Life Isnt a Word, Is a Felling
21 Capítulo 17. What Hell I Doing?
Notas iniciais
Ando inspirada, e com a fic quase pronta (ah, mas vai demorar muito para que ela acabe e por isso, talvez começe a aumentar o tamanho dos capitulos). Prometo postar muiito rapido, se houver reviews!
Titulo do capítulo original da primeira vez que postei a fic, espero que gostem
Capítulo 17. What Hell I Going?
Juliet POV
Olhei para Zacky estática, enquanto ele se consertava. Quando ele voltou a olhar para mim, parecia preocupado.
- Juliet, eu magoei-te?
- Não. – Apressei-me a dizer. – Foi o melhor momento da minha vida. – Levantei-me da cama, e caminhei para junto dele, abraçando-o. – Espero que tenhas noção disso.
- E tenho. Nem sabes o quanto esperei por este momento, o quanto tive de me controlar.
Olhei-o confusa. Controlar?
- Juliet, eu ando a tentar controlar-me há mais de um ano. Tu cresceste de uma forma que eu nunca imaginei. E hoje, bem. Hoje não aguentei mais.
Sorri-lhe, e beijei-o mais uma vez.
- Tu vais aos prémios? – Perguntou, sob um sorriso perfeito.
- Não, o vestido foi para te provocar. – Respondi, ironicamente.
- És tão parva, Haner. – Beijou-me. – Mas eu amo-te.
Soltei-me dele, e avancei em passos pelos corredores. Como eu calculara, Jo estava com Anne. Bati à porta do quarto, e espreitei para dentro.
- Posso? – Perguntei.
Anne ao ver-me de vestido, saltou do banco, e correu para me abraçar.
- Tu vens connosco!
Jo sorriu-me, e consegui ver uma lágrima a escorregar-lhe pelo rosto.
- Obrigada Juliet. – Disse-me.
Separei-me de Anne, e fui abraçá-la.
- De nada, Mãe.
- Querida, quero dar-te uma coisa.
A minha mãe saiu, e foi até ao seu quarto, voltando de seguida.
- É um presente meu e do teu pai. – Esticou-me a pequena caixa. – É para dar sorte. Um desses pendentes era da minha mãe, e o outro da mãe do Syn. Os fios eram dos nossos pais.
Abri a caixa rapidamente, e deparei-me com um colar com dois fios entrelaçados um de prata e outro de cobre, com dois pequenos pendentes, um trevo da mãe de Jo e uma estrela da mãe de Syn. Coloquei ao pescoço, deixando o cair sobre o meu peito.
Senti-me reluzente à situação a que me estava a submeter. Eu tinha certeza que seria a mais correcta, porém, quando tempo mais eu podia evitar?
Partimos todos até à cerimónia, que seria num grande anfiteatro. Fora uma viagem rápida. Para eles um facto agradável, para mim terrível. Não me sentia minimamente preparada, e as pernas tremiam.
Senti o abraço do Zacky e um suave beijo na cara, algo que não melhorou a situação, aumentado o meu medo e angústia. Não de que alguém percebesse o que se passou, mas de que o meu pai percebesse. Para minha sorte, ele estava demasiado distraído.
Os flashes dispararam simultaneamente sobre nós, e para o desgosto das inúmeras fans que gritavam pelo Syn, este beijou a minha mãe perante todos os fotógrafos. O Johnny juntou-se a mim e ao Zacky não mostrando grande diferença de alturas. A Anne estava junto ao Jack e ao Oli, ambos casados. Sabíamos que ia ser estranho ela aparecer ali, sem razão aparentemente óbvia.
Quando paramos sobre a passadeira vermelha, o meu medo não havia desaparecido. Aumentou crucialmente.
- Zacky, essa é a sua nova namorada? – Um fotógrafo perguntou-nos, quando Zacky pousou o braço sobre a minha cintura.
Senti-me esmagada, desorientada. Olhei para Zacky, e ele não me parecia muito melhor.
Syn soltou uma gargalhada, entreviu na nossa conversa.
- Oh nem pensar! – Riu-se. – É a minha filha, Juliet Craig Haner.
A bomba acabara de rebentar. Os fotógrafos caíram em cima de mim, de uma só vez. Uns pelo facto de não saberem da minha existência, outros pela surpresa de eu ter crescido tanto. Tinha quinze anos, e isso não ajudava. Estava sufocada, apavorada, mas os meus pais mostravam-se orgulhos pelo seu rebento. Para o meu auxílio The Rev pegou na minha mão, e caminhou em frente, sendo seguido pelo resto da banda.
Olhei para a Anne e para o Jack. Esta sorriu, e ele levantou o polegar de forma a mostrar que tudo tinha corrido bem. Talvez não fosse assim tão mau.
Acreditei nisso por poucas horas. A meio da noite, as câmaras de televisão pousaram sobre mim, em directo dando como notícia de última hora: JULIET C. HANER, A FILHA DE 15 ANOS DE SYNYSTER GATES E JOHANNA CRAIG FINALMENTE APARECE!
- Porque tanto tempo sem apareceres, Juliet? – Perguntou-me uma celebridade qualquer.
Eu jurava que reconhecia o rosto dela, mas não me recordava do seu nome.
- Eu não sei. – Respondi com um sorriso.
Outras perguntas se moveram sobre mim, como uma bola de neve. O meu telemóvel não parava de vibrar dentro da minha mala, deixando-me ainda mais constrangida.
- Deixa lá. – A mão de Zacky passou por detrás das minhas costas, provocando-me arrepios. Pegou no meu telemóvel e desligou. – Melhor assim?
- Muito. – Sorri.
O desejo de o beijar sufocou-me, mas eu tinha de me controlar.
Observei Anne, estava nitidamente eufórica.
As luzes focaram-se no palco que estava a nossa frente, e Jo apareceu. Estava linda.
Syn olhava demasiado orgulhoso e feliz.
Tocaram a minha musica preferida: “I’m going on my own way”. Gritei pela minha mãe. Ela sorriu-me do palco.
Entregaram o premio de melhor videoclip à banda da minha mãe, para esta mesma musica, e o prémio de melhor banda, assim como de melhor actuação ao vivo à do meu pai.
Eram 6 da manhã quando dei conta do fim daquilo tudo. Tinha passado tão rápido. Tomei um duche e arrumei as malas, preparando-me para deixar aquele maravilhoso lugar. O avião era as sete da manhã, e desta forma caminhamos no aeroporto sossegados, sem a presença de jornalistas, apenas algumas fans.
- Sabem que amanhã tem aulas não sabem? – Syn voltou-se para nós, riu-se.
- Não me vais obrigar pois não? – Olhei para ele, perplexa com a sua conversa.
- Sim querida, vamos. – A minha mãe foi mais do que convicta.
Se eu soubesse que ia ser assim, não tinha aos prémios. Sugeri a mim própria. Porém, eu tinha orgulho em quem eu era.
Notas finais
Finalmente ela decidiu! Deixem reviews
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