Leonetta - Depois de Casados
29 Capitulo 29 - Jantar e uma noite cheia de provocações
Notas iniciais
Pov’s Leon
Acordei com o sol na minha cara. Bufei, não é possível que nós nos esquecemos sempre de fechar a cortina. Levantei um pouco o corpo e passei a mão pela cama e nada de Violetta, já deve ter acordado.
Levantei-me, morrendo de preguiça, nem me preocupei de vestir uma camisa, fiquei só com uma calça de moletom e desci as escadas, indo pra cozinha. Vejo Violetta fazendo o café, de frente pro fogão e de costas pra mim.
Ela tava só com uma camisa minha, incrivelmente sexy, a abracei por trás e ela virou o rosto, me dando um selinho.
_Ate que em fim ein mocinho! – falou
_Ah? – indaguei confuso
_Já são 11h00minu amor – falou e eu me espantei
_Serio? E porque ta fazendo café agora? – perguntei
_Me deu fome – falou e eu ri
_Cadê a Tini? – perguntei
_Ta dormindo ainda, vocês são dois preguiçosos! – falou e eu ri
_Minha pequena, já nasceu sabendo – falei e ela riu, a abracei mais apertado, distribuindo beijos pelo pescoço dela, a mesma se arrepiou e de uma empinada com a bunda e eu gemi no ouvido dela.
_Agora não Leon! – falou seria – Se não eu diminuo sua recompensa – falou e eu ri
_Você não tem coragem – falei mordendo o pescoço dela
_Vou jogar café na sua cueca Leon! – falou me dando um tapa na perna, me assustei e me afastei – É serio, para, vou jogar mesmo – falou e eu ri
_Você num seria capaz – falei
_Ta duvidando de mim? – perguntou colocando café em um copo e se aproximando de mim, sai correndo da cozinha, ouvindo-a gargalhar
_Agora é serio amor... Eu vou parar – falei ofegante, voltando pra cozinha e a abraçando, ate que ouvimos um chorinho – Eu vou pega-la – falei e Vilu assentiu
***
Já estava arrumado, esperando Violetta descer. Eram 20; 00 e Tini estava na casa da Ludmi sua madrinha... Já estava ficando impaciente, só vamos jantar fora...
Olhei pra escada e vi Violetta, descendo magnificamente linda! Deus! Que pernas!
_Nossa senhora ein! – falei a olhando e ela riu me abraçando, apertei-a contra meu corpo, sentindo a respiração dela no meu pescoço.
_Demorei muito? – perguntou sorrindo e eu assenti rindo e nos separando do abraço
_Demais, mas valeu a pena ne Amor? – falei e ela riu – Vamos? – perguntei e ela assentiu, a guiei pro carro e não demorou muito para que chegássemos ao restaurante.
***
Desliguei o carro, já na garagem, antes que eu pudesse descer, Violetta me puxa pelo braço e se senta no meu colo, com um pouco de dificuldade. Ela começou a me beijar intensamente e eu levei uma das mãos pra bunda dela, apalpando e a trazendo mais pra mim.
Levei as mãos pras coxas dela, acariciando e apertando. Senti as mãos dela nos meus ombros, indo pros botões da minha camisa, tirando um por um, ate que chegou ao meio, ouvi um barulho de algo rasgando, separei o beijo e olhei pra minha camisa, vendo-a rasgada.
Olhei pra Violetta que me olhou desejosa e terminou de tirar minha camisa, ia tirar aquela mini blusa dela, mas a mesma me impediu, voltando a me beijar intensamente, rebolando no meu colo, enquanto eu gemia entre o beijo.
Eu a puxava cada vez mais pra mim, apertando aquelas lindas e gostosas coxas. Tateei a porta do carro, procurando o negocio pra abrir e quando encontrei abri a porta e me virei pra saída, separando o beijo com muito custo.
_Vamos... Pro... Quarto – murmurei ofegante e ela assentiu, saindo do meu colo e descendo do carro, desci em seguida e a peguei no meu colo, colocando as pernas dela no meu quadril.
Enquanto eu adentrava em casa com dificuldade por Violetta estar me beijando o pescoço. Suspirei quando ela se mexeu, provocando o encontro de nossas intimidades. Corri pro quarto e a joguei na cama, ela riu safada, dobrando uma perna e cruzando a outra por cima. Mordi o lábio inferior vendo aquelas pernas maravilhosas, cruzadas sensualmente.
Subi na cama e descruzei as pernas dela, ficando entre elas e a beijando intensamente. Desci os beijos pra seu pescoço, dando mordidas e chupões, com meu membro quase saindo da calça.
Parei de beijá-la e fui pras pernas dela, beijando e mordendo, descendo rapidamente o short dela e logo tirando aquela mini blusa liberando seus seios grandes e empinados, já que a mesma estava sem sutiã.
Engoli o seio dela, mordendo o bico de seu seio, ouvind0-a gritar, nos viro na cama, fazendo-a ficar sentada no meu colo, enquanto eu continuava meu trabalho em seu seio.
Ela se afastou e desceu pras minhas calças, tirando-as rapidamente, ficando novamente em cima de mim e rebolando levemente.
_Vilu... – sussurrei quando ela massageou meu membro com a mão, ainda por cima da Box
_Vai ter que implorar hoje! – sussurrou e tirou minha cueca, levando a boca ate ele, lentamente. Comecei a ficar ansioso ate que ela passou direto, indo pras minhas coxas, beijando e subindo lentamente pros meus testículos, acariciando-os.
Gemi alto e ela se levantou, colocou uma musica baixo e começou a dançar pra mim, em pé na cama. Sentei-me, ficando mais próximo dela, enquanto a mesma remexia o quadril, me levantei, aproveitando que ela estava de costas pra mim e a agarrei pela cintura, nos desci da cama e a guiei ate o banheiro. Liguei o chuveiro e a prensei no Box, ouvindo-a gemer sensualmente.
Comecei a beijar a nuca dela, indo pro pescoço e descendo pro ombro, descolei um pouco nossos corpos e dei um belo de um tapa na bunda dela, fazendo-a gritar e empinar a bunda no meu membro, que praticamente entrou em sua bunda. Violetta fez pressão com a bunda, chocando-as uma contra a outra e eu arfei, com o membro pulsando.
A virei de frente pra mim e a beijei, ainda pressionando-a contra o Box, sem agüentar mais, levei meu membro pra sua entrada e entrei com força nela, nos fazendo gemer alto.
_Vamos pra cozinha? – perguntei entre gemidos e ela me olhou confusa – Quero fazer amor com você por toda a casa – murmurei e ela riu entre gemidos e concordou
A peguei no colo, ainda penetrando-a e fui ate a sala, joguei-a no sofá, comigo por cima, sem cortar a penetração e fui fundo.
Antes que eu pudesse gozar, parei com os movimentos e a peguei novamente, andando ate a cozinha e a colocando em cima da mesa, sentada.
A mesa era baixa então dava pra eu penetrá-la tranquilamente. Peguei suas coxas, apertando enquanto dava impulsos fortes, enquanto ela mordia meu ombro.
Naquele ritmo não demorou muito para que chegássemos ao orgasmo, mas eu ainda não estava satisfeito...
Ainda com ela em cima da mesa, fui dando leves beijos no pescoço dela, enquanto nossas respirações se regulavam. Lembrei-me das algemas que ela ainda tinha e a peguei, levando-a de volta pro quarto e a deitando na cama, peguei um vibrador que tinha em cima da escravinha e forcei na entrada dela enquanto eu procurava as algemas no banheiro.
Assim que achei fui pro quarto, prendendo os braços dela na cabeceira da cama e abrindo bem as pernas dela, tirei o vibrador e o substitui pelo meu membro, penetrando-a lentamente, fazendo movimentos leves. Aquilo estava sendo uma tortura pra mim, eu queria ela descontrolada mais eu mesmo não conseguia me controlar.
_Não lute contra isso querido – sussurrou ela sensualmente no meu ouvido e eu arfei, aumentando os movimentos – Arrg... Vagabundo – gritou e eu sorri, adorava quando ela me xingava
_Grita meu nome vai – pedi entre gemidos
_Leeon – gritou e não deu muito pra eu me derramar dentro dela.
Recuperei o fôlego e voltei a penetrá-la fortemente, e sem mais delongas ela chegou a outro orgasmo. Sorri e me deixei cair com a cabeça nos vales dos seios dela, beijando-os carinhosamente.
_Esta cansado demais pra mais uma rodada? – perguntou ela e eu sorri safado, começando a beija-la novamente, assim foi o resto da noite. Terminamos nossa brincadeira, tomamos um banho e fomos dormir.
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