Liberdade
4 Fuga
Notas iniciais
Chovia lá fora.
Encostada na janela, em devaneio e dúvidas. Amice praguejava para si mesma. Eram um turbilhão de pensamentos, cada possibilidade que poderia acontecer.
Sentiu uma mão em seu ombro.
– Sempre há possibilidade de que seja uma armadilha.
Ele voltou a sentar-se na cama. Grover sentia-se tão cansado, que poderia dormir ali mesmo, mas precisava manter a guarda alta. Não poderiam ficar ali por muito tempo Travesso, ou como haviam descobrido, Hector já havia lhe dado metade do dinheiro e na manhã seguinte deveriam ir de barco para a cidade próxima antes que os homens do rei invada mais uma cidade a procura deles.
Também havia está loucura de que aquele nobre mimado queria se tornar rei, pensava Grover.
Porém a opinião de Amice era contrária.
– Temos comida para uma fuga? — Perguntava ele.
– Se você consideraria um pão com aspecto de musgo...Temos — Amice sentiu repulsa de olhar para a bolsa de couro onde se encontrava a comida.
Caminhando rapidamente quase chegando a linha do desespero. Sophiw deu algumas batidas na porta de madeira. Tão elegante naquele começo de manhã como pelo restos dos dias. Com uma postura adequada esperava atenderem a porta. Quando percebeu que depois de um tempo, não houve resposta seu sorriso foi destruido. Suas empregadas também perfeitamente arrumadas e uniformizadas foram em sua direção:
– Eles podem estar dormindo, madame.
Hector acompanhou o tumulto e abriu a porta tão forte que um barulho ecoou pelos corredores.
– Mas aonde foram?
Olhando em volta havia somente o quarto vazio, o cheiro de carvalho na manhã exilava pelo ar. A cama estava desarrumada e não havia nenhum objeto pessoal no quarto. Em cima da cômoda havia um papel de carta rasgado. Podia ter sido roubado, ou comprado. Mas o que havia escrito nele era o mais importante.
"Contataremos vós quando chegar a hora".
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