Notas iniciais
ESTE CAPÍTULO É TOTALMENTE INAPROPRIADO SE VOCÊ TEM NERVOS FRACOS E É MENOR DE IDADE. Boa Leitura!! Babe Squad, esse é de vocês.

O tempo era, pois sim, um contraditório e infiel bastardo. Ele estivera morto por tempo demais e, no entanto, algumas verdades conseguiam ser tão absolutas em sua simplicidade que tornar a sentir; palpar a vida recobrando direção mais uma vez, anulando parcelas do passado – ao mesmo tempo em que o revisitava – pareceu absurdamente fácil. Havia, no alto de uma ruína em Porto Venere, uma garota absorta em sua leitura. Ela não correu ou censurou sua interrupção. Ela sorriu; e duas noites seguintes, sorriria em seu colo, enquanto muito persuasivamente ele aplicava novas táticas para tê-la. Todavia, os olhos verdes nunca mentiram sobre sua inteligência. Ela sorriu, à ocasião. Ele senti-a sorrindo agora.

Fosse à luz do prospecto de que pudessem ser pegos por um de seus tripulantes – ele imaginou quão deliciosamente irônico seria, caso Sofia Acidália os encontrasse – fosse porque em Antonieta para sempre remanesceria a chancela daquela menina que sorria em virtude de suas vitórias. E Hector de fato ainda encontrou em sua própria força de vontade, que não era menor, chance para se questionar se ela não mantinha as mãos presas ao leme pois nem mesmo aquela cena a faria perder de vista a segurança de seu navio – e familiares – ou apenas por sentir o quanto ele queria que ela o tocasse. Não calculava por quanto tempo a manteve ali, preferindo prender-se às imagens evocadas dentro daquelas sensações.

Calma. Independente da onda que, irrefutável, varreu-os ambos contra um e outro, o lorde pirata subira até o tombadilho munindo-se de toda a calma que há muito fora abonada em seu espírito. Aquela, porém, era uma boca da qual ainda se lembrava; que agora mais desafiava do que apetecia ao seu ritmo. E sorria, ante a fatiga que com consciência divertia-se em provocar. Assim como lhe prometera. Experiência. Antonieta lhe era grata por impedir a transparência do quanto custava seus sorrisos; sua ânsia aumentando junto a pressão das mãos dele em sua cintura. Enroscando as suas com mais força contra o timão, tal qual um impulso indesculpável, uma perna subiu para aproximá-lo.

À medida que se permitia trazer para junto dela, uma de suas mãos caiu da cintura – lugar comum – passando para um trajeto que ainda lhe guardava ilibados segredos; traçando todo o desenho de tais pernas com o polegar aberto a pressionar gentilmente, avivando-a; toda a demonstração do quanto lamentava a separação do contato com a pele quente pelo tecido de sua calça no aumento da lascívia do toque de sua boca com a dela. Para o desafio final, deslizou mais um pouco a ponta de seu polegar, alcançando seu centro, pressionando-a de leve... a vitória dele, quando sentiu o sorriso dela morrer com um suspiro infantil, e suas mãos soltaram-se do leme a fim de abraçá-lo por completo. Estava tudo escuro e de repente estava tudo claro. Antonieta hesitou por meio segundo antes de erguer os olhos e encará-lo.

Havia tanta cor em seu rosto, tanta malícia no pequeno sorriso que ainda ousava manter entre os dentes que mordiam seu lábio inferior, que a calma se apoderou do lorde pirata uma segunda vez, enervado com a proximidade, fechando o espaço para outro instante de escuridão que – diferente das trevas habituais – era mais uma promessa do que qualquer outra que já tivesse feito.

— Capitã... – uma voz chamou-a, por fim. E Antonieta demorou-se para estalar seus lábios contra os dele, rindo baixinho, antes de afastar-se um pouco; Tristan acabava de vir pelos últimos degraus até o tombadilho. Fitou-os, tão incapaz de engano quanto Sofia ou Diana teriam sido. A aposta, afinal, correra entre todos os tripulantes. – pode ir descansar agora. – disse fazendo as vezes com o leme.

A Barbieri riu, batendo contra o ombro dele em sinal de aprovação, olhando-os sem conseguir respirar, antes de tomar a direção de sua cabine. Sentia seu rosto inteiro corado por um sentimento que em nada assemelhava-se ao embaraço que a juventude poderia fazê-la sentir, e seus passos mal batiam contra o assoalho conforme a sua pulsação quicava. Dentro da cabine, desfez-se do chapéu, abrindo uma das venezianas para que o rubor de suas faces desaparecesse um pouco. Estivera longe daqueles prazeres por um tempo... muito menos, se comparada a priva de Barbossa... mas aquela cor era nova. Novamente, riu ao seu reflexo no espelho, prosseguindo para uma batida à porta. Ele a esperava com um leve arquear nas sobrancelhas e um sorriso pretensioso, que ela recebeu com irresistível zomba.

— Não fique lisonjeado. – advertiu, deixando que ele passasse para fechar a porta. Com grande pose, então, cruzou o caminho até sua mesa, apoiando-se nela.

Hector fez o mesmo trajeto, abaixando-se para depositar sua pistola entre os infinitos papeis de Antonieta, ao passo que roçou ao ouvido dela.

— Como não poderia? – provocou-a com a voz rouca. A Barbieri entreabriu os lábios, pensando numa resposta, mas se resumiu a anuir com a cabeça para o lado; seu sorriso mais gentil acompanhando o movimento. Num gesto inocente, tomou a ponta da faixa ocre que mantinha atada ao quadril junto ao coldre da espada e passou a brincar com ela. Ele se limitou a fitá-la fazendo-o.

— O que acontece agora? – Mia perguntou, lentamente levando seus olhos à vista dos dele. Barbossa piscou, surpreso, retesando-se ao acariciar seu ombro esquerdo.

— O que eu vim tentando evitar... – respondeu simplesmente, passando a bainha com a espada sobre a cabeça, colocando-a junto a pistola sobre a mesa. – Eu suponho. – acrescentou quando não obteve uma resposta imediata dela. Antonieta riu pelo nariz, então de pé, fechando os dois braços pelos ombros dele.

— Gosto de pensar que algumas pequenas maravilhas aconteceram comigo depois que tentei e falhei miseravelmente, e você? – brincou dando com os ombros, correndo os olhos por ele. Hector questionava-se, para muita contradição, se ela estaria hesitando, afinal.

— Não sei se maravilhas é uma palavra que eu usaria. – ponderou, conseguindo que ela risse mais alto. Parecia mais próxima da garota que interrompera dezenove anos antes.

— Bem, eu acho que vou ter que te fazer mudar de ideia. – murmurou com um sorriso malicioso que, indubitavelmente pertencia aquela garota. Algo porém, o incomodava naquele cenário... – Eu realmente espero que saiba onde está se metendo. – interpôs, atrapalhando seu raciocínio. “Não suba à cama dela, tentando encontrar outra pessoa” ouvia Sofia alertá-lo, antes de correr novamente os olhos pelas feições que já lhe eram tão familiares e aproximavam-se mais e mais daquelas com as quais dividia familiaridade dobrada até. Os grandes olhos expressivos, a boca destilada em malícia, tudo bem ali... à exceção...

Com cuidado, o lorde pirata correu a mão à altura do pente que mantivera o cabelo preso em um coque baixo desde o seu reencontro; sustentando seu olhar; permitindo que a cascata amendoada caísse, preenchendo a lacuna em seu ombro esquerdo e aquela junto ao quadro inalterado das lembranças que possuía de certa comuna.

— Eu me lembro. – assegurou-a. Antonieta respirou fundo, trêmulo seu sorriso. Avançando um pouco, seu braço passou sobre ele de encontro ao chapéu que ainda usava; encarando-o por mais um segundo antes de beijá-lo com veemência, arremessando todo o arremedo com as penas para longe deles.

Mia sentia que era seu velho amigo a sorrir agora e se permitiu arrebatar por um momento, saboreando a leviandade da posse, à medida que recobrava gratas surpresas de quem a iniciara naquele caminho. Ela o olhou uma vez, constatando ali presidir um homem que se aprazia em se gabar. Quanto ao que exatamente, Mia nunca chegou tão perto de descobrir; e, um pouco contra sua vontade, suspeitava que referia-se, entre tantas possibilidades, a facilidade com a qual ainda a desmanchava. Forçava-a a agradecer-lhe, a não encontrar resposta e agora mais isso. Um perfeito bastardo, virando-a contra si a fim de desatar os fios da frente de seu corpete.

— E você sabe onde está se metendo, Antonieta? – Hector murmurou; traçando uma linha através da curva elegante do pescoço dela, mordiscando o ponto sobre o qual ela não imaginara que guardasse lembrança, ao passo que suas mãos corriam hábeis – tendo terminado seu minucioso trabalho – por dentro da camisa, trêmulas ante a sede por sentir a maciez e o calor de seus seios.

— Minha curiosidade vence a memória, neste caso. – ela rebateu com a voz baixa, fina; desvencilhando-se – em vezes de recobrar seu controle – dele, puxando a faixa ocre com um rodopio elegante na direção da entrada de seus aposentos. Barbossa acompanhou-a, o casaco sendo deixado igualmente para trás.

Bem como o resto de sua cabine, o quarto era ricamente decorado, observou; chamando-lhe a atenção, em especial, a colcha num rico tom de bordô gravada com uma grande inicial do nome de sua acompanhante ao centro. Antes, porém, que pudesse tecer qualquer comentário, seus olhos tornaram a encontrar a figura da capitã a lhe sorrir de lado, já despida da musselina branca de sua camisa. Desinteressada, ela caminhou até uma das cômodas, acendendo as duas velas ao lado de seu espelho e, mesmo sem querer, Hector engoliu em seco, acompanhando seus passos até ele, conscientes de que ela era toda um teatro... mas uma derrota nunca lhe pareceu tão bem-vinda; e nenhuma mulher, mais poderosa.

A luz provocava uma sombra diferente sob os olhos verdes de Antonieta; e tendo-a sobre seu colo, dezenove anos depois, puxando suas mãos para que tocasse a carne exposta – dourada como o ouro que o desumanizara outrora – ajeitando-se para que ele afundasse os dedos nela e sentisse-a em toda a sua realidade; a facilidade com a qual seus sentidos alertaram-se para algo que julgavam ter ultrapassado seu senhor; Barbossa suspirou ante o quanto a queria, correndo com sua boca até o vale entre seus seios, como se a noite fosse de Porto Venere e não em meio ao Atlântico. Um arrepio lhe percorrendo o corpo ao senti-la arquear contra si, outro suspiro – quase um gemido rouco – escapando a boca orgulhosa.

Logo, estava sobre ele, mordiscando a sua própria boca orgulhosa – à tona o bom uso que fazia da disciplina adquirida através de diversas práticas – utilizando dedos leves para despi-lo de seu cinto e então de seu colete, espasmos levando-a a comprimir-se contra ele, retesando-se pelas mãos que apertavam o desenho de sua bunda sob a saia. Antonieta arfou e o som era tão espectral quanto a onda que se corta contra uma rocha na costa. Hector viu uma abertura e se colocou sobre ela, parando para observar a luz contra o amendoado de seus cabelos, o cobre que subia pelas pontas e o verde que queimava em seus olhos, rendida com os braços sobre sua cabeça; tão diferente de quando se sentira traída por ele no passado. Gostava imensamente dela sob tal luz.

Mia ergueu-se sobre os cotovelos, murmurando qualquer coisa antes de beijá-lo outra vez, nem um pouco ansiosa para sair daquela posição, separando-os para puxar a camisa de musselina branca que ele ainda trajava sobre sua cabeça, enlaçando-o, desta vez, com braços e pernas; correndo suas mãos pelas costas dele, tomando consciência da pele que se chocava contra a sua; de como aproximava-se de querê-lo tanto quanto ele já a queria; afundando suas unhas na carne, repuxando-as numa mostra de ânsia desesperada. Hector arqueou para trás, abrindo os olhos com violência. Suas respirações já em uníssono. Erguendo o sorriso bastardo, afastou-se mais dela, desfazendo o laço da saia, afastando-a, agressivo; fitando a calça da capitã por um instante, antes de desfazer-lhe o laço também, puxando-a mais lentamente.

A capitã gemeu contra a brisa fria; um sorriso a enfeitar-lhe o rosto diante da expressão de imaculado êxtase de seu amante, ao vê-la nua. Hector mal conteve o pequeno esgar que se abriu em seu rosto, conforme se reaproximava dela, ouro maciço sob a sua palidez; seu nome nunca lhe parecendo tão certo. Correu mais uma vez por sua boca e então por seu pescoço, descendo pelo vale em seus seios novamente, tomando o tempo necessário para enlevar seus mamilos com a língua, à medida que um de seus dedos adentrava por ela; ambos gemendo em virtude do quão molhada estava; o sorriso de Antonieta ampliando-se conforme ele inseria o segundo, estimulando-a até que retorcesse as mãos entre os lençóis.

Héctor... – gemeu em italiano quando a língua dele rasgou lasciva por dentro dela, pressionando-a delicadamente em seu pico de prazer; provocando a falência em seu sorriso vitorioso, à medida que bebia dela. As mãos de Antonieta mais uma vez voaram em direção às costas dele, arranhando e perfurando, implorando com palavras que ele não conhecia, fazendo-a se contrair ali mesmo; a onda tornando a arrebatá-la até que tivesse se quebrado contra a sua rocha, trêmula, elétrica.

Barbossa beijou o interior de sua coxa, então e ela o puxou para que ficasse a sua mercê desta vez. Ele sorriu para a italiana, lambendo os dedos; gabando-se. Em desafio, Mia ergueu as sobrancelhas, puxando as calças dele sem pudor algum antes de se colocar para fora da cama. O lorde pirata sentou-se, estranho ao movimento dela, observando conforme ela se dirigia até sua cômoda e escolhia, dentre os vários potinhos, aquele que parecia ser feito de jade pura.

— Cansada? – provocou, Antonieta bloqueando sua visão ao que fazia. Ouviu-a rir baixinho, antes de virar-se mais uma vez para ele. Não havia nada em suas mãos.

— Eu mal comecei. – foi sua resposta, e seus olhos brilharam com uma luz diferente; tão negra quanto os dele, o mesmo lado da moeda. Ele fez menção de puxá-la de volta para a cama; afastado por um gesto incisivo de uma das mãos dela. Para sua surpresa, Antonieta ajoelhou, sinuosa, piscando inocentemente – atenta a sua eterna meninice. Estalou a língua diante da visão de seu pau aguardando por ela; seus olhos voltando-se para a expressão taciturna de Barbossa, com a mesma gula que emoldurara no convés e em claras vezes de obter alforra pela sua submissão prévia, incutiu a ele um pouco de seu próprio remédio.

Circulou a cabeça com a ponta da língua, vendo-o pender a outra para trás. Levando-a, em seguida, da base e de volta para a ponta; encenando pouco caso em cada uma daquelas ações; para, por fim, retornar ao seu colo e abraçá-lo com a outra mão – que parecia embebida de algum unguento – friccionando-a contra ele; lenta o suficiente para que ele gemesse tantos impropérios quanto ela e depois rápida o bastante para que mais alguém implorasse naquela noite. Na linguagem de seu mundo, sexo também era poder; algo pelo que ambos se atraíam. Naquela vida; e um no outro. Antonieta mordiscou seu lábio, indagando-lhe se estava cansado, ao que ele virou-a, se colocando por cima novamente.

O lorde pirata encarou-a novamente, desejoso pelo contorcer de suas feições ao penetrá-la e satisfeito com o suspiro alto que se abriu em um lânguido sorriso. A Lady da Ligúria sorria e se entregava a familiaridade inegável em tudo aquilo; alimentada pela surpresa na reviravolta, dezenove anos depois. Em como então aquela ardência induzida por cada estocada lhe pareceu algo que gostaria de ter, para descobrir uma versão de si mesma a qual ainda não tivera acesso, e que até então remanescia como uma espécie de assunto inacabado a que poria fim assim que o tivesse exatamente ali. Em como agora mesmo um fim não colocaria um fim em absolutamente nada. Como ele mesmo se perdia lentamente dentro dela e, talvez contradizendo as reais intenções de Sofia ao colocar a questão em suas ideias, não desejava encontrar mais ninguém além de Antonieta Barbieri, com a pele e os cabelos dourados sob a vela, inquebrável sob ele.

— Mia... – ele suspirou, aproximando-se de seu clímax, guiando-a ao seu próprio; reacendida pelo uso daquele apelido que ganhava um gosto tão diferente na boca dele. Não deixaram de sustentar seus olhos em nenhum momento. Tão obstinados como se aquela fosse a luta que os machucara e não o seu fim. E o azul em seus olhos se obscurecera tanto que, quando libertou-se dentro dela – assim que ela se libertou contra ele – Antonieta poderia jurar que o céu inteiro brilhou em seus olhos.

Permaneceram em silêncio, então.

— Pobre Tristan. – sussurrou a capitã, observando-o correr as mãos pelas costas dela, deitado ao seu lado. Hector riu pelo nariz, revirando os olhos. – Eu ainda tenho uma garrafa do seu favorito ali. – anunciou ela logo depois, pondo-se de pé para servi-los.

— Algo não me parece certo, se você ainda está andando. – ponderou Barbossa, enquanto ela dava a volta na cama até a cômoda. Antonieta gargalhou, dando de ombros; como se anunciasse que a experiência lhe colocava acima de algumas expectativas. Ele a analisou mais calmamente agora, de lado, despejando a bebida nas taças com toda a elegância de uma dama bem-nascida. – Eu gosto de você assim.

— Assim como? – perguntou de volta, entregando-lhe a taça. Hector tomou-a pela mão, recostando-se contra o espaldar, sentando-a em seu colo.

— Nua. – respondeu como se brindasse a ela; e sua voz estava imbuída de tanto significado que Antonieta refletiu se era apenas a nudez de seu corpo ou a do seu espírito após o sexo o que o aprazia tanto, sem perguntar-lhe. Beberam, afinal. – Como está o meu preço agora? – brincou inclinando-se para beijar demoradamente a curva de seu pescoço.

— Muito mais do que um níquel velho, eu deveria dizer. – assegurou-o com os olhos fechados. – E como você está? – inquiriu brandamente, após outro silêncio. Hector piscou, surpreso, entendendo. Antonieta apenas continuou a bebericar de sua taça, sem induzi-lo a qualquer conclusão.

Não era necessário, porém.

— Convencido de que maravilhas é um termo bastante apropriado. – respondeu tomando uma mecha do cabelo dela entre os dedos e deixando que caísse numa onda a moldar seu rosto. Mia assentiu.

— Nesse caso, me sinto mais segura para dizer... – ela desceu com o tronco para depositar sua taça no chão, erguendo-se para o pescoço dele, mordiscando-o até sua orelha. – eu vou querer uma segunda... – sussurrou, maliciosa. As sobrancelhas de Hector ergueram-se em falsa surpresa e a taça dele acompanhou a dela, com ele inclinando-se para a sua boca.

— Me dê alguns minutos. – disse com a testa apoiada a sua. Antonieta riu, encostando seus lábios levemente contra os dele, apenas para que o lorde pirata os tomasse para si uma segunda vez.

Notas finais
Chegamos, finalmente!!! Depois de 19 capítulos, o momento derradeiro. Foi meu primeiro smut, queridos, então... ME RESPEITA, FAZ FAVOR!!!! Críticas positivas, construtivas são amor ♥ e eu aceito tudo!! Estou incerta quanto ao final, mas penso que dessa maneira eu tenho mais material para a next morning ♥... AAAAAA Antoniossa. Os amo demais, demais. Obrigada a todos os leitores que acompanharam até aqui. Fantasminhas, façam-se presentes, eu não mordo!!! Bjos e até a próxima!!