Lembranças de um amor eterno
22 Lembranças de um amor eterno - FINAL
Um mês depois.....
Eduardo e Julia, olhavam os filhos na cama, os bebês no meio dele. Os olhares de amor e carinho para aquelas duas riquezas.
Julia: Gabriel é a sua cópia, nem precisamos de DNA! – falava alisando o rosto do filho. – Ana Julia é calma, tranquila.
Ed: Igual a mim, sou calmo! – ele a olhou e sorriu.
Julia: Já entendi, eu só dei à luz e os amamento! – beijou a testa do filho.
Ed: Eles são a continuação do nosso amor, continuação de nossas vidas!
Julia: Sim eles são! – Gabriel se encostou mais em sua mãe buscando seu alimento. – Falei igual ao pai. – ela abriu a camisa e tirou o seio e deu ao filho.
Ed: Amor, isso não vale, ah até quando ficarei sem lhe tocar?
Julia: Eduardo Gibbs, controle-se! Agora e por mais dois meses serei somente dos meus filhos! – ela sorri maldosa, e pisca para ele. – Depois do banho deles, eu te dou um carinho no nosso banho!
Ed: Mulher, você não existe! – ele deu uma gargalhada assustando a filha que resmungou fazendo cara de choro. – Shiii calma amorzinho, é só o papai. Está tudo bem! – ela se aninhou ao peito do pai e voltou a dormir.
***
Em sua casa Cristina curtia Carlos, seu médico charmoso. Eles estavam com as malas prontos para retornar aos EUA, Eduardo e Julia jantaram com o casal, e Cris ficou feliz por que adoraram Carlos e América, a filha dele.
Cris: Quer mesmo fazer isso? – falava com a cabeça no peito dele.
Carlos: Claro, mais que tudo! Acho que encontrei a mulher da minha vida! – ela levantou a cabeça e o olhou sorridente. – Claro que vamos morar juntos, um compromisso sério, mas é por que adoro fazer amor com você, então vou juntar o útil ao prazeroso.
Cris: Sem vergonha, quer morar comigo para abusar do meu corpo lindo.
Carlos: Algumas londrinas tem o corpo bom! – ela subiu nele, o montando, e roçando suas intimidades. – Ahhhhhhh ta vendo delicia!
Cris: E para seu governo só nasci aqui, meus pais são espanhóis! Soy caliente mi amor!
Carlos: Muy caliente! – ela riu alto, o fazendo ficar mais excitado, depois a toma nos braços, a amando “gostosamente”.
***
Luiza estava em sua casa, em um mês ela comprou um apartamento só para ela, mas claro que ficava perto da casa do pai e de Julia, findava agosto, e logo ela começaria na escola como professora de artes, estava animada, além do que estava saindo com as amigas, fazia tempo que não fazia isso quando estava em Londres.
Ela estava se arrumando, iria a uma festa, na verdade um aniversário de Camily, sua amiga, em um pub local, estava linda com um vestido preto, até o meio das coxas, estava sensual, maquiagem leve. Cabelos presos.
Ela estava feliz, sua família estava bem, ela terminou a graduação com a ajuda de Antônio, que pediu a transferência para ela, em medida especial.
Eram quase 20h quando ela chegou ao pub, logo viu as amigas, e foi até elas.
Camily: Amiga, pensei que não viria!
Luiza: Não perderia por nada, ou melhor quase nada. – piscou para a amiga que sabia do que ela falava.
Elas dançaram e tomaram cerveja, a animação era algo contagiante, um rapaz ao fundo do pub, olhava para a moça morena que dançava animada. Ele tomou mais uma cerveja e depois foi até a linda morena.
XX: Oi, linda noite para uma festa, não?!
Luiza: Sim, linda e bem divertida. – olhou para o rapaz, mas continuou dançando.
XX: Posso pagar uma bebida para você? Sei que é meio clichê, mas não sou bom em “paquerar” se me entende. – ela sorri e confirma com a cabeça.
Luiza: Pode, mas com uma condição, me fale seu nome?
XX: Daniel, Daniel Kinsley!
Luiza: Prazer Daniel, Luiza Gibbs!
Os dois sentaram no bar e ficaram o resto da noite conversando, depois Luiza foi para casa com o telefone de Daniel, prometeu ligar, e ela cumpria o que prometia.
***
Algum tempo depois....
Eduardo entrava em casa com duas caixas de presentes e uma sacola nas mãos, tinha saído para comprar algumas coisas que Julia lhe pediu para o batizado das crianças.
Ed: Amor cheguei. – falou alto avisando.
Julia: Shiii, eles acabaram de dormir!. – falou entrando na sala vindo do corredor dos quartos. – Para que tudo isso Eduardo, era para pegar só os sapatinhos que pedi, comprou a loja toda.
Ed: Toda não, mas quase! – colocou as coisas em cima do sofá, foi até Julia a olhou com amor. – Amor, ta faltando algo nisso tudo?
Julia: Algo, onde? Eduardo, o que está faltando?
Ed: Isso! – ele abre a mão e mostra uma caixinha, quando ele abre é um anel. – Então quer casar comigo? – ela o olha e sorri.
Julia: Já somos meu amor, não é um papel ou uma igreja que vai nos dizer quem somos! – ela o beija terno e rápido. – Sim aceito. Mas vamos nos casar aqui e agora, eu e você.
Eduardo a pega nos colo e sorrindo, a leva para o quarto, ela estava linda de robe, ela a colocou perto da cama, ele afastou os cabelos dela, beijou a nuca, mordeu a pontinha da orelha dela, Julia tinha os olhos fechado, desceu a mão para as pernas dela, entrou na calcinha colocando, a mesma de lado, ela gemeu ao sentiu os dedos dele tocando, a virou de costas para ele e deixou o robe cair, a deitou na cama.
Julia sorria feliz, sua vida estava completa, ela se ajeitou no meio da cama e o viu tirar a roupa, estava forte, sadio e viril. Ficou entre as pernas dela, olhando a mulher.
Ed: Minha mulher, minha amiga, minha esposa e companheira. Ah e mãe dos meus filhos. Minha Julia.
Julia: Eu Gibbs, meu amor, minha vida, meu marido, amantes, amigo, meu tudo, minha constelação. Minha Galáxia!
Sem mais ele desceu com beijos pelo corpo dela, até que beijou a parte interna da coxa e chegou até sua intimidade, beijou sugando, Julia gemeu alto, estava tão pronta para ele, depois de tanto tempo longe, ele brincou onde estava por um tempo e depois se posicionou entrou nela lento entre, sentindo toda ela, os dois gemeram, ele se moveu devagar.
Mas logo a sede de paixão e saudade os consumiram, Eduardo aumentou o ritmo, os dois gozaram juntos, respirações aceleradas, Julia ainda com ele dentro de si deitou a cabeça dela em seu peito, Eduardo, fazia caricias nas costas dela, nos cabelos, estavam em silencio, os corações descompassados pelo amor.
Queriam aproveitar o momento, pois os gemeos logo acordariam para serem torcados e amamentados.
Depois do batizado, o almoço foi em família, somente os amigos mais íntimos, Antonio e Nayane, Daniel, Carlos e América, que depois do almoço voltariam para os EUA, pois a menina tinha que voltar para escola.
Cristina, Luiza, Helena e Julia, conversavam aminadas na sala, falavam dos acontecimentos do ano, o planejamento era incrível, Gibbs voltaria para a universidade, ele seria Reitor interino, pois Antônio e Nayane, junto com os filhos que quatro patas, estava de férias em alguma praia que permitia animais.
Helena estava com a pequena Ana Julia nos braços que dormia calma e serena, após ter comido papinha pela primeira vez e depois tomar “um mama”.
Eduardo deitou ao lado do filho, sentia uma forte dor de cabeça, não era um bom sinal, queria que a dor passasse, mas não tinha jeito, quando trocou o filho, sentiu seu nariz quente e algo escorrendo, era sangue. Deixou lágrimas percorrer seu rosto.
Ed: É pequena Gibbs. – falou acariciando os cabelos do filho. – Acho que vamos ter uma conversa um pouco séria garotão, cuide da sua mãe e de suas irmãs. Saiba que amo vocês mais que tudo. -ele beijou o filho e fechou os olhos.
Julia: Nossa Eduardo foi trocar as fraldas de Gabriel e ainda não voltou, acho melhor eu ir lá ver. – ela sentiu um frio estranho percorrer sua espinha. Se levantou, pegou a filha nos braços depois foi até o quarto dos bebês, deixando a pequena em seu berço.
Viu algo estranho no trocar, era uma gota vermelha, percebeu que Eduardo havia trocado o filho, então foi até o quarto do casal, abriu a porta e viu marido e filhos dormindo na cama.
Ela se aproximou, pegou o filho nos braços que dormia, levou para o berço dele, depois voltou para seu quarto. Ela chorou e chamou Cristina, Chorou e se deitou ao lado dele por um instante até que Luiza e Cris entraram.
Julia: Ele se foi......
Todas correram para o quarto, Helena chamou uma ambulância, ficaram ali até os paramédicos levarem, Julia foi com eles, assim como Cristina, Helena ficou com os netos, Luiza foi dirigindo e ligou para Daniel a encontrar no hospital.
Durante o atendimento Julia chorava, não queria perder o marido, eles estavam felizes e bem, depois do casamento tudo ficou mais sereno na família.
O médico veio e pediu para que Luiza e Julia entrassem, teria que ficar pouco tempo, o estado de Eduardo era grave, teria 72 horas no máximo.
Primeiro entrou Julia, ela ficou com ele um tempo, o máximo que pode, depois saiu e foi amparada por Cristina.
Logo depois Luiza entrou, abraçou o pai, era uma despedida, ficou deitada ao seu lado, até que o médico entrou e pediu que ela saísse.
Cristina não queria deixar a amiga naquele momento, mas era preciso, fez duas ligações, estará feito, tudo pronto.
Anos depois...
John: Mais vovó, minha professora disse que não posso ser namorado dela, uma que sou pequeno e outro que ela é minha professora, isso não pode! – falava o menino com olhar curioso para a linda mulher com cabelos brancos na cadeira de balanço.
Ana: Filho, deixa sua avó, ela e o vovô, são assim a frente de seu tempo.
Julia: Deixa ele filha, eu gosto de contar como eu e seu pai nos conhecemos. E quando você era da idade de John pedia para eu contar a mesma história. – Agora onde estão Gabriel e os outros.
XX: Estamos aqui minha vida. – falou Eduardo entrando com a neta no colo. – Gabriel e eu estávamos mostrando os livros de contos Grimm para a Judy, ela ficou encantada.
John: Vovô, o que é Cassiopéia! — perguntou curioso o pequeno.
Ed: Vem, eu te conto! – ele pegou o neto no colo e começou. – Cassiopeia é uma serpente estrelar que vivia na minha cabeça, e com um grande amor, carinho e três filhos lindos, ela se assustou e foi embora da minha cabeça.
Julia: Eduardo!!! – ela falou com os olhos semicerrados.
Ed: Ah claro, a medicina ajudou muito, a madrinha do seu tio, me deu uma grande injeção e depois eu fiquei bem!
Judy: peia mamy, medo, pedia medo! – falava a pequena indo no colo de Beatriz, esposa de Gabriel.
Be: Calma, amorzinha, ela nunca mais vai voltar.
Todos: Nunca mais!!
Cris: isso mesmo! — falou entrando de mãos dadas com Carlos. – Eu fui a salvadora naquela noite.
Julia: Mas isso é outra história, para outro dia!
Luiza: O jantar está servido. – falou entrado com Daniel atrás dela.
Daniel: O aroma está divino.
Todos se sentaram ao redor da mesa, Beatriz fez uma oração agradecendo, ela era ortodoxa, e todos sempre faziam as preces a mesa, ela agradeceu a todos presentes, e os que já não estava ali, ou não de corpo. E o jantar de ação de graças foi a confirmação que o natal seria radiante!
Fim!!!
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