Notas iniciais
Oi pessoal, sei que andei sumida... no ultimo post eu disse que explicaria o motivo do atraso, bem eu me mudei e fiquei um bom tempo sem internet e sem tempo porque tive que arrumar um monte de coisa, na verdade ainda estou sem internet o ultimo cap e esse eu estou postando da casa do meu namorado.
espero ainda essa semana resolver tudo e voltar a postar mais rápido.
Bom é isso agora vamos ao cap.

Se aquilo era um sonho, só tinha uma coisa da qual Kagome tinha certeza, não iria querer acordar nunca mais.

Já imaginará varias fezes como seria beijar Inuyasha, e nem nos seus melhores sonhos podia imaginar algo tão maravilhoso, o jeito tomo ele tomava seus lábios tão possessivo e desesperado, mas Kagome conseguia sentir um sentimento estranho invadindo seu corpo, ternura, sim essa ela a palavra, pois embora o beijo fosse selvagem ele a abraçava carinhosamente.

Mas der repente Inuyasha a afastou, interrompendo o beijo bruscamente, Kagome ainda estava com os olhos fechados.

-não devíamos ter feito isso.

-eu não acho isso. –disse Kagome sem pensar ainda envolvida pelo inebriante desejo que sentia.

-Kagome. –Inuyasha a balançou pelos ombros, fazendo com que ela voltasse à realidade, o momento mágico havia passado e teimoso Inuyasha estava de volta. –isso esta errado.

-e posso saber o por quê? –perguntou o encarando firmemente. Kagome sabia que se abaixasse a cabeça agora seria o fim, e depois daquele beijo Kagome perceberá que tinha chances e não abriria mão dela. –por acaso somos parentes de Sango? Ou eu sou menor de idade?

-não. –disse Inuyasha um pouco confuso.

-então não vejo o porquê não devemos ou por que seria errado.

-você é filha do Souta.

-você fala como se fosse uma doença.

-não é uma doença, mas é como se você fosse minha irmã caçula.

-Sango é sua irmã... eu sou a mulher que você acabou de beijar.

-foi um erro.

-foi a coisa mais maravilhoso que já aconteceu comigo. –Inuyasha foi pego de surpresa por aquela declaração, Kagome o encarava tão intensamente e suas palavras foram tão sinceras que por pouco ele não confessou que aquela tinha sido a coisa mais maravilhosa que já acontecerá com ele também, mas se ele fizesse isso não tinha certeza se conseguiria para e ainda não estava certo se tudo aquilo era certo.

-Kagome eu...

-eu estou cansada por isso vou entrar. –disse Kagome lhe dando as costas. –e quanto a você deveria pensar bem. Isso que esta acontecendo entre a gente é mesmo errado, ou é só o seu próprio medo? –depois correu para dentro de casa sem dar chance de Inuyasha falar.

Inuyasha percebeu com muita irritação que Kagome o estava evitando outra vez, mas ele tinha que admitir que parte da sua irritação era pelo fato de não parar de pensar no beijo que ele e Kagome trocaram a quatro dias, pra ele era como se tivesse sido na noite anterior, os doces lábios e a maneira como ela se entregara em seus braços, só a lembrança o atormentava e fazia o sangue em suas veias esquentar, o que teria acontecido se ele não houvesse recuperado a razão. De uma coisa ele tinha certeza Souta nunca o perdoaria se ele se aproveitasse das condições de Kagome, ela concerteza estava confusa por causa da perda de memória isso concerteza confundia seus sentimentos, mas ele pelo contrario tinha total noção do que estava fazendo.

Kagome saiu vinte minutos antes de seu horário habitual, pois queria evitar Inuyasha, sabia que se ele tivesse a oportunidade começaria com o mesmo argumento de que o que eles fizeram era errado e ela não estava nem um pouco a fim de lhe dar essa chance.

-você saiu cedo hoje. –Kagome sentiu seu corpo gelar, se virou lentamente e deu de cara com Inuyasha debruçado na parede com um sorriso vitorioso nos lábios.

-não é? Eu consegui terminar tudo cedo e já estou indo. –ela tinha que sair dali.

-eu também já estou indo te dou uma carona.

-não! –tinha que arrumar uma desculpa, tudo que menos queria agora era ficar no mesmo carro que ele. –eu... marquei de me encontrar com o Kouga. –o semblante de Inuyasha se fechou.

-você vem comigo agora. –ele a pegou pelo pulso a puxando para o dentro do elevador, Kagome tentou se soltar, mas foi inútil e entes que conseguisse fugir as porta se fechou, era tarde fora pega e agora não havia como fugir o jeito seria enfrentar de frente, por isso disse a si mesmo que se Inuyasha tentasse argumentar combateria de frente.

-Miroku você viu o Inuyasha? –perguntou Kikio ao entrar na sala de encontrá-lo no corredor.

-ele acabou de ir embora. –Kikio pareceu surpresa.

-mas inda é muito cedo, ele nunca sai há essa hora.

-a Kagome saiu cedo e ele quis acompanhá-la.

-Kagome outra vez.

-Kikio nós já nos conhecemos há muitos anos e como seu amigo me sinto no direito de lhe aconselhar.

-não precisa. –disse Kikio com um triste sorriso. –acho que eu nunca tive chance não é, sempre foi assim, mas eu nunca quis desistir, mas parece que sempre a uma primeira vez para tudo.

-isso é o melhor. –Miroku colocou a mão em seu ombro. -eu sempre dizia que nunca iria me casar e olhe para mim agora. –os dois começaram a rir.

-você esta certo, bom... vou cuidar dos meus pacientes que é o melhor que posso fazer.

Durante todo o caminho eles ficaram em silêncio. Inuyasha já estava achando aquilo incomodo.

-você ia mesmo sair com o Kouga?

-que diferença faz você me trouxe a força com você. –era essa a resposta dela, uma simples frase.

-vocês estão saindo?

-isso tem algo a ver com você? –Inuyasha deu um longo suspiro.

-você gosta dele?

-não lhe interessa.

-Kagome! –aquilo já era de mais. –eu estou dirigindo você poderia fazer o favor de não me irritar.

-foi você que começou.

-eu só estava tentando começar uma conversa civilizada, na verdade e o que tenho tentado fazer nos últimos dias, mas alguém andou me evitando. –Kagome não respondeu, depois de passarem pelo portão e Inuyasha parar o carro ela se virou para ele.

-eu não o estava evitando, só não queria continuar a ver sua covardia. –dizendo isso ela saiu, Inuyasha no mesmo instante saiu do carro, foi atrás de Kagome e a segurou pelo braço.

-do que você esta falando, de que eu tenho medo?

-de admitir seus próprios sentimentos. –disse Kagome o encarando profundamente, Inuyasha fora pego de surpresa por aquela afirmação, lentamente ele lhe soltou o braço. –não suporto a idéia de você negar o que esta acontecendo entre nós.

-não tem nada acontecendo...

-tem sim e você é o único que ainda tenta negar isso, ou você esqueceu o beijo.

-aquilo foi um erro.

-qual o seu problema. –Kagome sentia que se formavam lagrimas em seus olhos, mas não iria chorar. –por que se nega desse jeito.

-você é uma criança.

-é nisso que você quer acreditar. –sem pensar duas vezes Kagome se aproximou de Inuyasha e o beijou.

Inuyasha hesitou um pouco, mas logo se entregou aquele beijo, tudo que Kagome disse era a mais pura verdade, tinha medo, medo de estar traindo Souta e esse pensamento fez com que voltasse a realidade e se afastou de Kagome. Inuyasha se amaldiçoou ao ver o olhar de decepção de Kagome.

-ainda acha que sou uma criança.

-Kagome é melhor parar com isso.

Pois saiba que eu não vou desistir, você é teimoso Inuyasha, mas fique sabendo que eu também. –Inuyasha viu que ela estava determinada e tinha que admitir que ele estava cada vez mais tentado a ceder, só tinha uma coisa a ser feita.

-faça como quiser Kagome. –e passou por ela entrando na casa.

Kagome não entendeu o que Inuyasha quis dizer com aquilo, alguns minutos depois ao entrar encontrou Sango parada ao pé da escada.

-o que houve Sango?

-ainda bem que você chegou Kagome. –Sango parecia realmente preocupada com algo. –parece que aconteceu algo com o Inuyasha.

-bem... –Kagome hesitou um pouco.

-você sabe de algo Kagome?

-na verdade nós brigamos ainda pouco.

-então foi isso. –Sango não pareceu surpresa. –mas o que realmente aconteceu?

-eu o enfrentei... e disse tudo o que sentia. –Sango encarou Kagome por um largo tempo, então deu um largo sorriso.

-finalmente, já estava me perguntando quando um de vocês tomaria uma atitude, claro que não é surpresa nenhuma te sido você ao em vez do teimoso do meu irmão.

-pelo visto parece que ele não gostou nada, ele deve estar com raiva de mim.

-eu não acho Kagome...

-Inuyasha, por favor, pense bem. –a voz aflita de Izayo veio do topo da escada chamando a atenção de Kagome e Sango. Inuyasha descia as escadas carregando duas malas, Kagome não acreditava no que via.

-Inuyasha. –ela não sabia o que dizer. Ao terminar de descer Inuyasha colocou as malas no chão.

-mãe o que esta acontecendo?

-seu irmão esta querendo ir para um hotel.

-você não pode. –disse Kagome desesperada, era sua culpa aquilo estar acontecendo. –se oi pelo que eu disse...

-não é por isso. –disse interrompendo Kagome. –isso é coisa minha. –ele pegou as malas. -Não vai ser por muito tempo. –depois ele saiu, Izayo foi atrás dele para tentar convence-lo.

-não se preocupe Kagome, tenho certeza que isso não vai muito longe. –disse Sango tentando consola-la.

-por que você esta fazendo isso? –perguntava Izayo enquanto Inuyasha colocava as malas dentro do carro. –você a ama não é, então por que tem que fazer os dois sofrerem dessa maneira?

-eu não posso fazer isso, Kagome é filha do Souta.

-Souta não era seu irmão de verdade e você sabe disse.

-mas é como se fosse. –disse fechando a porta com mais força que o necessário, ele se virou para sua mãe. –a senhora sabe muito bem disso. –Inuyasha parecia desesperado. –eu prometi ao Souta que cuidaria e protegeria a Kagome mesmo que tenha que ser de mim mesmo.

-e desde quando ama-la descumpre a promessa que você fez? –Izayo encarou Inuyasha carinhosamente. –não percebe você já a ama não a mais como negar isso.

-tem razão eu não posso evitar, mas posso evitar. –ele se virou para entrar no carro.

-então... –começou Izayo entes que Inuyasha fechasse a porta. –você vai deixar que outra pessoa faça isso? –Inuyasha parou por um instante e então fechou a porta e partiu.

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Notas finais
Então o que acharam?
bom o próximo cap é o que todos aguardam por isso foi caprichar OK? BJÃO.
P.S: não esqueçam os comentários tá? Valeu xau!!!!