Lembranças de um amor eterno

18 O casamento de Nayane e Antônio


Notas iniciais
Para minha alma gêmea, meu coração InesAmazona Mi vida, perder quem amamos e sempre algo difícil de superar. Amar um e ter um filho de quatro patas. Mas para te animar um pouquinho escrevi esse capítulo para você. Mesmo passando por tudo. Por que amigo não é só aquele que enxuga as lágrimas, mas sim o que não as deixam cair ou em nosso caso que chora junto. E como sabe eu sou daquelas que posso estar com mil problemas, eu deixo os meus de lado para ajudar um amigo. E por isso eu parei o meu mundo para que o seu continua girando.

Quando Eduardo estava chegando próximo aos policias que conversavam com Peter, correu para próximo a rua e viu Julia dentro do carro e gritou.

Peter: Eu vou te amar para sempre Julia!!! Nesse momento Julia grita de dentro do carro, os policias correm para tentar impedir que o acidente seja maior, Eduardo corre para Julia, ela estava saindo do carro, mas é era tarde...

Um dos policiais que estava conversando com Peter, verificou que o corpo dele estava entre o ônibus e o poste, o motorista não teve tempo para desviar, logo socorristas, bombeiros e a polícia estavam no local.

Eduardo estava com Julia nos braços, ela chorava, não queria que tudo tivesse terminado do jeito que terminou, a obsessão de Peter, levou a morte dele de maneira torpe e muito dolorosa para eles. Depois de que a polícia fechou o caso, Julia se sentia culpada, deveria ter dado uma chance a Peter, mas não o amava, nem sentia nada além de carinho de amigo por ele. O mês passou rápido depois do enterro de Peter, a irmã dele ficou como diretora da escola, ela nunca culpou Julia ou Eduardo pelo que aconteceu, pois sabia e conhecia bem o irmão.

***

Era um lindo dia de sol, o sábado seria daqueles em Londres, um dia como poucos de verão, Julia estava colocando o vestido, estava um pouco incomodada, a barriga já apontava, e o vestido estava apertado.

Julia: Mãe, olha não caibo mais, em 15 dias a barriga cresceu. – falou manhosa.

Helena: Minha filha, isso é normal. De agora em diante será assim um dia pequena no outro nada estará bom eu entrando. – ela ajustou o vestido novamente, e sorriu. – Pronto está linda, uma madrinha linda.

Ed: Bom acho que minhas meninas estão prontas? — falou entrando no quarto.

Helena: Estamos sim, e vamos logo, pois se conheço minha filha ela vai querer mudar de roupa logo, logo. – Eduardo foi para perto dela e a beijou.

Ed: Esse vestido está lindo em você meu amor, e quero tirar ele mais tarde, hum. Agora vamos. – ele pega a mão dele e depois dá o braço para Helena e saem, quando chegam a igreja, ou melhor ao jardim da igreja, Julia ficou encantada.

O casamento seria no jardim da Abadia de Westminster, estava tudo lindo, assim como a noiva, agitada e feliz, Nayane recebeu elogios de todos quando desceu as escadas do jardim, ela vestido de cor perola, com um adorno na cintura para deixar as curvas mais elegantes e acentuadas, os braços livres, os ombros somente a renda cobria de maneira delicada. Um decote clássico na frente e atrás, quando ela desceu as escadas, Eduardo a espera com um lindo terno preto de risca de giz, e gravata com nó Windsor, clássica inglesa, ele beijou a tesão dela e desejou com amor a maior felicidade para eles.

A música tocou, não era uma marcha nupcial era a música que Antônio escolheu, era a música que significava o amor dos dois. Foi tocada por dois membros da Orquestra de Londres que ficou ao fundo, quando eles começaram a caminhar não teve quem não se emocionasse está tudo lindo, assim como o amor de Nay e Tom.

A cerimonia estava perfeita, era tudo Brilhante o sol além de esquentar irradiava amor, a brisa era como se Deus tocasse a todos ali presente com seu amor. O Monsenhor realizou a celebração, além de professor na universidade era amigo do casal, e fez questão de tal momento.

***

Nayane troca seu vestido de noiva por uma roupa de festa preta, algo que deixou Antonio doido de tesão, se pudesse a fazia dele ali mesmo.

A festa aninada, música, bebidas, comida e uma pista de dança cheia, quando foi quase perto das 22h quando depois de passarem mesa por mesa, Nayane observa que Julia e Gibbs estavam saindo, e foi para perto deles.

Nay: Oi, vocês já vão, mas a festa está apenas começando?

Julia: O bebê está agitado. – olhou para Eduardo, mas o real motivo para a saída deles era que Gibbs não estava bem, tinha ido ao banheiro por duas vezes por conta do nariz sangrando. E como Nay ainda não sabia que Cassiopetia tinha voltado, pois não contaram para ela, Julia somente disse que ela estava desconfortável.

Nay: Ai o príncipe já dando show ainda cedo, tudo bem, e meu queridos obrigada por tudo, tudo mesmo.

Ant: Já vão? – perguntou chegando perto deles. Gibbs afirmou e Tom notou que ele não estava bem, e nada mais falou, se despediram e os casais um foram para casa e outro para a pista de dança.

***

Depois da festa os dois vão para o Hotel, a suíte nupcial dada pelos padrinhos Gibbs e Julia antes da viagem estava sendo usada com maestria por eles. Champanhe, morangos, chocolates, uma ceia leve para o casal, estava tudo lindo.

Ant: Eu te amo Nay, hoje você me fez o homem mais feliz do mundo.

Nay: Eu te amo Tom, e sou a mulher mais feliz do mundo.

Antônio enlaça os braços em Nay que o abraça forte, suas línguas se tocam pedindo espaço travando uma guerra de quem saboreia o outro mais. Ele a suspende e a coloca sentada na mesa sem deixar de beijá-la, ela acaricia o peito dele, a bagunça os cabelos, quando ela se dá conta que está ficando molhada por ele, ela tenta fechar as pernas como forma de provocação o queria mais quente e excitado, mas ele segura ficando entre elas.

Nayane estava rendida, estava se deixando amar daquela maneira por ele, pelo homem que amava e iria amar pelo resto da vida. Ela lentamente começa a desbotoar a camisa dele para sentir sua pele. Ele sente as mãos dela percorrer seu peito e geme sentindo que seu membro já estava latejando por ela.

Ele beija Nay com força, ele começa a abrir o zíper do vestido dela, e trilha com beijos úmidos pelo pescoço até chegar aos seios dela, que dava sinal de plena excitação. Ele não resistiu e afunda o rosto entre eles e inalou fundo sentido o cheiro dela, o cheiro da mulher que sempre amou. Beijou, lambeu, mordeu os seios de Nay com tanta paixão e amor, ela desceu a mão ousada e o tocou, sentou o membro dele duro dentro da calça, ele urrou, pois doeu, estava tão excitado que doía por ela, ele afasta a calcinha dela e a penetra com dos dedos, Nayane estava arfando de prazer, o desejo, seu corpo pedia por ele, e por amor um se entregou ao outro como marido e mulher.