Notas iniciais
Olá, todo mundo. :3

Então, né... Eis o capítulo. Pessoas de coração fraco, por favor, não tenham um treco, e outros, não me matem, ok?! u.ú Eu sou nova, e quero chegar até o final da Quarta temporada de TVD e assistir o novo seriado, The Originals. Em falar nisso... Vocês souberam?! Klaus não mais estará na quinta temporada da série. Ou seja, vão dar um fim no meu amor ~ chorando ~

Sério... Eu ainda estou mexida com isso. T_T

E... Bem, quando acabar a 4ª, podem me matar. Tia tá aceitando... Já que daqui até lá, já teve o RIR e eu já vi meus amores. :3

Então... Capítulo dedicado a vocês, que torceram pelo casal, e... Principalmente, para a Dul Mikaelson Malfoy Westick, que recomendou divamente a estória. Obrigada, linda!

E é isso aí... Desfrutem e tirem as crianças da sala. -sqn

Até a próxima. ^-^'

Uma vez, quando era criança, Caroline fora passar o final de semana a sós com o pai, numa cabana junto ao lago. E nesse mesmo lago, havia se afogado. A sensação ruim de incapacidade, de não poder ser capaz de alcançar a respiração, de ter seus pulmões incapazes de ter ar. Talvez, a morte real não fosse tão ruim quanto afogamento. A água entrando por sua garganta, cortando tudo por dentro. Todas as imagens de sua infância se passando em seus olhos, por sob as pálpebras. Os rostos daqueles que amava, e estranhamente... Um dos rostos vistos era o de Klaus. E vê-lo, os olhos azuis acinzentados, foi como se recebesse um tapa mental. Estalando... Fazendo-a piscar.

Caroline puxou o ar com força para os pulmões, entrando quase que violentamente. E após isso, ela se deu conta do que estava acontecendo. E, por Deus, Caroline Forbes estava furiosa, como há muito tempo não ficava. Suas presas amostra, seus olhos vermelhos, pequenas veias sob os olhos, uma fúria incontrolável. Ainda mais, por saber o que havia acontecido, quem o havia feito.

Klaus quebrara seu pescoço. Seu pescoço.

“Filho da puta!” praguejou violentamente, correndo numa velocidade inumana até o corredor, fazendo a porta bater violentamente atrás de si. Sua visão manchada de vermelho, nunca enxergando nada, e sentia pena de quem fosse entrar em seu caminho.

Do outro lado da porta fechada, era possível escutar o som alto, ainda que as paredes fossem à prova de som. Ela a chutou, com tal voracidade e fúria que podia ver a rachadura no centro da porta, onde seu pé batera.

Risadas altas ecoavam, mescladas com o som alto. Foi possível então, Caroline ver as mulheres seminuas perambulando pelo quarto, seus ombros ensanguentados. No centro do quarto, com alguns corpos caídos, totalmente drenados, ela pode ver, sentado em uma poltrona, que a fizera lembrar-se de filmes de terror, talvez Drácula. Talvez, Klaus fosse ainda pior do que Drácula... Ela poderia ironizar em sua mente, Klaus de couro, escondido da luz do dia. A lua do lado de fora, brilhando alto no céu não ajudava muito. Tornando a cena toda ainda mais sinistra.

– Saiam! – ela ordenou à algumas das garotas que estavam ali, apenas a encararam, vagamente. Ela agarrou uma pelos ombros, sacudindo-a de forma violenta. – Eu mandei sair! Agora!

Encolhendo-se, a garota se afastou, notando o perigo ao qual estava exposta. Muito provavelmente, Caroline quebraria seu pescoço, mesmo que ainda fosse se arrepender depois.

Klaus permaneceu bebendo do pescoço de uma loira seminua que trajava apenas uns shorts jeans e lingerie, em seu colo. O corpo magro, tremulo e pálido, fazia lembrar o de Caroline. Ele sussurrou alguma coisa no ouvido da garota, que assentindo, levantou-se do colo do Original, e caminhou para o outro lado da sala, aumentando o som. A música alto, alguma mistura de heavy metal com eletrônico, gritante com o idioma que Caroline podia identificar como Italiano, soando alto. Ela cerrou os punhos, caminhando até ele.

– Você... – ela apontou um dedo para ele, chegando a tremer de raiva. – Você quebrou o meu pescoço!

Klaus apenas se limitou a passar a língua pelos lábios, enxugando o sangue que sobrara neles, com um sorriso debochado.

– Eu pensei que não fosse mais acordar... – ele disse, se levantando, caminhando pelos corpos drenados ali. – Temos que concordar com algo... Eu não matei você.

– Você quebrou meu pescoço. – ela disse, seca.

– Mas não matei. – ele piscou, lambendo os dedos de forma divertida, desfrutando de toda a irritação da loira. – Eu poderia... Eu devia.

Em espaços de segundos, Caroline foi até a lareira, do outro lado do quarto, agarrando um espeto de ferro, encostado à parede de tijolos à mostra, e voltando até Klaus, enfiando-o em sua direção. Mas antes que pudesse realmente acertá-lo, sentiu seus braços prendê-la contra o corpo dele. Os dedos, médio e polegar, presos contra a mandíbula, pressionando-a com um tanto de força. Ela sabia que se ele aplicasse um pouco mais de força, quebraria.

Ela podia sentir a respiração contra sua nuca, suas costas pressionadas contra o peito dele, sua mão pressionando o braço dele, para que a soltasse. Caroline esperou um segundo, apenas um, ao qual, ele desse um pouco de espaço, e quando encontrou uma brecha, ela tentou se mexer, correndo inumanamente até a porta, para em seguida, ser jogada contra a parede junto à porta, suas costas se chocando contra o duro, o corpo de Klaus impedindo que se soltasse. E maldição...

– Saiam! Agora! – ele ordenou para a plateia ali, que prontamente, deixaram o quarto. Estavam à sós. E aquilo incomodou Caroline. Se ele quisesse matá-la de verdade, agora poderia. Assim que a porta se fechou ao lado deles e todas as pessoas conscientes saíram, Klaus voltou-se para ela, que continuava com os pulsos pressionados contra a parede, presa. Sem mexer músculo algum. – O que você está pretendendo, Caroline? Além de me mandar para uma maldita caixa pelo resto da vida terrestre?!

– Você quebrou meu pescoço! – ela disse, sua voz baixa, mais ainda repleta de perigo. Toda a irritação apenas aumentando, acumulando num local tão sombrio que fazia com que até mesmo a própria Caroline tivesse medo. Mas bem... Ela tinha que admitir que se fosse para ter medo de alguém, aquele temido seria Klaus. Afinal de contas, ele havia matado por muito menos. Arrancado corações de pessoas inocentes, e não havia sido no jeito figurado da palavra.

– Eu já matei por menos... – ele sussurrou, ameaçador, como se pudesse ler sua mente. A loira lutou contra a vontade de se encolher. Talvez Stefan e seus amigos estivessem certos no final do dia. Klaus era mau. E quanto mais tempo passava com ele, mais percebia. E bem, quebrar seu pescoço havia sido a gota d’água para ela.

– E então porque não me mata de uma vez? Oh, deixe-me ver... Porque não se sente capaz disso... – ela cuspiu. Errado! Um letreiro de neon piscou em vermelho, em sua mente. Ela sentiu a respiração dele pesar, um sopro quente que fez todos os pelos se eriçar.

– Eu ainda não sei. – ele sussurrou, sua voz tão carregada com aquele sotaque. Aquela tensão queimando entre eles novamente. Caroline, definitivamente, odiava quando ele sussurrava. Sussurrar deixava sua voz ainda mais carregada pelo sotaque, sua voz grossa, daquelas que fazia qualquer garota delirar... E ao que parecia, ele estava nesse caminho, no caminho de fazê-la delirar. Lembrava-se da última vez que fizera sexo. E, diabos... Porque estava pensando naquilo, mesmo?! Porque seus hormônios estavam gritando por Klaus?! Logo por ele?!

Ela podia sentir a respiração em seu pescoço, seu rosto inclinado na curvatura do mesmo. Sua barba roçando inconscientemente na pele, fazendo-a se arrepiar. E por um instante, ela pensou em afastá-lo. Porque não era certo. Ele havia acabado de quebrar seu pescoço, e agora, a estava ameaçando de morte... Ele poderia matá-la.

Mas não quer... — a voz traidora soou em sua mente. Ela começava a se sentir cansada daquela situação. De se pegar sentindo vontade, desejo, por Klaus. Mas tudo desapareceu, exatamente quando ele parou de apenas respirar, aspirar em seu pescoço, e começou a beijá-lo. O toque quente de seus lábios, demorando na pele, fazendo-a se arrepiar toda vez em que alterava o local que beijava. E de repente, o aperto em seus pulsos não pareciam mais agressivos. Pareciam sexuais. Sensuais.

Caroline arqueou a cabeça para o lado, para que houvesse mais lugares para ele beijar, se sentindo à mercê do toque do Original, que agora, deslizava seus polegares pelos pulsos dela, alcançando a posseira ali, passando por ela e deslizando para o antebraço, para os cotovelos, os braços. E então, apertando-os levemente, pressionando-a à parede, mas dessa vez, com o próprio corpo.

E quando seu rosto se afastou do pescoço, agora quente, dela, eles se encararam por longos instantes, como se assim, pedissem permissão. E quando ela fechou os olhos, foi como um sinal para que ele avançasse. E bem, ele avançou. Seus lábios se esmagaram com força, numa necessidade terrível, diferente da primeira vez na qual se beijaram. Havia sido doce e puro, e certo... Mas agora, não passava de uma necessidade, como se estivessem se afogando. Um no outro. Ele libertou os braços dela, para que ela colocasse em seguida os mesmos ao redor do pescoço dele, enquanto as mãos largas de Klaus apertavam sua cintura, puxando-a para si.

E Caroline tinha que admitir... Havia uma grande diferença em como ele beijava, ou em como ele a apertava contra si, como seus lábios se mexiam, ou em como sua mão deslizava dentre o cabelo dela, sentindo a raiz. Havia uma coisa que formigava entre os dois. Não sabia explicar. Apenas sabia que existia. Não que fosse totalmente certo, mas era existente.

E qualquer controle sobre ser certo ou errado, desapareceu quando ele invadiu por sob a sua blusa, deslizando seus polegares sobre a pele macia e quente de sua barriga. Ela soltou um suspiro excitado contra os lábios dele, que o abafaram. Suas línguas explorando uma à outra. Foi quando Klaus se afastara. Seu rosto corado.

– Caroline... – ele sussurrou, daquela forma detestável, que Caroline sempre odiara que ele fizesse. Da forma que o fazia irresistível. Ela mordeu o lábio inferior com um pouco de força, percebendo então o que ele queria dizer com apenas o seu nome. Era como uma prece. E tudo o que ela fez, com medo de que sua garganta falhasse ou que sua voz não saísse, fora assentir. E em um lapso de qualquer coisa que ela não podia compreender, ele a puxou para cima, fazendo-a enlaçar suas pernas na cintura do Original, e em uma velocidade inumana, ele a levara para o quarto dela, fechando a porta com o próprio pé e indo em direção à cama, deitando-a lá, seu corpo por cima do dela.

Ele se inclinou, apoiando-se nos braços, para encará-la. A luz da lareira acesa iluminava o quarto, num tom alaranjado. Seus rostos corados, os olhos dele brilhando de uma forma cinzenta. Ele não precisou dizer muita coisa — não que fosse preciso dizer alguma coisa. E nem ele mesmo queria. Talvez, dizer algo estragasse o momento entre os dois. Talvez, ela fosse desistir do nada, caso ele emitisse qualquer som.

Ele levantou a blusa amarela que ela usava, com a ajuda da loira, que se sentou na cama, levantando os braços e tirando-a por cima da cabeça. Ele voltou a deitá-la lá, beijando-a com uma fome terrível, como se de repente, os instintos de um lobo estivessem presentes nele. Ali, numa necessidade terrível. Insuportável.

As mãos trêmulas de Caroline levantaram a camisa dele, a cinza de tecido justo, que marcava seu peitoral e braços, uma que ela costumava odiar, mas sempre se pegava suspirando, mesmo que não percebesse de imediato. Mas a necessidade de tocá-lo, de voltar à beijá-lo era ainda maior do que sua paixão pela camisa, e rudemente a rasgou, desde a gola à baixo. Ele a tirou, com um pequeno sorriso torto nos lábios.

– Eu gostava dela... – Caroline sussurrou, sua voz abafada pela respiração rápida. Soltando um risinho pelo nariz, Klaus voltou a beijá-la, deitando-a na cama, a cabeça enterrada entre os travesseiros, para logo sentir os lábios deslizando sobre o pescoço, colo. Não conseguiu segurar um leve gemido, quando sentiu os dentes afiados alcançarem os seios, mordiscando-os por sobre a peça preta do sutiã.

Ele sorriu para ela, de forma que olhá-lo, daquela forma, naquela situação o fazia ainda mais irresistível. Os lábios ainda mais avermelhados, o olhar repleto de desejo. Foi exatamente quando Klaus puxou alguma coisa dela, que ela não soube identificar até sentir sua boca sobre a parte sensível de seu seio. Ela viu a peça escura se acumular em algum canto, próximo à camisa cinza. Vingança, pensou com um sorriso que apenas aumentara à medida que as ondas de arrepio, sobrecarregadas de desejo atravessavam o corpo dela.

Suas mãos arranharam o peito do Original, assistindo o filete de sangue descer sobre o mesmo, fazendo uma necessidade de prová-lo. Suas presas salientes deram sinal daquilo. Não sabia ao certo se era por todo o desejo que sentia, ou o sangue. Ela puxou-lhe para cima, pelo cós da calça jeans que ele usava, invertendo-os de lugar. Jogando-o contra o colchão.

Ela levantou-se, tirando as próprias calças jeans, impaciente demais e sentando-se sobre os quadris dele, sentindo o volume pulsar sob os jeans, em seu ventre. Inclinou-se para frente, para beijá-lo por um longo instante. Seus lábios movendo-se tão sincronizados que pareciam terem sido feitos um para o outro. Ela segurava o rosto do Original em suas mãos, afagando-o com os dedos, sentindo a barba pinicando sob os mesmos. Tanta afeição...

Klaus sentou-se, com a loira ainda em seu colo, beijando-a ao mesmo tempo em que afagava seus seios redondos e eriçados. Caroline quebrou o beijo, descendo até o pescoço dele, beijando-o, lambendo-o, mordiscando-o. Sentindo seu corpo começar a fraquejar de tamanha a vontade de saírem daquela preliminar. Tanto desejo...

– Acho que esse é o momento certo... Ferramenta certa... – Klaus sussurrou, descendo sua mão até o cós da lingerie rendada, também preta. Ele afastou-a para o lado, sentindo a umidade ali, em sua palma. Ele a acariciou, em seu ponto sensível, sentindo-a remexer-se, quase que rebolando, em sua mão, gemendo baixo com a cabeça agora apoiada na curva do seu pescoço. Ele pressionou mais algumas vezes, o polegar alternando em pequenos círculos no clitóris inchado. Até que ele a penetrou com o dedo, fazendo movimentos também circulares, arrancando outros gemidos da loira. Um sorriso soou em seus lábios, fazendo-a correspondê-lo à altura.

– Eu acho melhor você se livrar das calças... – ela murmurou, apoiando suas mãos nos ombros dele, movimentando seu corpo para que os dedos saíssem e entrassem sem nenhum problema. Ele apenas sorriu, deixando-a sentada na cama, com as costas contra a madeira da mesma. Ele se livrou dos jeans, deixando à mostra sua ereção. Que pulsava, apontando para frente. E sem mais, ele voltou à cama, engatilhando sobre os lençóis, alcançando Caroline e a deitando de costas para o colchão, ele beijou-a mais uma vez, sentindo o gosto que muito provavelmente nunca mais se esqueceria desde o primeiro beijo na ponte. Ele se desfez da peça de renda que ela usava, ainda sem nunca interromper o beijo.

As unhas de Caroline arranharam seu peito, abdômen, fazendo-o contrair o corpo. Sentindo seu ventre pulsar ainda mais. Ela desceu sua mão, segurando o membro quente, pulsando em sua mão, e ao abrir mais as pernas, agradeceu pelos anos que fora ginasta, ela o encaminhou até o seu centro, esfregando levemente, algumas vezes, a ponta avermelhada e um tanto que molhada, devido ao tesão, sobre seu clitóris, gemendo de forma composta, ainda que não fosse exatamente isso que quisesse. Queria gritar. Queria a sensação que faria tudo por dentro explodir por longos segundos, maravilhosos. Então, sentiu-o penetrá-la, mesmo que ela não o tivesse levado até sua entrada. Ele a penetrou de forma lenta, como quem quer aproveitar a sensação e o momento. Caroline fechou os olhos, sentindo então, a primeira estocada.

O corpo dele vindo em direção ao seu, o som da pele contra pele, gemidos baixos, outrora, altos. Ela abriu os olhos, sentindo-se medíocre demais se não os abrisse e não encarasse aos olhos dele, que, todavia, a encarava, repletos daquele brilho que ela o pegara admirando-a tantas e tantas vezes. E à medida na qual eles continuavam naquele ritmo, Caroline sentiu suas pernas tremerem, assim como boa parte do seu corpo, anunciando o que estava por vir. E ao perceber aquilo, Klaus apenas aumentara seu ritmo, indo o mais fundo que antes, fazendo o corpo da loira mover-se no colchão, ainda que as mãos dele segurassem sua cintura, puxando-a para si.

Um grito cerrado escapara pelos lábios dela, assim que sentiu a onda vindo, uma pontada atravessando seu útero, fazendo-a fechar os olhos, e a única coisa que ela conseguira emitir fora o nome dele, de Klaus.

Ele sorrira para ela, enquanto sentia-se imerso ao próprio espasmo, ao próprio gozo. Se curvando sobre ela, após sentir as pontadas em suas costas, sentindo-se se derramar-se dentro. Ele apenas beijou-a, de forma lenta, amorosa. E ela o correspondera à altura, acariciando o cabelo úmido pelo suor, sorrindo com a carícia.

Eles permaneceram ali, sem muitas palavras. Os pensamentos vagando pelo espaço, enquanto sentiam seus corpos suados e cansados. Em como tudo aquilo havia chegado àquele ponto. Tudo parecia tão certo. Tão certo que Caroline encostou sua cabeça contra os travesseiros, ainda com Klaus sobre o seu peito, escutando o coração se acalmando.

Quando sentiu seus pensamentos irem direto à inconsciência, ela fechou os olhos, escutando a respiração lenta, calma, indicando que Klaus adormecera e que, consecutivamente, lhe acalmava. Foi quando um pequeno som de vibrar soou. Ela podia jurar que conhecia aquele barulho, então, abriu os olhos. Sobre a mesa de cabeceira da cama, ela pode ver seu celular vibrando insistentemente.

Era Tyler. E ela deixou o telefone vibrar até desistir.