Life

14 Capítulo XIII - Nightmares


Notas iniciais
Gente, to com sono e to no fake. To morrendo de preguiça e tive que dividir esse cap no meio por problemas de forças maiores! De verdade, é que a outra metade do Cap sumiu, vou ter que pedir pra Mid/Vii passar denovo. OK? Mas fiquem com essa parte, o T.O.P aparece nela. Mas não me matem, já tinha avisado que ele era do mal U-U HSUHUSHAU
OBS: Até quarta posto o outro cap [28/11]
Bjos. AMO AMO ♥33
Dedicatória: MANO DEDICO ESSE CAPITULO AQUELA LINDA DA CHOI, DA SAFIRA, ela me encheu o saco cara até agora pra mim postar, e eu amo isso cara, ela fica me perguntando tudo e querendo saber o final. Cara você é uma linda! Obrigado viu? Graça a vocês meus leitores que convivo.
E ofereço pra Gabi minha lider, eu descobri que minha lider do novo grupo de dança que eu entrei é uma leitora anonima da minha fic. como assim? Um beijo sua linda.
E a leitora nova. SEJA BEM VNDA GRACINHA!
SangHyun Dung ♥333

Chegamos ao hospital e corremos até a sala do Taemin. Lá Tae estava 'brigando' com uma enfermeira, pois ela estava tentando lhe dar comida, e ele recusando.


– Não! É muito ruim!


– Tae! — eu e Jong falávamos ao mesmo tempo e ele virava olhando para nós.


– Jong! Amber! — Tae se levantava e corria em direção a mim e Jong. Era bom o ver sem todos aqueles aparelhos e fios. Ele nos abraçava com força e nos sorriamos muito. Era bom saber que Tae estava melhor.


– Estávamos preocupados pequeno!


– E com saudade também!


– Desculpa! Mas o médico disse que agora, se eu tomar o remédio eu vou ficar melhor!


– Sim, vai sim!


Estávamos muito felizes. Tae já podia ir para casa e nos estávamos o ajudando a arrumar suas coisas.


...


Nós arrumamos suas coisas e levamos Tae para a casa de Jong. Nós decidimos dividir o tempo de Tae nas duas casas, mas eu agora fazia parte do pacote. Mas eu estava um pouco preocupada sobre o que Tae diria sobre eu e Jong.


Chegamos à casa de Jong e logo descemos todas as coisas. Tae estava de volta e precisávamos comemorar. Pedimos pizza e ficamos jogando vídeo game a tarde toda. Quando a pizza chegou contamos a Tae que nós estávamos juntos.


– Vocês estão namorando?


– É mais ou menos isso Tae!


– Sério mesmo Amber?


– Sim Tae.


– Que legal!


– Você gostou?


– Ficamos felizes que tenha gostado. Pensamos que não gostaria.


– Claro que gosto. Eu sinto como se fizesse parte de uma família agora!


Nós rimos e curtimos o resto do dia no karaokê, até a hora de dormir. Eu coloquei Tae na cama e ele sorria me olhando.


– Eu gosto de estar em casa de novo!


– E eu gosto de poder estar com você aqui de novo. — eu o abraçava e ele deitava de novo na cama. — ah, Tae. Amanhã e seu primeiro dia na escola. Está ansioso?


– Já é amanhã? Nossa! Que legal... Mas e o material?


– Na primeira semana você pode usar um caderno e canetas normais, quando você pegar a lista de materiais agente vai ir comprar ok?


Ele concordava fechando os olhos. Eu dava um beijinho em sua testa e saia do quarto.


– Que bom que ele gostou de estarmos juntos, não Amber?


– É Jong... Fico mais tranqüila com isso... — Jong me abraçava e iniciava um beijo lento. Ele apertava minha cintura contra ele enquanto acariciava minhas costas. Eu sentia sua mal deslizar por minhas costas até perto da minha bunda. Eu me afastei sem jeito e disse sem o encarar — Jong... É tarde... É melhor eu ir embora... — eu me afastava dele, mas ele me puxava de volta e me beijava com mais intensidade enquanto apertava minha cintura. Ele me pressionou contra a parede e eu me sentia nervosa. Eu o empurrei e me afastei dele. — JONG! NÃO! — eu respirava ofegante e me encolhia na parede. — Por favor... Não faça isso...


– Por quê? Eu não fiz nada demais!


– Mas pare! Mesmo assim!


– Você está me tratando como se eu fosse um tarado! Eu não fiz nada demais, e além do que, eu Já fiz isso antes com você!


– Mas eu estava BÊBADA!


– No dia do hospital também é?


– Naquele dia... Naquele dia... Aish Jong! Não pode me respeitar um pouco?


– O quê? Por acaso eu... Aish! Está bem! Não vou encostar um dedo sequer em você! Faça o que quiser.


Jong ia em direção ao seu quarto e batia a porta com força. Eu resmungava e ia em direção a um quarto de hóspedes. "Droga, por que Jong não pode me entender e me esperar mais um pouco?"


...


Era de manhã, não muito cedo, e eu e Jong acordamos para levar Tae na escola. Não dirigíamos a palavra nem uma vez e Tae parecia preocupado com isso. Após tomarmos café eu e Jong o levamos a pé para a escola. Ele estava empolgado e fazia muitas perguntas para nós.


Quando chegamos lá entramos com ele na escola, e ele ao ver aquele monte de crianças se despediu e entrou feliz da vida na sala com as outras crianças.


– Ele gostou muito da escola, não é Jong? — Jong me ignorava e continuava andando. — Vai me ignorar mesmo?


– Por que eu deveria falar algo? Eu sou um cara mal que não te respeita. Eu sou tipo um tarado, lembra?


– Jong... Para com isso!


– Parar? Você me trata feito um trate e eu tenho que parar Amber? — Nós andávamos pela rua. Ela estava meio morta e vazia, pois pegamos um atalho que não era muito movimentado.


– Então tá JongHyun... Faça o que quiser então! Aish! — Jong dava de ombros e continuava andando. Eu parava e ficava estressada olhando Jong que logo sumia a minha frente. "idiota". De repente eu olhei para o lado e vi um garoto familiar sair do beco ao meu lado. Ele andava normalmente até que me viu e parou perto de mim.


– Olha quem está por aqui...


Aquela voz fez eu me arrepiar da cabeça aos pés. Não podia ser ele... Ele não! Eu olhava devagar e me certifiquei, era ele mesmo.


– T.O.P? — eu o olhava, estava assustada e ele sorria sacana.


– Amber... Vejo que ainda se lembra de mim!


Eu ficava em silêncio e olhava ele um pouco assustada. Por que eu sempre tinha que acabar encontrando aquele demônio?


– O que foi? O gato comeu sua língua? Ah, eu me esqueci... Isso eu já comi há muito tempo. — ele ria e eu resmungava voltando a andar. — Aonde você pensa que vai?


– Eu vou embora. Eu já sei no que isso vai dar.


Ele entrava em minha frente.


– Como assim? Já vai embora? Ah, que isso Amber, você já foi mais prestativa! Fica e bate um papo com seu velho amigo! — Eu olhava pra aquele cara. Como eu o odiava. Tudo que já tinha acontecido de pior comigo foi por causa dele. Eu nunca entendi como ele podia não prestar tanto, pois ele era um cara muito bonito, ele era lindo. Agora ele tinha seus cabelos tímidos de azul e seu olhar continuava tão lindo quanto antes. Sem comentar sua voz grossa. Mas por que um cara como ele escolheu essa vida de traste?


– T.O.P você não é meu amigo e nunca foi! Agora se quiser me fazer o favor de sair da minha frente! — eu o empurrava e saia correndo, mas eu senti ele me puxar para trás.


– Para de ser grossa Amber! Eu não estou fazendo nada... Pelo menos não ainda! Mas que tal nos divertir um pouco, como antigamente? — ele apertava meus pulsos e eu reclamava de dor. Ele começava a beijar meu pescoço a força, mas eu consegui o empurrar com força e sai correndo. Ele me puxou novamente e me jogou contra a parede com força, fazendo com que eu batesse a cabeça contra a mesma. Eu caí no chão e ele vinha por cima de mim e segurava minhas mãos. Ele beijava meu pescoço de novo, mas eu mordi sua orelha cor força, o que fez soltar um grito de dor. Eu chutei em seu meio e ele reclamava de dor. Eu tentava fugir, mas ele me puxou pelos curtos cabelos e eu deixei cair minha bolsa perto da calçada, e ele bateu minha cabeça contra a parte da viela. Ele me jogou no chão e subiu em cima de mim.


– ME SOLTA!


– Cala a boca! — Ele me deu um tapa na cara forte e eu comecei a chorar.


– ME SOLTA! SOCORRO!


– Grita de novo e eu te mato! — ele batia minha cabeça no chão mais algumas vezes e minha visão começava a ficar turva. Ele beijava meu pescoço com força enquanto segurava meus pulsos. Eu tentava gritar novamente na esperança de que alguém me ouvisse, mas ele me deu um forte soco no estômago que me fez perder todo o ar. Ele passava a mão pelo meu corpo com força parando em minha coxa. Eu chorava muito tentando me soltar, mas estava sem forças. Ele me olhava com luxuria e eu chorava tentando me soltar dele. — xiii fica quentinha... Quanto mais quieta você ficar mais rápido eu posso terminar o serviço! — ele mordia minha orelha e descia até o pescoço. Até que ele rasgou com tudo minha blusa deixando meu sutiã à mostra. Eu gritei desesperada e ele me deu mais um soco. Eu chorava muito, não conseguia me defender. Ele descia os lábios até meus peitos e eu tentava empurrá-lo. Estava com nojo de tudo aquilo. Eu tentava empurrá-lo mais uma vez apenas, e ele caia sentado. Eu me levantei fraca e tentei correr novamente. Mas eu mal conseguia andar. Ele me puxou novamente e me pôs contra a parede. Ele esfregou meu rosto naquela parede grossa o que me fez gritar de dor. Ele me pressionou contra a parede e apertou meu corpo tentando tirar minha calça. Eu me rebatia, mas ele me jogou no chão novamente. Ele abriu o zíper da própria calça e subiu em cima de mim novamente.


...


# Jong ON #


Eu andava sem rumo, estava estressado, mas sabia que não era motivo para tudo isso. Eu então olhei para trás notei que Amber não estava atrás de mim. "Estranho, ela deveria estar vindo atrás de mim." Amber não conhecia aquele atalho que eu havia pegado e eu fiquei preocupado. Ela podia ter se perdido, ou se machucado. Eu voltei para trás. Amber devia estar por ali.


# Jong OFF#


...


T.O.P me agrava forte enquanto mordia meu peito com força. Eu soltei minhas mãos e lhe dei um soco com o máximo de força que eu tinha. Eu puxei seu cabelo e ele se afastou um pouco. Era a única brecha que eu tive, mas eu estava sem forças, nem me levantar eu conseguia. Ele riu e voltou para cima de mim. Me segurou com força e sussurrou no meu ouvido algo como "bem vinda de volta meu bem".


...


# Jong ON#


Eu andava pelas ruas pequenas e vazias. Era estranho como ali podia ser tão quieto e sinistro. Eu estava preocupado com Amber. Eu fui andando até que comecei a escutar alguns barulhos. Eu fui me aproximando e avistei ao longe, algo no chão. O que seria?


# Jong OFF #


...


T.O.P me apertava com força e me mordia. Eu o via pegar seu membro e por para fora, mas eu não conseguia fazer nada. Ele abaixou minha calça e eu tentei gritar, mas ele me deu outro soco que fez sair sangue da minha boca. Eu estava exausta. Meu corpo doía, mas eu não conseguia fazer nada. Até que eu senti uma dor muito grande, ele tinha enfiado aquele membro em mim. Eu gritava de dor enquanto ele beijava meu pescoço. Eu tentava bater nele, mas estava doendo muito. Eu só conseguia gritar de dor enquanto ele continuava com os movimentos, enquanto começava a gemer. Eu chorava muito. Era o fim. Eu não tinha mais forças. Ele descia suas mãos até minha cintura e me puxava contra ele. Sentia meu corpo mole e não conseguia mais me mexer. Sentia-o lamber meu rosto e sentia que vomitaria ali a qualquer instante. A dor era imensa. Eu não podia evitar gritar, o que acabava por fazer ele me bater e forças as estocadas. Eu chorava muito.

...

#Jong ON#

Ia me aproximando devagar. Tinha parado antes para mandar uma mensagem para Amber. Mas não tive coragem. Então voltei a andar meio perdido. Até que os barulhos aumentaram e eu pude perceber que eram gritos. Eu corri até o lugar e pisei antes em algo, era uma bolsa... Era a bolsa da Amber! Eu olhei em volta e logo vi, um homem em cima de Amber... Ele estava... Ele estava a...?! Eu não sabia o que fazer, por um segundo minhas pernas ficaram bambas, no outro quando vi estava atrás do cara puxando-o pela gola da camisa.*


#Jong OFF#

Eu senti alguém aparecendo de repente e vi T.O.P ser puxado para trás. Era Jong. Eu não tinha forças pra nada. Eu puxei minha calça e me encolhi em um canto qualquer antes de desmaiar.


...


# Jong ON #


Eu não me controlei, corri e puxei aquele filho da puta. Amber estava toda machucada e eu não consegui me controlar. Eu comecei a socar ele muito. Ele se arrumou suas roupas e foi para cima de mim também, ele me dava um soco forte, que me fazia quase cair, mas eu estava com muito ódio e não conseguia acreditar em nada. Me levatei, vi que ele estava rindo olhando pra minha cara.

– FILHO DA PUTA! DO QUE ESTÁ RINDO?

Ele sorria mais, e depois olhava para o lado.

– Aquela ali... É sua garota? Está brava por que comi sua mina? É por isso que está tão revoltado? Aceite isso então... -Ele me chutava com força. Eu apertava a barriga com dor – Pela segunda vez, a sua garota é somente... MINHA!

Eu ouvia aquelas palavras. Não entendia muito as coisas, mas a palavra MINHA me deixou furioso. Eu parti pra cima dele e dei um soco tão forte que o fez cair. Eu aproveitei a situação e subi em cima dele. Comecei a socar e bater a sua cabeça contra o chão. Ele se protegia com as mãos, mas eu conseguia acertá-lo mesmo assim. Eu me levantei. Eu batia muito, eu o chutava, o socava, ele já estava fraco e seu rosto vermelho sangrava. Eu o peguei pelos cabelos e esfreguei sua cara na parede. Ele parecia muito mal, até que conseguiu se soltar e saiu correndo. Eu estava com muito ódio. Eu ia sair correndo atrás dele, estava determinado em matá-lo com minhas próprias mãos, mas eu não podia deixar Amber ali, daquele jeito. Eu fui até ela e arrumei sua roupa. Sua blusa estava sem recuperação, então eu tirei minha jaqueta e coloquei nela. Eu a peguei no colo e saí andando. Eu estava meio perdido, não sabia aonde ir. Eu decidi que era melhor eu levá-la ao médico. Mas Amber puxava minha blusa e eu olhava para ela.


– Por... Favor... Me... Leva pra casa?


– Vou te levar pra um médico! E depois pra uma delegacia! – Dizia com lágrimas nos olhos, estava me sentindo culpado, meu coração se quebrava ao ver ele naquele estado. Era tudo minha culpa, não pude defendê-la de nenhuma maneira.


– Não... Por favor — ela chorava — Eu só quero ir pra casa. Por favor!


Eu não resisti ao seu pedido e dava meia volta, indo em direção a casa.


...


Eu chegava a casa e colocava Amber na cama. Ela chorava muito eu sentei ao seu lado e a abracei forte.


– Amber me perdoa! Me perdoa! Se eu não tivesse te deixado sozinha nada disso tinha... — ela topou minha boca.


– Por favor, não fale nada... Só me abrace... — eu a apertava com força enquanto ela soluçava.

Meu telefone começou a tocar e eu o atendia apressado.


– Alô?


– Jong? É o Tae... Tudo bem?


Eu não queria deixar Tae preocupado. Ele podia ficar mal novamente.


– S-sim. O que foi?


– É que... Será que eu posso ir dormir na casa da Sully?


Lembrava da história da garotinha de olhos grandes.


– o pai dela deixou?


– Sim... Na verdade ele que deu a idéia. Sully disso que ele quer me pedir desculpas por tudo que aconteceu e por tudo que ele já falou de mim.


– P-ode ir então.


– Ok, amanhã e sexta então eu vou direto pra escola com ela... Ai no sábado eles me chamaram para ir ao parque aquático... Tem problema se eu ficar aqui mais um dia? Eles disseram que tem roupas sobrando do primo da Sully que estava aqui, e podem me emprestar... Posso, posso, posso?


– Tá, tá. Fica ai, sem problema. Tchau. Cuidado! — eu mal dava tempo dele se despedir. Eu me levantei e olhei Amber. Eu estava muito desesperado, não sabia o que fazer — Amber acho melhor eu ir chamar um médico.


– Não quero! Só fica aqui comigo!


Ela tremia e eu a puxava para um abraço. Ela choramingava algo como "me sinto suja" o que fez meus olhos se encherem d'água.


– Jong... Eu quero tomar um banho... Por favor...


Eu a levava até o banheiro no colo e a colocava sentada na banheira. Eu ia saindo, mas ela me puxou.


– Jong... Será que... Pode ficar aqui e me ajudar?


...


Eu penteava o cabelo de Amber com delicadeza enquanto ela estava sentada na cama usando uma roupa minha. Ela parecia mais calma, embora ainda estivesse chorando. Mas eu não tinha coragem de dizer nada. Estava com muita raiva do que fizeram com ela. De repete ela puxou meu braço me fazendo sentar ao seu lado.


– Jong... Posso tre contar uma história?


– Claro...


– Quando eu era mais nova, no dia do baile, eu fiquei muito triste por... — ela me contou toda a história da sua adolescência, sobre ter ficado com raiva de mim e até de ser dopada e ter engravidado daquele mesmo homem que fez aquilo com ela. Eu a abracei com força. Eu não falei para ela, mas... Agora eu estava me sentindo ainda mais culpado por tudo que aconteceu de ruim em sua vida. Eu sabia que teria que me justificar. E eu faria isso a protegendo contra tudo e contra todos. Foi aí que eu decidi que para começar eu iria segurar todos meus sentimentos e desejos para não machucá-la.

Nós acabamos dormindo ali mesmo, já que Tae não voltaria para casa naquela noite.


"Eu vou te proteger Amber. Antes eu simplesmente pensava apenas em mim mesmo. Mas hoje eu tenho alguém pra pensar e proteger. E isso eu farei, nem que tenha que dar minha vida pra isso."


...



Notas finais
To com tanto sono que coloqueii a fic aqui nas nota sfinais. VocÊs sabiam que [oscarrossaocomoaslanchasasmotoscomoosjetskiseospedresteessaocomoosbanhistas] o maximo de palavras que se pode postar é 20.000? '*-*' UHSAUSHSUA
Ah, também esqueci de por titulo, tive que editar. E aqui a prova, essa frase [?} sauhdsF~~