Let's Get Hot
5 Temari e Shikamaru – Comandada pela Sombra
Notas iniciais
Para quem não sabe Chikushou é droga e derivados em japonês
Bjos
Mendōkusei - é a frase de efeito de Shikamaru "Que problemático"
Aproveitem.
Temari estava animada, madrugo aquele esplendoroso sábado, começaria cedo a rotina diária de dona de casa. Por volta das sete e quinze da manhã já estava terminando de colocar a roupa no varal.
– Bom dia querida. – falou Shikamaru aparecendo na varanda. – Acordou cedo hoje.
– Bom dia. Eu tenho muita coisa para fazer hoje.
– Mas hoje é sábado. O que tanto você tem para fazer?
– Tenho que limpar tudo antes de sair.
– Sair?! Vai onde mulher? – perguntou juntando-se a ela.
– Vou sair com a mulherada. – nisto ela agitou uma camiseta na direção dele bloqueado que ele chegasse mais perto.
– De novo? – perguntou desconfiado.
– Sim. Vamos num salão de beleza novo que Hinata achou, ai vamos lá experimentar.
– Que horas você volta?
– Não sei ainda. Por quê?
– Só para saber, mais você não vai chegar às duas da manhã de novo, vai?
– Acho que não.
– Está bem então. Eu tenho que sair, vou trabalhar.
– Hoje?! Mais é sábado?! — disse meio sarcástica.
– Eu tenho uns relatórios para terminar. Volto antes do almoço.
– Eu não estarei aqui sendo assim veja como você vai fazer com almoço. Itterasshai. – despediu-se agitando mais uma roupa virou para estendê-la no varal.
– Ittekimasu. Mendōkusei. – sussurrou a última palavra antes de sair. – Ah! – falou de costas perto do portão. – Não esquece que hoje É Sábado! – falou dando ênfase no final e saiu.
Tudo estava indo de vento e poupa, fez todos seus afazeres domésticos, tomou um banho e foi de encontro com as amigas. Primeiro almoçaram depois voltaram à loja de lingerie para só então irem ao salão de beleza onde passaram a tarde toda fazendo tudo que tinham direito e um pouco mais.
O sol já estava descendo quando resolveram voltar para casa. Temari e Sari estavam juntas no caminho, a loira iria deixar primeiro a amiga no hotel que estava hospedada e depois iria para casa. Contudo no meio do caminho.
– Sari, Temari?! – chamou alguém.
– Achamos vocês! – era Gaara que vinha de encontro a elas. – Shikamaru e eu, estávamos procurando por vocês. – o rapaz abraçou a irmã.
– Oi querida! – Shikamaru cumprimentou.
– Oi querido. – respondeu ela desviando o beijo da boca para o rosto.
– Oi Sari. – cumprimentou o rapaz sem muito animo. – Onde vocês estavam até agora?
– Estávamos no salão. Já estava indo para casa mais quis deixar Sari no hotel primeiro.
– Não precisa mais irmã. Eu estava procurando Sari porque quero mostra um lugar para ela. A propósito, seu cabelo ficou muito bonito. – elogiou Gaara, os cabelos soltos da irmã.
– Obrigada! Divirta-se. – agradeceu com um abraço. – Sari até amanhã. – ela voltou-se para a moça lhe dando um abraço. – Força, você consegue. – sussurrou no ouvido da moça durante o abraço. – A gente se vê depois tchau. – despediu simples assim, saiu deixando Shikamaru para trás.
– Tchau gente. – falou ele sem muito animo indo atrás da mulher.
– Eles estão brigados? – perguntou Gaara num misto de preocupação e curiosidade.
– Não. Está tudo bem. – respondeu tranquila vendo o casal se afastando. – Onde você quer ir, Gaara-sama?!
– Vamos, espero que goste.
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Andaram em silêncio o caminho todo assim como mantiveram distância entre si. Ela parecia calma por fora, porém por dentro estava remoendo-se de culpa, havia feito uma estratégia para aquele dia, decidiu que ficaria fria, desinteressada e despreocupada igual a ele ao mesmo tempo estava difícil de manter esta fachada pois queria mesmo era tomar o elixir e ver se funcionava, por final achou melhor seguir o planejado.
Chegou em casa.
– Shikamaru, você faz algo para a gente comer hoje, estou cansada. – disse indo para o banheiro.
– Você esqueceu querida, hoje é sábado?!
– E dai?!
– Jantamos fora todos os sábados. – respondeu perplexo.
– Não tô a fim de sair hoje. – falou com desdém.
– Você está passando mal?! Você nunca dispensa a saída de sábado.
– Faz o seguinte, enquanto eu tomo banho você vai e compra algo para gente comer, pronto, resolvido. – disse calmamente entrando no banheiro fechando a porta na cara dele.
– Mendōkusei!
Ouviu Shikamaru xingar, ouviu também ele pisar dura em direção a saída da casa.
“Está dando certo! Está dando certo! Preciso manter a calma e seguir com meu plano! Myuahaha!”
Ela ficou dando pulinhos de alegria dentro de banheiro vendo que tudo estava indo conforme planejado. Tomou um banho rápido, colocou o conjunto novo de lingerie de cor preta e por cima dela colocou a roupa mais desleixada e odiada que tinha, um velho pijama de bolinhas vermelha, deitou-se no sofá na espera do marido. Ao notar que ele havia chegado, pegou a revista e fingiu ler com interesse.
– Tadaima. – disse desanimado indo para cozinha com a comida em mãos.
– Okaeri. – respondeu sem se mexer do lugar.
– Vamos jantar?!
– Não estou com fome. – soou cansada. “Vamos ver agora o que vai fazer?! Hahaha” ela ria por dentro.
– Então, por que você mandou eu comprar comida? – perguntou calmo como sempre.
– Porque você queria comer fora. Acho que deveria ter dito para trazer só para você ou talvez ter falado para comer lá mesmo. – comentou casual
– Chikushou! – xingou baixo chegando à sala. – Que seja... que roupa é essa?! – perguntou incrédulo.
– Meu pijama, não é obvio!?
– Você disse que tinha jogado fora este lixo.
– Eu adoro ele, é tão confortável e quentinho me deixa tão... aconchegada, por que jogaria ele fora?! Tá louco?!
– Acho que estou. – ralhou pegando o cigarro.
– Fume lá fora. Limpei a casa hoje. – entoou mansa.
– Esquece. – respondeu deixando o cigarro de lado, deu a volta no sofá e ajoelhou-se de frente para ela que mantinha o olhar na revista. — Querida?! – chamou suave passando sua mão nas madeixas loiras. – Seu cabelo está lindo hoje.
– Obrigada. – mostrando não se importar. “Que filho de uma quenga! Só agora ele fala isso! Já tô ficando é com raiva!”
– Amor, sabe hoje é sábado então...
– Que caralho! – xingou pondo-se de pé jogando a revista longe. – Eu já sei que é sábado! Eu já limpei a casa, lavei a sua roupa o que mais você quer? Vai ficar me aloprando por causa da janta?!
– Que isso Temari! – tentou acalmá-la. – Hoje é o dia que temos para ficarmos juntos, ter uma noite romântica o que deu em você mulher?!
– O que você quer?! Você está querendo sexo é isto?!
– Qual o problema?! Você vive me cobrando e agora que eu quero você tá ai igual uma maluca!
– Ai que está o problema! Esse casamento não era para ser mais um trabalho entediante onde eu tenho que ficar cobrando o meu marido me dar carinho e atenção! Eu estou cansada de ter que implorar para você fazer sexo, eu estou cansada de ficar em segundo lugar! Estou tendo que marcar na sua agenda para a gente fazer amor. Eu não quero ser mais uma obrigação para você...
– Eu estou me matando de trabalhar, você tem ideia o quanto é cansativo ter que ficar pensando em todas as possibilidades, resultados e consequências de todas decisões que são tomada nesta vila, todo santo dia?!
– Verdade! Realmente é difícil! Estou começando achar que você não pensou direito quando disse “sim”. E tem mais! Eu não quero sexo eu quero fazer amor com a pessoa que eu amo e isto não se marca horário ou dia, fazer amor é algo que dá vontade nos dois e hoje eu não estou com vontade nem para sexo muito menos amor. Boa noite!
A discussão terminou com a mulher indo para o quarto e fechando a porta numa batida.
“Chikushou!! Não era para terminar assim! Mais eu não aguentava mais, eu tinha que falar! Filho de uma puta! Ahhh!!! Que ódio! Eu estou me sentindo um lixo aqui!!” – pensava a medida que saia pelo quarto puxando, derrubando, jogando, espalhando tudo que via pela frente, parou na penteadeira viu o frasco com o liquido lilás. “Era para ter sido diferente. Eu não queria que terminasse assim!” pensou pegando o frasco. “Eu queria um pouco mais de atenção, mais uma atenção de verdade, chikushou! Será que eu aguento viver assim?! Eu amo ele mais do que tudo nesse mundo! Chikushou! Eu fiz todo este joguinho para usar isto e olha só no que terminou, no provável fim do meu casamento, que vontade de bater na Tsunade-sama! Quer saber de uma coisa! Vou tomar isto aqui, nem que seja a nossa última noite juntos mais que seja inesquecível se isso funcionar mesmo?!” – tomou o liquido e ficou esperando por algo. “Eu não sinto nada. Humpf! O clima esta tão ruim que nem o melhor afrodisíaco iria resolver. Que se dane!”
Ainda bufando de raiva juntou um travesseiro do chão, jogou-se na cama e tentou dormir. Não conseguia nem fechar os olhos, seus pensamentos não deixava assim como o silêncio de Shikamaru estava a enlouquecendo.
“Ele me abandou de vez! Ele já estava tão cansando assim de mim?! Ele nem veio falar comigo, nem veio tentar salvar nosso casamento, conversar, tentar entender meus sentimentos. Ele não devia me amar tanto assim...chikushou!”
Tentou limpar as lágrimas que brotavam em sua face, contudo não conseguiu, suas mãos estavam presas, levantou-se para ver o que era mais não foi muito longe, pois ambos os braços e pernas foram esticados a forçando ficar deitar num forma de cruz. Era Shikamaru usando suas sombras. Ouviu o click da fechadura, ergue a cabeça e viu o rapaz entrando, os cabelos soltos, só de calça, na mão direita girava uma kunai e a esquerda tirava o cigarro da boca para liberar a fumaça.
– Então é assim mulher?! – usava o tom cansado de sempre. – Você me chega às duas da manhã em casa completamente bêbada, me trata igual como um qualquer e para piorar a situação você me veste a roupa que seu ex-namorado deu justo no dia que eu tenho para te fuder do jeito que você tanto pede. Você sabe que eu não gosto de brigar mais tem certas coisas que eu não tolero. – disse enquanto subia na cama ficando ao lado dela. – Eu pedi uma vez, educadamente, para você jogar este lixo fora mais não se preocupe que irei resolver isto já! – com movimentos rápidos ele estraçalhou a roupa, deixando-a somente com lingerie preta. – Humm, roupa nova?! Para que isto, se você disse que não esta afim?! – perguntou acariciando o tecido a medida que sentava no ventre da moça.
– Era para... – tentou responder mais estava perplexa demais para pensar.
– Para que?! – perguntou ameaçadoramente inclinando em direção ao rosto dela. – Era para usar com o outro que te dá atenção que você me acusa não dar?! – silvou segurando o rosto dela jogando a fumaça do cigarro na cara dela.
– Coff...coff...coff...
– Desculpa! Esqueci que não era para fumar dentro de casa. – soltou sarcástico quando ela terminou de tossir.
– Você está louco?!
– Você está me traindo?! Ainda estou desconfiado desta noitada e do encontro desta tarde. Responda! Você esta me traindo?! – perguntou aos berros.
– Não! – gritou com a face molhada de lágrimas. – Diferente de você, que faz isto comigo todos os dias em relação ao seu trabalho! – disse por fim entre soluços.
– É bom mesmo! – sibilou cravando a kunai com força ao lado do rosto. – Caso você ouse fazer isto... – falou com raiva pegando o rosto dela com força. – Eu farei de tudo para tê-la de volta...
Beijou com fúria e urgência, ela não atreveu a recusar os beijos já que era o ela mais queria, compartilhou da mesma urgência que o marido deixando a língua dele entrar e encontrar a sua, aprofundando o beijo. Foi um beijo atrás do outro por um longo tempo, quando finalmente afastaram sentia seu corpo queimar de desejo, amava seu marido e faria de tudo para tê-lo sempre ao seu lado nem que ficasse em segundo lugar.
– Eu não sei se você esta afim ou não. – Shikamaru disse levantando da cama. – Mas eu estou com muita vontade e farei, farei tudo o que eu quero porque eu sou seu marido, nunca se esqueça disso. – sentou-se numa cadeira que estava num canto do quarto, ajeitou as pernas em posição de meditação. – Não atreva-se a reclamar, porque hoje é sábado e vou fazer amor com minha mulher até eu achar que está bom. – dito isto ele começou a fazer selos.
No mesmo instante sentiu as sombras passearem pelo seu corpo, era diferente do de costume, realmente pareciam mãos, várias mãos passeando pelo seu corpo, que arrancou sua lingerie e depois massageou, apertou e puxou toda sua pele. Não demorou para começar arfar e gemer, seus seios foram tratados com demasiada força por longo tempo até os bicos ficarem doloridos, então suas pernas foram flexionadas e afastas para as sombras invadirem sua intimidade, podia sentir dentro dela com movimentos alternados de vai-e-vem, círculos e dedilhar assim como sentia a pressão no clitóris. Foi pega de surpresa ao experimentar sucções em seu rosto, pescoço, seios, ventre e clitóris com se estivesse recebendo chupões e beijos, era algo novo nas sombras de seu marido.
“Quando ele aprendeu isto?!”
Pensou com dificuldade, pois seu corpo estava cada vez mais perturbado pelas várias bocas e mãos. Os gemidos cresciam em seu peito transbordando pelos lábios mais nem eles foram perdoados, foram preenchidos pelas sombras no qual ela passar a sugar pensando ser o membro do amado.
– Não tão rápido. – ele penalizou.
Tudo cessou para ter seu corpo suspendido no ar levado ao rapaz. Shikamaru ficou em pé, analisou sua esposa suspensa no ar, o corpo tremia, havia pontos vermelhos espalhados, face ruborizada, respiração falha, cabelos bagunçados e olhos semicerrados que o encaravam com intensidade..
– Ainda não, minha amada esposa.
Sussurrou beijando uma mecha do cabelo loiro. Despiu-se do restante de roupa revelando o falo turgido, voltou a sentar na cadeira, fez com que ela ajoelhasse a sua frente, as sombras guiaram as mãos ao membro iniciando a sessão de caricia em movimentos de vai-e-vem, o fez com agrado esboçando um sorriso maroto prendendo seu olhar ao do amado. Viu a mão do rapaz descer ao encontro de seus cabelos agarrando com força, depois sua cabeça foi empurrada contra o membro pulsante. Sabia o que ele queria e assim o fez, abocanhou até o fim ouvindo o gemido agudo do marido. Ele gostava de ser chupado com força, lentamente e até o fundo, sabia de todos os gostos do amado e faria tudo para agradá-lo, pois a sinfonia que saia da garganta dele a deixava louca. Chupou sem pudor, contudo seu controle perdeu-se ao sentir as bocas e mãos fantasmas em seu corpo, beijando, chupando, preenchendo, entrando e saindo de sua intimidade, pescoço, seios, ventre e agora as costas. Seu corpo logo voltou a tremer de prazer, cravou as unhas nas coxas do marido em buscar de controle para continuar o agrado do amado. O ritmo das chupadas ficou descompassado porque sentia o gozo chegar, estava difícil manter os gemidos abafados pelo falo, usou a mão para ajudar no serviço, em sua vagina as investidas também aumentaram.
– Amor... eu não vou aguentar por muito tempo. – disse arfando voltando por o membro na boca.
– Não pare! Quero que engula tudo. – ordenou soltando uma risada seguida de um gemido longo.
Intensificou a sugada e ritmo, a mão ajudava dando a sensação de ir até o fundo já que sua garganta não aguentava mais, percebeu o tremor nas pernas no marido, ele iria gozar, abocanhou mais uma vez ferozmente e logo sua boca se encheu do gozo quente o qual ela bebeu de prontidão enquanto ouviu gruir rouco. Estava livre para aproveitar o prazer que não estava longe.
– Shikamaru... arff... eu te amo. – gemeu cravando as unhas nas coxas do rapaz.
– Eu também.
Respondeu tomando a boca dela num beijo sôfrego. O raio saiu de sua vagina atingindo todas as células de seu corpo num êxtase, gemeu entre os lábios do amado. Seu corpo foi liberto das sombras mais foi pego pelo homem que lhe carregou de volta à cama. Shikamaru deitou-se sobre ela, vendo-a recuperar o fôlego.
– Você me ama?! – perguntou ao pé do ouvido.
– Amo, amo com todas minhas forças, com toda minha alma. – respondeu com voz embargada abraçando-o pelo pescoço.
– Me perdoa?! Me perdoa por te deixar em segundo plano?! – pediu afundando o rosto no pescoço dela.
– Tudo bem, contando que você esteja sempre comigo.
– Eu estou trabalhando duro para dar um futuro para você e nossos filhos. Porque o que eu mais quero neste mundo é estar com você e os filhos que virão.
– É por isto e outras coisas que te amo tanto. – disse puxando para um beijo suave.
– Eu te amo muito, não quero perdê-la. Vou tentar mudar isto que está te deixando infeliz. A partir de hoje sempre que você se sentir em segundo plano quero que você me diga, não quero você sofrendo porque isto me mata.
– Acho que você não esta pensando direito. – riu maliciosa. – Você sabe que esta se condenando a fazer amor comigo todas as noites para o resto de sua vida?! – sussurrou mordendo o lóbulo direito.
– Sim, eu sei. Obrigado por me lembrar que a melhor coisa que existe neste mundo é fazer amor com a pessoa que a gente ama. – tomou a boca dela para mais um beijo arrebatador.
– Eu quero mais. – falou maliciosa entre os beijos.
– Eu nem comecei. – disse rindo tomando o pescoço com uma mordida.
As sombras haviam sido interessantes e intensas mais não se comparava com a boca molhada e quente de seu marido, aquilo sim era prazer, a língua roçando sua pele, os dentes mordendo, os lábios macios, a saliva que lubrificava. O prazer estava instalado em sua carne, nem havia recebido uma dúzia de beijos no pescoço e seu ventre já pegava fogo. Shikamaru trabalho duro para preparar o terreno, beijou os lábios, mordeu os lóbulos, chupou os seios, enfiou os dedos na cavidade quente e molhada. Mordeu as coxas deixando marcas enquanto empurrava os dedos dentro dela, não demorou para a pelve dela mexer em sintonia a mão, seu membro enrijeceu no ato, com uma necessidade descomunal de possuí-la. Tomou os lábios que já estavam vermelhos de tantas mordidas.
– Eu quero o especial hoje. – pediu em confidencia entre os lábios.
– Sinta-se à vontade marido amado. – riu debochada.
– Itadakimasu.
Selou a brincadeira com um beijo, em seguida virou-a de costas em quanto recebia de sua sombra um frasco e um pacotinho, abriu o segundo item tirando de lá uma camisinha o qual colocou em seu falo depois empinou a bumbum da loira abriu o frasco despejando o liquido viscoso que possuía cheiro de framboesa, lambuzou a entrada apertada, fez o mesmo com toda a extensão do membro. Ela observou marido preparando-se para comê-la por trás, não era a primeira vez e também não achava ruim, na verdade gostava daquilo, mas gostava de manter guardado para ocasiões especiais para não perder aquele elemento surpresa. Vendo que estava pronto, empinou a nádega, sentiu alguns beijos em suas costas e mordidas na carne em oferta, ele ainda deslizou as mãos pelas costas antes de segurar firme na cinturar e força seu membro contra a entrada apertada.
– Ahhh... – gemeu alto quando a cabeça havia entrado. – Chikushou! Como isto é gostoso! – arfou sendo invadida lentamente por ele.
– Mulher! – chamou empurrando fundo até onde era possível, grudou seu peitoral nas costas dela a procura do ouvido da loira. – Como você esta apertada e quente hoje. – disse esperando ela se acostumar com o preenchimento.
– Estou sentindo ele pulsar.
– Acho que não vou aguentar, só de ficar assim já está me deixando louco.
– Se fosse só você...
– Não se preocupe que o serviço vai ser completo hoje. – riu a beijando docilmente.
– Huumm... – gemeu sentindo sua intimidade ser penetrada. – Para quem disse que está louco você até que está bem controlado. – riu vendo se a sombra cuidar de sua vagina.
– Como eu disse, só estou começando.
Depositou um beijo na nuca antes de voltar à posição certa. As estocadas eram lentas, pois ainda havia resistência, no entanto como ela era penetrada na intimidade pela sombra logo pode aumentar a velocidade da batida. Empurrava-se freneticamente contra as nádegas ao ponto de suas pernas tremerem de tanto prazer, não iria suportar por muito tempo porque ela lhe apertava sem dó. Puxou-a pelos os ombros fazendo os corpos de encontrarem para depois sentarem com ela ainda de costa. Ele precisava concentrar mais não teve muita sorte, Temari continuou o movimento de vai-e-vem e a pressão em seu membro aumentou devido a sentada. Ela já estava em pleno êxtase muito antes de sentar no colo do marido, estava sendo penetradas pelos dois lados, era a primeira vez e achou aquilo prazeroso ao ponto de estar quase gozando. Seria o famoso orgasmo múltiplo que ela tanto havia lido?! Não sabia responder, só tinha certeza que era bom de mais.
– Aahh... – gemeu enfiando-se no marido, descompassada. – Não para! – arfou. – Mais forte eu to quase...ahh...rápido...ahh...
Obedeceu ao pedido da esposa, agarrou a cintura puxando violentamente com urgência contra seu corpo, penetrou várias vezes cada vez mais rápido e fundo assim como a sombra na vagina, se ela não gozasse logo ele não teria paciência para controlar a sombra já que sua mente estava sendo consumida pelo prazer de ouvi-la gemer e ter seu membro envolvido com força. As estocadas continuaram enchendo o quarto de sons e gemidos até que seu falo foi apertado com um força que não tinha sido usada antes, ela tombou a cabeça para trás soltando um gemido rouco parando de se mexer em seguida, pois seu corpo todo tremia, havia gozado. O aperto magnífico o levou a gozar em retribuição, todos seus músculos contraíram de prazer derramando o gozo junto com amada. Desfaleceram na cama, puxavam o ar com urgência, os corpos mantiveram inertes, estavam exaustos.
– Definitivamente você está perdoado. – ela riu quando havia conseguido recuperar um pouco de força achegando-se aos braços do rapaz.
– Só agora?! Nossa achei que tinha sido perdoado no momento que eu entre no quarto.
– Tá bom...tá bom...não vou negar... – falou num tom de vencida. – Te perdoei quando você chegou em casa com a comida, que por sinal cairia bem agora, estou com fome e cede.
– Eu vou buscar algo. Também estou com cede e tô precisando de um cigarro. Eu te amo.
– Também te amo.
Trocaram um selinho depois Shikamaru saiu do quarto em direção a cozinha. Demorou mais era por um bom motivo, voltou com a comida e bebida num bandeja, tentou surpreendê-la com o mimo mais ele foi o surpreendido, o cigarro caiu da boca quando entrou no quarto e a viu vestida enfermeira sex.
– Vou te dar dez minutos para terminar seu cigarro, beber e comer, afinal meu querido maridinho está cansado e abatido, tenho que cuidar bem dele. – recebeu pegando a bandeja da mão dele, o guiando para cama.
– Me dê somente cinco...
A sombra levou o cigarro fora, ambos beberam o suco e atracaram-se novamente aos beijos e etc. e tal.
Notas finais
Valeu à:
Roxy Okumura
Catherine
Bjos e espero que tenham gostado. Que venha o próximo casal!
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