Notas iniciais
Olá amores! Trago aqui o 4 capitulo, tá tudo saindo tão rápido e eu tenho que escrever tudo enquanto minha mente estiver criativa! Espero que estejam gostando da fic e lembrando que qualquer crítica é super aceita, tudo para melhorar ♥ Boa leitura ♥

– De quem é esse número — Lolla pega o papel com anotação que está sob a mesa do escritório — Mary ...



– Onde está Lolla? — Pergunta Nicolas ao segurança

– No escritório, foi pegar suas chaves do carro

– Ok, obrigado John!



Enquanto Lolla saia do escritório, Nicolas entrava, fazendo com que ambos se batessem de frente



– Meu deus, Nicolas! Olhe por onde anda! — Lolla se agacha para pegar o papel que caiu de sua mão

– Me desculpe, Lolla, mas ... Quem você acha que violentou Aimee?

– Não faço ideia, assim que chegar em casa vou ver as camêras

– Camêras? Eu não sabia que havia camêras aqui!

– Ninguém sabe, apenas eu

– Isso ajuda ... Como vai levar Aimee?

– Me ajude a coloca-la no carro!



Aimee estava agora deitada no sofá do escritório, ela não disse nada além de "Por que?", Aimee está com medo de tudo, mais está acima de tudo com raiva, raiva de saber que a pessoa que a estuprou é a que ninguém suspeita.



– Aimee, vamos para minha casa, eu te ajudo — Lolla coloca os braços de Aimee atrávez de seu ombro, assim como Nicolas, e a leva até o carro — Vai ficar tudo bem, querida!



Lolla chega, tira Aimee que agora anda por conta própria, porém com dificuldade, e há leva diretamente ao banheiro para tomar um banho

– Aimee, qualquer coisa me chame! — Lolla fecha a porta do banheiro



Aimee se olha no espelho, vê que em seu pescoço há uma marca roxa, assim como em suas coxas e peitos, vê suas roupas rasgadas e seu cabelo bagunçado. Aimee se senta no chão e começa a chorar em silêncio, se questionando o porque de ter fugido



– P-por que? P-por que? — Aimee diz para si mesma enquanto chora — Esse é o preço da liberdade? F-foi culpa minha isso ... Eu não deveria ter saido de lá ...



~toc toc~

– Aimee ... Você está bem?

Aimee enxuga suas lágrimas rápidamente e tenta deixar a voz o mais normal possível

– Sim ... Estou bem.



– Aceita um café? — Lolla se vira para Aimee, que acaba de se sentar na mesa da cozinha

– Não, obrigado

– Aimee, quer alguma coisa? — Lolla se senta junto dela na mesa

– Não, estou bem! — Aimee desvia um pouco sua visão da mesa dá um pequeno sorriso para Lolla

– Você viu quem era? — Lolla pega na mão de Aimee, que fica em silêncio — Você não precisa contar se quiser!

Aimee quer, mais que tudo, dizer que foi o segurança, mas sua raiva, sua sede por vingança e seu medo falam mais alto



– Não ...

– Tudo bem ... Vamos esquecer isso! — Lolla se levanta — Eu vou ao mercado, quer ir?

– Não ... Obrigado

– Tem um papel que encontrei no escritório, acho que é seu! — Lolla aponta para o raque na sala — Tem um número de telefone anotado.



Aimee se lembra de sua avó, do pedido e logo vai até o telefone.



–Alô...

– Alô, quem fala?

– Aimee, quero falar com a minha avó — O telefone fica mudo por alguns segundos

– Minha netinha! — A voz de Mary mostra que ela estava muito feliz

– Vovó!

– Você está bem?

Aimee fica alguns segundos em silêncio, vovó Mary não precisa saber disso

– Sim ...

– Minha netinha, vou mandar um cheque para você, amanhã ele estará ai!

– Obrigado vovó, obrigado mesmo!

– Qual é o seu endereço, Aimee?

– E-eu ... Pode esperar um minuto?



Aimee deixa o telefone de canto e sai da casa, atrás de uma correspondencia que indicasse o endereço da casa



– Vovó?

– Sim!

– Anote, Av. P....

– Tudo bem, amanhã ele estará em suas mãos!

– Desculpe a pergunta mas, qual é o valor?

– Bom ... Se me lembro são 20 mil

– QUE? — Aimee fica espantada com o valor do cheque — Vovó, eu não preciso de tudo isso!

– Não, não! Você precisa sim! E muito mais!

– E-eu ... Obrigado vovó! Obrigado mesmo!

– De nada meu amor, eu faço tudo por você. Só estou fazendo o que seu pai faria por você!

– Obrigado vovó — Aimee desliga o telefone e algumas lágrimas rolam por seu rosto

– Eu só queria meu pai ... Só isso



A porta se abre a Lolla entra com várias sacolas de compras



– Deixa que eu te ajudo! — Diz Aimee

– Não, não! Você não vai me ajudar não!

– Eu não tenho nada para fazer!

– Assista televisão, mexa no meu computador, qualquer coisa! Você é a visita, não pode fazer nada!

– Tudo bem ... — Aimee se dirige ao sofá, onde uma tv de 80 polegadas a espera, o problema é que Aimee nunca havia mexido em uma tv



Quando Aimee estava prestes a se sentar, ouve alguns barulhos vindo rua, e o barulho se aproxímava cada vez mais e Aimee se lembra de ter ouvi estes barulhos quando estava no internato



– Lolla, que barulho é esse?

– Oh ... — Lolla olha para a janela — São os Black Angel's

– Black Angel's? — Aimee se aproxima de Lolla, demonstrando curiosidade

– Black Angel's é um moto clube, e esses barulhos são suas Harleys. Nunca ouviu falar? É um moto clube bastante famoso

– Não ... — Aimee se levanta e vai em direção a janela, para observa-los passar — É isso que eles fazem? Andam de moto?

– Eles são um moto clube, mais que irmãos e estão sempre prontos para tudo.

Aimee se afasta da janela e senta novamente na mesa

– Parece legal ... — Aimee fica calada, pensando — Eu vou assistir



Aimee se dirige à sala novamente, e fica parada sentada no sofá, tentando entender como se ligava aquilo



– Aimee?

– Sim

– Sabe ligar a tv?

– É ... Não



Lolla vai até Aimee, pega o controle de sua mão e liga a televisão

– Essas setinhas é para mudar os canais — Mostra Lolla — e essas para mudar o volume

– Ok, obrigado Lolla



Aimee não estava se importando com a televisão, após ver aquelas pessoas montadas em sua moto e depois da sua conversa com a avó a única coisa que Aimee pensa é em seu pai, ela nunca se sentiu a vontade em pensar nele, "deixe o falecido em paz" dizia Angela, mas agora, tudo o que ela vê, tudo que ela sente, tudo que ela faz, tudo lembre seu pai e as histórias que contavam dele.



– Aimee, vamos almoçar!

– Claro, já estou indo Lolla ...