Libido

8 Capítulo 6 parte II


Notas iniciais
Infelizmente não tive condições de atualizar antes. Trilha sonora: https://www.youtube.com/watch?v=rV8NHsmVMPE

Ao ouvir e assimilar o que me foi dito, meu pau acordou e ficou prontamente rígido para ela. Ele se pressionou contra o tecido da calça e eu queria liberta-lo e foder aquela boca lasciva que me provocava.

Peguei então seu braço, sem racionar a gravidade de fode-la sem sentido em local tão público. Não me preocupei com as câmeras e Regina muito menos, me tendo como guia ao caminho de alguma sala vazia.

Não muito longe da cantina, havia um corredor longo, que levava até uma das salas de sutura. Encontrei a fechadura destrancada, e a meti ali, fundindo seu corpo ao meu quando a pressionei contra a porta fria.

Ela gemeu, me puxando para um beijo profundo. Sua língua explorava minha boca, assim como eu fazia com a dela, seu quadril ia de encontro a minha ereção que pulsava contra meu estomago.

"Filho da puta" rosnou, antes de morder meu lábio inferior sem misericórdia.

Enfiei minha língua em sua boca novamente, e em resposta ela colocou uma das pernas ao redor dos meus quadris, fincando o salto em minhas costas.

"Porra Regina" gemi, apesar de não querer demostrar o efeito que aquela mulher dos infernos causava em mim.

Ela ondulava seu quadril em direção a minha ereção, criando uma fricção entre nós. Deixei sua boca, arranhando sua pele com a minha barba por fazer e mordendo o caminho em direção ao seu pescoço, que ataquei sem pena.

"Você é gostosa pra caralho" admiti, enquanto buscava o zíper do vestido. Quando finalmente achei o puxei ,e abaixei o vestido até que ficasse em seus quadris.

Olhei para os seus peitos cobertos pelo sutiã, e em reflexo comecei a chupar o direito ainda sob o tecido.

Depois de alguns segundos naquele movimento, tateei o fecho do sutiã e o abri, o que fez com que as alças deslizassem e ficassem nos cotovelos, que ela retirou, deixando a peça de roupa cair aos nossos pés.

Agora seus seios estavam expostos para mim, e com vontade mordi e chupei ambos.

"Mais" Regina gemeu, segurando meu cabelo com a mão livre em direção ao seu mamilo, já que a outra a equilibrava na parede.

Porém, larguei seu seio e a peguei pela bunda. Em resposta ao meu movimento, ela colocou a outra perna ao redor do meu quadril, e assim a pude levar até a mesa que estava centralizada na sala.

Ela soltou um silvo, provavelmente pela temperatura em que estava a mesa de aço. Meus olhos focaram em seu corpo semi nu e eu quis devora-la.

"Linda" falei sem pensar, e pude ouvir sua respiração irregular.

Sua boca abriu e não soube se era para me xingar ou gemer. Fui em sua direção e comecei a beija-la, puxando insanamente seu vestido para baixo, e ela ajudou, levantando o traseiro para que a peça passasse.

Então, busquei sua boca e nossas línguas se encontraram famintas. Logo depois fui-me ao pescoço, clavícula quando finalmente cheguei aos seios.

"Puta que pariu! Preciso te comer rápido" falei, com fome , dela...

Seus mamilos eram picos duros e os mamei novamente, com mais vontade. A minha mão foi certeira até a calcinha, e sem tira-la invadi sua boceta molhada.

Meus dedos se lambuzaram no sua umidade, e sem a mínima vergonha pirracei seu clitóris e a penetrei com três dedos.

Ela gemeu igual a uma puta e assim soube o quão ela me queria.

"Porra David" disse de forma esganiçada enquanto rebolava.

Essa foi a oportunidade para fode-la tanto quanto ela fodia minha vida durante tempo, então um quarto dedo foi adicionado e eu socava com força.

"Caralho, vai..." Mills choramingou, jogando a cabeça pra trás.

Decido a acabar com ela, voltei aos seus peitos, o que fez com que ela gozasse na quinta estocada dos meus dedos.

Regina se desfez no orgasmo, deixando a cabeça cair em meu ombro entretanto eu não estava disposto a acabar ali.

Retirei meus dedos e os coloquei na boca, provando aquela porra de gosto bom que aquela maldita tinha, porém aquilo foi como um alcoólatra provar uma bebida depois de anos de abstinência. Eu precisava dela agora.

Todavia ela vestia aquela calcinha, e de forma rápida me livrei dela.

Sem mais delongas, tirei o cinto e desabotoei minha calça que caiu no meio das minhas pernas. Pude perceber a atenção da Regina no meu caralho através da cueca, que parecia nunca ter estado tão duro na vida.

Inferno de mulher.

A posição que ela estava era parecida da do escritório, duas fodas na mesma noite e parecia que eu estava preparado para mais vinte se fosse com ela.

Abaixei minha cueca que teve o mesmo fim da calça e segurei minha ereção pela base. Comecei a provoca-la, pincelando por todo sua boceta sem enfiar e socando seu grelo sem pena.

"Mete logo, porra Nolan. Me come caralho" dessa vez Mills gritou, balançando seu quadril em direção ao meu pênis "Babaca"

Sua última provocação foi a gota d'água, então a rasguei sem pena.

Regina arfou alto, e eu comecei a estocar. Não me importa o quão fundo eu estava indo, sempre buscava por mais. Era incrível a forma em que ela se ajustava ao meu tamanho e velocidade, pedindo por mais.

"Geme, implora" disse contra sua boca, antes de beija-la.

Ela gemeu involuntariamente, principalmente quando a estoquei mais uma vez e então colocou as pernas ao meu redor, cravando seus saltos em minhas costas vestidas.

Fiz isso outra, e outra vez, aumentando a velocidade. Não me importei em deixar o quadril dela roxo ou qualquer outra coisa do tipo, a única coisa que me importava no momento era tirar aquele tesão insano do meu sistema.

"Eu vou..." ela começou e antes que pudesse terminar a frase, suas paredes se apertaram ao meu redor.

Alguns milésimos depois, meu orgasmo chegou e eu gozei nela tão fundo como nunca antes.

***

"É a segunda vez na noite Regina, poderia ao menos falar que foi bom e fingir que vai me ligar depois" a provoquei, enquanto a via se arrumar.

Ela arrumou o cabelo da melhor forma que pode, logo depois ajustando o vestido me encarando com uma carranca "Não enche o saco" respondeu "Nós não somos amigos, não somos colegas e isso é só tesão"

Engoli a seco, porém coloquei meu melhor sorriso "Eu nunca disse que éramos, linda" agora o termo saiu para deixa-la furiosa e atingi meu objetivo "Mas você finge tão bem às vezes que não é uma megera sem coração, que pensei que seria fácil você fingir que isso não era apenas uma foda sem sentido"

Vi um sorriso mais sacana que o meu se formar em seus lábios "Você pensa demais e de forma errada, cunhado. A graça disso é ser uma foda sem sentido, porque sentir algo por você é mais difícil que eu comentando um suicídio"

E antes que eu pudesse responder, meu celular vibrou e quando finalmente olhei na tela, o nome que brilhava era do meu irmão.

Atendi, ainda que sem vontade.

"Alô, fale" fui pratico.

"Você viu Regina? Quero voltar pra casa e não a encontro de forma alguma" James disse no outro lado da linha, com um tom verdadeiramente preocupado.

"Ela..." comecei, olhando para a mulher perto de mim. A vi fazendo um sinal com a cabeça para que eu inventasse qualquer história e só uma coisa veio a mente "Foi embora, pegou um táxi a poucos minutos"

"PUTA QUE PARIU" li nos lábios dela o xingamento, foda-se.

"Obrigada" ele respondeu e desligou sem uma despedida.

"Caralho, você é idiota? Como vou chegar em casa antes dele?" Mills me questionou, furiosa.

"Eu não sei, vai rápido, se chegar mais tarde diga que foi um engarrafamento" expliquei como se fosse demasiadamente fácil.

"Engarrafamento às duas da manhã?" avançou contra mim, cuspindo as falhas da minha história.

"Se parar de me atacar e sair daqui, consegue" pus um ponto final, porque apesar dos xingamentos, a tensão sexual crescia de forma palpável.

Ela então se virou e tentou abrir a porta, sem nenhum sucesso. Eu tentei também, mas a porta estava aparentemente trancada.

"O que vamos fazer?"

Notas finais
Gostaram? Seus comentários são combustíveis ^-^