Life After Gazetto

2 Anonimous Style


Notas iniciais
Atenção, garotas (e garotos que se interessem) Esse capítulo tem Yaoi o/ Leve, mas tem. Coments e reviews a vontade Espero que gostem!

O que era uma rotina? Acordar, dar um passeio por aí. Comer a gororoba do Kai. Assistir tv ou quem sabe jogar PS3. Trabalhar é para os fracos; Essa é a mentalidade dos atuais gazeboys, que não são mais os famosos músicos que um dia já foram. Hoje são tiozinhos normais, porém cheios da grana. Nenhum deles sente falta da antiga vida. Ninguém sente falta da correria das turnês, nêm das malditas e grudentas fan-girls, nem dos autógrafos, nem das seções de fotos. Nada. Ser normal era a melhor terapia que poderia existir.

E lá estavam todos eles, reunidos em volta da mesa, menos Kai, que fazia panquecas.

Kai: O café tá prontooo ♥

Aoi: Kai, como você consegue ser tão energético logo de manhã...?

Kai: Essa energia vêm do carinho que eu ponho em cada porção da minha comida ♥

Reita: Caras, calem a boca. Por favor.

Ruki: Parece que alguém está de mal humor... Que foi Rei-Rei?

Reita: Rei-Rei porra nenhuma, Ruki. Eu tô de ressaca, só isso.

Kai: Bebe um cafézinho, vai melhorar ♥

Reita: Kai, se você não parar de botar coraçõezinhos no final das suas frases gays vou te dar um soco no meio da cara!

Uruha: Que isso gente! O dia nem começou e vocês já estão brigando?

Reita: Que é, quer brigar também? Cai dentro, Bitch!

Aoi: CARALHO! Fiquem quietos, motherfuckers! Eu quero comer essas panquecas em paz! Se as mocinhas aí tão afim de brigar, vistam um biquini e se joguem na lama, puta que pariu!

Um silêncio encabulante se prolongou, até que o pequeno Koron (pra quem não sabe, é o cãozinho do Ruki) soltou um latido e Ruki lembrou que era hora de levá-lo pra passear.

Na rua, andando alegre com Koron (que na verdade era outro Koron, já que o primeiro Koron morreu bem velhinho, e Ruki adotou outro igualzinho), sentia a brisa da manhã e sorria, sabendo que ninguém ia pará-lo pra pedir autógrafo. Nem tirar foto. Nem tentar agarrar. Um viva á vida anônima! Porém, apesar de toda a tranquilidade de voltar a ser uma pessoa normal, no fundo de seu coração, Ruki sentia a falta da emoção de um show. Ele lembrava de com um simples YO fazia milhões de pessoas gritarem de volta. Mas isso era passado. \"Devemos nos conformar com as escolhas que fizemos e com a vida que levamos. Podia ser muito pior. Podíamos estar pobres.\", Pensava.

Em casa, Aoi estava assistindo Tv com Kai, e lembrou-se dos tempos em que Miyavi era concorrência.

Aoi: Kai...
Kai: Fala.
Aoi: A Melody ainda te odeia?
Kai: Não sei. Nunca mais falei nem com ela, nem com o Miyavi. Aliás, aquele cretino ainda faz sucesso, e nem leva em consideração o que eu esninei nem o nosso relacionamento. Filho duma vaca, aquele ser colorido!
Aoi: Kai... Você sabe que eu não faria isso não é?

Aoi entrelaçou Kai com seus braçosque corou imediatamente.

Kai: A-Aoi! O que você tá fazendo?

Aoi: Você sbe o que é... Não é só por que não há mais holofotes sobre nós que o que sinto passou.

Kai: Ma-mas... Penseique com a coisa do Miyavi você tivesse partido pra outra...

Aoi: Eu moro com você. É impossível esquecer o que nós tinhámos, Kai.

Kai não respondeu. Ficaram entreolhando-se por algum tempo, e quase como que automaticamente. Seus lábios se tocaram. E eles ficaram ali, se beijando e se abraçando. Se eles ainda fossem famosos, logo isso seria notícia nos sites de fãs e e revistas de fofocas. Mas eles eram anônimos. Eles eram apenas dois homens normais que se amavam... Sem ter com o que se preocupar. Interromperam o beijo. Estavam corados, e sorridentes.

Kai: Imagina se uma fan-girl vê isso?

Aoi: Ela fica querendo ser um dos dois...

Começaram a rir. Fan-girls... Isso era coisa do passado. Gazefans não existiam, eram quase lendas. Para maioria do Japão, the gazettE era uma banda extinta, e era como se todos os membros tivessem morrido do nada. Mas quem se importa? Se eles próprios estão felizes, ser famoso não importava. Mas, eles não podem negar... Se houvesse o risco de um paparazzi pegar essa cena... Tudo ficaria mais excitante. \"Mas o ontem não volta, e o amanhã pode nunca vir. O que importa é hoje\", disseram.

Reita e Uruha observaram a cena algum tempo, e cada um foi para seu quarto. Reita procurava algo para fazer na internet. Uruha resolveu arriscar uns acordes no violão. Todos os cinco tinham vidas novas. Estavam traquilos por não ter obrigações e viver bem. Mas todos os cinco sentiam falta da antiga vida. O tormento de sair em público, o assédio dos fãs. Era divertido, apesar de embaraçoso. Esse era o preço por se tornar obsoleto. Esse era o que acontecia quando se subia demais o monte. Quanto maior a altura, maior a queda. Decadência? Não, isso não. Eles viviam muito bem. Mas faltava alguma coisa. Despreocupados eles estavam, de fato. Esse era seu novo estilo de vida. O Estilo Anônimo. Fácil, mas sem emoção. Simples, mas sem diversão.

Eles sempre tiveram uma vida radical. Reduzir a adrenalina assim... Não estava certo. Esse estilo não combinava com os Gazeboys. E olha que de estilo... Eles entendem.

Notas finais
Próximo capítulo ainda no forno... Quando terminar assar eu sirvo, isso é uma promessa. Beijos, e até la ;*