Lenda Urbana
9 O cemitério
Notas iniciais
Marry e Nick bateram na porta da casa da senhorita Mcfeel. Não demorou muito e a velha senhora abril a porta com cara de pânico.
- O que querem? Não quero sair desta casa, a bruxa está andando por aí! — disse ela olhando para os lados.
- Queremos que nos dê alguns detalhes dessa história de bruxa dos dentes. — disse Marry. — Já houve três mortes lá na pousada. Estamos assustados.
- Sim, entrem.
Eles entraram. Mcfeel trouxe café e biscoitos para ambos.
- Essa bruxa ela vem atrás das crinanças pra buscar seu último dente de leite. Quando consegue, ela mata as vítimas e coloca o dente em uma caixinha de música. Lá ela consegue prender as almas das crianças, que assim, não podem ter paz. — disse ela. — O único geito de detê-la é queimando-a. Mas vocês tem que queimá-la duas vezes. Porque na primeira ela conseguirá apagar o fogo, na segunda, ela morrerá. Façam isso esta noite.
- Marry vamos? — Nick ficou assustado com as palavras da velha. Ele se levantou e foi com Marry até a porta. — Obrigado Mcfeel.
- Acreditem, queimem aquele monstro!
Dulce esperou Pammy se destraír conversando com Robert e saiu da pousada. Ela correu em direção da trilha de terra.
- Math, preciso de você, aparece! — gritou.
O garoto apareceu entre as árvores.
- Chamou?
- Sim. A bruxa matou mais uma amiga. — disse Dulce.
- Vimos ela sair pela janela. — disse ele.
- Vimos?
- Sim, tem outras crianças como eu.
- Verdade? Me leve até elas?
- Sim.
Dulce pegou a bicicleta encostada na árvore, subiu. Math subiu atrás e ela começou a pedalar. Logo chegaram em um cemitério.
- Cemitério? Eu odeio cemitérios Math, vamos embora.
- Fique calma, não vai te acontecer nada. — eles entraram. — Aqui estão enterradas as crianças vítimas da Fada dos dentes.
Várias crianças surgiram misteriosamente no ar.
- O quê? São fantasmas? — perguntou Dulce assustada. — Você também é um fantasma não é? Por isso que o Nick não conehcia sua família.
- Sim. Também fui vítima da bruxa. Quando você chegou, as outras crianças me escolheram pra te ajudar. Precisamos de uma alma pura pra matar aquela bruxa. Você é a nossa salvação. Nossa única esperança de chegar até o céu, pois estamos vivendo entreo ele e o inferno. Precisamos de paz.
- E como eu devo fazer?
Pammy abraça Robert. Ambos sentados na escada.
- Ela era uma mulher incrível. — disse ele. — Eu sempre fui um marido ruim.
- Não, eu sei que você é um homem bom... Que não cometia erros no casamento.
- Pammy... quando eu vi você lavando louça, não acha que eu não quiz fazer sexo com você? — perguntou ele envergonhado.
- Queria? Bom, não sei o que dizer... Ah, já sei... me siga!
Ela se levantou, no topo da escada ela levantou a saia e mostrou pra ele sua calcinha, depois deu um sorriso e entrou no seu quarto. Robert logo foi atrás.
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