Life Secrets
13 Desires II
Mais tarde, naquele dia, House e Cuddy deixaram o laboratório, ela o levaria de volta para o hotel.
Até que ela parou na frente do hotel dele.
- Pronto. – ela disse
- O que pensa que vai fazer agora?
- Pegar o voo de volta para Jersey, assim que achar o Wilson.
- Não vai, não
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Ele a prensou contra a porta segundos depois de entrarem no quarto.
- House... – ela gemeu.
- Shh... – ele fez e a beijou vorazmente, Cuddy correspondia da mesma forma. Sentindo as mãos de House por seu corpo, parando em sua bunda trazendo para mais perto. Ela mordeu o lábio inferior dele, levemente.
Ele a afastou da parede, quebrou o beijo e a encarou, enquanto a guiava na direção da cama, onde a derrubou. Tirou seu casaco e sua camisa e ficou sobre ela, essa sentiu os lábios dele em seu pescoço, para seu colo, abrindo os botões da blusa dela, rapidamente livrando-se da peça, expondo o sutiã dela. Lisa o sentiu livrar-se do sutiã e abocanhar um seio, fazendo-a gemer e arquear as costas para ele, ansiando por mais contato.
Suas mãos deslizaram até encontrar a calça dele, esse a beijou, enquanto ela tentava tirar a calça dele.
Logo House estava apenas de cueca e Cuddy apenas com calcinha.
Dois dedos de House foram para baixo do pano da calcinha, descendo-a lentamente.
Ele a queria e, em sua opinião, já tinha esperado demais. Ela livrou-se da cueca dele. E entre beijos e carícias ele a penetrou, Cuddy gemeu alto. Como lhe era típico o barulho. Dois movimentos, o entrar e o sair.
Beijos, toques e gritos, característicos do que acontecia naquela cama, naquele quarto.
Um grito, anunciando que estava acabado, pelo menos esse round.
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- Hey. – Grissom olhou para porta e viu Sara, essa não parecia muito animada.
- Oi. – ele respondeu. – Precisa de algo?
- Preciso. Saber o que aconteceu com a gente.
Ele a fitou confuso.
- Não se faça de bobo, desde o caso do tiroteio na balada não temos nos falado direito.
Grissom suspirou.
- Eu queria conversar com você, mas acho que é melhor falar agora. – ele disse tirando o óculos e a fitando. – Acho que... O que quer que temos, eu não posso continuar com isso.
Desta vez, Sara estava confusa.
- O que? Mas... O que mudou? – questionou a morena.
- Muita coisa... Acabou, Sara.
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Catherine estava em casa, sentada no sofá, vendo TV com uma taça de vinho na mão, quando bateram na porta. Ela levantou e foi abrir.
- Gil... – ela disse
- Acho que está na hora de termos aquela conversa.
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