Notas iniciais
Demorei.

Chovia lá fora.

Encostada na janela, em devaneio e dúvidas. Amice praguejava para si mesma. Eram um turbilhão de pensamentos, cada possibilidade que poderia acontecer.

Sentiu uma mão em seu ombro.

– Sempre há possibilidade de que seja uma armadilha.

Ele voltou a sentar-se na cama. Grover sentia-se tão cansado, que poderia dormir ali mesmo, mas precisava manter a guarda alta. Não poderiam ficar ali por muito tempo Travesso, ou como haviam descobrido, Hector já havia lhe dado metade do dinheiro e na manhã seguinte deveriam ir de barco para a cidade próxima antes que os homens do rei invada mais uma cidade a procura deles.

Também havia está loucura de que aquele nobre mimado queria se tornar rei, pensava Grover.

Porém a opinião de Amice era contrária.

– Temos comida para uma fuga? — Perguntava ele.

– Se você consideraria um pão com aspecto de musgo...Temos — Amice sentiu repulsa de olhar para a bolsa de couro onde se encontrava a comida.

Caminhando rapidamente quase chegando a linha do desespero. Sophiw deu algumas batidas na porta de madeira. Tão elegante naquele começo de manhã como pelo restos dos dias. Com uma postura adequada esperava atenderem a porta. Quando percebeu que depois de um tempo, não houve resposta seu sorriso foi destruido. Suas empregadas também perfeitamente arrumadas e uniformizadas foram em sua direção:

– Eles podem estar dormindo, madame.

Hector acompanhou o tumulto e abriu a porta tão forte que um barulho ecoou pelos corredores.

– Mas aonde foram?

Olhando em volta havia somente o quarto vazio, o cheiro de carvalho na manhã exilava pelo ar. A cama estava desarrumada e não havia nenhum objeto pessoal no quarto. Em cima da cômoda havia um papel de carta rasgado. Podia ter sido roubado, ou comprado. Mas o que havia escrito nele era o mais importante.

"Contataremos vós quando chegar a hora".

Notas finais
Escrevi a classificação do vós errado, pois muito de vocês não entenderiam. :p