Life was a Shit
11 Seria bom se arrependimento matasse
Notas iniciais
–Ah vai se fuder Stella, quem te mandou aqui?
–Aqui é um lugar público, eu venho se eu quiser – Disse com um sorriso irônico – Hummm ... A Adrielly vai adorar saber isso. Eu imagino o que ela vai fazer...
–Você não ousa... – Disse andando até ela é segurando seu pulso
–Eu ouso! Você não manda em mim, seu idiota
–Deixa ela Jack, eu já tô acostumada com vadias querendo me ferrar
–“Me ferrar” Você fala que nem uma criança! Vadia é você!
–Eu não me importo com o que você diz. Pode ir lá falar.
–Vou mesmo. – Disse indo embora.
–Finalmente aquela vadia saiu. – Disse vindo até mim e pegando minha mão – Vamos tomar um sorvete?
–Por mim tudo bem.
Então nós fomos para uma lojinha aqui perto em uma esquina. Era uma daquelas lojinhas de esquina, e você podia escolher vários sabores e colocar no prato. Aquilo me lembrava de uma vez, quando eu tinha uns cinco anos, eu e meus pais fomos numa loja igual essa no Gonzaga, eu sinto falta desse tempo, eu não me preocupava com as coisas, era sempre positiva... Meus pensamentos foram interrompidos pela voz do Jack:
–Ei! Meg! Terra chamando!
–Ah, Oi.
–que foi?
–Nada, só me lembrando de uma coisa.
–Do que
–Nada que você deva se preocupar. – Por algum motivo, uma lágrima escorreu do meu rosto...
–Olha, o que acontecer, você pode confiar em mim. – Disse pegando sua cadeira e colocando ao lado da minha, logo depois me abraçando com um braço
–O-Okay...
–Não precisa ficar nervosa.
–Não vou.
...
Eu não sei o motivo, mas hoje eu acabei dormindo bem, vendo que eu andei dormindo mal esses últimos tempos, e as vezes nem dormia, isso é estranho... Mas eu não irei reclamar. Hoje eu terei que aprender a ser uma atriz, hoje é o dia do enterro do Marcos. Eu espero que o Marcelo não perceba. Achar uma roupa preta no meu guarda roupa não era difícil, o difícil era achar uma roupa Boa pra um enterro. Eu procurei até que achei um vestido. Então eu vesti ele, uma meia ¾ e uma sapatilha preta. Algumas feridas cicatrizaram então eu não estava com tantos curativos. Eu fui andando até o local, já que não era tão longe. Quando eu cheguei lá encontrei vários parentes e amigos chorando. Eu me pergunto como acharam o corpo. Algum conhecido deve morar perto. Eu estava pensando na gravidade do que eu tinha feito, até que alguém me chama interrompendo meus pensamentos:
–Meg? O que faz aqui? – Jack...
–J-Jack? B-bem eu... Eu era amiga dele também então o máximo que eu podia fazer era... B-bem vir aqui né?
–É... Eu concordo... – Ele deixou uma lágrima escorrer pelo rosto. Eu... Eu sou um monstro... Eu fiz toda essa gente sofrer...
Depois do enterro, o Jack disse que queria me levar num lugar. Quando nós chegamos e eu vi a placa... Psicólogo?
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