Notas iniciais
Oi...
Bom parece que não estão gostando da fic, então ficarei um tempo sem postar ok?
Mas antes trago o 3° Cap.

-tem certeza Miroku? –perguntou Izayo aflita ao escutar o que Miroku acabara de dizer.

-eu confesso que se não tivesse visto com meus próprios olhos não teria acreditado. –eles estavam em seu escritório, depois daquilo Inuyasha fora atrás de Kagome, mas a perdera de vista, pouco depois Izayo e Sango chegaram.

-e o meu irmão onde esta? –perguntou Sango preocupada imaginando a reação do irmão mais velho.

-foi falar com a Kikio, nós a vimos saindo do consultório dela.

-nós viemos falar sobre o cardápio do jantar de noivado, não esperávamos por isso. –comentou Izayo ainda se recuperando da do choque que a noticia lhe causou.

-me perguntou que estará se passando na cabeça do Inuyasha, isso parece tão irreal. –comentou Sango.

-o que ouve Inuyasha você parece ansioso. –Kikio finalmente terminará de atender a um paciente permitindo que Inuyasha.

-preciso que me ajude a confirmar algo. –Inuyasha se sentou em frente a mesa de Kikio.

-claro e o que poderia ser?

-você tem alguma paciente chamada Kagome? –Kikio pensou um pouco antes de responder.

-sim tenho. –Kikio se recostou na cadeira. – o que é uma coincidência, pois ela esteve aqui hoje. –Inuyasha quase pulou da cadeira.

-foi aquela que saiu daqui ainda pouco? –Inuyasha não conseguia conter seu entusiasmo, tinha que ter certeza para saber que não estava se enganando, como acontecera muitas vezes no passado. –a de cabelos compridos negros e olhos azuis?

-sim essa mesma. –Kikio estava começando a ficar confusa com o comportamento de Inuyasha.

-e você não tem mais nenhuma paciente com esse nome? –Kikio se apoiou os braços na mesa e encarou Inuyasha seriamente.

-não... não tenho. –ela deu uma pausa e continuou. –então vai me explicar o que esta acontecendo, ela é alguma conhecida sua? –Inuyasha ficou m longo tempo em silencio, se levantou dando voltas na sala deixando Kikio cada vez mais confusa. –Inuyasha.

-eu preciso do endereço dela. –disse der repente.

-o que?

-isso mesmo que você ouviu, é muito importante Kikio.

-Inuyasha calma, me da só um minuto certo. –ela deu um longo suspiro. –você sabe muito bem que não posso dar informações pessoas dos meus pacientes, você entra aqui dizendo que é um caso de vida e morte, então começa a fazer varias perguntas sobre a minha paciente. Não acha que mereço ao menos uma explicação. –Inuyasha pareceu pensar um pouco, vendo que não tinha outra escolha concordou em explicar a Kikio, voltou a se sentar antes de começar.

-a uma chance de que essa garota seja a que eu estive procurando nesses últimos anos. –Kikio encarou Inuyasha incrédula.

-a filha do seu amigo.

-isso. –confirmou Inuyasha.

-e que evidenciais você tem? –perguntou Kikio tentando ser racional.

-além do nome. –disse Inuyasha como se fosse obvio.

-você esta falando seria? –Kikio não acreditava na ingenuidade de Inuyasha. –confesso que esse nome é bem incomum, mas não quer dizer que não haja outra pessoal que o possua também.

-e a aparência. –persistiu Inuyasha, não se daria por vencido, durantes anos esperava por essa chance e não iria perder.

-você contratou detetives particulares, procurou por essa garota durante anos, por que acha que ela apareceria assim aqui der repente.

-durante oito anos essa foi a primeira vez em que realmente estive perto de encontrá-la, preciso confirmar se é ou não, por favor, Kikio.

-vou anotar o endereço. –disse pegando um pedaço de papel. –só espero que você não se decepcione.

-e não vou.

-mas você não vai mesmo. –Izayo anda pela sala de Inuyasha enquanto o mesmo terminava de guardar seus pertences. –você não pode simplesmente aparecer lá sem ter certeza que ela é realmente a nossa Kagome.

-é por isso mesmo que eu vou até lá. –ele pegou as chaves do carro e já se dirigia a porta. –preciso ter certeza.

-Inuyasha Taisho pare agora mesmo e olhe para mim quando estiver falando com você. –no mesmo estante Inuyasha parou e se virou para sua mãe, se a situação não fosse tão seria Inuyasha riria, havia anos que sua mãe não falava com ele dessa maneira. –estou certa ao imaginar que não conseguirei impedi-lo de ir até esse orfanato não é? –Inuyasha apenas afirmou enquanto tentava segurar o riso, apesar de tudo sabia que sua mãe estava tão ansiosa quando ele. –posso pelo menos pedir que leve alguém com você, Miroku?

-ele esta muito ocupado hoje.

-então... –Izayo tentava se lembrar alguém que poderia ir. –Sango ela veio comigo, esta no consultório de Miroku, leve-a com você.

-não é preciso mãe.

-Inuyasha eu não ficarei tranqüila sabendo que você foi sozinho.

-fale para ela me encontrar no estacionamento. –Inuyasha cedeu pois sabia que ela estava certa, até ele mesmo admitia que era melhor ter alguém ao seu lado.

Kagome havia passado em uma confeitaria no caminho de volta, as crianças pareciam desanimadas ultimamente e não podia culpá-las, as coisas não iam nada bem, depois de fazer os cálculos sabia que não teria dinheiro para pagar a hipoteca e com isso eles perderiam a casa, tinha que encontrar uma solução e rápido. Der repente a capainha tocou despertando Kagome de seus devaneios.

Infelizmente para Kagome não eram boas noticias, mas sim outro aviso sobre o atraso no pagamento da hipoteca, não sabia mais o que fazer.

-então qual você acha que é o motivo? –perguntou Sango no caminho para o orfanato.

-o motivo para que? –perguntou Inuyasha sem tirar os olhos da estrada.

-se ela for mesmo a Kagome por que ela não nos procurou durante todos esses anos?

-eu não sei, na verdade desde essa manhã não consigo pensar em nada.

-acho que sei como você esta se sentindo. –Sango tinha um sorriso gentil nos lábios. –Kagome e eu éramos muito próximas, na verdade estou um pouco nervosa agora.

-serio... e eu pensando que era o único. –as risadas dos dois irmãos invadiram o carro.

-pois muito se engana meu caro irmão. –Sango encarava Inuyasha divertida. –você não era o único que ficava apreensivo com esse assunto... embora fosse o mais desesperado.

-desesperado? –Inuyasha não conseguiu conter o riso. –é acho que isso se aplica muito a mim. –pouco depois de saírem da cidade chegaram a um velho casa.

-tem certeza de que é aqui Inuyasha? –perguntou Sango a pois sair do carro e olhar em volta, a localização não era ruim, na verdade ficava em um lugar bem acessivo, perto da estrada e não muito afastada da cidade. O único problema era a condição em que se encontrava a casa.

-tenho, esse é o endereço que a Kikio me deu. –respondeu Inuyasha dando uma olhada no papel, a casa apesar de aparentar ter sido uma grande construção no passado, agora estava abandonada, o pequeno jardim que deveria existir estava cercado de mato, a pintura desgastada e obviamente precisava de grandes reparos. –vamos entrar e ver se achamos alguém. –Sango afirmou, chegaram a porta e tocaram a capainha e em alguns minutos a porta foi aberta.

Kagome havia terminado de preparar o almoço quando a capainha tocou novamente.

-por favor que não sejam mais cobranças. –pedia em quanto ia atender, mas ao abrir a porta todos esses pensamentos desapareceram, não que tivesse conhecido muitos homens, mas aquele para do a sua frente era o homem mais lindo que já vira em sua vida e não sabia se era pelo jeito como ele a encarava, mas seu coração começou a bater em um ri timo acelerado. Felizmente a presença da mulher junto a ele que a encarava como se visse um fantasma a fez recuperar o controle, pelo menos uma parte dele.

-em que posso ajudá-los? –sabia que sua voz sairá débil e se odiara.

Inuyasha precisou de um tempo para poder se recuperar do choque, encara-la agora de frente foi diferente do olhara de longe no hospital, não tinha duvidas era ela, os mesmos olhos azuis de Saory.

-você é Kagome? -perguntou por fim, Kagome sentiu um misto de alivio e frustração, pois se a conheciam concerteza eram mais um dos inúmeros cobradores que iam até ali lhe lembrar das suas dividas e por outro lado alivio, pois isso fez com que suas emoções se controlassem um pouco.

-isso depende, quem são vocês? –o sorriso que ele deu quase a fez vacilar de novo.

-eu sou Inuyasha Taisho e essa é minha irmã Sango.

-vocês são do hospital. –Kagome sentiu seu rosto corar. –me desculpem, por favor, entrem. –Inuyasha e Sango se olharam antes de adentrar na casa. –sentem-se. –ofereceu quando chegaram na sala. –então em que posso ajudá-los.

-então seu nome é Kagome? –ela fez que sim com a cabeça.

-eu sei que isso pode parecer estranho, mas... –Inuyasha hesitou um pouco antes de continuar. –você me conhece? –Kagome a olhou confusa.

-acho que não, apesar de que seu rosto me é familiar. –disse Kagome constrangida. Sango encarou Inuyasha e pensou que era hora de assumir o controle.

-desculpe se isso soa estranho, mas precisamos realmente saber. –Kagome percebeu que eles pareciam sérios. –você sempre morou nessa casa. –Sango percebeu que Kagome pareceu hesitar antes de responder. Kagome não conseguia explicar, talvez pelas expressões em seus rostos, mas ela sentiu que deveria lhes contar a verdade.

-na verdade eu não me lembro da minha infância. –Inuyasha e Sango se encararam surpreso. –Kaede, a senhora que cuidava desse orfanato disse que me encontrou desmaiada e ferida então me trouxe para cá e cuidou de mim isso foi a oito anos quando eu tinha doze anos, mas eu não tenho memória de antes desse dia.

-meu Deus. –Sango levou as mãos à boca. –Inuyasha. –ela encarou o irmão.

-só mais uma pergunta. –disse Inuyasha sem conseguir controlar seu entusiasmo. –você tem um colar de ouro com seu nome escrito. –Kagome paralisou, ela o encarava surpresa.

-como você sabe? –Inuyasha não conseguiu se controlar, aquela era a prova de que ele precisava.

-é você. –Inuyasha se levantou, segurou Kagome pelos ombros fazendo a mesma se levantar. –você realmente não se lembra, sou eu Inuyasha. –Kagome o encarava confusa e ao mesmo tempo assustada.

-Inuyasha se acalme. –sango segurou o braço de Inuyasha fazendo ele se afastar um pouco de Kagome.

-o que esta acontecendo, quem são vocês?

-a oito anos... –começou Sango tentando explicar e assim acalmar Kagome. –uma pessoa que era como um irmão para nós morreu em um acidente de carro, mas a filha dele que também estava no carro sobreviveu, ela tinha doze anos e seu nome era Kagome. –

-vocês não estão achando...

-nós temos certeza. –afirmou Sango. –colar que você possui foi um presente do Inuyasha e eu aposto que você também tem uma cicatriz na coxa direita, foi de quando você estava aprendendo a andar de bicicleta. –Kagome sentiu seu corpo pesado, era como se tudo a sua volta estivesse rodando. –sei que pode ser difícil para você, mas é a verdade.

-não... não pode ser.

-Kagome escuta. –Inuyasha segurou Kagome pelos ombros fazendo com que ela o encare-se. –você precisa se lembrar.

-não... não é verdade. –Kagome sentiu as lagrimas vindo em seus olhos.

-Kagome chegamos. –as vozes das crianças pareceu dar forças para Kagome se acalmar.

-vão embora. –disse se soltando.

-Kagome espera.

-nos vamos. –disse Sango segurando Inuyasha. –mas voltaremos.

-eu não vou embora Sango. –disse determinado.

-Inuyasha chega, precisamos nos acalmar. –disse e olhou para Kagome. –todos nós. –Inuyasha olhou para Kagome e percebeu que Sango tinha razão.

-esta certo. –afirmou Inuyasha um pouco mais calmo.

-ótimo. –concordou Sango animada e depois deu um sorriso gentil a Kagome. –vamos nos ver de novo Kagome e eu estou muito feliz com isso. –depois levou Inuyasha para fora. As crianças que estavam esperando para se aproximar correram em direção a Kagome.

-quem eram eles? –perguntou Rin.

-ninguém. –afirmou Kagome. –por que vocês não vão se lavar, o almoço já esta pronto. –embora hesitantes eles concordaram, mas Kagome estava longe de sentir a calma que aparentava.

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Notas finais
Bom então é isso...
espero os cometários, realmente queria saber se estão gostando da fic.