Notas iniciais
Heyy, antes de tudo, eu já queria te agradecer por ter entrado aqui e estar começando a ler. Queria agradecer mesmo. Alguma sugestão ou dúvida, meu Inbox está livre.
Obrigadinhaaaa sz

Estava arrumando meu malão pra ir para Hogwarts no dia seguinte.

Bom, vou me apresentar: me chamo Amberly Lestrange Ridlle. Sim! Lestrange Ridlle! Sou filha de Belatrix Lestrange e de Tom Ridlle. Tenho 15 anos e entrei para casa da Grifinória, sim, eu sou uma decepção para os meus pais. Devem estar se perguntando se eu sou uma Comensal da Morte, certo? Deixem-me lhes responder: sim, eu sou uma.

Hoje em dia, não tenha mais a tom como pai, e sim Voldemort nesse “cargo”.

—Amberly! Vem, já iremos sair! – grita minha mãe, da porta

—Tô descendo! – respondo no mesmo tom

Íamos para a mansão dos Malfoy’s, para a reunião de Comensais. Desci as escadas, já pronta. Estava com uma saia preta e uma blusa simples, lisa, também preta.

Aparatamos para lá. E simplesmente, entramos.

Havia uma grande mesa de madeira polida no centro da sala, com varias cadeiras em volta, a maioria já ocupada, como sempre. A única cadeira em que eu poderia me sentar, era uma das melhores. Apesar de eu ter uma pequena paixonite por Draco desde a infância, nunca deixei isso transparecer, e sempre agia como se ela não existisse, alias, éramos primos. Então fui lá. E me sentei.

—Olá gata – sussurrou ele em um tom apaixonante, enquanto me derretia por dentro

Lancei-o um olhar mortal, e, mesmo assim, ele repousou sua mão em minha coxa. Me derreti novamente por dentro.

—Bem, -começou meu pai, chamado a atenção de todos- o ano letivo logo irá começar, e temos três de nós dentro daquela escola: Severo Snape, Draco Malfoy – o próprio estremece ao ouvir seu nome sendo pronunciado – e Amberly. Qual de vocês três – ele passa os olhos pela mesa toda antes de juntar as mãos – é melhor para ficar de olho em Potter?

—Eu – respondi um pouco cautelosa e alguns presentes me olharam torto – Sou da Grifinória, passo mais tempo com ele do que vocês dois, sem querer ofender.

—Bom... – meu pai passa de novo o olhar sobre todos presentes, e alguns encolhem os ombros, desviando o olhar – tudo bem...

Ele volta a falar milhões de baboseiras que eu já sabia, até que Draco aperta levemente a região da minha coxa que repousara a mão. Me derreto novamente.

—Que tal meu quarto? – ele sussurra num tom novamente apaixonante. Apenas consigo assentir com a cabeça

Levantamos, sem mais nem menos, e fomos caminhando lentamente para o quarto dele.

—Adolescentes... – ouço minha mãe murmurar.

Quando não podíamos mais ser vistos, começamos a correr igual a duas crianças que apostam uma corrida por um pedaço de chocolate. Eu apreciava aquela casa. Quadros bonitos, ambientes sempre bem decorados e limpos. Minha casa, em geral, era escura e feia. Um tanto suja, também. Meu quarto era o único lugar que as janelas ficavam realmente abertas.

Assim que chegamos em seu quarto, uma porta única no fim de um corredor, me jogo na cama. E como eu amo aquela cama.

—Lembra de quando éramos pequenos, e sua mãe me trouxe pra dormir aqui? -rio lembrando daquele dia

—Lembro – ele ri – e você acabou por dormir na MINHA cama, e eu tive que dormir num colchão, no chão

—Exatamente – dou uma gargalhada e entram Blásio Zabini e Teodoro Nott

—Os dois aí, tão rindo do que? – pergunta Theo, sentando no pé da cama

—Nada que te interesse – resmungo

—Vai com calma, florzinha – Blásio sorri

Bufo e os três riem.

—Porque eu ainda falo com vocês? – rio de leve

—Por que você não vive sem a gente – Draco sorri e eu lhe retribuo o sorriso

—Aff, dois pombinhos – Theo revira os olhos rindo

—Vai se fuder, Teodoro Nott – rio jogando um travesseiro nele

Notas finais
Desculpinha pelos erros ortográficos
Eu vou escrevendo e postando, então pode demorar um pouquinho pro próximo sair.