Let Her Go, a Swan Queen fanfic
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Notas iniciais
And up until now i had sworn to myself
that i'm content with loneliness
Because none of it was ever worth the risk
Well, you are the only exception
Emma's PoV
Emma dirigia pela cidade pensando na única coisa que passava por seus pensamentos nos últimos tempos. No entanto, não era Regina o seu destino daquela vez.
Podia parecer bobo, mas ela queria saber o que tinha acontecido com a loja de antiguidades de Mr. Gold. Obviamente, ela se lembrava de que ele tinha morrido, mas era difícil digerir aquele fato. Emma sentia falta de ter a ajuda do poderoso Senhor das Trevas para lhe dizer tudo o que ela precisava fazer. Ele sempre tinha as respostas e as soluções para tudo. Era realmente difícil ter que traçar seus planos sozinha. O tempo tinha descongelado, mas e agora? O que ela tinha que fazer?
Mesmo que as coisas com Regina não estivessem indo tão mal, ela estava começando a perder a paciência. Emma podia estar perdidamente apaixonada, mas algo que ela não tinha era paciência com relacionamentos montanha-russa. Seria tão mais fácil se ela pudesse se encontrar com Gold, perguntar-lhe o que ela tinha que fazer para quebrar a Maldição e simplesmente abraçar Regina e sua família como se nada nunca tivesse acontecido. Mas isso não seria possível. Porque ele estava morto.
E mesmo sabendo disso, ali estava Emma, dirigindo até o lugar onde costumava ficar sua loja. Talvez se ela visse que outro estabelecimento tinha substituído-a, ela finalmente aceitaria que ele não iria voltar. Mas por enquanto, era difícil acreditar que um homem tão poderoso tivesse simplesmente morrido de forma tão rápida enquanto matava seu pai quase igualmente poderoso.
Mas no fundo, Emma sabia que aquilo era algo tão banal que só poderia ser uma tentativa tola e inconsciente de esquecer Regina.
Emma ouviu um relâmpago e se arrependeu por não ter se agasalhado. Por fim, chegou ao local. Estacionou e desceu do carro. E, como ela esperava, a loja de velharias e artefatos mágicos não estava mais lá. Em seu lugar, erguia-se um local pequeno e sujo com um letreiro que dizia: “Loja de ferramentas do Leroy”.
Suspirou, desapontada. E assim que Regina voltou a invadir sua mente, ela se materializou ao seu lado.
A prefeita dobrou a esquina e começou a andar até Emma, lentamente. Ela vestia um casaco cinza e calças jeans, e parecia, por algum motivo, desesperada.
– Regina – cumprimentou Emma, não tão animada – Não te vejo desde anteontem, quando... Nos beijamos.
Regina olhou ao redor, preocupada.
– Pode falar um pouco mais baixo, por favor, Srta. Swan?
– Por quê? – perguntou Emma, aumentando o tom de voz propositalmente – Você não quer que as pessoas saibam que nos beijamos?
Regina suspirou, olhando-a com desaprovação.
– Eu sinto muito – disse ela – Não devia ter te expulsado.
– Você acha?
– Mas eu estou aqui, porque preciso da sua ajuda com algo.
– Ah, então agora você procura a minha ajuda? Quer saber, Regina? Eu me cansei. Estou cansada de ficar correndo atrás de você, e de você ficar me dispensando e depois voltando como uma adolescente. Eu não tenho paciência pra esse tipo de relacionamento. Então ou você realmente me dá uma chance, sem voltar atrás e sem esconder isso de ninguém... Ou sou eu quem não vou querer mais nada. Você me pediu uma prova, e eu te dei. Agora é a sua vez de me dar uma.
Regina encarou-a, parada e impassível. Talvez Emma estivesse sendo injusta ou insensível, mas ela estava cansada de esperar. Talvez um ultimato fosse o que elas precisassem.
Ao perceber que Regina não iria responder, ela disse:
– Nada, hã? Como eu imaginei.
Virou-se para ir embora, mas foi surpreendida por um toque em seu ombro e alguém puxando-a. Antes que ela percebesse, Regina pressionou seus lábios contra os dela, em um beijo inesperado e intenso, seus braços nas costas de Emma. Recuperando-se da surpresa, Emma fechou os olhos e sentiu-se flutuando, numa sensação que jamais conseguiria descrever, mesmo que tentasse. Emma surpreendeu-se ainda mais quando Regina aprofundou o beijo, usando a língua.
As pessoas da oficina começaram a sair para olhar. Emma ouviu Leroy dando um assobio e várias outras pessoas surpresas ovacionando. Provavelmente a maioria deles já estava enchendo as duas mulheres de rótulos e mais rótulos. Talvez alguns deles até estivessem achando sexy. Mas naquele momento perfeito, Emma não se importava com nada além de Regina. Ela nem se importava que a Maldição ainda não tivesse se quebrado. Com o passar do tempo, Regina ia sentir amor verdadeiro por ela.
Infelizmente, após alguns segundos a necessidade de ar venceu, e as duas se afastaram.
– Isso é o suficiente pra você? – perguntou Regina, em tom de desafio.
– Não – respondeu Emma.
– O quê?
– Um beijo só não é o suficiente – respondeu Emma, levantando a sobrancelha.
Regina riu, revirando os olhos. As pessoas começaram a se afastar.
– Você vai ter mais, Srta. Swan. Não se preocupe.
– Então nós... Estamos juntas? De verdade? – perguntou Emma.
– Sim. – ela respondeu, sorrindo. Em seguida, tocou a mão de Emma — De verdade. Eu... Sinto uma conexão muito forte por você, Emma. Eu não sei de onde veio, mas sei que é algo que eu preciso seguir. É algo bom. Do qual eu não posso fugir.
Emma sorriu.
– Agora – perguntou Regina – Você vai comigo até a minha casa, me ajudar com algo muito importante?
– Entre no carro – Emma respondeu.
****************************
Regina guiou Emma até o seu quarto, que ficava no andar de cima da casa. Subiram as escadas de mãos dadas, e Regina abriu a porta do cômodo. Emma riu consigo mesma. Um mês de reencontro e Regina já estava levando-a para seu quarto.
O quarto não era tão grande quanto Emma pensava, mas era bastante aconchegante e suntuoso, com paredes brancas, uma lareira, poltronas, quadros, lamparinas, uma janela que dava vista para o jardim e parte da rua, e uma cama grande que pareceu particularmente convidativa para Emma naquele momento.
Emma percebeu que a cama estava cheia de papéis e documentos, espalhados. Regina sentou-se e fez sinal para que Emma se sentasse também.
– Sabe, Emma... Eu estive pensando. Pensando muito sobre a minha vida. Sobre... Onde eu estou. – respirou fundo antes de continuar – Meu trabalho tem se acumulado cada vez mais – disse, mostrando a pilha de papéis acumulada sobre a cama – E ser a prefeita desta cidade, apesar do que pode parecer, é muito estressante. E tem a Wilma... Ela era terrível, mas agora que ela não está mais aqui, eu tenho ainda mais trabalho. E eu percebi que... Que não é isso o que eu quero. Eu não pedi por essa vida. Aliás... O mais estranho é que eu não me lembro de algum dia ter desejado ser política. Acho que nunca tive muita escolha.
Emma olhou para ela com clemência.
– Então você quer renunciar ao cargo? – perguntou
– Sim. Talvez. Mas eu queria ouvir a sua opinião. O que você acha que eu devo fazer?
Emma começou a pensar. Ela sabia o quanto era ruim ter que viver sem escolha. Sua vida fora, na maioria do tempo, uma grande sucessão de faltas de escolha. Ela sabia o que Regina estava sentindo. No entanto, disse:
– Regina... Eu não posso te dizer o que fazer. Somente você sabe o que é melhor pra você. Mas... Eu posso te dar um conselho. Não renuncie.
– Eu não queria – respondeu Regina – Mas eu não consigo mais.
– Mas você é uma mulher forte – insistiu Emma – Eu sei que você consegue manter sua vida sob controle. Basta se esforçar um pouco mais. E além disso, se você sair... Quem vai cuidar desta cidade?
– Poderia haver outra eleição. Certamente alguém nesta cidade se interessaria.
– Mas ninguém governaria tão bem quanto você. Você é uma pessoa... Maravilhosa, e a forma como você ajuda as pessoas, a forma como você governa esta cidade, é insubstituível. Olhe... Não estou te encorajando a continuar com algo que você não consegue lidar. Se você realmente não estiver mais agüentando, desista. Renuncie. Mas, acredite em mim... Eu sei como é não ter escolha. Eu sei como é viver uma vida pela qual você não pediu. Mas eu também sei... – disse, tocando a mão de Regina – que sempre há um lado bom. Pode ser difícil, mas pense que você está ajudando todas essas pessoas. Você está fazendo algo bom. E além disso... Você tem a mim. Sempre que sua vida ficar difícil, você pode contar comigo para... Deixar as coisas um pouco melhores.
Regina sorriu.
– Eu posso?
– É claro! Eu nunca vou te deixar sozinha. E você também tem o Henry!
– O seu filho? – perguntou ela, confusa
– Sim, por que não? Talvez vocês dois pudessem... Se conhecer algum dia. Tenho certeza que vocês se dariam bem – falou ela, pensando na enorme alegria que isso traria aos dois.
Regina riu.
– O que eu quero dizer, Regina – continuou Emma – É que eu também tive dificuldades em aceitar... Meu destino. Eu passei pelo mesmo. Mas eu tinha pessoas que me apoiavam. E, além disso... Ás vezes é preciso fazer sacrifícios por um bem maior.
Regina arqueou as sobrancelhas, confusa.
– E que destino é esse que você teve que aceitar, se eu posso perguntar?
– Ah... Eu não me sinto... Confiante para compartilhar isso. Ainda. Espero que entenda. Mas você vai saber. Um dia.
Regina assentiu.
– Eu entendo.
Em seguida, suspirou.
– Quer saber, Emma? Provavelmente você está certa. Eu não deveria desistir dessa cidade. Mas ainda assim... Eu vou pensar mais um pouco antes de tomar uma decisão.
– Você está certa. É melhor pensar mais um pouco. E, obviamente, eu não quero que você se force a continuar levando esta vida se você não conseguir mais. Só pense com carinho no que eu disse, ok?
As duas sorriram, e Emma tocou a outra mão da prefeita. As duas se aproximaram.
– Você estava falando sobre Henry... – disse Regina – Eu acho que... Eu gostaria de conhecê-lo. Ele sabe sobre... Nós?
– Sim. – respondeu Emma, começando a acariciar seu braço – E ele nos apoia.
– Isso é bom.
Seus olhares se encontraram, bem como seus lábios. Ambas fecharam os olhos para outro beijo intenso, enquanto Regina colocava suas mãos sobre o pescoço de Emma, e Emma colocava a mão por baixo de seu casaco. Em poucos segundos, o beijo se intensificou ainda mais, suas línguas se encontrando. O sabor de Regina era irresistível, e dentro de Emma um tipo de desejo surgiu e foi aumentando cada vez mais. Ela deitou Regina na cama, ficando sobre ela, e lentamente tirou seu casaco. Nesse ponto, Regina interrompeu o beijo, um pouco assustada.
– Emma, eu... Eu não... Não tenho certeza se deveria...
– O quê? – perguntou Emma – Essa é a sua primeira vez?
Regina assentiu.
– Então você é... Virgem?
– Não! – exclamou Regina, como se aquilo fosse um absurdo – Eu só nunca fiz isso com... Nenhuma mulher antes.
Emma assentiu.
– Olhe, Regina... Se você não estiver pronta... Eu não vou te forçar a nada, ok?
– OK.
– Se isso ajudar... Tente não pensar em nós como “duas mulheres” nesse momento. Tente pensar em nós como... Duas pessoas. Duas pessoas que se am... Que querem demonstrar seu carinho uma pela outra. – corrigiu-se ela, com medo de ir longe demais – Isso é tudo o que somos agora.
Regina não disse nada. Ao invés disso, puxou Emma para mais perto e continuou o beijo. Emma entendeu aquilo como um sinal verde e começou a desabotoar lentamente a camisa da prefeita.
Emma interrompeu o beijo para encarar Regina sem camisa. Ela usava um sutiã preto, e seus seios eram realmente... Estonteantes. Emma nunca tinha olhado para seios femininos daquela forma – OK, talvez ela tivesse imaginado os de Regina algumas vezes, teve que admitir – mas, parando para pensar, ela se deu conta de que o sexo para ela estava muito além do gênero.
Emma saiu de cima de Regina e retirou sua própria camisa branca lã, bem como suas calças, jogando-as ao chão. Em seguida, deitou-se novamente, começando a abrir o zíper da calça de Regina. Felizmente, ela não impediu.
Assim que ambas estavam apenas de lingerie, Emma tirou seu sutiã. Regina fez o mesmo. Emma sorriu ao ver que ela não estava tão apreensiva, e entrelaçou suas pernas nas dela, voltando a beijá-la enquanto suas mãos exploravam as costas de Regina, descendo cada vez mais. Emma estava com um fogo inapagável, um desejo forte que nunca tinha sentido antes. Ter o corpo de Regina colado no seu era algo maravilhoso, e ela queria sentir aquilo cada vez mais, desesperada pelo seu toque.
Após alguns segundos, seus lábios se separaram, e seus corpos se afastaram um pouco. Emma começou a acariciar o ventre de Regina, descendo lentamente até chegar a sua calcinha. Colocou a mão por dentro dela e começou a acariciar seu clitóris bem devagar. Regina deu um leve gemido, que excitou Emma ainda mais. Emma esperou um pouco e começou a penetrar, colocando seus dedos dentro dela lentamente em movimentos rápidos. Seus corpos se aproximaram novamente. A expressão de Regina estampava prazer e satisfação, e suas mãos passeavam pelas costas de Emma, atrevendo-se a descer cada vez mais.
Antes que Regina atingisse o clímax, Emma interrompeu os movimentos e tocou os seios de Regina, apertando-os levemente. Regina gemeu mais uma vez. Emma começou a beijar seus mamilos, depois sua barriga, até chegar ao lugar pelo qual seus lábios tanto ansiavam. Tirou a calcinha de Regina e começou a lamber. Regina colocou a mão em seu cabelo, puxando-o e movimentando sua cabeça conforme a língua de Emma se esfregava contra sua intimidade, ansiosa por mais do seu sabor. Emma estava amando aquilo, e estava a ponto de atingir o orgasmo, quando a mão de Regina fez ela se virar para frente.
– Beije-me – Regina pediu, e Emma atendeu ao pedido imediatamente, sedenta por sua boca. Aquele beijo foi o mais intenso que elas já tinham trocado até então; a língua de Emma percorria toda a boca de Regina, deixando ambas sem fôlego. Seus corpos se grudaram novamente, suas mãos percorrendo as costas uma da outra, suas pernas entrelaçadas. Continuaram assim até que ambas chegaram ao clímax, Regina um pouco antes.
Exaustas e suadas, as duas se deitaram, Regina recostada no ombro de Emma.
Elas se olharam por alguns segundos antes que Regina dissesse, ofegante:
– Se eu soubesse que você era tão boa... Não teria ficado apreensiva.
As duas riram, e em seguida trocaram um beijo mais suave, mais terno.
Emma nunca tinha experimentado aquilo com uma mulher antes, embora já tivesse sentido atração por algumas. Na verdade, a única pessoa com quem Emma já tinha trocado intimidades era Neal. E ela não estava arrependida do que acabara de fazer.
Regina era sua luz. Era um pedaço de sua vida que se tornara indispensável. Seu amor por ela era algo quase não intencional, algo que surgira antes que ela pudesse perceber, mas era tão verdadeiro quanto aquele momento. Sorriu e beijou a cabeça de Regina, enquanto pensava em como tinha sorte por tê-la ao seu lado.
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Algumas horas depois, Regina e Emma dirigiam-se ao Granny’s. Emma tinha falado com Henry por telefone, e ele estaria esperando por elas na lanchonete. Então Regina e Henry finalmente iriam se reencontrar. Ou se conhecer, considerando o ponto de vista de Regina.
Regina estava usando a camisa de Emma, e Emma usava sua camisa azul de botões. Sorriu ao perceber que as duas tinham trocado, enquanto caminhavam de mãos dadas.
Entraram na lanchonete, que estava quase vazia, com poucas pessoas aqui e ali comendo ou conversando. Henry estava sentado na última mesa, e olhou para elas animado.
As duas se sentaram em frente ao garoto.
– Olá – disse ele
– Hey, criança – falou Emma
– Olá, Henry. É um prazer conhecê-lo – cumprimentou Regina, apertando a mão do garoto. Emma estava incrivelmente feliz por ver aquela família reunida novamente.
– O prazer é todo meu – respondeu Henry, e os dois sorriram um para o outro. Ruby foi até a mesa.
– Então, os boatos são verdadeiros? Vocês duas estão juntas? – perguntou a garçonete, olhando de forma curiosa.
– Sim – respondeu Regina – Nós estamos, Ruby. Pode me trazer um café, por favor?
Ruby assentiu e foi embora.
Henry abriu sua mochila, que estava ao lado, e pegou seu livro de contos de fadas. Emma ficou meio apreensiva, com medo de que ele pudesse assustar Regina, e lançou ao garoto um olhar que dizia “Vá com calma, criança”. Henry assentiu disfarçadamente, indicando que tinha entendido.
– Que livro é esse? – perguntou Regina
– É um livro de contos de fadas – respondeu Henry – É algo muito importante para mim.
– Eu adoro contos de fadas! – respondeu Regina, sorrindo. – Por que você não me mostra suas histórias favoritas deste livro?
Emma sorriu enquanto Henry abria o livro e conversava com Regina sobre as histórias.
– Se me dão licença – disse ela aos dois- Eu preciso ir ao banheiro. Volto logo – e levantou-se.
Enquanto encaminhava-se ao banheiro, alguém esbarrou em Emma. Era Hook.
– Olá, Emma – disse ele, empolgado, começando a se aproximar de uma forma desconfortável demais – Eu senti sua falta. O que você andou fazendo?
– Por favor, Hook, não – mas antes que ela pudesse terminar a frase, ele a beijou. Sua boca tinha gosto de rum, algo desagradável e nada parecido com o sabor doce dos lábios de Regina. Emma olhou de relance e viu que havia alguém perto olhando-os – Regina.
“Não, não, não, não, não”, pensou ela, mas a figura da prefeita já tinha desaparecido. Emma chutou a região íntima de Hook com força e raiva. Ele gritou de dor.
– Por que você fez isso? – gritou ela – Você não ficou sabendo? Eu estou saindo com a Regina!
– A Rainha?? – indagou ele
Mas Emma não respondeu. Saiu em disparada atrás de Regina, com medo de tudo estar caindo por um precipício.
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