INGLATERRA

O avião dos Fabray pousava no Aeroporto Heathrow em Londres as seis e meia da manhã, no horário de Nova Iorque de acordo com o relógio do celular de Rachel, mas em Londres já eram onze e meia da manhã, de acordo com a hora indicada pelo comandante do avião.

As garotas desceram do avião de mãos dadas com Quinn guiando Rachel um pouco mais a frente, mas assim que puseram os pés no chão a loira estava sendo puxada em um abraço.

— Minha menina, como eu senti sua falta. – Dizia um Russel Fabray muito emotivo.

— Eu também senti muito sua falta, Papai. – Quinn disse ainda abraçada ao pai, porém sem ter soltado a mão de Rachel. Ela se afastou um pouco e ficou ao lado da morena. – Pai, quero que conheça Rachel Berry, a minha namorada. Anjo, este é Russel Fabray, meu pai.

— Muito prazer, Rachel. Seja bem vinda ao Reino Unido. – Russel esticou a mão para apertar a de Rachel.

— O prazer é todo meu, Senhor. – Rachel disse timidamente.

— Pra você é Russel, combinados? Me chamarem de Senhor fora do trabalho me faz sentir um idoso. – Ele riu.

— Combinados então. – Ela sorriu.

— Agora que vocês já se conhecem, vamos entrar no carro, está muito frio.

— Henry, você já colocou toda a bagagem das garotas no carro? – Russel perguntava ao motorista.

— Sim, Russ.

— Henry, depois de quase um ano eu não mereço um abraço seu? Achei que tinha feito falta por aqui. – Quinn disse com um bico que Rachel achou lindo.

— Oh, menina, você merece quantos abraços quiser, venha aqui. – E o senhor de meia idade abraçou a loira. – Você fez muita falta, garota. Sua mãe chora todas as vezes que vê qualquer coisa que a lembre de você, o que posso dizer, ela praticamente vive em lágrimas, mas não conte a ela que lhe contei.

— Henry, esta é Rachel, minha namorada. – O motorista cumprimentou Rachel com um aceno de cabeça. – Rachel, este é Henry, ele trabalha para nós desde antes de eu nascer, foi ele quem me ensinou a dirigir, também foi ele quem me ensinou a torcer para o Arsenal, diferente de papai que torce para o Aston Villa, ele dizia, “Lucy, menina, seja feliz e torça para o Arsenal, ou seja rabugenta e torça para o Villa, como o seu pai”. — Os três riram, mas Russel fez um bico adorável de acordo com Rachel.

— Ora, então foi você, seu traidor. Não se pode mais confiar nos empregados de hoje, logo eu que sempre fui seu amigo. – Russel resmungava.

— Papai, não seja rabugento, veja, eu sou feliz. – Todos riram novamente no trocadilho de Quinn, menos Russel que já entrava no carro ainda resmungando.

O caminho para casa foi tranquilo, Russel e Quinn falavam sobre os negócios, Rachel apenas admirava a paisagem enquanto Quinn fazia carinho em sua mão. Logo que entraram pelo portão, Rachel ficou impressionada com a visão, a casa dos Fabray parecia um castelo de contos de fadas moderno. Muitas vezes Rachel esquecia de quão rica Quinn era, ela raramente ostentava, e quando o fazia, era apenas para seu próprio prazer, não para ser melhor do que qualquer outra pessoa, quem a visse na rua jamais saberia que a loira vinha de berço de ouro, mas aquela casa com certeza a entregaria.

Antes de estacionarem em frente a entrada principal Rachel avistou uma senhora elegante, muito parecida com Quinn, descendo as escadas em direção ao carro. Rachel logo conseguiu ver à quem Quinn puxou, com exceção dos olhos, os olhos de Lucy eram de Russel. Assim que desceram do carro, a loira abraçou a mãe e a rodopiou fazendo a mãe soltar gritinhos.

— Lucy Q., me ponha no chão agora. – A mãe repreendia a filha, mas estava segurando o riso.

— Mamãe, eu mal cheguei e já estou levando bronca? Isso é uma injustiça. Parece que nem sentiu falta de sua filha. – Quinn fez um bico que Rachel agora percebeu, era o mesmo de Russel.

— Jovem senhora, não me venha com chantagem, e desfaça esse bico, foram muitos anos de convivência com você e seu pai para ele ainda funcionar. – Judy dizia séria, mas ainda segurando o riso. – E venha me abraçar novamente, eu ainda não matei minhas saudades. – E assim Quinn fez, passaram alguns minutos abraçadas com Judy sussurrando palavras de carinho para a filha.

— Muito bem, mulheres da minhas vida, eu sei que vocês estão matando as saudades, mas há uma bela moça aqui que provavelmente não vê a hora de descansar, então sejam educadas. – Disse Russel com o braço em torno do ombro de Rachel.

— Anjo, desculpe. – Quinn disse se soltando da mãe e pegando a mão da namorada. – Eu não quis ser mal educada, mas estava mesmo com saudades daquela senhora ali, e apesar de já ter me dado bronca, acho que ela também sentiu um pouco a minha falta. – Quinn disse e piscou para a mãe.

— Baby, não tem do que se desculpar, eu estava adorando ver você tão feliz. – Rachel disse e beijou a bochecha de Quinn. – Mas você pode me apresentar se quiser. – Rachel sussurrou apenas para Quinn.

— Oh, claro. Rachel, esta é Judy Fabray, a mais bela mulher de todo o Reino Unido, e minha mãe. – Judy sorriu e balançou a cabeça. – Mamãe, esta é Rachel Berry, a mais bela mulher do mundo inteiro, e minha namorada. – Rachel corou e Judy analisou a morena com olhos de águia.

— Muito prazer, Sra. Fabray. É um prazer conhecê-la. – Rachel estendeu a mão para apertar a de Judy, mas foi rejeitada.

— Sem formalidades, querida. – Judy abraçou Rachel. – Seja bem vinda a nossa casa, agora ela também é sua. Lucy, você tem razão, ela é uma linda mulher. E me chame de Judy.

— Eu sei, mamãe. Mas agora vamos entrar.

Ao entrarem na casa, Rachel se apaixonou, era tudo de bom gosto, no mesmo estilo da cobertura de Quinn, muito branco, moderna, alta tecnologia, com bom gosto em todos os detalhes. Então ela avistou uma garotinha que vinha em disparada na direção de Quinn e se jogou, Quinn mal teve tempo de pegá-la e já estava a girando no ar.

— Dindaaa, eu tava com saudades. – A garotinha disse.

— Eu também estava com muitas saudades da minha afilhada preferida. – Quinn disse beijando a menina em todo lugar que conseguia, já que a menina estava agitada.

— Eu sou a única afilhada sua. Isso não vale. – A menina disse indignada.

— Está certo, esqueci como você é inteligente. Eu estava morrendo de saudades da minha garota preferida. Está melhor assim?

— Agora sim. Vem, vamos brincar.

— Calma, princesa, nós acabamos de chegar, precisamos descansar, depois brincamos, ok? – A menina acenou. – Elise, quero que você conheça uma pessoa muito importante pra mim. Elise Marie Fabray, está é Rachel Barbra Berry, minha namorada. Rachel, esta é Elise, minha sobrinha e afilhada, a princesa mais linda e esperta da Inglaterra.

— Muito prazer, Elise. Você é linda. – Elise que ainda estava no colo de Quinn escondeu o rosto no pescoço da loira e depois ficou observando a morena sem falar.

— Dinda, — Ela falou baixinho no ouvido de Quinn, mas Rachel ouvia. – ela é a garota dos desenhos? – Quinn apenas acenou e Elise voltou sua atenção para Rachel. – Você também é linda. Mas se você é namorada da Dinda, o que você é minha? – Rachel olhou para Quinn sem saber o que dizer.

— Baby, ela é sua tia. Eu a chamo de Rae, você pode chamá-la como quiser.

— Rae? – A menina pensou um pouco. – Tia Rae Rae, eu gosto assim, posso?

— Claro que pode, Elise. – Rachel respondeu. – Eu posso te dar um beijo? – A menina de três anos e meio acenou e estendeu os braços para a morena. Rachel a pegou no colo e lhe deu um beijinho demorado na bochecha.

— Dinda, a Tia Rae Rae fala engraçado, né? – Elise disse fazendo uma cara engraçada.

— Oh, Graças a Deus alguém finalmente concorda comigo que são os americanos que falam engraçado e não nós, os ingleses. É por isso que eu te amo, Elise. – A menina pouco entendeu, mas concordou, sorriu e se agitou para sair do colo.

— Eu vou brincar agora. – E saiu correndo.

— Quinn.. Eu nunca disse que você falava engraçado. – Rachel se aproximou do rosto de Quinn. – Na verdade, eu acho o seu sotaque britânico muito sexy. – Ela sussurrou apenas para a loira e Quinn corou e se excitou ao mesmo tempo. Rachel a fazia sentir quente tão facilmente, essa mulher seria sua morte.

— Garotas, o almoço será servido em trinta minutos, então vocês podem descansar, mas antes, eu posso falar em particular com você, Rachel? – Rachel acenou nervosamente e Quinn arqueou a sobrancelha. – Não arqueie essa sobrancelha pra mim, mocinha, eu não vou morder sua namorada. Venha, Rachel. – Judy pegou a morena pela mão e a levou dali, deixando Quinn pra trás. – Rachel eu gostaria que você visse uma coisa, mas antes eu quero lhe dizer algumas coisas. – Rachel novamente acenou e Judy a indicou para sentar em um sofá da sala em que estavam, enquanto se sentava em outro. – Eu não sei o que exatamente Lucy te disse, mas ela já passou por coisas que nenhuma garota na idade dela deveria ter passado, na verdade, ninguém deveria passar durante toda uma vida. Minha filha já sofreu muito. – Judy suspirou e Rachel segurava a respiração, ela estava preocupada com o rumo da conversa.

— Judy, eu ainda não sei tudo sobre Quinn, nós estamos a pouco tempo juntas, apesar de parecer que nos conhecemos há muito tempo, nós temos uma ligação muito forte, eu não sei explicar como, mas vem de anos atrás. O que eu posso dizer é que eu nunca a machucaria, pelo menos não propositalmente. – Rachel disse tentando demonstrar a sogra o quanto isso era verdade.

— Oh, querida, eu não estou sugerindo que você poderia fazer isso, na verdade, eu quero agradecer-lhe. Desde que Lucy te conheceu, ela voltou a ser quem era antes do acidente, eu percebo a cada vez que falo com ela por telefone, ela está mais leve, feliz, e vê-la tão descontraída aqui só comprova o que eu imaginava. Obrigada, Rachel, por trazer minha filha de volta, inteira. – Judy se levantou e pegou a mão de Rachel a olhando intensamente.

— Não me agradeça, Quinn é tudo pra mim, eu não me imagino mais vivendo sem ela, ela me completa e me faz mais feliz do que eu jamais pensei que seria, eu que agradeço à você por trazê-la ao mundo pra mim. – Judy sorriu e abraçou a morena.

— Eu fico muito feliz que vocês tenham finalmente se encontrado. Eu também não entendo como, mas eu sei dessa ligação de vocês. – Judy passou a mão no rosto de Rachel com carinho. — Houve uma época que achei que Lucy estava tendo alucinações, pois ela falava tanto do anjo com a voz mais doce que ela já ouvira, ela dizia que era este anjo que a estava segurando e que se o anjo a deixasse ela já não saberia mais viver sem sua presença. – Judy apertou a mão de Rachel. – Rachel, eu não sei como isso aconteceu com vocês, mas é claro pra mim que vocês tinham que se encontrar, talvez o que aconteceu com ela foi para levá-la à você. Venha comigo, você vai entender o que estou falando. – Judy a levou pela mão até uma porta no último andar da casa e parou ali. – Este é o lugar onde Lucy se escondia quando pequena e quando a encontrávamos, ela estava dormindo debaixo de algum móvel. Na adolescência ele passou a ser o lugar que ela usava para fazer as coisas que mais gostava. Depois do acidente, passou a ser o refúgio dela. Eu quero que você entre. Você vai entender.

Então Rachel entrou no quarto, era enorme, provavelmente um sótão reformulado, mas estava cheio de livros, alguns instrumentos musicais, muitas câmeras fotográficas, um espaço que parecia servir para revelações de fotos, muitas fotos empilhadas, alguns quadros em cima das mesas.

— Rachel, olhe para as paredes. – Judy disse muito baixo, mas foi o suficiente para Rachel ouvir. Quando ela olhou, seus olhos se arregalaram. Eram desenhos, dezenas deles, mas não foi a quantidade que a surpreendeu, foram os desenhos em si. Eram seus olhos, ela não tinha dúvidas, alguns tinham o leve traço do seu rosto, os cabelos, mas os olhos eram bem desenhados, com traços fortes e a cor exata deles. Ela via seu próprio olhar de amor direcionado a Quinn naqueles desenhos, aquilo era extraordinário. – Rachel, toda vez que ela estava cansada, brava, triste, era pra cá que ela vinha, e ela passava horas desenhando os olhos do anjo dela. – Judy pegou as duas mãos de Rachel e a olhou nos olhos. — E esse anjo era você o tempo todo. Eu acho que não há o que entender, e sim crer que há algo maior que nós, que as colocou no caminho uma da outra. Quando eu a via em fotos que Quinn me enviava de vocês duas, ou mesmo de você sozinha, eu não tive dúvidas sobre isso. Eu não demorei a reconhecê-la nas fotos, eram os mesmos olhos que minha filha passou anos desenhando. – Judy pegou um rascunho a carvão dos olhos de Rachel na mesa ao lado e ficou analisando. Depois levantou os olhos novamente para Rachel. — Mas a maior benção era o sorriso que ambas sempre estampavam nas fotos, a representação congelada da felicidade em uma simples foto. Quando eu vi você pessoalmente hoje, eu ainda não conseguia acreditar no que meus olhos viam, eu nem imagino a reação de Quinn ao vê-la em carne e osso. Deve ter sido emocionante. – Judy limpou as lágrimas que Rachel nem sabia que estavam escorrendo por seu rosto. – Não chore, querida. Eu estou tão feliz por vocês. – Judy limpou as próprias lágrimas. – Agora vamos descer ou daqui a pouco Lucy estará aqui com a guarda nacional, te procurando.

Rachel assentiu e ambas voltaram a sala principal, onde Quinn estava sentada sozinha com a cabeça encostada no sofá e olhos fechados. Rachel sem cerimônia sentou no colo da loira e começou a beijar cada pedacinho do rosto de Quinn, que estava adorando todo o carinho e abraçava a morena apertado pela cintura. Russel que estava abraçando Judy por trás, apenas observava com um sorriso enorme e Judy ainda derramava lágrimas de felicidade. Eles sabiam que as meninas haviam sido feitas uma para outra, e nada poderia as separar, não havia o que questionar, era instinto dos pais.

Depois de um almoço delicioso, e um belo banho relaxante, as meninas estavam deitadas, para descansarem do longo vôo, na cama do quarto de Quinn. Havia um enorme quadro com os olhos de Rachel as encarando bem em frente a cama.

— Isso é estranho. – Rachel disse se virando de frente para Quinn. – Eu vejo que são meus olhos, mas há tanta intensidade neles.

— Pra mim não é nem um pouco estranho, sempre me trouxe paz e algum tipo de proteção. Eu deitava aqui as vezes e ficava horas olhando este desenho, eu imaginava um mundo onde eu conheceria o anjo dono destes olhos, mas nem na mais criativa imaginação eu previ que você era deste mundo. – Quinn virou para Rachel e ficaram frente a frente. — Algumas vezes quando você me olha exatamente como no desenho, eu me pego pensando que eu realmente devo ter feito algo de bom pra merecer que um anjo fosse trazido à terra pra mim.

— Baby, nem de longe eu sou um anjo, você sabe, mas sempre que eu via você, ou sonhava com você, eu imaginava que num mundo ideal você existiria e eu poderia ficar horas me afundando no mar dos seus olhos, acho que é por isso que muitas vezes nos pegamos apenas nos olhando por horas.

— Sim.. Rachel, eu preciso que você saiba que eu estou muito feliz de você estar aqui, e eu espero que minha mãe não tenha lhe falado nada de errado, mas mesmo que ela tenha, saiba que ela nunca conseguirá mudar minha opinião sobre você ou sobre nós, ok? – Quinn disse apertando a mão de Rachel em seu peito.

— Baby, não pense mal da sua mãe. Ela te ama muito. Nós apenas conversamos e foi ótimo. Não se preocupe. – Quinn assentiu e ambas ficaram se olhando por um longo tempo. – Quinn.. – Rachel disse com a voz rouca. – Faz amor comigo? – Ela pediu timidamente.

— Sempre, Anjo. Sempre.

Quinn beijou Rachel, um beijo doce e suave que representava como ambas se sentiam naquele momento, amadas, seguras, felizes e inteiras. O beijo aos poucos ficou mais cheio de desejo, e em pouco tempo as duas tiveram que se separar para respirar. Quinn sentou e tirou sua camisa e shorts, ficando apenas de boxer. Depois fez o mesmo com a morena ao seu lado, a deixando apenas de calcinha. Ela olhava Rachel com tanto carinho e admiração que a morena achava que ela estava realmente enxergando sua alma.

Devagar Quinn passou a beijar o maxilar de Rachel, sua bochecha, seu nariz, seus olhos, sua testa, e novamente a boca, não houve luta por dominância, suas línguas se entrelaçavam no compasso perfeito, o frio pareceu se esvair com o calor dos corpos que estavam naquela cama.

Rachel sentia cada carinho que Quinn tentava expressar naqueles beijos, nos toques suaves em seus seios e abdômen, ela se sentia a pessoa mais amada do mundo, apesar de nunca ter ouvido as palavras da boca da loira, ela mesmo nunca havia as pronunciado. Elas apenas sabiam e era isso que importava.

Quinn passou a sugar o lóbulo da orelha de Rachel e a morena soltava pequenos gemidos, então passou a sugar o ponto de pulso do pescoço da morena a fazendo arquear as costas em antecipação. Ela massageava os mamilos da morena com destreza, fazendo sua garota levar seus quadris a se encontrarem e era maravilhoso, havia mais de duas semanas que não se amavam e aquilo a estava matando. Ela não podia mais viver sem sentir a maciez da pele de Rachel, o gosto dela, sem a mistura do suor das duas, sem ouvir aqueles gemidos roucos e sexys que lhe provavam que era ela, Quinn, e só ela, quem podia fazer sua namorada se sentir daquela forma.

Ela passou a lamber os mamilos da morena, eles já estavam rígidos, o que a fez sugá-los com vontade, fazendo Rachel gemer alto e a excitar cada vez mais. Foi descendo pelo corpo da morena, deixando uma série de marcas, ela gostava de fazê-las, eram a prova de que Rachel era dela, chegou na borda da calcinha e passando a mão, não resistiu e fez exatamente o que havia feito em sua primeira vez juntas, logo a calcinha de Rachel estava em trapos jogada no chão.

O cheiro da excitação da morena estava consumindo Quinn, e ela não resistiu mais, passou a língua em toda a intimidade da morena saboreando-a como a coisa mais gostosa que já tivesse provado, e para Quinn, Rachel tinha o melhor gosto, o melhor cheiro, e ela deliciava-se chupando toda a boceta dela, explorando cada parte, deixando Rachel em êxtase, mas foi quando Quinn passou a sugar seu clitóris que Rachel agarrou-se aos cabelos loiros segurando-a ali, ela gemia alto arqueando as costas e empurrando sua boceta na boca de Quinn.

Quinn passou os dedos por toda a umidade da morena e circulou sua entrada, enquanto sugava o clitóris, então sem aviso penetrou com dois dedos sentindo todo o interior poroso de Rachel, aquilo era sensacional, a morena se empurrava contra seu dedos e dizia coisas que só falava naqueles momentos. A loira amava aquele poder que tinha sobre Rachel, era entorpecedor. Um pouco mais disso e Rachel estava apertando seus dedos e sua boceta os sugava, escorrendo aquele líquido quente e viscoso entre seus dedos. Quinn lambeu cada gota, era viciante e delicioso.

Rachel ofegava e Quinn beijava sua barriga, seios e sua boca a fazendo sentir seu próprio sabor, a morena ainda estava em busca de ar, quando viu Quinn retirar sua boxer e seu pau saltar para fora duro e pronto pra ela, sem aviso a loira a colocou por cima.

Quinn posicionou Rachel sobre seu pau rígido e segurou suas mãos, todo o tempo as duas se olhavam nos olhos, Quinn sabia que Rachel estava apreensiva sobre esta posição, mas ela iria ajudá-la, ela queria que Rachel sentisse o que fazia com ela. Então aos poucos Rachel foi descendo, sua boceta engolindo vagarosamente o pau de Quinn, enquanto ela mordia o lábio inferior, fazendo a cara mais sexy que a loira já vira na vida.

Era uma sensação diferente, Rachel sentia Quinn inteira dentro dela, era delicioso, aos poucos elas foram pegando o ritmo e a morena cavalgava a loira que revirava os olhos de tanto prazer, ela tinha a cena mais perfeita em sua frente, sua garota lhe dando prazer e sentindo prazer, os seios de Rachel saltavam provocando mais tesão em Quinn. Ela sentia seu pênis inteiro dentro de Rachel, e foi apenas quando sentiu a boceta de Rachel se apertar em torno dela, sugando seu pênis com força que ela gozou, com força, em grande quantidade, fazendo Rachel gritar seu nome quando também alcançou seu orgasmo. Rachel apenas caiu em cima de Quinn, as duas com a respiração pesada. Depois de tanto tempo sem se tocarem daquela forma, aquilo foi indescritível. Estavam ambas em busca uma da outra, e ali, estava a prova de que eram completas apenas juntas.

— Princesa, você foi incrível. Eu senti tanto a falta de te sentir assim. – Quinn disse com a voz rouca e ofegante.

— Eu também, baby, eu adoro quando estamos assim, eu me sinto como se faltasse algo em mim, e quando nos amamos nos completamos. Eu gosto de sentir cada arrepio que sua pele provoca na minha. Eu adoro quando você me enche como agora.. – Rachel ia continuar a falar, mas a loira a interrompeu.

— Porra! Eu gozei dentro de você. Desculpe, Rachel, eu sei que a responsabilidade é minha, eu me deixei levar pela sensação e não pensei. Merda.

— Quinn, cale a boca antes que eu me arrependa. Me deixe aproveitar o momento mágico de estar aqui assim com você. Por favor não estrague. – Rachel e Quinn ficaram em silêncio e assim dormiram com Quinn ainda dentro de Rachel.