Lembranças de um amor eterno
9 Nossa conversa
Notas iniciais
An: Não, não estaria. Assusto-me com você. É segura demais, é dona da situação, sua capa de Mulher Maravilha é impecável. — ela o beijou e sorriu e começa a declamar um musica para ele.
Nay: Antônio quando eu tirar essa capa, espero que ainda esteja ao meu lado. E quando eu estiver triste; Simplesmente me abrace; Quando eu estiver louca; Subitamente se afaste; Quando eu estiver fogo; Suavemente se encaixe; E quando eu estiver boba; Sutilmente disfarce; Mas quando eu estiver morta; Suplico que não me mate, não Dentro de ti, dentro de ti. Mesmo que o mundo acabe, enfim só me ame me ame como se não houvesse amanhã.
An: Eu estarei sempre ao sei lado. Sempre. – ela o beijou intenso, lentamente foram para um sofá que tinha no barco, ele sentou deixando que Nayane sentasse em seu colo, caricias, beijos e palavras de sedução, ali foram felizes era o momento deles.
Momento em que ele deseja há muito tempo, desde que se tornaram amigos, mas ela só o via como tal, ela a via como mulher, e a desejava como mulher.
Nay: Seremos felizes, eu e você. Eu te quero, quero você assim me amando e me fazendo esquecer-se do mundo lá fora. – ela suspendeu a saia dela, acariciou suas coxas. Tocou dedilhando a intimidade de Nayane, ela sorriu, abriu a camisa dela, beijando o pescoço, desceu para o peito, ombro, ali mordeu, ele gemeu adorando o toque dela.
Antônio mordeu a pontinha da orelha dela, abriu a parte de cima do vestido dela, expondo os lindos e volumosos seios, acariciou lento, fazendo com que ele ficasse rígido de prazer, desceu a mão novamente, colocando a calcinha dela de lado e com um movimento abriu a calça, dando passagem para seu membro e a penetrando deliciosamente, assim como o movimento das ondas no barco, Antônio movimentava-se com Nayane.
Indo de vindo de maneira lenta e prazerosa, em dado momento quando sentiram que estavam próximos do clímax, intensificam os movimentos, perfeitos e sincronizados até alcançarem o clímax.
Ali permaneceram por horas, se amando e declamando poemas e musicas de amor, uma para o outro, até que o sono os dominou.
Era manhã se segunda feira, o final de semana tinha sido perfeito. Nayane chegava na universidade horas depois do normal, seu semblante era tranquilo, ela estava de mãos dada com o namorado, nada mais nada menos que o Reitor da Universidade Queen Mary, quando entraram todos olhavam a cena romântica que o casal fazia para a despedida para irem para suas salas de trabalho.
An: amor, que seu dia seja lindo.
Nay: Tom, que seu dia seja produtivo, e só aviso, á vários pares de olhos, nos olhando nesse momento. – ela sorriu e ele a beijou, fazendo inveja a muitas mulheres ai. – Bom dia meu Tom.
Eles foram para suas salas, quando Nayane chegou na sala dela, ele estava sentado esperando por ela. Seu olhar era investigativo queria ter certeza do romance dela com o amigo.
Ed: Bom dia, ou devo dizer boa tarde Professora.
Nay: Ay Eduardo que susto, o que faz aqui.
Ed: Você poderia ter me contado que vocês estavam.., Assim, você sabe. – faz um gesto juntando as mãos indicando "juntos".
Nay: Gibbs, não te devo satisfações alguma nobre a minha vida, mas como sou educada e cordial, acho que poderíamos começar respondendo você, pois tão pouco me falou que estava juntos com sua jovem e bela assistente, e poderia dizer "curando" sua crise de meia idade. Eduardo, não temos que dar satisfações um apara o outro.
Ed: Ele te faz feliz?
Nay: Ele me ama, Eduardo.
Ed: Fala como se nunca tivesse gostado de você. Nayane, e isso não é justo. Você sabe que, foi e sempre será importante na minha vida.
Nay: Exatamente, Eduardo. Você não me amou, você gostava de nós dois juntos na cama, como falei uma fez, nosso relacionamento era o compartilhamento de camas. E agora tenho certeza que nunca me amou.
Ed: Por que diz isso?
Nay: Por que vi o jeito que olha para Julia. E vejo amor em seu olhar.
Ed: O jeito que olha para o Antônio não parece tão cheio de amor, como os que você tinha para mim.
Nay: Amor tem outros olhares Eduardo. Posso não olhar para o tom como olhava para você. Mas lhe garanto que não olho para ele com o menos amor, isso você pode ter certeza. Agora me de licença tenho coisa importante para fazer.
Ed: Ok Professora. – ele sai e volta para sua sala.
Por horas naquela manhã Eduardo ficou pensativo, ligou para a filha em Paris, avisando que levaria uma convidada, depois em meio a provas e dissertações de mestrado, ouviu tocarem a porta, ele deu permissão para entrar.
Ed: Oi Nay,
Nay: Oi, aqui estão o termos que você e Julia terão que assinar, na avaliação dela para a bolsa, outro professora fará e dará o parecer final, esse é o termo de compromisso/união e esse é o termo de avalição. Terão que preencher e assinar, pode deixar na secretaria da reitoria, Antônio assinará até o final da semana. Assim não teremos problemas futuros.
Ed: Uau, isso que eu chamo de eficiência. – olhou por cima dos óculos.
Nay: Sem deboche Gibbs, sabe que faço meu trabalho, e faço bem feito, não quero sua reputação manchada, nem a da universidade. Vai almoçar aqui como sempre?
Ed: Não, vou sair para comer com Julia.
Nay: Ah claro. Bom almoço Duda.
Ed: Nay, não vamos nos tratar assim para sempre, "estranhamente".
Nay: Duda. – ela se aproximou da mesa dela e tocou o rosto com carinho, ele segurou a mão dela. – Não, vamos ser sempre amigos, sempre. Só que sem privilégios. – ela beijou seu rosto e saiu.
Julia: Oi professora.
Nay: Olá senhorita Ibañez. – sorriram cordialmente.
Julia olhou Nayane, entrou na sala de Eduardo, ele estava de costas para a porta sentando em sua cadeira, olhando para a janela.
Julia: Eduardo.
Ed: Oi mi cielo, que bom que chegou, vamos almoçar?
Julia: Vamos. – ele se levantou fechou o notebook. Pegou as chaves e a carteira na gaveta e pegou a mão dela e saíram em direção a rua.
Ed: Julia, temos que ir oficializar as coisas na reitoria, já estou com os termos, somos oficialmente um casal perante a univerdidade, portanto não serei eu a fazer sua avaliação.
Julia: Ok, quem será? Ela?
Ele parou e olhou nos olhos verdes lindo dela, e vou ciúmes, ele respirou fundo e a beijou desejoso no meio do pátio central da universidade.
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