Life

13 Capítulo XII - Please come closer.


Notas iniciais
Não gostei desse cap. Algumas partes sumiram e eu tive que reescrever. Ficou uma merda.
Sei lá. gostei de alguns momentos mas enfim. Sei lá. UHSAUHSAUHSAUHSAUH o próximo será tensinho.
Estava com saudade de vcs. Desculpa a demora pra postar. Mas não demorei tanto quanto a ultima vez néah?
Espero que vocês gostem, afinal, isso que importa. Beijooooos

Logo eu chegava ao hospital correndo, eu entrava no mesmo sem nem ao menos parar no balcão da recepção. Eu subia as escadas correndo e pegava meu celular. Aquilo me parecia tão semelhante... Mas ao chegar ao andar de cima não precisei completar a chamada. Vi Jong sentado no banco com as mãos na cabeça e eu corria até ele.


– Cadê o Taemin? Como ele está?


– Ele está na sala. Ele está sendo medicado. Ele teve um início de AVC que provocou um ataque cardíaco...


– AVC?


– Um tipo de derrame cerebral!


– Aí meu deus... — eu sentava ao lado de Jong. E ele me olhava meio preocupado. — Jong... Ele vai ficar bem? Por que... Eu não vou aguentar perder mais ninguém!


Eu comecei a chorar e Jong me puxou para um abraço simples e eu apoiava minha cabeça em seu peito.


– Você está gelada — ele tirava sua jaqueta e colocada em mim — Onde estava?


– Eu vim correndo. Não passou nenhum táxi nem ônibus. Eu não estava muito longe daqui.


– Amber... Eu sei que não é hora, mas eu gostaria de pedir desculpas por mais cedo... Eu não queria te assustar nem nada!


– Tudo bem Jong! Eu não me assustei... E só que eu ainda estou confusa. Tem muita coisa acontecendo.


– E... Eu sei... E é por isso que eu não quero te pressionar, então... Relaxe.


Eu sorria pouco. Ainda estava tudo muito confuso. Não era que eu não gostava do Jong, pelo contrário. Mais eu sinto que não posso trair o Key. Eu estou me sentindo dividida.


– Senhor Kim JongHyun?


Eu e Jong nos levantamos apressados.


– Sim?


– É sobre seu filho. Ele teve uma pequena melhora considerado o estado inicial. Mas precisamos tratar dele o quanto antes. Ele está com o sistema imunológico muito baixo, e não vamos poder permitir que ele saia daqui, não ainda.


– Então ele vai ficar internado?


– Por enquanto sim. Ele acordou a pouco, vocês podem visitá-lo se quiserem. Só peço que não o cansem, por favor.


– Obrigado doutor.


Fomos logo ao quarto onde se encontrava Tae. Ele estava com um tubo de alimentação no nariz e soro no braço. Estava deitado com os olhinhos fechados. — Tae? Estamos entrando.

Ele abria os olhos devagar e tentava sorrir.


– B-bling... Amber... Desculpe-me por assustar vocês!


– Não precisa se desculpar! Você não tem culpa de nada. E nós ficamos felizes por você estar bem!


– Mas que susto! Mas... Fique tranquilo! Logo você irá voltar pra casa!


– Para casa? E o papo de "em breve poderemos dividir o tempo com ele" JongHyun?


– Ah... Depois resolvemos isso!


Tae ria fraco e arrumava a cabeça no travesseiro.


– Tae... Você sabe por que colocaram isso daqui? — dizia Jong pondo a mão na sonda de comida, e Tae respondia com um sim.


– Eles disseram que meu cérebro precisava descansar.


Jong assentia com a cabeça e pegava a ficha na cama de Tae. Ele lia e depois me passava. Pelo que tinha lá parecia que o cérebro de Tae estava se recusando a cumprir tarefas simples como se alimentar ou ir ao banheiro. Por causa do "derrame" Tae estava muito fragilizado.


– Não se preocupe Tae. Você irá melhorar logo!


Nós ficamos a tarde toda com ele. Até que já estava na hora de irmos. Apenas um podia ficar, e como Jong era "o pai" de Tae foi preferível que ele ficasse. Mas... Eu não podia ir embora assim. Então, mesmo sem Jong saber, eu decidi ficar. Eu me encolhi no banco do lado de fora e ali fiquei até adormecer.


...


# Jong ON #


Eu abri meus olhos devagar. Tinha dormido sentado nesse sofá tão espaçoso do quarto de Tae. Olhei as horas, eram duas da madrugada. Estava muito frio. A sensação térmica era de -3°C. Eu me espreguicei e verifiquei que Tae dormia. Eu precisava ir ao banheiro. Levantei-me e com passos preguiçosos saí do quarto. Fechei a porta e me virei em direção ao banheiro. Mas meus olhos ficaram presos em uma Amber que tremia enquanto dormia em um dos bancos. Meu coração apertou. Eu não podia deixá-la ali, daquele jeito. Eu a peguei no colo e a levei para dentro do quarto. A deitei no sofá e coloquei sobre ela minha jaqueta, e a cobri com a manta que estava sobre o sofá. Ela estava tão gelada... Meus olhos pareciam tão pesados... Então me levantei e fui rápido ao banheiro. E quando voltei Amber estava escolhida no sofá, parecia dormir tranquilamente agora. Eu sorria para mim mesmo e me sentava na ponta do sofá.


# Jong OFF #


...


Eu estava tão quentinha... Abri meus olhos lentamente e vi que não estava naquele corredor gelado. Eu olhei em minha volta e vi que estava de volta ao quarto de Tae. Eu percebi pelo cheiro que estava com a jaqueta de Jong. O perfume dele era muito marcante. Eu olhei para o lado e vi Jong um pouco afastado no sofá. Sentado, dormindo de braços cruzados. Eu notei que ele tremia um pouco. Eu não podia, e nem queria deixá-lo assim. Eu me sentei mais próxima dele e deitei em seus ombros, cobrindo tanto a mim quanto a ele. Eu demorava a dormir. Eu fiquei ali pensando em muitas coisas até que senti Jong apertar minha cintura com força enquanto caia pelo sofá. Eu olhava assustada, mas notei que ele ainda dormia. Eu não pude evitar rir daquilo. Mas enquanto eu estava ali, deitada sendo abraçada por um Jong que dormia pesadamente, eu... Não consegui parar de olhá-lo por um segundo sequer. Seu rosto era tão liso e sua boca era tão rosada. Eu esticava meus dedos na intenção de tocá-lo. Eu podia sentir sua respiração quente tocar minha pele e sorria para mim mesma. Eu tocava seu rosto devagar, sua pele era tão lisa. Ainda estava um pouco gelada, mas mesmo assim eu podia sentir seu calor. Eu tocava seus lábios rosados agora. Era tão delicado, tão macio. Eu sorria novamente, logo fechando meus olhos. Eu agora voltava a ter sono. Mas um pouco antes de dormir eu soltava uma pergunta insana de dentro de mim


– Eu não posso trair meu Kim Kibum... Então pare de me fazer pensar em você Kim JongHyun! Acha certo me seduzir desse jeito?


Logo eu acabava dormindo sem nem notar a pergunta que eu havia feito.


"Seu perfume faz com que meus sentidos se embaracem e meu coração só queira segui-lo"


...


# Jong ON #


Eu abria meus olhos lentamente enquanto sentia a respiração quente de Amber bater em meu pescoço. Como eu não desejava acordar... Queria ficar ali pra sempre! Congelar o tempo para ficar para sempre naquele momento especial. Eu abraçava Amber mais forte. Acho que na intenção de que nunca mais nos separássemos. "Queria tanto que soubesse o quanto te amo..."


– Por favor... Não me deixe! — eu sussurrava sentindo uma forte pontada em meu coração. Eu solteira Amber devagar e me levantei. Não ia aguentar ficar ali, não daquele jeito.


#Jong OFF #


...


Eu finalmente acordava e notava que Jong não estava ali... "Acho que é melhor assim!"


– Amber... Bom dia!


Eu olhava para frente e via Tae sentado na cama.


– Bom dia... Mas por que está sentado? Tem que ficar de repouso! — eu ia em direção a ele e o deitava novamente.


– mas Amber... Eu não quero ficar aqui deitado! Eu quero ir lá fora e brincar com a neve!


– N-neve? — eu ia até a janela e via a neve que caia lentamente por cima de meus olhos, estava realmente nevando no outono.


– Já acordaram? — Jong entrava pela porta carregando uma mochila nas costas e uma bandeja de chocolate quente.


– O que e isso Jong?


– Chocolate quente Amber!


– Eba! — Tae dava pulinhos de sentando na cama.


– Nana Nina-Não mocinho! Jong, ele não pode tomar isso!


– Ah Amber! Só um pouquinho!


– É! Um pouquinho não vai matar Amber! E está frio, ele vai congelar sem um pouco de chocolate quente!


– Não!


– Por favor, Amber


– É! Por favor — Tae dizia fingindo estar morrendo de frio.


– Se você passar mal por causa do chocolate quente a culpa não vai ser minha! Depois não diga que não avisei! — eu dizia brava me sentando.


– Amber tem razão... E se você ficar mal depois?


– mas Jong...


– Não, sem mais! Quando você melhorar eu vou fazer um copázio de chocolate quente pra você! Com muitos marshmallows! — Jong passava as mãos no cabelo de Tae. Que agora tinha um bico imenso.


– O que e isso aí nas suas costas? — eu dizia e Jong colocava a bandeja com Chocolate quente na escrivaninha do lado da cama de Tae, ele pegava dois copos e me entregava um tomando o outro.


– Eu peguei umas roupas para o Tae e comprei algumas outras. Está muito frio para ele ficar com essas roupas finas.


– Ah. J-Jong...


– O que?


– O... Obrigado... P-Por ontem a noite!


– Ah... Aquilo não foi nada...


– Foi sim! Obrigado n-novamente!


Jong sorria sem jeito assentindo com a cabeça. Eu lhe entreguei meu copo já vazio e ele colocou na bandeja.


– Essa não Tae! Eu não disse que era melhor você não tomar o chocolate?


– Mas... Eu que... Aí! Meu estômago! — Tae se encolhia na cama. Parecia estar com dor de barriga.


...


– Como ele está?


– Está com dor. Vomitou a noite toda! — eu dizia na lavanderia do hospital, estava lavando as roupas sujas de vômito de Tae.


– Me perdoe! E tudo minha culpa! Eu inventei de trazer chocolate! Eu não deveria ter nem deixá-lo com vontade e...


– Para Jong! — eu o interrompia tapando sua boca com um dedo. — Você só queria ajudar! Não teve culpa do que aconteceu! — eu colocava as mãos em seu rosto — Vai ficar tudo bem ok?


O silêncio predominou no local. Eu não havia percebido que minhas mãos estavam acariciando o rosto de Jong, e quando notei fiquei sem jeito e o larguei devagar.


– Eu vou… V-voltar para lá... Tae pode estar precisando de mim... — eu me virava e saia apressada de lá. Eu andava rapidamente em direção ao quarto, mas parava em uma parede por ali.


– O que foi isso? Assim eu vou ficar louca! Louca! Aish! — eu chacoalhava a cabeça e voltava a andar.


...


#Jong ON#


– Mas o que foi isso? — eu tocava meu rosto lentamente e ainda sentia o rosto meio sensível pelo toque dela. — Amber... Será possível que você... Possa…? — eu ri para mim mesmo — Pois bem Amber, se isso foi uma prova de que talvez você goste de mim, eu não vou perder a chance de conquistar seu coração! — eu sorria besta e saia dali.


# Jong OFF#


...


– Está melhor Tae?


– Hm... Ainda dói!


– Viu só? Eu não disse que não era bom tomar o chocolate? Quando é que vai me escutar?


– Amber... Eu quero sair daqui!


– Você não pode sair agora! Só quando estiver melhor. Eu também queria que estivéssemos em casa debaixo das cobertas assistindo um filme, mas não podemos!


– Não pode me tirar daqui?


– Me desculpe, mas eu não posso atender esse pedido! Faça outro mais acessível!


– Hm... Então quando eu sair daqui será que eu posso ir pra escola?


– Você quer ir para a escola? — Ele assentia com a cabeça. — Eu tenho um amigo que é diretor, posso falar com ele e ver se ele pode te colocar na escola dele.


– Sério?


– Claro! Mas pra isso você tem que melhorar logo, está bem?


– Vou fazer o possível "madimosele"


Eu ria dando um tapinha na sua testa.


– Ok. Eu vou falar com ele agora enquanto os médicos fazem alguns exames em você ok?


– Ok.


Eu sorria e me levantava da cama. Dava um tchauzinho e saia do quarto.


– Então Tae quer ir pra escola?


– Ah Jong! Que susto! Qual e da sua vinda de fininho atrás dos outros?

– Enfim, é isso mesmo que ele quer não é? Vamos lá falar com seu tal amigo...

– Jong é feio escutar a conversa dos outro pela porta!

Ele me lançava um olhar repreensivo e depois Ra um pouco.

– Ok, mas agora vamos lá falar com esse seu amigo.

...

Nós tínhamos acabado de sair da escola e eu estava muito feliz. Fazia muito tempo que não via o HeeChul. O Chula era meu amigo quando mais novos. Era um dos poucos que tinha além do Key. Ele e eu nos afastamos quando ele teve que se mudar para a China, mas eu sabia que ele havia voltado para cá co intuito de se tornar diretor. Eu estava realmente empolgada por tê-lo reencontrado. Mas Jong estava com sua cara fechada desde quando chegamos lá e agora continuávamos assim, meio distantes.

– Hey, Jong… O que foi? Você está com essa cara desde que nós falamos com o Chula. Está bem?

Ele me ignorava e continuava andando.

– JONG!

– Precisava de tudo aquilo?

– Tudo aquilo o que?

– Toda aquela insinuação para cima dele! E todo aquele papinho? Aquele cara não é o tipo certo pra você!

Eu parava de andar e olhava um pouco para ele.

– Você… Está com ciúmes?

– Mas é claro que estou porra! Por que diabos você tem que cair matando em cima daquele cara?

– Mas eu não fiz nada!

– Nossa, imagina se fizesse então…

Ele saia andando na minha frente, mas eu corria e o puxava pela mão. Eu ficava um tempo até notar que eu apertava sua mão com força e ficava sem jeito abaixando a cabeça. Eu o soltava devagar.

– Amber, você por acaso sente alguma coisa por mim?

Eu o encarava. Ainda perplexa, não acreditava na pergunta que ele havia me feito.

– N-Não… Eu não sinto nada por você Jong… — Eu dizia encarando o chão. Sabia que estava mentindo. Mas não estava pronta para nada naquele instante, e nem sabia se uma hora estaria então achei melhor deixá-lo livre.

Ele suspirava e se afastava. Parecia que eu havia cortado meu coração em mil pedaços, mas eu realmente não queria magoá-lo. Até que de repente Jong me prensou contra a parede com força, fazendo com que ficássemos cara a cara.

– J-Jong…

– Não minta pra mim Amber! Você sente algo por mim?

Eu suspirava um pouco, estava nervosa, por que ele estava fazendo aquilo?

– Não… Eu não… Sinto nada…

Ele apertava minha cintura com um dos braços e se espremia mais contra mim. Eu senti sua respiração quente bater em meu rosto e voltar. Ele ainda me encarava com seus olhos cansados e eu sentia minha respiração mais forte.

– Então olhe nos meus olhos e diga que não sente nada!

Ele me apertava com mais força e eu não pude evitar soltar um gemido baixo. Ele aproximava nossos lábios, faltava uma distancia mínima para que se encostassem. Ele então os aproximou mais os juntando de leve. Eu apertava minhas mãos espremidas em seu peito o puxando-o para mais perto, tentando quebrar todo o espaço entre ambos. Sentia meu coração ir a mil.

– Não… Sinto nada…

Ele soltava um riso fraco e me largava com um pouco de brutalidade. Eu respirava ofegante e o olhava assustada.

– É divertido assim, brincar comigo Amber?

– O que? Quem está brincando aqui? Até dois segundos atrás você estava me apertando e agora isso!

– Você me deixa estressado! Será que não pode se decidir? Você me odeia tanto assim a ponto de brincar cm meus sentimentos? Com a boca diz que não quer nada, mas continua me puxando como quem quer se unir completamente a mim? Não pode se decidir? Por que me odeia tanto assim?

– Eu não te odeio Jong! Pelo contrário eu gosto muito de você! Muito mesmo! Mas eu não posso fazer isso com Key! Eu não posso trair tudo que ele já fez por mim e tudo o que ele sentia!


– Amber KEY ESTÁ MORTO! Ele não vai voltar só por que você quer! Está na hora de seguir em frente! Você não pode viver de passado!


– MAS EU NAO POSSO DESPREZAR O AMOR QUE ELE TEVE POR MIM JONGHYUN!


– Engraçado você dizer isso! Pois é justamente o que você está fazendo... Comigo...


Jong saia andando em direção ao hospital, seus olhos estavam marejados e ele parecia furioso. Mas eu também estava.


– Aish! Kim JongHyun seu idiota!


...


– Tae eu conversei com um amigo meu que e diretor de uma escola e ele disse que consegue te colocar em uma sala da 5ª série!


– S-sério? — Tae parecia fraco, mais fraco do que qualquer outro momento.


– Sim, então melhore logo!


– A-Amber... Eu não... Me sinto — Tae começava a tossir e começava a se revirar na cama. Eu ficava assustada e gritava por um médico, logo eu era obrigada a sair do quarto.


...


# Jong ON #


Eu andava sem rumo pela rua. Estava tão bravo. Era como ser usado por Amber. Mesmo eu estando tão confuso era bom saber que ela gostava de mim, mesmo que um pouco. Mas droga! Por que ela não esquece logo o Key?

Meu celular começou a tocar e eu o atendia sem pressa.

– Alô? O-O que? Estou indo pra aí imediatamente! — eu desligava o celular e corria para hospital. Parece que Tae tinha tido outro ataque, e dessa vez parecia ser pior...

...

Eu chegava ao hospital. Não me deixavam entrar no quarto de Tae. Então eu saia andando pelo hospital meio sem rumo. Eu estava tão preocupado com ele. Era agonizante ficar assim sem informações. Quando parei para notar eu estava na porta da lavanderia do hospital. Lá dentro eu podia ouvir alguém chorando. Eu entrava e me deparei com uma Amber que chorava enquanto arrumava umas roupas de Tae.


– Amber...?


Ela não respondia. Ela secava as lágrimas e continuava o que estava fazendo.


– Amber... Amber! Por favor, olha pra mim! — ela não respondia e continuava a fazer o que fazia antes. Eu ia até ela e tirava as roupas de sua mão, mas ela resistia.


– não! Eu preciso terminar isso! — ela tentava tirar a roupa de minhas mãos, mas eu as segurava com força tirando de suas mãos. Ela começava a dar tapas no meu peito — EU TENHO QUE TERMINAR ISSO! EU TENHO QUE FAZER! ME DEIXA! ME DEIXA! — ela dizia enquanto eu a afastava das roupas. Até que eu tropecei e eu e Amber caímos no chão. Ela tinha o rosto coberto de lágrimas — Jong... Eu não quero perder o Tae... Eu quero vê-lo bem! Eu estou tão preocupada!


Eu não pude evitar abraçá-la. Eu a abracei forte, enquanto ela molhava minha camiseta com suas lágrimas.


– Vai ficar tudo bem — Ficamos ali um bom tempo, abraçados, até que nos afastamos lentamente. Eu a olhava. Era incrível como eu não conseguia ficar com raiva dela. Eu esticava minha mão e secava suas lágrimas lentamente. Ela me olhava com seus olhos brilhantes.


– Jong… Eu estou com medo! Muito medo! – Eu a abraçava mais forte. Queria mostrar que estava ali para protegê-la, para mostrar que se quisesse, era a mim que deveria buscar. Eu não pude me conter. Eu segurei seu rosto com minhas duas mãos e acariciei devagar.

– Eu estou aqui, vai ficar tudo bem, eu te prometo. – ela olhava em meus olhos e eu enxugava todos os esguichos de lágrimas ainda existentes. Seus lábios e pareciam tão macios tão convidativos. Eu não consegui me conter e aproximei nossos lábios devagar. Ela não pareceu resistir, pelo contrario, me correspondia de uma maneira desesperada. Então eu finalmente iniciei um beijo lento naquele lugar frio e solitário. Apesar da circunstancia, aquele foi o melhor momento de todos para mim. Eu afastei nossos rostos devagar e beijei Amber em sua testa.

– Vamos voltar e ver como está nosso pequeno.

Ela concordava com a cabeça ainda baixa. Levantamos-nos e eu a abracei de lado, e ela apoiava a cabeça na minha, andamos assim por quase todo hospital.

# Jong OFF #


Eu estava cansada de toda aquela pressão, e de toda aquela dor. Talvez Jong tivesse razão. Key está morto, e ele gostaria que eu fosse feliz novamente. E estava obvio que eu gostava muito do Jong, e não havia motivo nenhum para desprezar o que ele sentia por mim. Então eu simplesmente cansei, e deixei as coisas seguirem seu rumo, e ver no que daria. “Jong, acha realmente bonito me seduzir desse Jeito? Mas mesmo assim… Só você para tentar me acalmar em um momento como esse.
Nós continuamos andando desse jeito até encontrar o Doutor que estava cuidando de Tae. Corremos até ele e lançamos um monte de perguntas.

– Acalmem-se. Taemin está em um estado melhor, mas ainda não podemos permitir que ninguém entre no quarto. Os medicamentos usados são fortes, e qualquer tipo de agitação pode ser um risco grande. Então por enquanto devemos esperar ele acordar.

– Acordar? Como assim Doutor?

– Sr. Kim, Sra. Liu, graças ao segundo ataque de Taemin nós pudemos detectar a falha que afetava seu sistema imunológico, e detectar o tipo de intruso que se infiltrava em seu corpo. Demos a ele um medicamento que o faz adormecer. Enquanto ele dorme, o remédio que é feito do próprio intruso ataca o mais fraco e destrói seu núcleo. Muitas dessas crises a que Taemin vem tendo desde que sua mãe morreu, vêem sendo graças a esse intruso. Talvez ele possa ter contraído isso da própria falecida. Se estivermos certos, se Taemin acordar, ele poderá ser uma criança normal, como todas as outras, e ataques como estes nunca mais ocorreram.

– Como assim “se ele acordar” Doutor? – Eu sentia meu coração parar de bater e minhas pernas bambearem novamente.

– Bem, vejam que, este é o único tratamento disponível para a doença. São remédios fortes e… Talvez aja a chance de que Taemin jamais acorde, e fique nesse estado de coma para sempre. Mas se for bem sucedido, jamais precisará passar por algo do tipo novamente.

Eu sentia meu corpo pender pro lado e Jong me segurava com força. Sentia meus olhos arderem e olhava para o doutor, já com o rosto molhado pelas lagrimas.

– Mas doutor… Por que usar algo tão forte? – Dizia Jong tentando se controlar.

– Esse foi o único meio que encontramos. Se a doença avançasse, Taemin poderia perder o controle de si mesmo e ser controlado pelo intruso. Com certeza ele morreria em pouco tempo. Essa é a única forma que encontramos. Mas de todas as pessoas com a Tracnomoneula que já tratamos até hoje, Taemin é o que apresenta melhores resultados. Vamos aguardar, ele é um menino forte, e tenho certeza que ele vencerá esta! Agora dependemos que ele acorde. Assim que ele acordar ele poderá retornar á suas atividades normais.

– Obrigado Doutor… — Jong se curvava e me tirava daquele hospital. Eu estava em estado de choque. Eu poderia perder meu outro filho, e não podia nada para protegê-lo. Eu sentia meu mundo desmoronar de vez.

...

# Jong ON #

Estávamos no carro, Amber sentada ao meu lado. Ela abraçava suas pernas e tinha o rosto coberto por lágrimas. Seu nariz estava vermelho e seus olhos estavam inchados. Ela parecia tão triste e tão preocupada ao mesmo tempo, e eu só sabia que devia distraí-la o tempo que fosse necessário. Eu pensei "o que uma pessoa faz quando está triste?” E a primeira coisa que veio em mente foi COMER. Então decidi levar Amber para comer. Mas sabia que não seria tão fácil como chegar, sentar, comer e ir embora. Ainda mais pelo fato de que Amber não iria querer tocar em nada. Então decidi provocá-la um pouco.


– Amber... Qual sua cor favorita?


– O que? Por que disso agora?


– Não posso saber qual sua cor favorita?


– Poder pode, mas... O que está planejando?


– O que? Não posso mais perguntar sua cor favorita sem estar planejando algo?


Ela bufava e fungava o nariz.


– Azul. Por quê?


– Leite azul


– É o que?


– Eu já comia comidas de todas as cores.


– Isso e impossível!


– Não é não.


– Então... Verde?


– Alface.


– Ah é! Esqueci que verde e comum em comidas... Amarelo?


– Queijo.


– Vermelho.


– Molhos, Tomate, Morango...


– Rosa?


– Hm... Algodão doce.


– Ah verdade. Hm que delícia! Branco?


– Cebola, catupiry.


– Hm... E... Branco com vermelho?


– Cor mista? Não vale!


– Vale sim! Você não disse que já comeu comida de todas as cores?


– Aish! Está bom... Queijo com goiabada!


– Romeu e Julieta! Que delícia... Marrom e preto?


– Hm... Feijão com orégano... — Amber se encolhia um pouco no banco e eu a olhava. — O que houve?


– Eu... Me deu um pouco de... Fome...


– Vamos comer em algum lugar... Ok?


Ela concordava com a cabeça e se arrumava no banco.


...


Passou-se um tempinho e eu estacionei em um restaurante de aparência diferente. Era um restaurante de "gigantes". Tinha todo tipo de comida em tamanho Gigante. Eu descia do carro e esperava Amber fazer o mesmo, e logo estávamos entrando no restaurante. Lá dentro era tudo muito chique, mesmo o lugar sendo frequentado por todos os tipos de pessoa. Eu e Amber procuramos um lugar para sentar e logo pegamos o cardápio.


– J-Jong...


– Que foi Amber?


– As comidas desse lugar... São todas muito, muito grandes!


– Eu sei... Por quê?


– Você... Costuma vim aqui?


– Aham. Direto! — Amber me olhava de baixo para cima e ria baixo. — Por que da risada? Não entendi!


– Nada... Vamos comer!


Primeiro pedimos uns lanches. Eles eram muito grandes mesmo, então decidimos pegar algo para beber também. Logo nosso lanche chegava e as bebidas também, suco de laranja para mim e milk-shake para Amber. Nós logo começamos a comer, e eu podia notar o quanto Amber estava com fome.


– Jong... Você não se sente mal aqui comendo enquanto Tae está lá no hospital?


– Amber, é claro que eu queria que estivéssemos os três aqui. Mas você ouviu o médico! Não podemos ficar no quarto de Tae enquanto ele não acordar... Então vamos confiar nele! Pois assim que ele acordar nos poderemos trazê-lo para casa!


Amber suspirava e logo terminava de comer.

– Garçom... Pode me trazer uma vodka?

– Você não pode beber Amber!

– Posso sim!Eu estou triste, com medo de perder meu bebê! Estou confusa, e as coisas não estão me ajudando. Eu preciso distrair a cabeça!

– Mas você não pode beber!

– Eu vou beber, não tente me impedir!

– Rapidamente o garçom lhe trouxe sua vodka e ela começou a beber. Não durou nem cinco minutos e ela já tinha apagado completamente.

“ Ela é fraca com bebidas. Não devo deixá-la beber! ”

...

Eu havia pagado a conta e agora levava Amber de carro para casa. Eu não queria deixá-la sozinha. Estava nevando muito, e eu tinha medo de que algo pudesse acontecer a ela. Então decidi ficar com ela um pouco. Ela acordara algumas vezes e fazia umas brincadeiras sem nexos. Ela já estava me dando nos nervos “Ela é uma bêbada insuportável. Já sei como me tirar do sério”, mas eu tentava me compor e ignorava suas atitudes bestas. Não demorou muito para chegarmos a sua casa e por coincidência ela acabou apagando de novo. “Que alivio”. Eu peguei-a no colo e a tirei do carro. Apalpei seus bolsos procurando sua chave e não demorou muito para achá-las. Com dificuldade eu entrei na casa e logo encostei a porta. Sua casa estava tão escura que chegava a me dar arrepios. Foi realmente bom que fui até lá com ela. Não seria bom deixá-la sozinha ali. Eu então decidi que era melhor deitá-la no quarto. Até que de repente senti Amber sair dos meus braços e me prensar contra a parede.

– A-Amber… O-O que é isso?

– Jong… Eu te quero, e sei que você me quer… Não acha que deveríamos fazer algo a mais? – Amber sorria maliciosa, o que me dava medo. Ela então me apertava mais e eu tentava afastá-la.

– Eu te quero sim… Mas…

– Então está tudo certo! – Amber me apertava mais e tentou me beijar.

– Liu… Liu… — Estava perdendo minas forças. Amber tinha achado meu ponto fraco. Pescoço. – Amber por… Por favor… Você está bêbada! Não faça algo q… Ai minha nossa… Q-Que você vai se arrepender depois.

– E quem disse que eu vou me arrepender depois Kim? – Eu não ia mais resistir. Eu me entreguei a ela. Se ela queria e eu também por que não? Amber me beijou ferozmente e eu a correspondi. Eu a peguei e tentei a levar para um lugar melhor do que a parede. Só nessa brincadeira de ficar andando e se pegando, foram derrubados vários quadros e quebramos dois vasos e um porta retrato que tinha Amber e Luna.

Nossas línguas tratavam uma batalha e eu sentia que estava ficando cada vez mais quente. Eu consegui guiar Amber até perto do sofá, o que foi um pouco difícil já que Amber estava tropeçando em meus pés. Ela viu de relance o sofá enquanto eu partia o beijo e ia para o seu pescoço e me jogou antes que eu pudesse fazer qualquer coisa. Amber sorriu para mim e tirou sua blusa, deixando a mostra seu sutiã vermelho. Ela sentou no meu colo e voltou a me beijar, enquanto colocava a mão embaixo na minha blusa e arranhava meu abdome. Senti ela sorrindo e arranhando mais forte.

– Eu sabia que você tinha um corpo bonito, mas não que era tão gostoso! — Amber se afastou e eu tirei minha camiseta. Ela me olhou com luxuria e mordeu o lábio. Aquilo me deixou louco. Fui cego para tirar seu sutiã, mas ela não deixou então ataquei seu colo ainda coberto. Liu jogou a cabeça para trás e murmurou algo que eu não entendi muito bem. Ela levantou meu rosto e me beijou novamente e sussurrou:

– Te quero JongHyun. Te quero mais que tudo. — Amber chegou muito próximo da minha orelha e sussurrou um "fuck me" enquanto ela passava a mão pelo meu corpo e ia arranhando meu abdômen até chegar ao cós. Ela desabou minha calça e a puxou para baixo, revelando minha boxer preta. Vi ela corando e ficando meio sem jeito. Eu a peguei e a deitei no sofá e fiquei por cima dela. Voltamos a nos beijar, agora mais intensamente. O volume na minha boxer estava cada vez maior e com certeza ela sentiu isso porque segundos depois Amber colocou a mão por cima da boxer começou a me torturar apertando-o por fora da boxer. Eu consegui abaixar seu sutiã sem o tirar. Mas de repente Amber dormiu. Provavelmente tinha desmaiando de novo, provavelmente de tão bêbada.


– Amber? Amber? AMBER? — Ela tinha apagado, e me deixado daquele jeito. Como pode isso?

Eu a chacoalhei ela mais algumas vezes e depois parei nervoso, indo para Meu quarto sem me preocupar em nem vestir a roupa. Eu estava com muita raiva... Mas parei para pensar e sabia que não podia deixar Amber daquele jeito naquele sofá, então eu voltei e a levei junto comigo para o quarto. Eu a cobri e sentei ao seu lado. Na verdade achei melhor que acabou assim, pois Amber estava bêbada e seria quase um abuso fazer isso com ela. Minha animação aos poucos foi passando e eu mês acalme assistindo umas coisas sem nexo na TV, mas logo eu acabei caindo no solo, ali mesmo, sem nem ao menos preocupar com a minha falta de roupa.


# Jong OFF #


...


Eu me espreguiçava enquanto sentia minha cabeça latejar muito. Tudo parecia girar e eu tentava entender onde estava. Aos poucos minha visão foi voltando ao normal e eu pude ver Jong. Que estava apenas de cueca. Eu arregalava os olhos e logo notei que estava sem a blusa.

– Aí meu deus! Eu não... Eu não. De novo não! — eu cobria meu corpo com o cobertor. Eu estava com medo Do que podia ter acontecido.

Jong abria os olhos lentamente e depois de um tempo me encarava, parecia um pouco bravo.


– Bom dia... Neah?


– J-Jong — eu me cobria com o cobertor — O-O que aconteceu aqui?


– Eu e que pergunto Amber... Como você pode me deixar plantado?


– P-plantado?


– Não se faça de boba! Você me tenta, me põe contra a parede e me seduz, e depois você simplesmente dorme e me deixa daquele jeito?


– J-Jong eu... Eu estava bêbada... Eu... Eu não me lembro de nada... Desculpa...


– Você... Não se lembra de nada? Nada mesmo?


Eu negava com a cabeça me cobrindo mais. Eu não pude evitar olhar ele de baixo para cima. Ele percebeu e levantou apressado indo por suas roupas. Um pouco depois ele voltava já com roupa, mas parecia sem graça.


– J-Jong... Por favor, não fique assim... A culpa e toda minha! E que quando eu bebo fico fora de mim e... Nao tenho noção do que eu faço...


Ele arregalava o olho e me olhava.


– Então você não "me quer"? Nao me acha "gostoso"? Não... Gosta de mim?


Eu o olhava sem jeito e ele me olhava com seu olhar pesado. Ele respirava fundo e ria de leve, saindo do quarto apressado, não antes de falar um "ótimo!". "droga! Jong entendeu tudo errado..." eu me levantei apressada e corri atrás de Jong. Eu não me importei nem com o fato de estar de sutiã apenas ou as marcas vermelhas pelo corpo. Eu apenas corri até Jong que estava no quintal, já indo embora. Eu o segurei pela mão e ele parecia resistir, mas eu apertei bem forte.


– Você pode me escutar? Jong, como você pode ser tão cabeça dura? Eu estava bêbada sim, e fiz coisas que eu preferia não ter feito daquele jeito sim, mas isso não significa que eu menti sobre o que eu sinto por você! Eu não quero te magoar nem nada porra! Eu... Eu gosto de você e eu quero sim tentar algo especial com você, mas acho que ainda e muito cedo pra mim, pelo menos... Mas não julgue um erro meu como a conclusão final! — eu aproximava a mão dele do meu rosto — eu gosto de você, e eu te acho sim o cara mais sexy e sedutor que eu já conheci... Me desculpa por te magoar! — eu respirava e olhava pra baixo. Parecia que nada animava Jong, então eu decidi me afastar. Mas de repente ele me puxou de volta e me rodou os braços em volta da minha cintura e acariciou meu rosto. Eu sorri aliviada e ele me deu um beijo de leve.


– Valeu Amber! Você também e UMA DAS garotas mais BONITINHAS que eu já FIQUEI.


– Uma das? Bonitinhas? Fiquei?– eu olhava para ele com raiva e ele ria me dando um beijo na testa. Eu lhe dava um tapa na nuca e ele me puxava pra mais perto me dando outro beijo.


– Vamos entrar Amber, está frio e você... Está só de sutiã.


Eu olhei e fiquei sem jeito ao lembrar disso. Ele riu e me puxou pra dentro.


...


Estávamos comendo um delicioso miojo de legumes quando meu celular tocou e eu o atendi sem pressa, afinal eu estava deitada no colo de Jong e assistindo filme.


– Alô? — eu ficava em silêncio por um tempo e depois desligava o celular, apressada já me levantando.

– Que foi? Quem era?


– Jong Taemin acordou!


Jong levantou de pressa e nos dois corremos até o carro. Precisávamos trazer de volta nosso menino.


...


Notas finais
:O Aleluia Taemin. Sai dessa vida filho. Fica ruim, fica Mal, pelo amor néah? IUSAUHASUHSUHSAUH
E esse Jong safadenho ein? Vixi falo nada. Queria dar uns catas na Amber bêbada mesmo. Tarads SAHUUHSAUHSAhu enfim, gostaram??? No próximo Cap o 'bad' volta HUSHUSAUHSAHUSUHSA
#Aguadamosopaidetodosengravidadordemultidoest.o.pnoproximocap ooo
Bjos