Liberdade
10 O plano
Preciso bolar um plano para me arrumar em casa. Já sei a janelinha que eu fiz para sair quando eu quisesse, ainda está lá intacta. Vou entrar por ela. E como de 19:00 às 22:00 nos domingos meus pais não estão em casa, estão no cursinho. Dá tempo demais. Agora eu preciso correr pra lá. 7 quarteirões. Preciso de exercícios. Já são 7 horas.
{...}
Chego na rua finalmente. Escalo a parede e entro pela janelinha. Pego um grampo de cabelo na escrivaninha e tranco a porta. É, ficar muito tempo no quarto nos faz saber fazer essas coisas. Olho no relógio 19:40. Conclusão preciso me arrumar, tomo banho, coloco uma roupa bem bonitinha (http://www.polyvore.com/m/set?.embedder=12249358&.svc=copypaste&id=170459744) e á vontade, arrumo o cabelo e passo um batom vermelho. Porque eu realmente amo um batom vermelho, o coloco dentro da minha bolsa e pronto. 21:00 em ponto, estou pronta para descer, só pego um dinheiro e o celular. Desço pelo mesmo lugar que eu entrei. Lógico que é mais dificil com esse salto alto. Mas nada que eu não consiga resolver. Olho para a esquina e o vejo, olhando para a porta de entrada. Que inocência. Quando ele me ver saindo de trás da casa, franze a testa e abre a porta. Eu caminho e entro.
Oi, tudo bom? — falo e dou um beijo em sua bochecha.
Ele pega meu rosto e vira, me beijando.
com vergonha baby? -ele levanta as sobrancelhas.
O beijo de novo, apoiando a mão em seu peito.
Ele aprofunda o beijo e tudo vai ficando mais frenético, até que ele se afasta.
Calma, nós ainda queremos chegar lá. Não é? — Ele levanta as sobrancelhas.
Com certeza. — Respondo.
Ele dirige até a casa noturna próxima
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