Mais tarde, naquele dia, House e Cuddy deixaram o laboratório, ela o levaria de volta para o hotel.

Até que ela parou na frente do hotel dele.

- Pronto. – ela disse

- O que pensa que vai fazer agora?

- Pegar o voo de volta para Jersey, assim que achar o Wilson.

- Não vai, não

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Ele a prensou contra a porta segundos depois de entrarem no quarto.

- House... – ela gemeu.

- Shh... – ele fez e a beijou vorazmente, Cuddy correspondia da mesma forma. Sentindo as mãos de House por seu corpo, parando em sua bunda trazendo para mais perto. Ela mordeu o lábio inferior dele, levemente.

Ele a afastou da parede, quebrou o beijo e a encarou, enquanto a guiava na direção da cama, onde a derrubou. Tirou seu casaco e sua camisa e ficou sobre ela, essa sentiu os lábios dele em seu pescoço, para seu colo, abrindo os botões da blusa dela, rapidamente livrando-se da peça, expondo o sutiã dela. Lisa o sentiu livrar-se do sutiã e abocanhar um seio, fazendo-a gemer e arquear as costas para ele, ansiando por mais contato.

Suas mãos deslizaram até encontrar a calça dele, esse a beijou, enquanto ela tentava tirar a calça dele.

Logo House estava apenas de cueca e Cuddy apenas com calcinha.

Dois dedos de House foram para baixo do pano da calcinha, descendo-a lentamente.

Ele a queria e, em sua opinião, já tinha esperado demais. Ela livrou-se da cueca dele. E entre beijos e carícias ele a penetrou, Cuddy gemeu alto. Como lhe era típico o barulho. Dois movimentos, o entrar e o sair.

Beijos, toques e gritos, característicos do que acontecia naquela cama, naquele quarto.

Um grito, anunciando que estava acabado, pelo menos esse round.

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- Hey. – Grissom olhou para porta e viu Sara, essa não parecia muito animada.

- Oi. – ele respondeu. – Precisa de algo?

- Preciso. Saber o que aconteceu com a gente.

Ele a fitou confuso.

- Não se faça de bobo, desde o caso do tiroteio na balada não temos nos falado direito.

Grissom suspirou.

- Eu queria conversar com você, mas acho que é melhor falar agora. – ele disse tirando o óculos e a fitando. – Acho que... O que quer que temos, eu não posso continuar com isso.

Desta vez, Sara estava confusa.

- O que? Mas... O que mudou? – questionou a morena.

- Muita coisa... Acabou, Sara.

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Catherine estava em casa, sentada no sofá, vendo TV com uma taça de vinho na mão, quando bateram na porta. Ela levantou e foi abrir.

- Gil... – ela disse

- Acho que está na hora de termos aquela conversa.

Notas finais
Próximo cap é o último.