Libido

6 Capítulo 5


Notas iniciais
Hey folks, desculpem pela demora. Apesar do capítulo já estar escrito, estou sem internet e então as atts serão por agora mais escassas. É sempre bom relembrar que isso é uma história sexual, com conteúdo +18 e tudo que é lido é de sua responsabilidade. O capítulo contém palavras de baixo calão e conteúdo sexual.

O que ocorrera foi um desastre iminente, algo que sabíamos que iria acontecer porém não exatamente quando.

Eu estava exausto, entretanto ainda tinha fome.

Dela....

Levantei minha calça, fechei minha braguilha e tentei não olhar para Regina nua. Não que as imagens dela debaixo de mim não estivessem cravadas em minha mente, mas olhar seu corpo nu sob a luz que a ampla janela proporcionava, aumentava toda minha vontade e diminuía meu autocontrole à números negativos.

Ela vestiu as roupas de forma metódica, em momento nenhum buscou meu olhar ou conforto. Sempre estive com mulheres que após fazer amor, se aninhavam contra mim mas Regina mostrou que não era desse tipo porque eu não fiz amor, eu a fodi, se preparando como se tivesse indo para mais um dia de trabalho. Em um movimento com o braço que fez, pude ver a aliança que brilhava imponente no dedo anelar da mão esquerda, prova da punhalada nas costas que demos em James.

"Não fale nada, não agora" sussurrou pra mim, de costas.

Concordei com a cabeça, não sabendo que podia ver minha movimentação.

Foi quase impossível não toma-la por aquela cintura, deita-la de novo e meter profundamente naquela boceta, tão lubrificada para mim...

Engoli a seco, forçando-me a focar em outra coisa. Pus meu olhar em meus pés, e a sombra de sinueta dela invadiu minha área de visão. Seus saltos ecoaram no piso, enquanto ela se afastava e abria a porta, indo pra longe de mim.

***

Mordi o interior da minha bochecha, caminhando para fora do prédio. Passei direto sem ao menos cumprimentar um dos porteiros, será que ele poderia sentir o cheiro de sexo que eu exalava?

Eu poderia rir quando percebi que evitei todas as câmeras de segurança do meu percurso até meu carro. O peguei e dirigi para fora de garagem do prédio, sentindo algo incomodo dentro de mim. As marcas da minha traição brilhavam em cada vermelhidão em meu corpo e eu só queria me lavar.

Mentira, na realidade só queria voltar aquela sala de reunião e cavalga-lo, sentir aquele pau escorregar para dentro de mim mais e mais profundamente do que da vez anterior.

Balancei a cabeça, tentando afastar a sensação porém a forma em que minhas coxas estavam escorregadias fazia-me lembrar de cada segundo.

Meu telefone começou a tocar, tentando evitar uma multa conectei bluetooth e atendi pelo fone sem fio.

"Alô" falei, sem ao menos verificar quem me ligava

"Alô" a voz conhecida sussurrou como se estivesse me dizendo um segredo e não uma saudação banal no outro lado da linha.

"David" minha voz saiu firme do jeito que eu queria. Ele poderia ser um filho da puta e ter ligado para me chantagear, ser mulher no meio editorial é sempre difícil e tendo um adultério nas costas não melhoria a situação, entretanto no fundo da minha consciência sabia que David não era desse tipo de pessoa, tinha um tipo de fidelidade e lealdade para a família disfuncional que chamava de sua, algo que se estendia até a mim.

"Eu queria pedir desculpas" começou e quis esgana-lo. Me comeu bem, acabou comigo e ainda pede desculpas?

"Hm.." foi a única coisa que saiu da minha boca

"Não usei camisinha e nem sei se..." pronunciou, hesitando no final.

Era isso? Por meros segundos achei que não havia gostado de ter me fodido. Por mais saber que é errado, nunca aceitaria ser má na cama. "Uso pílula" expliquei, sucinta.

"Ah.." ouvi no outro lado da linha.

"Se é somente isso, acho que devemos parar por aqui" pontuei, e como só a respiração dele ecoou em meus ouvidos, desliguei sem ao menos pensar mais.

Permaneci dirigindo por mais alguns minutos, quando a sensação flamejante dentro de mim cresceu ao insuportável. A mesma sensação que tive quando minha mãe me mandou a um colégio de freiras e tive que manter o celibato durante alguns bons meses. Era como se estivesse sem sexo a anos, mesmo que eu tivesse transado a poucas horas.

Nunca fui daquelas mulheres que necessitavam se tocar para ter tesão, o sexo com meus parceiros sempre me satisfazia ao máximo, todavia nesse momento meu corpo parecia que necessitava sempre de mais.

Cheguei ao meu apartamento, na cobertura. Abri a porta e percebi que James não estava, pelo menos não teria que mentir para ele. Liguei meu celular, e percebi que havia uma mensagem na caixa postal, botei para ouvir e era basicamente meu marido avisando que teria um jantar de negócios e que chegaria tarde.

Um suspiro pesado saiu da minha boca, e me dirigi ao banheiro. Acendi a luz e vi meu reflexo no espelho: boca semi-inchada pelos beijos e mordidas no lábio, pele corada e suor seco no meu pescoço.

Puta merda

A pior parte era que no fundo, a satisfação de tê-lo dentro de mim era algo concreto.

Tirei minhas roupas e decidi tomar uma ducha gelada, afim da água acalmar meus hormônios polvorosos. Entretanto, as lembranças não escoavam com a água.

Saí do banho, me sequei e me envolvi num robe de seda rosa. Resolvi me deitar, e fechei os olhos para tentar dormir ou acordar do pesadelo( ou regravação de um filme pornô sem orçamento) que fui protagonista.

Entretanto, minha mente ainda estava confusa diante aos últimos fatos e então minhas mãos impertinentes viajaram até meus seios ainda cobertos pela seda rosa e começaram uma massagem deliciosa.

O meu toque não era tão áspero quanto do babaca do David, porém no momento bastava. Imaginá-lo fazendo cada volta era o que precisava e assim o fiz!

Resolvi abrir o robe, agora tocando meus mamilos com os polegares. Depois de alguns momentos naquilo, minha mão direita e inexperiente viajou até meu abdômen, hesitando a chegar aonde eu realmente queria.

Respirei fundo, e então engoli o receio, indo com meus dedos até meu ponto de prazer. De primeira não soube o que fazer, era meus dedos inertes e meu clitóris mas em segundos meu cérebro enviou os estímulos certos e logo meus dedos começaram a bolinar meu clitóris e

CARALHO

Era bom, mas melhor ainda eram as imagens que minha mente projetava.

David de sunga na praia nos Hampitons, David de terno, David me fodendo...

De repente a sala ficou turva e eu estava em meu escritório vestida com meu robe rosa.

Interessante...

A porta se abriu, revelando o loiro, com a mesma expressão dominante de quando me possuiu na sala de reuniões. Engoli a seco, e caminhei em direção à ele.

"O que você quer?" perguntei, com as pernas bambas.

"Você" ele respondeu com naturalidade. A pior parte dessa fantasia, era que a parte mais irreal era eu vestir um robe rosa e não a situação em si.

Balancei a cabeça em negação, mas não fiz nenhum comentário contrário quando suas mãos possessivas foram para minha cintura.

Meu polegar fez uma pressão gostosa no meu clitóris, enquanto eu metia meu anular na minha boceta e a minha fantasia se desenrolava.

David me pegou e sem me falar nada, enviou uma mão no meu clitóris. Ele deu um peteleco na região sensível e eu estremeci...

Notas finais
Não sei se a formatação é a ideal, como não é meu computador, não são minhas regras :\ Espero que gostem ^-^