Lembranças De Um Verão
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Realmente espero que vocês gostem e que me perdoem pelo atraso... sem mais delongas vamos lá...
O vôo estava uma hora atrasado, Inuyasha olhava o relógio impaciente, a consulta de Kagome estava marcada para aquela tarde, tinha dito que a acompanharia, mas sua mãe insistirá para que ele você até o aeroporto esperar por Sango e Miroku que finalmente estavam voltando de lua de mel.
Passara-se mais trinta minutos até a chegada do vôo, logo os passageiros começaram a sair, Inuyasha logo avistou Miroku e Sango e com uma sorriso foi em sua direção, Sango a sim que o avistou correu para abraçá-lo.
-então como foi à viagem?
-maravilhosa e lhe trouxe um presente. –respondeu Sango assim que se afastaram.
-conhecendo seu gosto para presente tenho certeza que vou gostar.
-vai adora. –garantiu Sango, nesse momento Miroku se juntou a eles, inuyasha se virou para cumprimentar o agora seu cunhado.
-então cunhadinho conseguiu lidar bem com a situação sem mim? –perguntou Miroku enquanto cumprimentava Inuyasha.
-ao contrario do que você pensa eu me dou muito bem sem você.
-certo.
-mas onde estão nossa mãe e Kagome. –Inuyasha deu uma rápida olhada no relógio.
-a essa hora elas devem estar nomeio da consulta.
-como assim, aconteceu algo? –perguntou Sango preocupada.
-vamos que eu explico no caminho. –disse Inuyasha, indicando para que eles saíssem.
Kagome e Izayo chegaram algum tempo depois de Inuyasha, Sango não podia conter o entusiasmo em saber da gravidez de Kagome e Miroku não perdeu a oportunidade de provocar Inuyasha, dizendo que apesar de hesitar tanto em ficar com Kagome ele acabara agindo bem rápido, o que gerou uma serie de gargalhadas, menos Inuyasha.
Naquela mesma noite quando saiu do banheiro após terminar o banho Inuyasha viu que Kagome já estava deitada na cama, ela esta distraída lendo, então Inuyasha aproveitou esse momento para observá-la, uma sorriso surgiu em seus lábios com a sensação calorosa que o invadiu. Pensou em tudo que tinha acontecido até aquele momento.
Primeiro o acidente oito anos antes em que sua vida virará de cabeça pra baixo, uma fase difícil, então Kagome reaparecerá e tudo na sua vida voltará a brilhar.
Ele jogou a toalha em cima de um banco e se aproximou deitando ao lado de Kagome, esse vestia apenas as calças do pijama.
A mesma fechou o livro, colocou na cabeceira e encarou Inuyasha curiosa.
-por que está com esse sorriso nos lábios?
-nenhum motivo especial. –ele puxou Kagome para si, fazendo-a deitar em seu peio envolvendo-a em sues braços.
-você pensa que eu não percebi que você estava me olhando ainda há pouco?
-eu não posso admirar minha bela esposa grávida? –Inuyasha segurou o rosto de Kagome pelo queixo deixando bem perto do seu.
Os meses seguintes passaram rápido, embora que para Kagome pareciam prolongados conforme sua barriga e os pequenos incômodos da gravidez aumentavam, mas isso não fez com que sua felicidade diminuísse. Nem mesmo a super proteção que Inuyasha tinha cada vez mais em relação a ela lhe tirava o animo, Kagome achava engraçado que mesmo sendo médico Inuyasha agisse como um pai inexperiente com a esposa grávida, claro que as vezes ele exagerava aponte de ela se sentir um pouco sufocada, mas ela o amava de mais para ficar muito tempo irritada.
-eu ainda não entendo por que você não quer saber o sexo do bebê. –disse Sango enquanto olhava algumas roupas de bebê. –isso deixaria a escolha mais fácil. –como só faltavam dois meses para o bebê nascer já estava na hora de comprar algumas roupas que ele precisaria, Izayo sugerirá algumas lojas e Sango insistiu um acompanhá-la já que Inuyasha não queria que ela andasse pela cidade sozinha.
-eu quero que seja surpresa é divertido ficar imaginando o que será. –disse Kagome enquanto acariciava gentilmente o ventre.
-e o que o meu irmão esta achando disso? –Kagome encarou Sango sem conter o riso.
-ele não gostou nada da idéia, ele não lida bem com suspense. –as duas não conseguiram se conter e caíram na gargalhada.
Inuyasha ouviu a batida na porta assim que colocou o telefone no gancho, sem esperar resposta Miroku entrou na sala fechando a porta atrás de si.
-geralmente quando batem na porta as pessoas esperam permissão para entrar.
-isso são para estranho... eu sou da família. –disse Miroku já se sentando na cadeira enfrente a mesa de Inuyasha.
-sei... –Inuyasha já conhecia Miroku desde a faculdade, por isso, já estava mais que acostumado com seu jeito acomodado. –e o que o trás aqui?
-soube que você foi o escolhido para dar a palestra na Universidade de Kevistom.
-foi, mas estou pensando em recusar.
-por que?
-Miroku essa universidade fica nos Estados Unidos, e a viajem iria durar no máximo um mês, não quero deixar Kagome tanto tempo sozinha.
-a ultima coisa que vai acontecer e a Kagome ficar sozinha... –Miroku encarou Inuyasha desconfiado. –estou achando que é você que esta com medo de fazer essa viajem e ficar longe dela. –Inuyasha deu um longo suspiro.
-eu só acho que se eu estiver longe dela algo vai acontecer, assim como aconteceu há oito anos. –Miroku encarou o amigo, sabia do que Inuyasha estava falando e achava seu receio aceitável, mas não podia deixá-lo assim.
-eu acho que você devia deixar o passado pra trás, não da pra passar a vida toda com esse medo. –Inuyasha sabia que Miroku estava certo, na verdade se sentia um idiota, mas era mais fácil falar do que agir. –vá para essa viajem e não se preocupe com a Kagome, cuidaremos bem dela. –disse sorrindo confiante. Inuyasha então decidiu ceder, afinal o que poderia acontecer?
-serão apenas duas semanas, mas se algo acontecer me ligue que voltarei no mesmo estante. –Kagome não conseguiu conter o riso, colocou o livro que já havia parado de ler á algum tempo em cima da cabeceira e observou enquanto Inuyasha terminava de arrumar as malas.
-Inuyasha você tem me dito a mesa coisa desde que me avisou que iria viajar e isso já faz cinco dias. –Kagome afastou os lençóis e saiu da cama indo em direção a Inuyasha, o envolveu em um forte abraço. –não sei por que você está tão preocupado com essa viajem, mas eu te garanto que quando você voltar estaremos aqui. –Inuyasha a puxou unindo seus lábios em um doce beijo.
-não sei o que eu faria se te perdesse. –disse com sua testa junto a dela.
-não vai perder, prometo. –e selaram aquela promessa com mais um beijo apaixonado.
O sol da manhã junto estava agradável, assim como a brisa que balançava seus cabelos, Izayo estava certa ao sugerir que passassem alguns dias na casa de campo, mas tinha que admitir sentia falta das paranóias de Inuyasha. Um pequeno sorriso se formou em seus lábios ao se lembrar dele, estaria de volta no final de semana, mas sempre se falavam pelo telefone, Inuyasha fazia questão de ligar logo pela manhã e antes de dormir, sem falar nas mensagens que trocavam durante o dia, estava sentindo falta dele mais do que pensou, mas não admitiria isso a ele, pelo menos por enquanto.
Ouviu o toque do telefono, mas logo se encerrou, Izayo ou Sango devem ter atendido, voltou a fechar os olhos sentindo a brisa no rosto.
-Kagome. –a voz de Sango vinha da porta dos fundos onde ficava o jardim onde Kagome se encontrava. Sango desceu a as escadas da pequena varanda que separa a casa do jardim. –era o Inuyasha no telefone. –mas antes que Kagome levantasse continuou. –ele só ligou para avisar o horário do vôo.
-então minha liberdade acaba nesse final de semana. –disse Kagome fingindo pesar. –Sango não conseguiu conter a risada.
-então que tal se aproveitasse seu ultimo de dia de liberdade e irmos até o lago amanhã. –os olhos de Kagome brilharam com o convite.
-a ultima vez que estivemos lá foi...
-nas minhas ultimas férias escolar. –um pequeno sorriso surgiu nos lábios de Kagome com a lembrança.
-mesmo sem saber nadar você entrou no lago e quase se afogou se não fosse pelo Inuyasha. –Sango riu ao ver o rosto de Kagome corar ao se lembrar de suas travessuras de criança. –vendo por esse lado acho que Inuyasha tem seus motivos para ser super protetor não acha? –sem poder negar Kagome deu um longo suspiro derrotado e as duas começaram a rir.
O dia prometia ser perfeito para um passeio ao lago, mas a chuva que começou a cair der repente estragou os planos de Sango e Kagome.
-é por isso que odeio verão. –resmungava Sango enquanto dirigia de volta, Kagome tentava segurar a vontade de rir, Sango parecia uma criança que teve seus planos estragados por uma chuva não prevista. –como pode estar sol e der repente chover.
-é uma chuva de verão Sango logo vai passar.
-mas não fará diferença, estaremos voltando amanhã. –disse ainda com a cara amarrada. Dessa vez Kagome não conseguiu se conter e começou a rir. –não sei por que você esta rindo. –disse olhando para Kagome. –pois eu não vejo a menor... –a voz de Sango foi substituída pelo som dos pneus derrapando na pista molhada seguido por uma batida.
O som da caneca se quebrando ao cair no chão despertou Inuyasha de seus devaneios, sentiu um arrepio na espinha, ele se aproximou para recolher os cacos quando ouviu o toque do telefone, era de recepção para confirmar sua saída do hotel pela manhã, aproveitou para pedir que mandassem alguém para limpar o vidro no chão.
Já estava tudo pronto para viajar logo pela manhã, pouco antes de se deitar ouviu novamente o toque do telefone, mas dessa vez era seu celular, reconheceu o numero de Miroku e atendeu na mesma hora.
-por que esta me ligando há essa hora sabe que amanhã... –der repente seu corpo ficou rígido. –quando isso aconteceu? –sua foz não passou de um sussurro. –vou pegar o próximo vôo de volta... –e desligou antes que Miroku pudesse falar algo mais. Jogou o aparelho em cima da cama, se sentou, enterrou o rosto nas mãos e deixou que lágrimas escorressem silenciosamente.
Passava pouco das onze quando Inuyasha finalmente chegou ao hospital, tinha conseguido embarcar no primeiro vôo da noite, estava cansado, não comerá nada desde a noite passada, mas assim que desembarcou pegou um táxi direto para o Hospital.
Encontrou sua mãe na sala de espera, colocou as malas no chão e se aproximou.
-mãe. –Izayo levantou a cabeça o encarando surpresa, ele pode ver o quanto ela estava abatida, cansada, concerteza não dormirá noite passada, os olhos inchados provavelmente por causa das lagrimas. Ela se levantou no mesmo estante e veio em sua direção o abraçando.
-ainda bem que você chegou. –Inuyasha a apertou contra seu corpo, sabia que ela concerteza estava tentando se manter firme, mas a conhecia bem para saber o quanto ela devia estar abalada e fragilizada.
-esta tudo bem agora mãe, eu estou aqui. –ele esfregou as mãos em suas costas. –como elas estão? –Izayo se afastou o suficiente para olhas-lo nos olhos. –o acidente em si não foi tão grave, ao médicos disseram que Sango receberá alta em alguns dias, felizmente o que de pior lhe aconteceu foi que quebrou a perna, ficará imobilizado por algum tempo.
-e Kagome? –Inuyasha estava aliviado por saber que Sango se encontrava fora de perigo, mas por que algo lhe dizia que Kagome não teve a mesma sorte, Miroku não havia lhe dado muitos detalhes pelo telefone, apenas que elas haviam sofrido um acidente de carro quando voltavam de um passeio devido a pista molhada, quando ele ouviu isso era como se revivesse um pesadelo de oito anos atrás, não suportaria o fato de perda-la outras vez, ela e o filho que ainda nem teve chance de conhecer.
-bem Kagome foi um pouco mais grave, o estado dela era mais delicado que o de Sango, como estava perdendo muito sangue a gestação foi comprometida. –Inuyasha sentiu seu sangue gelar. –seu filho esta bem Inuyasha. –apressou-se em dizer ao ver o rosto de filho empalidecer. –eles tiveram que apressar o porto para não correrem riscos, ele esta em observação, mas os médicos dizem que esta fora de perigo. –sentiu alivio percorrer seu corpo, mas ainda não era completo, sabia que sua mãe estava hesitante pêra lhe falar sobre sua esposa.
-por favor, me diga como esta Kagome. –Izayo hesitou um pouco, mas sabia que não poderia evitar, de um longo suspiro e encarou Inuyasha.
-os médicos dizem... que esta em como. –os braços que antes sustentavam izayo caíram sem vida ao lado de seu corpo. –meu filho você tem que ser forte. –Izayo segurou suas mãos fortemente contra o peito. Disseram que seu estado é estável, só que ela simplesmente não acorda. –lagrimas escorriam pelo sua face sem controle. Inuyasha não ouvia mais nada, a única coisa que pensava era em Kagome, como médico já virá vários pacientes no mesmo estado que elas, alguns despertavam em alguns dias, outros em semanas, meses e alguns nunca mais voltavam a abrir os olhos.
Seu peito foi invadido por um grande vazio, e uma dor tão grande que o impedia de colocar pra fora tudo que esta sentindo, por isso ele se permitiu ficar ali abraçado a sua mãe como quando ele tinha seis anos, sem conseguir imaginar o que aconteceria a parti dali.
Izayo abriu a porta do quarto lentamente, e constatou o que suspeitava, seu neto dormia tranquilamente ao lado do pai, um sorriso apareceu em seus lábios, pensou em pegar o neto e coloca-lo de volta no berço, mas achou melhor deixa-lo ali mesmo, afinal que lugar melhor para ele dormir do que junto ao pai.
Por um tempo Izayo temeu que Inuyasha voltasse a se fechar em seu sofrimento e dor como há oito anos, mas isso não aconteceu e ela sabia que o responsável por isso era o bebê que dormia como um anjinho, já havia se passado um mês desde o acidente e Inuyasha dividia seu tempo entre cuidar do filho e de Kagome, sabia o quanto estava sendo difícil para ele e ver o quanto ele estava se esforçando enchia Izayo de orgulho. Puxou o lençol para cobri-los e saiu em silencio, ao chegar em seu quarto pendurou o roube na cabeceira, ajoelho ao lado da cama e começou a rezar como fazia todos os dias, mas no ultimo mês rezava mais intensivamente, para que Kagome acordasse logo e assim seu filho não precisasse esperar mais oito anos para deixar de sofrer.
Inuyasha havia acabado de sair de casa quando Izayo e Sango chegaram de carro.
-então quando vai tirar isso da perna? –perguntou descendo as escadas da varanda.
-mas um mês. –respondeu Sango desanimada. –pensei que já ia me livrar disso. –Inuyasha ajudou a irmã as subir os poucos degraus.
-está indo visitar Kagome? –perguntou Izayo.
-vou levar o Souta. –disse olhando para o carro onde seu filho já se encontrava.
-ok... vamos espera-lo pra o jantar. –Inuyasha se despediu das duas antes de sair.
Quando chegou ao hospital foi direto ao quarto de Kagome, entro sem tirar os olhos dela, o rosto calmo e sereno como se estivesse dormindo, se sentou na mesma cadeira de sempre ao lado da cama e puxou o carrinho de Souta mais para perto.
-oi meu amor. –Inuyasha pegou sua mão e a apertou bem forte entre as suas. –hoje eu trousse uma pessoa especial que tava louco pra ver você. –ele pegou Souta de berço e o aproximou de Kagome. –esse é o Souta e ele tem me deixado bastante ocupado ultimamente sabia. –uma risada fraca escapou dos lábios de Inuyasha. –se você estivesse aqui tenho certeza que tirava isso de letra. -colocou Souta de volta no carrinho e pegou a mão de Kagome outra vez. –a oito anos atrás, por mais que eu dissesse que não desistiria de te encontrar no fundo eu já havia desistido. –ele a encarou sem conseguir conter as lagrimas. –mas você acabou voltando pra mim, por isso dessa vez não importa o quanto demore eu vou te esperar, vou estar aqui do seu lado não importa como... mas por favor, volta logo pra nós precisamos de você, Souta precisa de você... eu preciso de você. –ele apoiou a testa nas mão.
-Inuyasha... –a voz não passou de um sussurro, os olhos de Inuyasha se abriram de espanto e surpresa, ele levantou a cabeça lentamente e se deparou com um par de olhos azuis.
-Kagome... –a voz dele não passou de um sussurro.
-já faz um tempo né. –ela tinha um pequeno sorriso nos lábios e lagrimas caiam sem controle pela sua face. –Inuyasha levantou da cadeira e abraçou Kagome o máximo que pode.
-Kagome... meu amor. –ele se afastou para pode-la olha-la. –mas como?
-eu tive uma pequena ajuda. –ele a encarava confuso. –meu pai, me disse que eu não podia deixá-lo sozinho, disse pra mim voltar e me fez prometer que cuidaria de você. –Kagome não conseguiu conter a emoção em sua voz.
-Souta... –Inuyasha olhava para Kagome surpresa e deu um sorriso fraco. –ele sempre nos fazendo prometer algo a ele não é? –os dois começaram a ri. –acho que devo mais essa a ele. –e juntou seus lábios em um beijo doce e cheio de saudades.
-já posso olhar? –perguntou Kagome.
-ainda não. –Inuyasha a levou pelo curto espaço entre a calçada passando pelo pequeno jardim da frente, parando em frente a recém reformada varanda. –pronto agora sim você pode olhar. –e retirou as mãos de seus olhos.
Quando Kagome abriu seus olhos não acreditou no que viu, era o orfanato Sant Lucy, mas diferente da ultima vez que o virá, estava completamente reformado, o jardim estava cheio de flores, as cercas pintadas, o prédio estava como novo, encarou Inuyasha sem saber o que falar.
-não foi fácil manter isso em segredo de você. –ele não conteve o sorriso de satisfação com a reação de Kagome.
-mas quando você...
-logo depois de você ir para nossa casa, conversei com minha mãe e ela concordou, afinal foi nesse lugar que você cresceu e cuidaram de você até que voltasse pra nós.
-Inuyasha obrigada. –ela o abraçou.
-as crianças logo estarão ai... você não quer ver como a casa ficou antes deles chegarem?
-quer dizer que as crianças também?
-esta feliz.
-demais.
-então isso é o suficiente pra mim. –então deu um sorriso maliciosa. –e bem que nós podíamos aproveitar que estaremos sozinho aqui não?
-Inuyasha.
-o que, ultimamente você só tem tido tempo para o Souta. –disse fazendo birra, Kagome não conseguiu conter o riso.
-esta com ciúmes do seu filho?
-não. –disse puxando-a mais para si. –ele será o único homem pra quem não me importarei de perder você.
-eu amo você. –disse Kagome coma voz cheia de emoção.
-e eu amo você. –disse encarando-a encantado. –sempre amei e sempre vou amar para toda a eternidade. –ele a aproximou juntando seus lábios em um logo e carinhoso beijo.
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