Life Is A Roller Coaster

1 Prólogo - Dia na praia, noite na cidade.


Notas iniciais
Bom, essa é minha primeira Fic postada, já que a minha outra eu exclui. Espero que gostem... Só avisando, o final não é Happily Ever After. Só falo do capítulo. O fim da fic... Ah, vocês vão ler. XoXo Aly

Alguns dias são bons, alguns são ruins. Mas o que faz o dia bom ou ruim, depende do que você pensa.

Era verão, única época que eu e meu irmão podíamos passar um tempo junto a nossos pais. Tínhamos alugado uma casa à beira da praia na Jamaica e pretendíamos passar 15 dias.

A casa era próxima a uma cidade pequena chamada Hyank. Separando a cidade e a casa, havia uma linda floresta tropical intocável.

Aquela data era a minha favorita. Três anos atrás, quando tinha doze anos, nossa família pela primeira vez ganhou uma competição de gincana, que só era vencida com cooperação e harmonia das famílias. Nunca tivemos um momento igual aquele.

13 de julho, completou-se três anos. Resolvemos comemorar.

Papai resolveu comemorar na cidade. Minha mãe protesta:

–Eric, não estou a fim de ir a cidade. Acho que devíamos fazer um almoço familiar na praia... — sua expressão é de suplica. Ninguém diz "não" para essa expressão.

–Mas Anne, meu amor, eu realmente quero ir à cidade hoje.

–Bem... A gente poderia ir a cidade hoje e amanhã almoçamos na praia. — eu digo.

Minha mãe começa a querer protestar quando Cole intervem:

–Pai, mãe, Lilly. Tenho uma proposta que agradará a todos. Mãe, você quer passar o dia na praia, não é? Então passamos o dia aqui na praia. — eu e meu pai começamos a fuzilar Cole com o olhar — Calma! Esperem eu terminar de falar! — nós assentimos com a cabeça e eu gesticulo com a mão para que ele fale. — Continuando... Já que Lilly e papai querem ir à cidade, podemos ir a noite. O que acham? Dia na praia, noite na cidade?

Depois de um longo tempo de silêncio irritante, todos concordamos com Cole.

***

Passamos o dia na praia, almoçamos, dançamos (graças a Deus ninguém estava lá pra ver meu pai e seus passos de dança, aterrorizantes!), nadamos no mar, foi perfeito. Eu poderia narrar tudo com detalhes e mesmo assim, não conseguiria demonstrar o quanto foi bom.

Fomos para a cidade por volta das seis da tarde. Levamos 15 minutos para chegar em Hyank. Apesar de ser pequena, ela tinha um parque de diversões enorme.

Ficamos duas horas lá. E em vez de jantarmos no restaurante, apenas lanchamos no parque. Decidimos que já comemos o suficiente e voltamos para praia. Entramos no carro, todos mortos de cansaço. Mesmo assim, começamos a cantar junto com a música do rádio. Está tocando "We Are The Champions" de Queen, a banda preferida de meus pais. E é logo depois que ela acaba que eu o ouço.

Tudo acontece muito rápido. Um som agudo vem do lado de fora do carro. Uma buzina. Ouço um grito. Dessa vez esse som agudo é de dentro. Minha mãe. Vejo uma luz forte de onde veio a buzina. Um farol. De um caminhão? De outro carro? Não tenho ideia. Isso tudo em segundos. Meu panico me consumiu e não consigo falar nada nem gritar. Sei que só depois vou saber que veículo era. Ouço o estrondo, vem do lado de fora. Percebo que não batemos. Esbarramos a lateral do carro no caminhão. Estou em panico total que começo a ficar zonza. Não, não é o panico. Estamos capotando. Sinto os cacos de vidro das janelas penetrando minha pele. Não sei quando vai parar, apenas sei em o quê: árvores altas e com troncos espessos. Foram-se segundos, mas para mim uma eternidade, não sinto o baque antes de desmaiar. Única coisa que penso antes de perder a consciência: uma mão está presa a minha, a de Cole.

***

Meus olhos ardem ao abrirem, uma luz branca irrompe do teto. Depois de piscar várias vezes, meus olhos se acomodam e começo a distinguir o lugar. Estou em um hospital. Percebo que estou em uma maca, cheia de machucados. Tem uma enfermeira ao meu lado. Ela fica me olhando sem demonstrar nenhuma emoção. Fico confusa.

De repente, meu coração dispara. Me lembro do acidente.

–Onde?! Onde eles estão, meus pais e meu irmão, onde?! — minha voz está áspera e rouca.

Começo a procurar desesperadamente pela sala. Não vejo nada, nenhuma maca a mais, ninguém. Somente a enfermeira e eu. Olho para ela querendo uma explicação.

–Por favor, me diz logo. — suplico com lágrimas se formando em meus olhos.

Depois de um bom tempo ela me responde:

–Seu irmão está com um corte na cabeça, não é muito profundo mas ele está em coma induzido para que possamos curar o corte sem deixar coágulos internos em seu crânio. — ela hesita. Eu a olho esperando o que não quero ouvir. — Seus pais... infelizmente não pudemos fazer nada. Não sobreviveram, já estavam mortos quando o achamos.

Notas finais
E ai? Gostaram? Triste né? Até o próximo capítulo ;) XoXo Aly
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.