Life
6 Capítulo VI - I Lost You
Notas iniciais
Hey bebes da Mama Cake, desculpe deixá-los assim louco pelo [meucorponu] capitulo 6, mas sabe comé néah, semana de provas, mãe enchendo o saco, castigo infantil... Tudo ajudando a titia aqui a postar a fic. Mas para o bem [daminhapele] eu postei esse cap, e adivinhem, a senhorita Vii tão falada agora está aqui ~gritosdeemoçãoaplausos~ sim, midnigth circus. Então é isso ai, o cap ficou tipo GIGANTE. para compensar o tempo que vocês esperaram ok? E para não ficarem desesperados, a semana de prova ta acabando [ebaaa] e o cap 7 já ta na metade, então acalmem-se.Agradeço aos que esperaram e que comentaram. Os que ainda continuam lendo a fic mesmo sem ter conta na nyah e os que tem também. Obrigado! Até aqueles que me colocam na parede todo dia na escola [PALOMA] querendo ler o resto. Que me mandam calar a boca e ir escrever a fic logo [PALOMA] e é isso ai... Obrigado PALOMA, esse cap dedico a ti. Beijinhos ♥ Mais nada de ciumes, amo todos vocês... Obrigado, espero que gostem... ♥
Midnight Circus ~
Heeey pessoas, tudo bem com voces? Eu sou a Vii, aquele ser que a Katllyn falou que ajudou ela no ultimo capitulo -q
Essa é a primeira vez que eu posto em toda a minha vida, então não me matem por qualquer erro ou coisa assim qq
Enfim, obrigada a todos que leram e esperaram todo esse tempo pela fic ^^
Capitulo VI — I Lost You
(Coloque para carregar http://www.youtube.com/watch?v=e8y7AKPS3Sk )
Acelera, acelera, ACELERA! — Taemin Gritava se segurando no banco enquanto eu o olhava seria.
– O que você fez menino?- Taemin me explica tudo desde as poças até o diretor correndo atrás dele tão rapidamente que eu me assustava com sua afobação.
–CALMA! Calma... Agora já foi! Tome mais cuidado!
Jong estava sério ao volante e me olhava de canto de olho. Eu percebia e logo o encarava.
– O que foi? Tá ai Olhando o que?
–E... Eu não estava olhando para você... — ele bufava revirando os olhos e eu ria um pouco.
–Claro que não! Nem estava prestando atenção na pista, estava me olhando sim!
–Não estava... É só que... Que... Que... É que você me meteu em mais uma roubada, de novo!
–Eu? Ah, Qual é Jong! Deixa de ser chato! Você esta dirigindo por que quis! Eu disse para me dar a chave e... — Eu ouvia Taemin começar a tossir e eu o olhava assustada, vendo ele ficar pálido, eu não me importava de deixar Jong sozinho e ia para trás do carro junto com o Taemin — O que ouve? Você esta bem? O que esta sentindo? — Eu acariciava seus cabelos e o colocava sua cabeça apoiada no meu colo.
– Tortura... Minha cabeça dói!
Eu o abraçava preocupada envolvendo-o tentando transmitir um ar de confiança.
– Jong! Por favor, nos leve a um hospital o mais rápido possível... — Via que a expressão brava e envergonhada de Jong mudava para de preocupação.
–Esta tudo bem? O que houve?
–Ele não está nada bem!
– Deve ter sido o susto ele logo ficará bem ...
–Não! Não é isso ele está mal mesmo!
– Amber, calma! Eu tenho um remédio aqui para dor de cabeça, eu… — Eu revirava os olhos bufando, e abria a porta do carro, saindo com ele no colo. Não me importava com nada.
Eu ia andando pela rua rapidamente, mas meu salto era alto e eu acabei torcendo meu pé, caindo no chão. Logo sentia alguém me ajudando a levantar e pegar Tae no colo.
– Calma! Eu levo você, mas se acalme ok? — Jong levava Taemin de volta ao carro e voltava para me ajudar, pois meu pé doía muito.
…
– Você devia ter me contado antes! Eu teria ido sem falar nada!
– Cala a boca Jong! Como eu podia ter cabeça de explicar sobre Key, as cartas, os favores, Taemin e sua doença em poucos minutos? — Eu o olhava com cara de desdém e gemia de dor esticando meu pé em cima de uma cadeira que ele havia acabado de colocar na minha frente. Estávamos em sua casa, tínhamos ido ao médico e eu havia lhe contado tudo que aconteceu até agora. Inclusive sobre o Key e como ele me pedia favores como cuidar de Taemin e até mesmo mentir para Victória e Krystal.
– Ah, eu teria corrido! Ele podia ter tido algo mais sério! — Ele pegava um tipo de remédio e passava no meu pé com um pano, o que me fazia gemer um pouco mais de dor.
– Não precisa ser tão legal assim… Eu sei que você sempre me odiou… — ele me interrompia.
– Quando eu disse isso?
– Ah, tem coisas que não precisa dizer! Você me deixou plantada no dia do baile… Podia ter dito que não queria ir!
– Você só sabe dizer sobre esse maldito baile? Muda o disco!
– Como assim muda o disco? Aquilo foi importante para mim!
– Mais não pode ficar me julgando por causa disso! Eu to aqui te ajudando e você fica ai me julgando…
– Ah, a culpa é minha agora? Vai ficar esfregando na minha cara que você está me ajudando só por que me deu uma carona? Ótimo! Eu nem preciso da sua ajuda mesmo!
– Ótimo então!
– Ótimo! — desviávamos os olhares para os lados, emburrados. Ficamos assim, como duas crianças bobas, mas eu ouvia Taemin falar algo…
– Amber… Amber?!
Eu olhava-o e ia até ele, mancando. Eu sorria calma me abaixando. Acariciava seus cabelos.
– O que foi Tae? Como se sente?
– Estou melhor… — Ele sorria.
– Você me deu dois sustos! Um atrás do outro mocinho…
– Desculpe Amber! — Ele tossia um pouco.
– Descanse… Mais tarde quando você acordar nós vamos comer alguma coisa bem gostosa, tá bom? — Ele assentia com a cabeça fechando os olhos em seguida. Eu voltava para a sala mancando e comecei a arrumar as minhas coisas.
– Aonde vai?
– Embora. Não quero mais “ocupar seu tempo” — Eu ia até o ouro lado da sala, mas meu pé doía e eu quase caia, mas Jong me segurava, deixando-me sem jeito.
– Não! Tudo bem… Fique! Eu realmente quero te ajudar! — Ele sorria de canto, ainda um pouco sério.
Eu concordava me afastando um pouco, notando que ele ainda estava me segurando. Acho que ele também deve ter notado, pois me soltou. Eu me sentava segurando firme o osso do meu nariz entre os olhos.
– Está bem Amber?
– Taemin me preocupa muito! Eu quero cuidar dele… Eu preciso cuidar dele! Pelo Key, e por que quero vê-lo bem… Eu… — suspirava — fico tão preocupada! — Ele sorria me olhando, me deixando ainda mais sem graça. — Que foi esse sorriso Jonghyun?
– Você! Parece uma mãe de verdade!
Eu fazia um bicão bufando, e sentia que estava corando.
– Hey Kim Jonghyun quer calar essa boca, por favor?!
Ele ria vendo como eu fiquei. Eu escutava mais alguns gemidos de Tae e suspirava preocupada.
– Calma, está tudo bem! Eu… Ajudarei no que for preciso!
– Aish, você? — eu ria olhando-o – E desde quando você sabe cuidar de crianças?
– Desde sempre! — Eu ria — Afinal, eu sempre cuidei de mim mesmo. Não deve ser muito diferente… — Eu dava um tapa nele e me levantava olhando para o relógio.
– Nossa! Olha as horas! Eu tenho que ir embora!
– Não, fique aqui! Eu disse que queria ajudar! — ele dizia me interrompendo.
– Mas… Eu nem dei comida para o Tae ainda…
– Eu faço! — Ele dizia me interrompendo novamente.
– Mas… Como eu vou embora depois… Vai ficar tarde e…
– Você está fugindo de mim?
– Aish! Claro que não!
– Então fica!
– Tá! Eu fico! — Dizia já brava. Ele ria indo apertar minhas bochechas.
– Ah, Liu brava é a coisa mais fofa!
– Ei! Quem te deu toda essa liberdade? Viramos melhores amigos? Aish! — eu bufava e ele ria.
– Ok, Ok! Vou fazer algo para comer, quer me ajudar?
– Tá. Vamos lá. — Eu me levantava devagar, seguindo-o.
…
– Prova isso!
– Não! Falta sal!
– Como você sabe? Você nem provou!
– Pelo cheiro Kim Jonghyun! Pelo cheiro! — O via correr atrás de mim com uma colher e a enfiar na minha boca, eu tossia um pouco pela surpresa — Ah! Por que fez isso seu… Hum... Tá gostoso! — Eu completava olhando a panela na mão de Jong.
– Viu?
– Cala a boca! — Ouvia rir e saia da cozinha. Esperava a comida ficar pronta. Sentia o cheiro gostoso que vinha da cozinha.
…
Arrumei a mesa e Jonghyun trouxe a panela com ramen. Ele ligou o radio e deixou em uma estação que tocava musicas velhas. O ouvia cantarolar baixo algumas vezes enquanto comia em silencio.
– Gostou?
– Aham — sorri – Eu vou acordar o Taemin para jantar.
Levantei e fui até o quarto onde o menino estava, abri a porta com cuidado e entrei no quarto iluminado apenas pelo abajur. Sua luz fraca iluminava apenas o rosto dele, que dormia feito pedra. Vi sua baba escorrendo até o travesseiro e ri fraco. Não tive coragem de acordá-lo e voltei sorrindo para a sala e me deparando com um Jong que dançava e saltitava ao som de uma musica que parecia nova aos meus ouvidos... Eu fiquei chocada de como ele dançava e cantava bem...
Acabou a musica e ele praticamente se jogou no sofá cansado. Aplaudi e assoviei, o que o assustou.
– O que foi? — Eu sorri ao ver sua expressão.
– An... Nada. Só achei diferente ver você assim, todo empolgado.
Caminhei mancando até o sofá sentando-me ao seu lado.
– Canta bem... Dança também... Você trabalha com isso?
Ele assentiu.
– Eu sou produtor de uma companhia e já tive minha época de trainee...Por isso danço bem.
–Trainee?! Wow. Quando foi isso?
–No ultimo ano do colégio
–Você teria muitas chances de virar um K-Idol.
–Era o que me falavam...
–E porque não seguiu essa carreira?
–Era tudo muito complicado. Na época meu pai queria que eu administrasse sua empresa para que um dia ocupasse seu lugar. Eu até fui trabalhar com ele, mas era infeliz e isso estava estampado na minha cara. Então minha mãe, depois de um bom tempo, me ajudou a enfrentar meu pai e consegui sair de lá e seguir meu sonho.
– E qual era?
–Trabalhar com musica. — Seus olhos brilharam — Eu voltei a ser trainee e um amigo me pediu ajuda para compor uma musica. Eu o ajudei e vi que aquilo era o que eu realmente queria. Então eu fui atrás do meu sonho e agora sou compositor e produtor.
– Ainda bem que você conseguiu alcançar seu sonho.
Jonghyun assentiu e ficamos em silencio. Pude ouvir a musica que estava tocando o radio. Era Your Name. Sorri e comecei a cantarolar. Eu simplesmente amo essa musica. Jong estendeu sua mão me tirando do transe. Olhei para ele sem entender, o que fez o moreno revirar os olhos e me puxar para o meio da sala. Ele colocou a mão em minha cintura e eu automaticamente coloquei meus braços em seus ombros.
– Ai!!- Meu pé ainda estava machucado e eu tinha esquecido completamente. Pelo visto Jong também tinha esquecido desse pequeno detalhe, sendo assim ele me levantou, colocando meu pé machucado em cima do seu e continuando a dançar lentamente pela sala. Eu sorria e ria ao ver-nos dançando pela sala, o que era engraçado e... Fofo ao mesmo tempo.
A música terminou e não saímos do lugar. Senti meu rosto queimar e meu coração acelerar. Quando olhei para o rosto do Kim ele estava no mesmo estado que eu. Encaramo-nos por um tempo e ele sorriu fraco, talvez para quebrar o clima estranho que estava. Sorri junto e me desvencilhei de seus braços, sentando no sofá enquanto ele foi novamente à mesa;
– Melhor agente comer logo néah?
Eu concordei indo acordar o Taemin.
Nós três comemos, e estava realmente uma delicia; Ficamos mais um pouco na casa de Jong, depois ele nos levou embora. Tae praticamente capotou assim que chegou, mas eu fiquei um bom tempo acordada, pensando...
…
Meu despertador tocou. Ele não tocava sempre, só uma vez por ano, pois era programado. Era cedo, cedo demais, e eu nunca acordava tão cedo. Calcei meu sapato e fui sonolenta em direção à cozinha. Abri os armários e retirei dele as melhores coisas. Eu comecei a cozinhar, e mesmo estando praticamente dormindo, eu estava feliz.
…
O cheiro da comida estava maravilhoso! Era o café da manhã mais perfeito que eu já tinha feito… Eu o arrumei em uma bandeja que ficou cheia de comidas de vários jeitos e formatos; estava perfeito!
Eu fui até meu quarto e peguei umas folhas. Comecei a rabiscar coisas fofas logo formando um lindo cartão, com dificuldade o coloquei no meio da bandeja, quase espaço ali!
Eu procurei em uma gaveta e coloquei um chapeuzinho de festa. Eu peguei tudo e fui em direção a um quarto na minha casa, o abri feliz e logo gritei um “FELIZ ANIVERSÁRIO… Key?!” Eu olhava o quarto vazio e logo tudo me vinha à tona. Eu finalmente acordei… Key havia morrido… Ele morreu mesmo! Não foi apenas um sonho ruim…
Key sempre dormia na minha casa na véspera do seu aniversário… — Mas ele não está mais aqui agora… — Sussurrei.
Eu coloquei a bandeja de novo na mesa e fiquei olhando a mesma, sem expressão. Por um longo tempo…
…
Taemin acordou, provavelmente pelo cheiro da comida. Ele veio saltitando até mim e viu o café.
– Hum! Você fez todo esse café gostoso hoje? Que bom! Eu vou me estufar de tanto comer! — Ele bateu na barriguinha, e eu me levantei sem olhar para ele.
– Pode comer… Eu não quero isso! – Disse seca. Eu me dirigi até o quarto que antes era onde Key dormia quando vinha para minha casa.
# Taemin (narração) On #
Eu achei estranha às atitudes de Amber naquela manhã, mas eu tentei ignorar. Vai ver ela só tinha acordado de mal humor. Mas quando eu fui tomar o café, vi o bilhete de “Feliz Aniversário Key” e meu coração doeu. Eu pude entender por que Amber estava daquele jeito, e eu queria poder ajudá-la… Mas como?
Eu sentei e comi desanimado…
#Taemin Off#
Eu estava sentada na cama onde Key ficava; eu passava a mão por ela enquanto eu sentia as lágrimas rolarem. Como eu queria você aqui, agora… Eu não podia acreditar que perdi você… Que eu nunca mais o veria… Eu sempre soube que isso é obvio, mas mesmo assim dói tanto…
– Uma musica! Talvez seja o que eu precise agora! — Eu liguei meu rádio (ainda no quarto) e nele logo era anunciada uma nova musica nova… Era I lost you — Katharine McPhee.
(Coloque para tocar)
I could take this house and this room and this bed
Just as long as I’m feeling this way
And boy, since you been away, I can't sleep
I've been awake
I just lay here trying to deal with this pain
Eu olhei em volta e aquele quarto me parecia tão sombrio quanto eu. Eu abracei minhas pernas… Pensei em quantas vezes desejei que aquela dor passasse e que fosse apenas mais um sonho ruim… Que você estivesse aqui…
The silence in this room is so loud
No one else can fix it but you
It's just so hard to face
I lost you
Why'd I throw your heart away?
Now I’m going down like I’m on the ground
I lost you
Aquela musica descrevia exatamente como eu estava me sentindo naquele momento. Eu olhava para os lados e, saber que eu não tive coragem de te dizer o que eu sentia fazia meu coração pulsar tragicamente. Eu desprezei aquele sentimento, eu não lutei por ele, e isso fazia eu me sentir que nem por você eu tinha lutado; assim eu me sentia um nada, uma pessoa inútil. Perder você simplesmente acabou comigo…
I'm sitting here wishing I could change the facts
Knowing deep inside, can't get my baby back
I lost you
I lost you
Oh baby I just can't stand the way that I lost you
Aquela dor naquele instante fazia eu querer desistir de tudo… Eu não sabia se conseguiria aguentar.
“Por que eu não posso mudar o passado? Por que eu não posso morrer no seu lugar?” Eu chorava mais, enquanto a musica me ajudava a pensar.
I can try to put the pieces of the Picture back together
But it just don't look the same
Feel sick, I need a medic
Cause my heart's not beating
And I feel like I’m slipping away
Não é a mesma coisa sem você… E nunca será! Não importa o tempo que passe, eu não sinto o mesmo sem você. Eu choro o tempo todo, e nunca acredito que os dias passam sem você aqui... Eu me perco em sonhos e lembranças de tempos felizes que passamos, eu simplesmente parei no tempo quando você se foi...
But maybe somehow you can find your way
Find your way back to me
Essa frase ressoava em minha mente. Como eu quero você de volta. Eu preciso de você! Você sabe o que eu faria para te ter de volta? Você sabe o quanto eu queria ter morrido no seu lugar? Você sabe o quanto eu te quero de volta?
Eu sentia braços rodearem meu corpo formando um abraço carinhoso. Eu mordia os lábios, esperançosa. Ficava ali por um tempo sem dizer nada apenas sentindo seus braços — Key?! Como eu desejei isso! — Eu olhava para o lado, mas o que via era um Taemin com lágrimas nos olhos e um sorriso amarelo estampado no rosto.
– Amber, eu não sou o Key, mas assim como ele eu sempre estarei o seu lado até te ver feliz! Eu… assim como ele, sempre estarei aqui… — Ele colocava a mão em meu peito, e eu sorri triste assentindo com a cabeça; dava-lhe um abraço apertado, muito apertado.
It's Just so hard to face
I lost you
Why'd I throw your heart away?
Era o ultimo trecho que eu ouvia antes de desligar o rádio. I lost you key
…
Eu desci até o sótão que eu usava como atelier, pois afinal, toda artista plástica tem um lugar especial.
Eu preparei uma tela e logo peguei as tintas; vesti meu avental e coloquei meus cabelos para trás. Dizem que quando estamos tristes é quando temos mais inspiração. Talvez seja verdade, pois as cores brilhavam e o pincel deslizava facilmente em minhas mãos. Mas, eu realmente seria capaz de me expressar naquele momento? Daquele jeito?
…
#Taemin On#
Eu espiava pela porta e via Amber pintar. Como ela me parecia triste! Aquilo doía ainda mais por que eu não podia fazer nada a mais além de dizer “Está tudo bem” “Você vai melhorar” ou “Estou aqui”. Queria mesmo ajudar.
Eu pensava bastante, até que me lembrei de algo.
– As fotos! — dizia para mim mesmo.
Eu já sabia o que fazer, mas antes eu ia comer, pois eu estava com uma fome e tanto…
…
Eu corria por uma rua e outra tentando evitar ser visto por alguém. Afinal, aquilo ali me lembrava maus bocados.
Eu sempre tive que lutar pelo que eu quis sozinho, até Key Omma aparecer, e não era fácil. Eu até mesmo cometi coisas erradas e tive que aprender a me defender como podia. Eu me lembrei da primeira vez que me encontrei com Amber; eu tinha colocado uma faca em suas costas. Tá, eu admito, eu estava me cagando de medo, por que não sabia quem era ela ou o que ia fazer. Eu só sei que eu não queria ir embora para um orfanato. Mesmo eu não gostando daquela casa, não queria sair dela. Eu tinha medo das outras crianças. Na verdade, eu ainda tenho medo delas, menos da Amber. Ela é a única criança que gosto. Sim, para mim ela ainda é uma criança. Uma criança que Key Omma também quer muito proteger, e por isso vale a pena lutar por ela; por seu jeito “durão e fofo” de ser. E é isso que eu iria fazer a qualquer custo, do meu jeito.
Eu entrei na velha casa e fui direto ao quarto procurar umas fotos que Key me deu para sempre se lembrar dele.
Quando eu achei, fui direto à saída, mas eu fui parado por um homem alto vestido como policial que, por algum motivo, me era muito familiar. Ele me olhava e me segurava firme.
– Hey, você! Está preso!
Meu coração quase pulou pela boca e o medo dominava meu corpo naquele instante.
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