Notas iniciais
Bom, para começar postei o capitulo para agradecer as duas pessoas que estão listadas como leitores, muito obrigada..

Aeroporto Paris

Pisquei, algumas vezes antes de acordar, a claridade me incomodava. Logo levantei e percebi uma pessoa me observando. Olhei para o lado, mas só pode ver uma movimentação estranha.

—Terra chamando Marinette, alô?-Disse a morena, a qual mudou muito desde a nossa ultima chamada do Skype

—Alya, meu Deus, você tá diferente dês da nossa ultima ligação!!!

—Eu sei, só que agora nos duas temos que ir ao estacionamento, porque o Nino está nos esperando.

Por onde eu passava as pessoas me observavam, achei estranho no início mas depois ignorei, (Talvez seja por causa da Alya ou algo do tipo).Eu não percebi que tinha um homem nos observando.

—Passem as mochila, AGORA!!!- O homem disse, fazendo as pessoas se afastarem o mais rápido o possível.- Andem o que que vocês estão esperando? A Ladybug e o Chat Noir?-Disse ele pegando uma arma

—Na verdade não, eu estou observando o seu rostinho de uma pessoa indefesa!!-Alya disse fazendo o homem tremer de raiva.

—Me dá a mochila ou eu vou atira!!!-Ele já estava gritando

—Tudo bem, pegue nossas coisas!!!-Ela disse

Assim que o homem sorrio Alya deu um muro no rosto do homem, fazendo o seu nariz sangrar nesse meio tempo Alya já tinha dominado a arma do cara, chutando ele de uma forma violenta e dolorosa.

—Quer mais, lê Chiên Kim?

—Alya...-Disse me lembrando, do nosso colega de escola todo machucado em nossa frente, quando eu ia me abaixar para o ajudar Alya me segura me puxando para o estacionamento.

—Por que fez isso? Não se lembra que é ele?-Falei para Alya

—Marinette você não entenderia nem se eu te explicar, ele não é mais aquele Kim, e sim o vilão dele, a sua metade ruim.

—Como assim?-Perguntei

—Eu e o Nino podemos de explicar melhor, mais agora entra no carro, por favor!!-Ela suplicou

—Tudo bem- Disse-Mais eu quero explicações logicas.

— Okay — Ela disse

Entrei no carro cumprimentando o Nino, que estava dirigindo. Eu ia perguntar a Alya porque ela tinha feito aquilo com o Nino, mais ela foi mais rápida.

—Ela quer sabe do Kim -Ela disse ao Nino

—Marinette, ele não é o kim. Não mais ,eu posso até te explicar tudo só que você terá que se compreensiva.

—Tudo bem-Disse já apreensiva

—Após onze nove anos sem termos nem uma ocorrência akumas, recebemos durantes vários anos mensagens que diziam sempre a mesma coisa: Eu terei um aliado, e eu voltarei. Assinado LP. A uns dois anos recebemos uma ligação da nossa antiga professora, Caline Bustier. Continuando com a sua carreira de professora ela nos disse sobre o comportamento estranhos dos seu alunos, cores de pele pálidas e um senso para brigas enorme. Clarisse Agreste....

—Quem?-Perguntei

—A filha mais velha do ....

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Dois anos atrás

Mansão Agreste

04:09 da madrugada

Andei pela sala da mansão escondida, procurando por algo muito valioso. O miraculous do pavão, nessas horas Adrien Agreste está na patrulha com os outros heróis que sobraram, que não partiram para um lugar mais distante. Andei até o quadro da Sra. Agreste, o puxando levemente até o cofre desbloqueando em seguida.

080983

Data de aniversário de casamento do senhor Agreste, que hoje está preso em um reformatório, quem eu sou? A verdadeira vilã dessa estória. Peguei o livro dos miraculous e o broche de pavão o prendendo na minha roupa de difícil acesso as lojas.

—Olá minha nova mestre, eu sou o Duusu seu Kwami.

—Sim, eu sei de tudo isso, não se lembra de mim?

—Se for quem eu estou pensando, vamos ter o inferno na nossa terra de novo.

—Eu vou garantir que esse inferno, seja o lugar da morte de todos.

—Senhora ....

—Não diga meu nome, me chame agora de .... méchant des paons.

—Sim,senhora. .....................................................................................................................................................

-Plagg, ela voltou mesmo, eu nem posso acreditar.

-Você tem um problema que ela não sabe, Agreste.-Plagg me disse

—Qual Plagg ?-Disse me lembrando

—Lembrou ?

—Sim, será que ela vai acreditar seu eu dizer a ela que ela é...

—Bom se ela ainda acreditar em um por cento do que você diz, talvez.

—Pelo menos é uma chance. Droga.......

—O que foi?

—E se ela não quiser falar com migo?

—Você tem muito a aprender. Mulheres não mudam.

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—Como assim?-Perguntei desesperada para Alya e o Nino, saindo do carro por já termos chegado a padaria dos meus pais

—Só não pensa muito, não aconteceu nada nesses onze anos, não com ele.-Disse o nino

—Eu não prometo nada.-Disse fazendo bico

—Okay, vai dormir seu pai precisa de você bem.- A Alya disse pela janela do carro.

Acenei para eles em forma de despedida, entrando na padaria dos Dupan-Cheng .Ela estava meio bagunçada mais eu ainda podia sentir o cheiro de farinha de trigo e morangos.Ainda podia ver eles cozinhando, pelas minhas lembranças.Lembrei disso antes de subir as escadas até o apartamento dos meu pais.

Notas finais
Gente até a próxima, agradeço muito a vocês por lerem bjs.