Liberdade
7 Casa
Fecho a porta de casa e suspiro. Estou cansada.
– Ever!
– Oi.
– Onde você estava?
– Na casa da Hanna.
– Bom.- disse Margarida, minha mãe.
Subo as escadas correndo, tomo um banho, coloco uma roupa e vou dormir.
[...]
Acordo com um barulho estranho. Olho no relógio, já é de noite. Nem precisarei dormir muito esta noite.
Desso metade das escadas e me deparo com a cena.
Meu "pai" e minha "mãe" gritando.
– Você não pode fazer isso.- Minha mãe diz
– Posso e vou. — E esse é Francisco, meu pai.
– Você não pode mandar ela pra Russia.
– Essa menina não serve para nada.
– se você a mandar pra Russia não receberemos o dinheiro dela.
–Exato. Vou pensar.
Sem quere caio da escada. E eles se viram.
Em um momento o celular estava na minha mão, no outro Francisco o joga pela janela.
Eu olho para ele com nojo e subo as escadas. Pego as chaves de casa, coloco um biquíni, o relógio e uma bolsa com roupas e dinheiro. E saio de casa.
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