Life

35 Capítulo 34


Notas iniciais
Pára tudooooooooo!! Gente, Life recebeu mais uma indicação!!! *-* Mandhy, sua linda, muito obrigada!!!!!
Bom, a todos que me desejaram melhoras, eu agradeço.. estou bem melhor o/ Ontem foi meu último dia de disciplina e cheguei em casa um caco após a apresentação final... mas deu tudo certo, meu grupo arrasou!!! rsrsrsr imaginem alunos de pós-graduação fazendo um teatro sobre a química do amor! Pois é, eu estava lá! rsrsrs e não, eu não atuei, fiquei apenas responsável pelo audio-visual... nem fiz o roteiro! rs espero que não pare no youtube! kkkkk se parar, aviso vcs..rs
Bom, é isso... esse cap é especial e está XL... e Mandhy, dedico a vc pela recomendação, mto obrigada!
Boa leitura a todos!!!!

Já não havia mais sangue para esfregar, mas eu continuava a passear com a esponja nos braços de Alex. Eu não sabia o que fazer com aquilo que sentia por ele... nem ao menos sabia o que eu sentia. Foi a vez dele segurar minhas mãos.

Ouvia a água cair forte e sentia o vapor quente que inundava o pequeno espaço do banheiro. Eu apertava a esponja entre os dedos, sentia-me nervosa.

- O que foi? – ele perguntou gentil.

Eu virei de cortas e fechei o registro. Houve silêncio até que eu falasse.

- Obrigada.

Virei em sua direção. Alex sorriu lentamente, um sorriso discreto e sincero. Senti meu estômago dar uma cambalhota. Ele esticou os braços e apoiou os pulsos em meus ombros, as mãos grandes e quentes me afagaram o rosto.

- Eu disse que ninguém vai te fazer mal outra vez.

Ouvi suas palavras sérias. Eu nunca tinha sentido nada daquilo. Estar com ele estava cada vez mais difícil, mais viciante. A sensação de ser confortada e protegida era estranha, era fácil demais de se apegar a ela. Alex me dava proteção, a sensação de tranquilidade que jamais tive desde que fui molestada quando criança. Ele me dava carinho e um conforto que eu não saberia explicar. Me dava medo.

- Eu estou com medo. – falei sem pensar, deixando a esponja pequenina cair das mãos.

- De que tem medo? – ele se aproximou, parecia preocupado com minhas palavras.

- Tenho medo do que sinto por você. – respondi ao encarar profundamente seus olhos brilhantes.

Ele respirou fundo, manteve-se pensativo. Senti suas mãos carinhando meu rosto com ternura.

- Por quê? – ouvi sua voz suave.

Eu sacudi a cabeça em negativa... não tinha resposta praquilo. Foi ele quem prosseguiu:

- Tem medo que eu machuque você? Que não respeite seus limites?

- Não. – respondi francamente – Sei que me respeita, não tenho medo disso.

- Então? – ele quis saber.

- É que eu nunca tive... nunca tive isso... não sei o que fazer.

Eu permaneci encarando seus olhos coloridos. Como eu poderia explicar que simplesmente tinha medo de amar alguém?

Alex se aproximou, abraçou-me gentilmente, sem deixar de me fazer carinho.

- Sabe o que sinto por você, não sabe? – ele perguntou, colando a testa na minha.

Eu afirmei com a cabeça sutilmente.

- Acha que é ruim? – ele perguntou, arrastando a mão para minha nuca e a outra em minhas costas.

- Não. – falei baixo, sentindo o arrepio frio subir pela espinha com seu toque.

- Então você não precisa temer nada. – ele falou, afastando o rosto para me olhar.

Apenas senti o impulso de meu próprio corpo, e obedeci. Entrelacei meus braços em seu pescoço e senti meus lábios tocarem os dele. Meu corpo se acendeu com aquilo, pois era o queria desde a última vez que o beijei. Eu sentia paixão por Alex e soube disso desde a primeira vez que nos beijamos, mesmo que não admitisse a mim mesma.

Alex me apertou contra seu corpo úmido pelo vapor. As mãos urgentes em minha nuca e cintura me enlaçavam de um jeito que não saberia descrever. Senti com prazer sua boca explorar a minha e ouvia o som gutural de sua garganta sempre que eu aprofundava o beijo. No calor do momento, deixei minhas mãos explorarem as costas largas e de musculatura atlética, arranhando levemente a pele. Senti um arrepio forte quando sua boca se deslizou para meu pescoço.

- Pára! – ele disse me afastando minimamente – Eu não quero fazer nada que possa te magoar.

Ele estava ofegante, assim como eu. Eu vi o desejo em seus olhos coloridos e em seu corpo excitado. Sabia que era difícil pra ele se controlar porque pra mim também estava sendo um martírio. Meu corpo e minha mente estavam travando uma batalha dolorosa. Eu desejava estar com Alex de todas as formas, queria me entregar àquele que me ouviu, me respeitou, me protegeu e me conquistou como ninguém no mundo, mas eu sentia tantas coisas... como eu poderia me envolver assim com ele, sem lembrar de tudo o que tinha passado?

Eu o encarei. Ele permaneceu daquele jeito, se mantendo afastado de mim, por mais doloroso e difícil que fosse e então decidi o que queria.

Lentamente, abri o zíper da minha camisa, que ia de cima a baixo. Deixei o tecido cair, deslizando pelos braços. Enquanto o fazia, encarava fixamente os olhos de Alex, que respirava rapidamente. Ele engoliu forte, enquanto se deixava admirar meu corpo. Era irônico, mas estava com o sutiã que ele me deu na loja de conveniência, há dias atrás.

Eu queria passar cima de tudo, queria superar meu trauma, e sabia que o único que podia fazer isso era ele. Com um passo a frente, eu colei meu busto em seu peito e o beijei da forma mais profunda que consegui.

Senti seus braços me apertarem enquanto sua língua me invadia com paixão. Alex suspendeu meu corpo do chão o suficiente para andar comigo e me tirar do banheiro. Eu me agarrei ao seu pescoço e não o deixei afastar os lábios dos meus. Senti quando ele chegou até a beirada da cama e me deitou sobre ela. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Com uma habilidade surpreendente, ele me beijava enquanto, que uma das mãos, retirava as botas que calçava.

Eu até riria, se não estivesse tão nervosa. Depois que seus pés estavam livres, ele fez o mesmo comigo, dessa vez deixando seus beijos deslizarem por meu pescoço e ombros. Senti os pés livres e o corpo tremer, ao mesmo tempo. Admirei seu corpo quando ele abriu a calça camuflada, e a retirou, deixando-a cair perto da blusa ensanguentada que jazia no chão. Com delicadeza, ele abriu meu botão e zíper, para depois retirar minha calça grossa cor de cáqui, que usava para a vigília nos muros.

Minha respiração estava descompassada. Alex estava sobre mim, com os braços fortes estendidos de cada lado do meu corpo. Apesar de estarmos de roupas íntimas, eu me senti completamente nua ali com ele, que me encarava de perto, ainda com os lábios úmidos pelo meu beijo.

Naquele instante, senti o ar me faltar. Eu fechei os olhos, respirando forte. As imagens vinham uma após a outra, de rostos que tanto me atormentaram estando na mesma posição que Alex agora estava, por cima de mim, me pressionando. Eu queria evitar, mandar todos embora, mas eu não conseguia, simplesmente era mais forte que eu.

- Manuella? – sua voz suave me despertou do transe incômodo.

Abri os olhos, assustada. Alex estava ali, com um olhar luxurioso e, ao mesmo tempo, compreensivo.

- Quer que eu pare? – ele perguntou sussurrando, baixando o rosto para chegar ainda mais perto.

Sacudi a cabeça em negativa, eu não queria que parasse. Queria que ele continuasse e levasse embora todas aquelas lembranças, todo do aquele medo.

- Eu... estou nervosa. – falei, como uma criança sem jeito.

Ele sorriu e desceu o rosto em minha direção. Passeou com o nariz pelo meu rosto, meus olhos fechados e minha boca, num carinho delicioso e envolvente.

- Por que não deveria estar? – ouvi seu sussurro.

Com as mãos trêmulas, acariciei seu peito e abdômen. Alex me beijou os lábios de forma suave e desceu com a boca lentamente. Seus beijos quentes me faziam ter pequenos espasmos internos, sensações que jamais vivenciei e que eram intensas, poderosas. Senti um arrepio ainda maior quando sua boca chegou aos meus seios, contornando o decote do sutiã preto.

Com uma das mãos, Alex contornou toda a lateral do meu corpo até chegar ao seio direito, onde senti sua mão se encaixar perfeitamente sobre o bojo da lingerie. Com um movimento suave, ele se retirou de cima de mim e sentou junto à cabeceira, me arrastando delicadamente com ele.

Ele se apoiou na cama e me colocou de costas pra ele, sentada entre suas pernas. Com as mãos hábeis, ele me acariciava o corpo até que uma das mãos parou em meu seio e a outra em meu pescoço. Ele virou meu rosto pro lado e pra cima, e me invadiu a boca com vontade.

Minhas mãos subiram, e as embolei em seus cabelos desgrenhados. Isso deixou meu corpo completamente exposto para suas carícias, que estavam cada vez mais gostosas e profundas. Meu coração martelava no peito e sentia-me excitada ao extremo com seus toques. Até mesmo suas pernas que me envolviam e sua masculinidade dura contra mim, me deixavam enlouquecida.

- Você é linda demais, é perfeita... – ele sussurrou em meu ouvido enquanto segui com as carícias.

Eu pensei que nunca conseguiria ouvir aquelas palavras sem sentir arrepios e medo, mas Alex as fez soar perfeitas. Eu queria ouvir isso dele, queria ouvir o quanto ele me desejava e aquilo, pela primeira vez, não me causou dor.

Ele mergulhou as mãos em meus cabelos e os levantou, embolando-os sobre minha cabeça. Senti o hálito quente de sua boca em meu pescoço e em minha nuca e seus beijos me desnortearam a visão de tão prazerosos. Logo depois senti as mãos deslizando contra mim, apertando com uma selvageria contida os seios, sob o sutiã.

Senti um prazer grande e soltei um gemido incontrolável. Ele correspondeu, repetindo o movimento e soltando os sons graves da garganta.

- Você é tão bela, que chega a me doer, sabia? – ouvia seus sussurros em meu ouvido enquanto senti seu corpo me pressionar por trás.

Virei a cabeça, como antes, na busca voraz por seus lábios. Ele logo me sugou com uma avidez e vontade sem limites. Senti seus braços em torno de mim e suas mãos me explorarem da melhor forma possível e estava convencida de que o queria, de que precisava dele comigo.

Sua mão apertou meu seio com mais força, enquanto a outra deslizou para minha intimidade. Reprimi um suspiro. Senti seus dedos passearem pela lingerie pequena de tom cinza escuro. Com suavidade, ele empurrou o pano para o lado e tocou minha região mais íntima. Senti um tremor com seu toque e ele correspondeu com beijos e mordidas pelo pescoço e orelha.

Minhas mãos estavam cravadas e suas pernas e minha respiração acelerada.

- Era isso que você devia ter recebido... – ele sussurrou enquanto começava as carícias desmedidas.

Involuntariamente, senti minhas pernas relaxarem e se abrirem discretamente para os toques de Alex, que mandavam ondas de prazer por todo meu corpo. Ele me mantinha grudada contra si, apertando meu corpo, meus seios, enquanto movia os dedos para me enlouquecer.

Aos poucos, o prazer foi aumentando, e senti que estava fora de mim, com as coisas que ele fazia e sussurrava em meu ouvido. Não lembro em que momento ou como meu sutiã saiu de mim, só lembro de agradecer mentalmente por ele tirar a incômoda peça. Alex intercalava suas carícias em minha intimidade com os quase violentos toques em meu corpo, que estava entregue a ele como jamais pensei que pudesse estar.

Eu já estava alucinada, quando ele molhou os dedos em minha própria lubrificação e subiu devagar, passando por todos os pontos de prazer que podiam existir, até alcançar o ponto mais sensível. Gemi baixinho, sentido meu corpo se contrair. Ele apetou meu seio na mão, enquanto repetiu o movimento que me incendiou. Levantei a cabeça, procurando sua boca que estava ali pra mim, intensa e desejosa.

- Geme pra mim, Manuella, deixa eu sentir seu prazer.

Suas palavras em meu ouvido foram suficientes pra levar pra longe, pra um mundo que eu não sabia que existia. Um lugar de puro prazer, onde não havia pudores, não havia dor ou medo.

As carícias se intensificaram, com movimentos suaves e circulares, sobre a região mais sensível do meu corpo. Eu gemia, tentando me controlar, mas cada vez que eu via a excitação dele com meus sons, eu me incendiava mais. Até que senti o êxtase e os espasmos me dominarem enquanto ele continuava a me tocar de forma intensa. Aos poucos, ele diminuiu o ritmo e subiu a mão com delicadeza, contornando meu corpo trêmulo e relaxado.

Seus braços me envolveram e relaxei a cabeça em seu pescoço. Estava embalada em seus braços, embriagada com aquele torpor. Ele me beijava o pescoço e eu ainda estava sob os efeitos do clímax que senti. Mas eu queria mais. Eu queria sentir Alex comigo. Lentamente, virei o corpo e encarei seus olhos brilhantes. Seu corpo ainda estava intenso, aceso, completamente excitado, mas ele não fez nada além. Eu sabia que ele estava receoso, com medo da minha reação, mas eu simplesmente, não tinha mais medo.

- Eu quero você. – falei num sussurro, enquanto me apoiava em seu peito e capturava sua boca com a minha.

...

Ouvi suas palavras e senti o corpo tremer. Não havia nada no mundo que eu desejasse mais que ela. Quando Manuella tomou sua decisão e retirou a blusa no banheiro, eu não pude acreditar. Carreguei-a comigo, enlouquecido com o que estava prestes a fazer. Retirei nossas botas e nossas calças, sem quase conseguir me conter de tão linda que ela era.

Eu fiquei por cima de Manuella, sentindo seus toques, seus beijos e a encarei profundamente. Percebi quando ela se sentiu desconfortável. Ela fechou os olhos e passou a respirar fundo, rapidamente. Senti um aperto no peito. A última coisa que queria era fazê-la passar por isso novamente, ou deixa-la constrangida.

- Quer que eu pare? –perguntei num sussurro, baixando o rosto para chegar ainda mais perto dela.

Manuella sacudiu a cabeça em negativa, mas não sabia se estava cem por cento segura.

- Eu... estou nervosa. – ela falou sem jeito.

Sorri. Lentamente passeei com a ponta do nariz por seu rosto encantador, acariciava sua pele e sentia seu cheiro que me alucinava. Eu não sabia se estava ficando louco, mas certamente estava em êxtase. Ela tinha passado por situações difíceis e traumáticas, tinha um grande medo dessa situação por tudo o que havia vivido e, mesmo assim, estava disposta da se entregar a mim. Isso era o que me deixava extasiado.

- Por que não deveria estar? – falei em seu ouvido.

Eu sabia o que devia fazer. Manuella não merecia menos do que todo o prazer eu podia lhe dar. Naquele momento eu soube que não importava o que eu sentia, ou o que eu queria. Meu desejo e meu corpo não poderiam estar jamais à frente do desejo e das necessidades dela.

Então eu sentei, trouxe-a comigo e me deliciei com tudo o que ela me permitia fazer. Eu só me importava com ela e com seu prazer e foi com cautela que a acariciei até o êxtase. Não posso dizer que não me doeu. De fato, eu senti tanto desejo por ela que chegava a sentir agonia, mas nada disso importava, meu objetivo era a satisfação dela, e apenas isso.

Quando estava prestes a chegar ao orgasmo, Manuella soltou alguns gemidos, que visivelmente tentava reprimir. Eu, que sempre detestei ouvir os gemidos das mulheres que passaram por minha cama, posso dizer que nunca ouvi nada mais belo e sensual. Eu queria ouvir esse som pra sempre.

- Geme pra mim, Manuella, deixa eu sentir seu prazer. – falei em meio à névoa de excitação que ela me deixava.

Senti seu corpo amolecer em meus braços e a embalei. Ela se virou pra mim, ainda mole. Seus olhos tinham um brilho diferente, estavam semicerrados e convidativos, ainda embriagados. Senti suas mãos percorrerem meu peito enquanto ela dizia:

- Eu quero você.

Senti sua boca na minha e não controlei mais meu corpo. Eu a beijava e a acariciava como sempre desejei, como ela me permitiu. Deitei-me por cima dela, que estava impossivelmente mais linda, e beijei seu corpo. Ela gemia quando minha boca sugava seus seios, me levando quase à insanidade. Fiquei de joelhos sobre o colchão e a olhei por inteiro. Lentamente, retirei a lingerie e expus seu corpo, para meu deleite.

Com os pés, Manuella foi baixando minha sunga, que mal comportava minha latejante excitação. Ela sorria e eu fiquei perdido na perfeição que era ela. Quando estávamos completamente nus, deitei-me sobre seu corpo, mais uma vez, dessa vez sentindo todo o calor de sua pele sob a minha.

Carinhei seu rosto suavemente, enquanto me posicionava da melhor maneira possível. Olhando fundo em seus olhos castanhos, eu perguntei silenciosamente se podia prosseguir. Senti suas pernas me enlaçarem a cintura e com movimentos constantes e suaves, fui me encaixando em seu corpo, bem lentamente, com muito cuidado, até que estava completamente dentro dela.

- Tudo bem? – perguntei em meio aos beijos. Eu não pude me conter em perguntar.

Ela não respondeu, ao invés disso, sorriu e me puxou pra si. Depois disso, tive o sexo mais delirante e difícil de minha vida. Eu estava com tanto tesão que era difícil prosseguir por muito tempo ser chegar ao clímax. Tudo o que ela fazia quase me levava ao êxtase!

- Vem cá... – sussurrei a ela enquanto puxava seu corpo pra mim.

Sentei na cama e Manuela sentou de frente pra mim. Péssima ideia... vê-la de frente assim seria muito pior pra manter qualquer controle que eu almejava. Manuella levantou o quadril e ajeitou as pernas para se encaixar em mim. Meus olhos não sabiam pra onde olhar e se detiveram em seu semblante cheio de desejo. Senti o prazer de sua quente e úmida intimidade e não contive o gemido de satisfação. Segurei firme em seus quadris e a guiei nos movimentos, lentos e profundos.

Fechei os olhos para tentar prolongar o momento. Ela se encaixava em mim de um jeito único e delicioso e instintivamente ela aumentou o ritmo entre nós. Não consegui me controlar mais e senti o prazer insano e avassalador daquele momento. Ouvi seus gemidos abafados e seu corpo se tencionou. Continuei por mais um tempo a encaixá-la em mim, apenas o suficiente para ouvir seu gemido de prazer pela segunda vez essa noite.

Ela saiu de cima de mim, mas continuou sentada de frente, ofegante, com os cabelos longos grudados no corpo. Eu a puxei pra mim, num abraço apertado e lentamente deitamos na cama bagunçada. Com a mão trêmula, Manuella puxou o lençol branco e nos cobriu, para logo depois eu voltar a abraça-la contra mim. Meu desejo naquele momento era nunca mais soltá-la.

Notas finais
Reviews???