa que viajar para outra dimensão só que da mesma linha temporal dessa que estamos?– Tem outro jeito! O tempo é só ilusão, na verdade passado, presente e futuro estão acontecendo agora só que não tem como vermos por que existe algo que se chama membrana temporal. Que sua função é separar esses três tempos. Só é fazemos a membrana "cair" para acessarmos coisas que aconteceram ou vão acontecer... Mais isso veremos depois vamos á explicação de sua lição do dia. Viagem interdimensional... você viu que é na verdade um certo bug que tem no espaço que não deixa você armazenar muita energia e então acaba se quebrando, criando um atalho para outros mundos que podem estar á infinitos anos-luz daqui ou estar no mesmo lugar que estamos só que em uma certa frequência totalmente diferente. Então você tem que colocar uma quantdade mensa de energia em um único ponto para poder fazer isso. Vamos tente! Então Ray colocou suas mãos em formato de concha uma contra a outra mais um pouco afastadas para poder ver lá dentro e começou a criar a bola de energia que já á dominara depois do que ocorrera com a Trogs. Criou uma bola que era maior do que suas mãos mais logo se desfez. Depois de vários tentativas, Holf agora estava com um braço da Trogs em sua mão esquerda, dando á Ray para que tentasse com ela.
– Vi que o que falta em você é se concentrar em apenas um ponto, então use essa espécie de canhão como luva e tente com um braço apenas fazer o bola de energia. Ray tentou e logo conseguiu. Só que depois disso começou á soltar muitos Glatons de seu corpo, sem que pudesse controlá-los.– Por que está emanando tanta energia de mim?– O canhão aumenta a quantidade de energia que sai de seu corpo enquanto se esforça para colocar toda essa energia em um sóponto no espaço. Os Glatons são radioativos, então vão continuar saindo de seu corpo sem que você queira. Mais vamos fazer uma coisa legal agora, você vai primeiro aprender a mandar objetos para outra dimensão, de pequeno porte como simples palitos de dentes á grande porte como carros.– Legal...- O sorriso insano brotava no rosto de Ray quando lhe veio á cabeça que poderia fazer qualquer coisa desaparecer dessa realidade depois do treino.– É so concentrar sua energia em uma coisa. Mais em um só ponto dela.– Certo!- Arriando as mangas de sua blusa de frio até os cotovelos e acoplando o canhão á sua mão esquerda, Ray voltou-se para uma lata de refrigerante que estava amassada no chão e apontou para ela com o sorriso ainda estampado no rosto animado e ao mesmo tempo assustadoramente louco. A lata começa a brilhar num tom de azul e então some!- Ray ficaria surpreso se não estivesse cansado por essa ser a vigésima lata que fizera desaparecer depois de umas 50 sem desaparecer ou só alguma parte. Ray olha para Holf que fala para continuar treinando, o que ele não queria mais por aquele dia por ter acontecido muitas coisas. Ouve um bipe, e pega seu celular escondido de Holfpara ver as horas. 20:50! Ray tinha um encontro com Lia ás 21:00 e iria se encontrar com ela na frente de uma estação de metrô. Mais não conseguiria chegar á tempo e seria difícil de sair da atenção de Holf para que pudesse fugir.– Holf! vou ir beber água, quer um pouco?– Obrigado. Mais já peguei- Leva a mão á boca como se estiver com um copo, mais quando aproxima mais aparece um copo com água em sua mão, bebendo normalmente. Ray vai para dentro de casa. Para o tempo e vai se arrumar, depois volta o tempo ao normal e sai pela janela de seu apartamento se teletransportando. Ray preferia se teletransportar mais do que qualquer coisa, a sensação de liberdade lhe causava adrenalina e amava fazer curvas enquanto ainda estava em grande velocidade. Depois de um certo tempo deslizando pelo espaço e parado no tempo, Ray avista seu ponto de encontro com Lia, onde ele já estava á sua espera. Para de se teletransportar, o que o faz bater em um carrinho de flores e pegar um boque rapidamente, o levando em encontro á Lia que estava do jeito que Ray mais gostava, usando óculos, os cabelos soltos caindos em encontro com seus ombros enquanto se enrolavam de leve, usando um batom vermelho que quase não aparecia em seu lábio superior por não parecer muito, deixando com que o lábio inferior fosse mais carnudo que o normal. Ray adorava notar esses pequenos detalhes nela. Usava uma blusa de mangas longas branca e uma calça jeans azul. Estava sentada em um banco de uma praça que havia perto da entrada da estação. E se levantou quando viu Ray, indo de encontro com ele e o abraçando.
Fale com o autor