Life is a lie
28 bAnG
Notas iniciais
Oi gente eu não vou poder postar capítulos do dia seis ao dezoito, desculpem-me mais eu não vou poder levar meu notebook na viagem... me perdoem
POV QUATRO
Combinamos de ela ir na minha casa para fazer o trabalho na minha casa. Fomos andando até a minha casa, conversando. Só que dessa vez eu que peguei na mão dela. Andávamos calmamente, rindo e trocando olhares. Ao chegarmos na minha casa entramos e olhei de um lado para o outro, para ver se meu pai não estava em casa. –Quatro, tá tudo bem? — ela falou colocando a mão em meu ombro–Tá. Tá tudo bem sim Tris! É só que tem uma pessoa que eu não gostaria de ver uma pessoa que está geralmente por aqui.–Quem? –Uma pessoa Tris ! — disse com um tom de voz meio bravo–Desculpa. — ela disse abaixando a cabeçaNão queria magoa-la. Então a peguei e a coloquei de cavalinho. Sai da porta de entrada e subi as escada com ela tentando não rir.Chegamos no meu quarto e tentei coloca-la de pé na minha cama, mais como não consegui fazer isso, eu a joguei na cama e me virei rapidamente. Ficando com uma mão de cada lado de sua cabeça. POV TrisEu conseguia sentir sua respiração em meu rosto, além de ver seus olhos, que desde que eu os vi pela primeira vez, me deixarem louca.Pensei : " Vai com calma Tris você já vai beijar ele sendo que você "conheceu" ele hoje ? " Ele saiu de cima de mim e coçou a nuca, como ele sempre faz quando está nervoso. Levantei da cama dele e peguei minha bolsa, peguei meu caderno e ao virar eu vi ele me avaliar.–Vamos começar o trabalho Quatro ? — Falei com um pouco de raiva, porque odeio quando me avaliem –Ahn... Vamos ! Vamos sim. — Caminhou até a sua mochila e pegou o livro e o seu caderno de espanhol.Sentamos na sua cama e abrimos os cadernos. Resolvemos que iriamos fazer sobre o dia dos muertos. Estávamos no meio do trabalho quando eu ouvi a porta bater, e parece que ele também ouviu.–Merda! — Ele disse. — Vem cá. Pegou na minha mão e entramos no armário . -Fica perto de mim e pega as suas coisas. -Saí do seu armário e peguei minha bolsa e meu caderno. peguei as coisas dele também –Tó — dei as coisas dele e dei para ele, ele abriu um tipo de portinha, que tinha um tipo de escorregador.–Vamos por aqui — eu estava entrando no escorregador quando a porta do armário abriu e um cara arrastou o Quatro para fora do armário. Sai do armário e vi ele retirar o cinto. Quando ouviu o som do cinto (Quatro) ele se encolheu. Ao quase bater no Quatro entrei na frente dele e do cinto, o cinto se enrolou em meu braço, e no mesmo momento senti uma dor fortíssima no meu braço. Soltei o cinto do meu braço rapidamente e dei um soco no rosto do moço. Peguei a mão do Quatro e descemos pelo escorregador rapidamente. Ao chegarmos no fundo do escorregador tinha um tipo de sala que era pequena. Ele ficou em posição fetal e dava para perceber que ele tentava não chorar. Me coloquei no meio de suas pernas e o abracei, tentando ocupar o mínimo de espaço o possível. –Desculpa Tris. — Ele disse soluçando — não queria que você se machucasse — ele disse olhando para o meu braço, que estava vermelho. –Quatro, não se preocupe. Eu fiz isso porque eu percebi que você precisava de mim. — E o abracei, ele tem cheiro de suor e limão. — vem, vamos sair daqui. — peguei sua mão e o guiei para fora daquele cubículo. –Obrigada. Por ter feito aquilo por mim. — ele disse coçando a nuca = nervoso ! –Vem vamos para a minha casa. — e peguei a sua mão, ele me puxou para um abraço. –Obrigada por você existir.- E me abraçou mais forte, meus olhos quase pularam para fora, mais fingi que nada havia acontecido. Além de ficar chocada com as palavras que ele havia dito a pouco. Mais meio que eu gostei do que ele havia dito. Senti saudade do meu Thomas. Comecei a chorar e ele apoiou minha cabeça em seu peito. –Que foi? Calma passou, passou. — e limpou as lágrimas do meu rosto.
Notas finais
Bem eu vou postar um amanhã ! Mais no dia 31 e no dia 1 não vou poder postar ok ? Desculpem mais é um feriado. Queria agradecer pelo apoio que vocês me deram em 2015... BOM ANO NOVO !
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