Let me fix you
3 Capítulo 3 - Final
Notas iniciais
I've got a burning desire for you, baby
(I've got a burning desire)
(Come on tell me, boy)
– Red … — Lizzie o tomou em seus braços, aconchegando o corpo do outro no seu. — Eu tive medo, tive medo de te perder. Muito medo ... — A mais nova deu um suspiro fraco, como se tirasse o peso dos seus ombros. Mas sua tranquilidade não durou muito tempo, percebeu que alguma coisa não estava certa. Estava tudo quieto demais — Red? Red!
Elizabeth baixou o olhar, então avistou a feição de Red. O olhos cor de celeste de Raymond estavam fachados, e o se corpo não demostrava nenhuma reação. Então a jovem gritou rasgando ses pulmões. Ela temia o pior.
Seu grito ecoou por todo o velho galpão e Ressler, que estava do lado de fora esperando a ordem de Lizzie para entrar, invadiu o lugar.
– Elizabeth! — Ele apareceu com a arma em punho, temendo o pior. E o que avistou não era nada animador. Raymond estava jogando nos braços de Lizzie com o corpo parecendo sem vida. Donald se aproximou e aproveitou para ligar o interruptor, e uma luz fraca surgiu abraçando todo o ambiente.
– Eu não sei oque aconteceu! — A voz da ex agente se misturava ao seu choro, em um momento ele estava conversando normalmente comigo, e … e...
Ressler percebeu que Red estava bastante ferido e que o desespero tinha tomado contar do olhar de Keen. — Não se preocupe eu vou chamar uma ambulância. Eu te prometo Liz, tudo vai dar certo.
***
– Onde eu estou? — Red trazia um pouco de balbuciar em sua voz. Passando alguns segundos, e percebendo que não receberia nenhuma resposta, decidiu olhar o ambiente ao se redor e a si mesmo. A primeira coisa que notou foi nele mesmo, não estava usando um dos seus famosos ternos, mas sim uma simples camisola de pano da cor verde. E percebendo o soro no seu braço, e máquinas ligadas ao seu corpo ele deduziu que estava em um hospital. Suspirou, odiava hospitais. Odiava a hipocrisia que era inalada ao entrar neles, odiava que usa coisa com o objetivo de salvar vidas fosse regida só por dinheiro. Além disso odiava as paredes brancas do quarto em que se encontrava, e a lista de cor azul que se encontrava centralmente nelas não ajudava em nada.
Procurou um reflexo para verificar o seu rosto, infelizmente não achou nenhum, e a experiencia de tocar sua não tinha sido nada boa. Tinha ganhado pelo menos uma cicatriz no canto inferior dos olhos.
Depois de tantas conclusões, se deu conta que estava sozinho no hospital. Isso seria até normal se ele não tivesse namorando a Elizabeth.
Quando o som doce do nome da sua amada invadiu sua mente, o medo se apoderou do seu corpo. Thomas (mesmo Red não querendo admitir, Tom tinha sido uma adversário quase a altura) o falou que Lizzie estava jogando com ele, que ela se mantinha do lado do ex criminoso para salvar sua pele. Red não queria pensar nisso agora. Elizabeth tinha salvado sua vida, tinha prova de amor maior do que essa?
Mas por outro lado …
Agora com Tom morto ela não corria mais nenhum perigo, e poderia se desvincular do FBI sem nenhuma preocupação, fugir par longe e viver qualquer vida que escolhe-se.
E isso explicaria porque ele tava naquela cama de hospital sozinho.
Raymond sentou-se na cama, sua mente formava teorias novas a cada segundo. E Elizabeth não estando ali não ajudava nada.
Ele se levantou da cama do hospital (argh, como aquele colchão era horrível), e suas costas doeram com o esforço, a quanto tempo ele estaca naquela maldita cama?
Não importava mais, ele tinha que voltar para casa. Arrancou tudo do seu corpo, e por um segundo um mal estar percorreu seu corpo, mas foi passageiro. Já tinha passado por coisas bem piores.
Vasculhou pelas gavetas e achou sua roupa, vestiu logo a blusa branca de manga comprida e o colete, parou quando escutou uma voz vindo da porta. Pensou que seria os enfermeiros devido o barulho dos aparelhos. Mas não era possível, ele tinha tirado tudo da tomada.
– Sabe, eu sempre te preferi sem as calças, já devo ter lhe dito isso várias vezes.
– Elizabeth? É você? — Os olhos do mais velho se iluminaram quando ele se virou e viu a morena escorada na porta do quarto.
– Quem você estava esperando? Ou você tem outra namorada? — Lizzie fingia que estava com raiva. — Raymond Reddington, você tem outra namorada!
– Lizzie! — Red a abraçou, mas não tão forte como queria, afinal, ainda estava machucado. A recuperação ainda iria durara mais um pouco. — Claro que não minha querida.
– Você não recebeu alta. Então por que você estava se arrumando?
Red percebeu que não poderia esconder aquilo, e ela merecia a verdade, então contou tudo que Tom lhe tinha dito e que ele mesmo tinha pensado que Lizzie tinha o abandonado.
– Perdoe esse velho Lizzie.
– Eu te perdoo, mas só se você me prometer nunca mais me fazer passar por um susto como esse. Donald teve que chamar os médicos no galpão, por que eu não consegui fazer nada. Eu realmente pensei que tinha te perdido Red. Uma dor dominou o meu corpo naquela hora, não era física, e doía mais do que qualquer coisa que eu já tenha sentido. Imaginar você mortoo levou meu ar embora. — O mais velho enxugou uma lágrima que dançava pelo rosto de Lizzie.
– Shiii. — Ele a abraçou e Elizabeth aconchegou a sua cabeça no ombro do outro. — Tudo está bem agora.
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3 semanas depois.
– Red! — Lizzie andava pelo grande quarto de hotel tentando colocar o seu brinco e achar o agora noivo. — Estamos atrasados para falar com o corretor. E eu não quero perder essa oportunidade, finalmente achamos a casa perfeita!
– Eu estou indo. — Ele saiu do banheiro com um exemplar do jornal do dia na mão. — Devo ressaltar que eu sou contra essa saída hoje. Oficialmente eu estou de alta, e a primeira coisa que você me obriga a fazer é essa visita cansativa.
– Você tem outra sugestão? — Ela o fuzilou com o olhar.
– Na realidade. — Red a puxou pela cintura, juntando um corpo no outro. — Eu tenho sim. — Desceu seus lábios pelo pescoço da mais nova, traçando o caminho com a sua língua. — Pelo que eu me lembro, estou de devendo algo. – Red desceu a alça fina do vestido azul-turquesa de Lizzie, expondo os seios fartos de Elizabeth. Então, bem vagarosamente ele começou a massageá-los. No rosto da outra uma pequena expressão de prazer estava nascendo.
O mais veio a colocou na cama, sem antes tirar o vestido por completo da noiva, e se pois a beijar todo o dorso da outra. Os beijos iam aumentando junto com as carícias. A língua de Raymond já estava na base da virilha de Elizabeth. Ele levantou o olhar como se pedisse permissão. E ela deu.
Finalmente eles poderiam ter aquela paz que tanto queriam.
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