Notas iniciais
Para os curiosos que querem saber mais sobre o que está acontecendo entre a Cath e o House.

- O que está fazendo aqui? – questionou Wilson

Cuddy o olhou.

- O que você está fazendo aqui? – retrucou Cuddy

- Eu vim atrás do House, já que você, aparentemente, não se importava com o sumiço dele... Mas o que faz aqui?

- Eu... – ela demorou um pouco. – Vim atrás de vocês.

- Não falo em Vegas, falo o que está fazendo aqui no quarto do House.

- Acho que você me deve a mesma resposta. Eu quero saber onde ele está.

- Não, está aqui porque quer saber porque ele veio e por onde tem andado...

- Eu sei que ele esteve na balada onde aconteceu o tiroteio.

- Tiroteio? Será que aquela loira tem algo com isso?

- Loira? Que loira, Wilson?

Wilson calou-se.

- Wilson, o que você sabe? – Cuddy insistiu.

- Eu já falei mais do que devia, se quiser saber de mais procure o House. – disse Wilson saindo do quarto.

- Wilson... Wilson. – Cuddy tentou ir atrás dele, mas esse deixou o quarto.

Cuddy suspirou derrotada.

Voltou a prestar atenção nas coisas de House, quando ouviu alguém entrar no quarto. Suspirou.

- Bom saber que mudou de ideia, Wilson, agora pode, por favor, dizer o que... – Cuddy virou para olhar, mas... Não era Wilson.

- O que está fazendo aqui? – House questionou, fitando-a.

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Catherine acordou, lentamente. Abriu os olhos, olhou para o lado e o viu. Grissom, nu, adormecido. Olhou para o relógio na parede. Tinha dormido por uma hora. Fitou Grissom outra vez.

Damn it.

Pôs a mão no peito dele, aproximando seu rosto do dele e deu-lhe um beijo no rosto. Suspirou, olhou para a hora. Tinha de se arrumar.

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Cuddy o fitou, de repente, era como se toda a segurança do mundo se esvaísse. House deu um passo a frente, na direção dela, Cuddy deu um para trás.

- Por que está aqui? – ele questionou

- Você saiu do hospital sem dizer nada. – ela acusou.

- Tinha férias acumuladas, sabe disso. – ele argumentou, mais um passo. Cuddy recuou outra vez.

- Quem é ela, House? Quem é a loira? – ela questionou, sentindo aquele sentimento que ela tentava tanto esconder, aquele ciúme.

- Ciúmes, Cuddles? – ele questionou, mais um passo.

Cuddy recuou, porém caiu sentada na cama. Ops, aquilo não era bom.

House continuou, parou na frente dela. Deixou a bengala de lado, segurou Cuddy pelos pulsos, deitando-a na cama, colocando-se sobre ela.

A respiração de Cuddy acelerou, assim como seus batimentos.

- Você não respondeu minha pergunta. – ele disse roçando seus lábios nos dela.

- House, nós não... – antes que ela pudesse terminar a frase ele saíra de cima dela. Cuddy o olhou confusa.

- Sinto muito, Cuddles, mas tenho um compromisso. Tenho que encontrar uma conhecida. – ele disse simplesmente.

Cuddy sentou na cama e o olhou surpresa e, em seu peito, magoada, mas não deixou aqui transparecer, tudo bem talvez um pouco. Ela fitou o chão.

- É melhor eu ir. – ela disse levantando. House a observava quieto, até ela deixar o quarto.

“Pobre e ingênua Cuddles” Ele pensou e sorriu.

Voltou sua atenção para o guarda-roupa, realmente ia sair.

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- Eu sempre desconfiei... Pela maneira como ele me tratava. – explicou House, Catherine o olhou compreensiva – Era apenas um palpite, mas ele, realmente, não parecia gostar de mim, não nos dávamos bem.

- Eu me surpreenderia se sim. – ela brincou. Eles riram. – Minha mãe me criou sozinha, eu só soube de Sam depois de um tempo. Ele tem um cassino aqui e muito envolvimento com dinheiro. Mas tem seus lados negativos.

- Máfia?

- Por aí... Se quiser conhecê-lo...

- Não faço esse estilo... Mesmo que goste de aposta e dinheiro. Não sou do tipo que chega dando notícias.

- Nem com seus pacientes?

- Eu os evito.

Catherine consentiu, fitando seu copo. Alguém entrou no bar.

- Catherine, que alegria vê-la aqui. – era a voz de Sam, Catherine o olho, sorriu. Sam aproximou-se.

- Hey, quem é seu amigo? – perguntou Sam

- Sam, esse é Gregory House, House, esse é Sam Kepler. – apresentou Catherine. House captara a mensagem. Trocaram um aperto de mão.

- Sam, ouvi falar de você. – disse House.

Sam sentou-se com eles.

- Sam, conhece alguma Blythe? – perguntou Catherine, como quem não quer nada.

House sorriu da ousadia dela.

- Blythe...? Blythe House. – Sam percebeu o que estava havendo.

- Agora posso apresentar adequadamente. – disse Catherine – Sam, esse é seu filho Gregory House, House, esse é seu pai biológico Sam Kepler.

House tinha um sorriso sacana. O único chocado ali era Sam.

Notas finais
Rá! Peguei vocês? Quem não esperava levanta a mão. o/
Quem suspeitou levanta duas. o//
Quem sabia comemora. o/
Risos.
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