LiTor- Superando com Amor
2 Capítulo 2
Lia sai de lá chorando o namoro de dois anos tinha acabado Dinho não a amava, mas iria logo esquece-lo não ficaria chorando por quem não merece, tinha que se cuidar com a sua saúde que era o mas importante.
— Não fica assim Lia você vai arranjar um cara que te ama.(disse Ju a abraçando)
— Eu não quero mas me apaixonar e nem namorar.(disse Lia decidida)
— Ai nada a vê só porque o seu primeiro namorado não deu certo precisa nunca mas se apaixonar isso é exagero.(disse Ju)
— É para que? sofrer eu não quero já sofro suficiente com a minha doença, ninguém vai me querer assim doente, você fala isso porque não está assim como eu, namora o Gil a anos e está tudo bem.(disse Lia que deita a cabeça nas pernas de Ju)
— O Dinho é um covarde canalha.(disse Ju com raiva de Dinho, que assistia um filme que colocaram e fazia carinho na cabeça raspada de Lia)
— Ele ta certo namorar uma doente, eu fiquei magoada mas porque ele não falou a verdade, que não me quer mas porque eu sou doente e está com outra me traindo, eu estava fazendo papel de boba por isso ele estava distante.(disse Lia que deixou algumas lágrimas escaparem dos seus olhos)
— Quando você estava boa ele não era assim, ele não te merece Lia, ele não te ama se amasse taria com você.(disse Ju)
— É mas eu vou esquece-lo.(disse Lia enxugando as lágrimas decidida)
— Ai miga eu vou viajar com o Bruno para São Paulo onde os meus pais estão passar uns dias lá, não queria te deixar sozinha.(disse Ju)
— Ah mas vai amiga são seus pais.
— Vem com agente vai ser legal.
— Sabe que não da eu to doente não quero da trabalho.
....
Dias depois...
No fim de Maringá morava Fatinha na beira da estrada numa casinha que tinha um bar junto com dois irmãos mas novos uma menina e um menino que se chamava Mel e ele se chama Felipe, ela é a mas velha com 17 anos está no segundo colégial, e não aguentava mas morar ali queria ir embora para qualquer lugar, por causa do padrasto que estava lhe assediando e queria tentar uma vida melhor em outra cidade.
Ela estava no banho virada de costas cantando e tomando banho, e chega seu padrasto entra no banheiro, ela vira-se para frente e se choca ao vê-lo a olhando malicioso ela nua, uma cara de safado e louco com muito desejo.
— O que está fazendo aqui?(pergunta Fatinha pegando a toalha e se cobrindo)
— A porta estava aberta é eu entrei.(disse ele sem tirar os olhos dela)
— Sai daqui.(disse ela chocada)
— Você está linda.(elogia ele)
— Eu vou gritar.(ameaça com medo)
— Para de ser chata que eu sei que você quer.(disse ele se aproximando)
— Eu não quero nada com você seu asqueroso, você é marido da minha mãe.(disse ela recuando para trás com medo)
— É se eu não fosse?(pergunta ele)
— Do mesmo jeito eu não queria me deixa em paz, vai procurar as vadias na rua.(disse ela com raiva)
— Não se eu tenho uma aqui.(disse ele que se aproxima de vez e ela não tinha mas para onde correr estava colada já na parede)
— Eu nunca te dei nenhuma liberdade.
— Deu sim deixou a porta aberta de propósito.
— Eu esqueci.
— Desculpa para não assumir que quer o gostosão aqui.(disse ele sorrindo safado e tirando a toalha dela)
— MÃE SOCORRO.(grita ela o empurrando e vestindo a toalha, e em um pulo ele se afasta dela)
— Cala a boca garota.(reclama ele)
— O que foi filha?(pergunta a mãe chegando assustada)
— Ele venho me atacar no banho.(disse ela fechando o chuveiro)
— Que mentira menina eu entrei sem querer para fazer xixi e ela estava no banho.(mente ele)
— Ah ta.
— Me desculpa ai mas da próxima vez deixa a porta fechado como eu vou adivinhar.
— Eu esqueci mas é verdade mãe ele falou um monte de coisas para mim ele quer abusar de mim.(disse já com lágrimas nos olhos)
— Eu não falei nada acabei de entrar e já ira saindo.(disse ele)
— Mãe acredita em mim.(disse Fatinha)
— Foi um mal entendido Fatinha.(disse a mãe)
— Não mãe não foi.
— Para de mentir eu sei que não quer eu com o seu padrasto mas você já está bem grande para ficar com essas besteiras.
— Viu escuta a sua mãe deixa agente ser feliz garota, você é como uma filha para mim imagina que eu vou abusar de você.
— Você nunca me teve como filha desde que eu começei a ficar mocinha me olha de um jeito diferente.
— Eu não vou admitir que fique falando isso na minha casa.
— Filha respeita o Dino.
— Eu que tenho que respeitar? ele que tem mamãe.
— Você não quer que eu fale aquilo não é?(pergunta ele)
— Aquilo o que?(pergunta a mãe)
— Eu não queria contar mas vou ser obrigado a contar.(disse ele)
— O que?(pergunta Fatinha sem entender)
— Você sabe muito bem eu tentei evitar mas sua mãe precisa saber antes que eu que fique de vilão nessa história, a sua filha já deu em cima de mim.(mente ele sorrindo descaradamente)
— Isso é verdade filha?(pergunta a mãe chocada)
— Eu nunca dei nem te olho.(disse sincera)
Melissa:

Fale com o autor