Notas iniciais
Hey, Sweethearts... Como estão?!
Bem, eu tinha decidido responder os reviews hoje, não só dessa, mas das outras fics, também, mas... Eu acabei optando por terminar de escrever um capítulo de qualidade para vocês, enquanto revisava esse.
Então... O capítulo saiu gradinho, e com cenas hots. ~ ignorem o fato de eu não ser muito boa em hentais. Pelo menos, eu não me considero.
E, bem... Eu não vou nem comentar o capítulo da última quinta de TVD, porque... Eu sei que tem gente que ainda não assistiu a 4ªtemporada. E eu não vou dar spoiler, ok?! ~ le eu boa ~
Então tá, né, gente! Boa leitura. Qualquer erro, me avisem, porque... Apesar de ter revisado o início ~ o que eu acho que deve ter alguma coisa errada ~, o final eu não revisei.
Então, é só. Até a próxima. Beijokas!!!! < 3

Magoada. Essa era a palavra que dentre todo o turbilhão de emoções dentro de Caroline, conseguia se distinguir tão facilmente, como se estivesse escrita em néon, brilhando... Latejando. O problema era que ultimamente, tudo o que ela fazia era se sentir magoada, chorar, se martirizar. Depois, tudo de novo. Ainda que tivesse uma regra, dizendo à si mesma, para ser forte, não conseguia cumpri-la. Não era fácil.



Ela encarava através da janela do quarto, ao qual estava. E enquanto assistia as luzes de Paris se acenderem à medida em que anoitecia, Caroline perguntou-se se não tivesse algum dia, brigado com Klaus, ele estaria ali, com ela. Suspirou. Não precisava levar seus pensamentos à ele. Ele havia deixado claro, pela sua postura, que não estava nem um pouco a fim de dar o braço a torcer.


Ela encostou a cabeça contra o vidro da janela, deixando seus dedos tamborilar sobre as curvas. Apurando seus ouvidos, podia escutar as pessoas conversarem logo abaixo. Um som soou na porta, o pequeno rangido, anunciando que a mesma se abria.

Afastando sua cabeça, ela notou Klaus dar longos passos para dentro, com uma expressão séria. Ela apertou os olhos, percebendo que seu rosto estava molhado. Passando as costas da mão sobre a bochecha, enxugou-a.

– O que você quer? – resmungou a loira.

– Se arrume. Vamos sair. – anunciou ele, naquela postura rígida e autoritária. Desafiadoramente, Caroline cruzou os braços sobre o peito.

– Eu não vou. Vá sozinho, faça o que quiser, eu não me importo, mas eu não vou.

Um longo instante de pleno silêncio, se passou, até que, mudando o peso de perna, Klaus se aproximou da loira. Sua expressão agora beirando à raiva.

– Você está brincando comigo? – rosnou ele, fazendo a garota se encolher um pouco. Outra nova briga, pensou ela.

– Não. Eu estou falando sério. Eu não vou sair por aí, com você. Eu não vou à lugar nenhum com você. – disse ela, punhos cerrados. Caroline não queria pensar em como danificada ela ficaria se ele decidisse fazer algo contra ela. Tinha plena noção quanto a isso, e sobre o quão temperamental ele era.

– Eu disse “se arrume” – sua voz não passava de uma profunda rouquidão, repleta de perigo. Caroline apenas o encarou, incapaz de dizer qualquer coisa que não fosse ofensiva demais para que ele arrancasse seu coração fora e depois se arrependesse. E enquanto encarava os olhos azuis acinzentados, ela se perguntou o porquê de ambos não darem tão certo. O poder de dominação dele?! Talvez... A forma como eles costumavam jogar um com o outro?! Sem sombras de dúvidas.

– Você teria que me compelir... Eu não vou fazer o que você manda, Klaus. Eu não sou uma de suas escravas – ainda que sua voz fosse baixa o suficiente para encobrir o medo delas, sua postura ameaçava qualquer um, incluindo, à ele.

– Eu não estou disposto a jogar seus joguinhos, Caroline... – ele sussurrou, uma careta, seu lábio curvado um pouco para cima, como em um rosnado.

– Nem eu. Eu não estou disposta a servir a você – rebateu ela, sentindo o calor ao seu redor aumentar, como se o tempo tivesse se aquecido de repente, ou talvez fosse apenas a presença dele, o corpo próximo. Era quase palpável. Uma risada fria soou de Klaus, fazendo Caroline sair do devaneio.

– Eu falei sério. Eu não vou jogar com você, Caroline – ele disse, se afastando. Caroline o assistiu caminhar até a porta, sua mão na maçaneta.

– Eu não estou jogando – ela murmurou, respirando fundo. O híbrido olhou por cima do ombro, com um sorriso e olhos divertidos. Era quase como se estivesse zombando dela. Na verdade, ele estava.

Em espaços de um segundo, ele estava parado na sua frente. Não havia diversão no sorriso ou olhos, apenas havia aquela profunda seriedade na qual Caroline notara antes, quando ele a observava. Ele levantou uma mão, tocando sua nuca. O calor subiu suas costas, como uma trilha de pólvora. Ela encarou os lábios rosados, entreabertos. Perguntando-se se ele a beijaria. Porque, bem... Ela queria. Queria muito beijá-lo. Queria muito sentir as mãos dele apertando-a, puxando-a contra si, contra o corpo quente e firme. E então, ao levantar um pouco os olhos, encontrou aquele mar azul acinzentado, fitando-a de forma séria, desejosa.

– Arrume-se... Dentro de alguns minutos, estaremos partindo para um jantar. Não me envergonhe – ele sussurrou, foi como se um balde de água fria tivesse caído sobre sua cabeça. Ele estava compelindo-a... E não havia como negar à ordem dele. Ele, como um Original, poderia obrigá-la até mesmo, pular de uma ponte, ou sair para passear sem seu anel que lhe protegia do sol. Estática demais, dessa vez, ela o assistiu realmente sair do quarto, sem nem ao menos olhar por cima do ombro, outra vez.

– Maldito... – resmungou, caminhando até o closet ali, apanhando alguns vestidos e colocando-os sobre a cama, para que assim, pudesse escolher um — ainda que contra sua vontade.


[...]



– Eu deveria compelir você mais vezes... – a voz carregada com um sotaque soou. Caroline respirou fundo, sentindo-se enraivecida e indignada.



– Você é um maldito bastardo. – disse ela, enquanto cruzava os braços sobre o peito, encarando a rua através da janela do carro.



– Eu já sabia disso... Eu não sei se você soube da minha história, mas... Eu sou realmente um bastardo. – ele sorriu torto, divertido demais para dizer qualquer outra coisa.

– Não faça isso novamente. – avisou a loira, passando a mão por sobre a saia de caimento rodado, abaixo do busto, de seu vestido azul marinho de cetim. Ele tinha alças, trançadas, que se encontrava em suas costas, formando um “x”, repletas de pedrinhas que lembravam paetês, mas eram ainda mais refinadas que iam até seu decote levemente cortado em um “v”. Ela teria achado o vestido terrivelmente lindo — o que era — se não fosse as circunstâncias. O cabelo cacheado e levemente preso fazia um bom complemento, deixando-a deslumbrante. O carro parou, minutos depois, de frente à um hotel. Klaus saiu primeiro, dando a volta no carro, e abrindo a porta para que a loira saísse. Ela o fez, pegando a mão do híbrido, que sorriu, satisfeito.

Ele disse alguma coisa para o motorista, que apenas levou o carro para longe, enquanto ele oferecia um braço para Caroline, que o aceitou. Ainda sorrindo, satisfeito consigo mesmo, Klaus os levou para dentro do hall.

Pessoas aglomeradas, muitíssimo bem vestidas zonzavam de um lado para o outro, conversando, bebendo. Caroline se perguntou o porquê de ter usado algo tão simples, já que até mesmo Klaus estava bem vestido, em um smoking, que por sinal, caia muitíssimo bem nele.

– Senhor Mikaelson! – alguém exclamou, parecendo animado. Um homem na casa dos quarenta anos se aproximou, também vestindo smoking, com uma taça de champanhe na mão. – Eu não acreditei que viesse...

– Você realmente acreditou que eu faltaria? Seria uma grande falta de etiqueta da minha parte – Klaus sorriu, educado e divertido. Ou bem, falsamente divertido. O homem riu, de forma contidamente falsa — ou soava assim para Caroline. Ela teria apreciado a bajulação em seu canto, contente, até que Klaus e o homem se viraram para ela. – Esta é Caroline Forbes.

O homem pegou a mão de Caroline, depositando um beijo na mesma, sorrindo. Era o tipo de homem que talvez tivesse apresentado à sua mãe — se fosse a circunstância.

– Prazer em conhecê-la, Mademoiselle. Eu não sabia que Klaus tinha uma tão bonita namorada. Eu fico realmente contente com isso... – o homem disse. – Sou Willian Woodclear.

– É um prazer conhecê-lo, também, senhor Woodclear. – Caroline sorriu. Acenando, o homem conversou alguma coisa com Klaus, algo que definitivamente, não interessava à Caroline, enquanto ela apenas escutava, entediada demais. Apanhou uma taça de champanhe, bebericando-a.

– Quer dançar? – a voz em seu ouvido, e uma mão espalmada em sua cintura, por trás, soou, fazendo-a quase pular de seu lugar.

– Se eu aceitar, eles vão parar de falar tanto sobre negócios? – brincou ela, após vacilar. Klaus gargalhou, um som bom de escutar. Ainda mais, tão próximo ao ouvido.

– Por algum tempo, sim. – ele disse, ainda atrás dela.

– Então, eu aceito. – concordou ela, virando-se para ele e colocando sua taça de champanhe sobre uma bandeja de um garçom que passava ali. Eles caminharam para perto do grupo de pessoas que dançavam e rodopiavam, ao som de alguma batida leve. Klaus colocou sua mão na cintura de Caroline, quase que a apertando um pouco, talvez, instintivamente. Seus dedos entrelaçados. – Você está tentando comprar Paris?

Ele riu, ainda que não tivesse sido como da última vez, mas era divertido. Eles rodopiaram mais algumas vezes.

– Talvez. Você está me pedindo para que eu compre Paris? – provocou ele. A loira rolou os olhos, com um pequeno sorriso.

– Talvez. Se isso incluir as lojas... Talvez seja uma boa ideia. – brincou. O silêncio caiu, ainda que estivessem sorrindo.

– Você está muito bonita essa noite – comentou o híbrido. Caroline corou levemente.

– Você também. Está bastante bonito hoje.

– Eu pensei que estivesse assim todos os dias – a voz carregada pelo sotaque e diversão em seu ouvido fez algo em Caroline remexer, corando ainda mais, ela encostou seu rosto contra o ombro dele, escutando o coração batendo contra o mesmo. – Caroline... – chamou ele, como em um sussurro. A loira levantou seu rosto, para encarar aqueles olhos azuis acinzentados, quentes. – Eu sinto muito. Pelo o que eu disse no avião... Eu estava...

– Não. – ela sentiu o peito se apertar, em amargura. – Eu sinto. Eu fui estupidamente infantil dizendo aquilo. Você estava certo. Em partes, quero dizer... E de qualquer forma, as coisas entre mim e Tyler estão terminadas... Eu não deveria estar me lamuriando sobre isso. Eu não deveria estar tentando te odiar e afastar tanto...

– Você está tentando me afastar? – ele segurou o queixo dela, puxando-o um pouco para cima, para que ela não desviasse dos olhos dele, como ela sempre gostava de fazer.

– Não está funcionando... – ela sussurrou, permitindo-se se perder no cheiro dele, o almiscarado misturado com a colônia. Ele sorriu, inclinando-se apenas o suficiente para beijá-la. Não houve protestos, não houve nada, apenas os dois. Aquele beijo.

Seria hipócrita da parte da vampira se dissesse que não sentira falta do beijo dele, da forma como ele sabia administrar o beijo, da forma como ele a segurava enquanto beijava-a. Ela quase sentiu os dedos em seu ombro cravaram na pele dele, ainda que vestida em um smoking. Então, se afastando, deu-se conta de que estavam em público. Algumas pessoas os observavam, outras dançavam animadamente, ignorando tudo.

– Você quer sair daqui? – ele sussurrou. Não fora preciso muito mais. Caroline, segurando a mão do híbrido, o seguiu para longe do aglomerado de pessoas.

Seguindo por um corredor quase vazio, se não fossem garçons que passavam de um lado para o outro. Eles pararam de frente à um elevador, e assim que as pesadas portas se abriram, adentraram. Klaus apertou algum botão que Caroline não conseguiu identificar, já que segundos depois, ele estava espremendo-a contra a parede fria do elevador, assim como seus lábios espremiam os dela de forma desejosa. Sua mão áspera deslizando por debaixo do vestido, puxando a perna da loira para cima, apalpando a mesma.

Deleitando-se, Caroline sentiu seus instintos gritarem por debaixo da sua pele. A necessidade por mais contato, a necessidade de se entregar àquela sensação de estar sendo tocada. Foi quando as portas do elevador se abriram e deram-se de frente à um corredor estreito.

– Venha... – murmurou Klaus, puxando a loira pela mão, até uma porta no final do corredor estreito de paredes cinza. Seguindo-o, Caroline se perguntou o que estavam fazendo ali. Ou para onde iriam.

O híbrido abriu uma pesada porta de metal, e logo, sentiram a brisa fria soar. Era outono em Paris. Estava frio para humanos, mas para eles, não. Ainda sim, parecia cavalheiresco o bastante para Klaus tirar seu terno e colocá-lo ao redor dos ombros da loira. Agradecendo-o, Caroline caminhou para perto da ponta do prédio, sentindo a brisa aumentar ainda mais. As luzes de Paris sugando qualquer outra coisa, ofuscando qualquer outro brilho.

Ela por fim, sentindo os braços abraçarem sua cintura, puxando-a para perto do peito quente dele. Ela podia sentir sua respiração contra seu ombro, próximo ao seu ouvido. Algo suave. Assim como podia sentir a onda de excitação começar a subir-lhe como cócegas sob a pele. Sentiu os dedos do mesmo tocarem-lhe os cabelos, colocando-o para o outro lado, dando espaço para que os lábios quentes dele pudessem beijar a pele. E bem, ele o fez.

Caroline sentiu o suspiro levemente excitado escapar, antes de sentir seu corpo virar, sendo pressionado contra o dele, de forma que sua mão possessiva estivesse em sua cintura, apertando-a. Ele não procurou os lábios dela, apenas continuou beijando-lhe a pele, algumas vezes, arrastando seus dentes levemente sobre a do pescoço ou ombro. Mas quando os lábios se encontraram, não houve nada que impedisse que todos os instintos gritassem alto demais. Agarrando-se a ele com força, Caroline deixou suas mãos se cravarem contra a camisa branca, os ombros largos dele, enquanto ao mesmo tempo em que beijava, sentia suspiros escaparem por seus lábios.

Tudo ao que conseguia pensar era em como não conseguiria parar até que estivesse explodindo em algum orgasmo, gritando. Ou até mesmo, chamando o seu nome. Era quase sujo... Mas bem... Seus pensamentos para com ele, não eram nem um pouco puros.

Ela deslizou sua mão até o cinto da calça caqui que ele usava, abrindo-o, em seguida, abrindo ao zíper e botão. Sua mão deslizou para dentro, encontrando o membro rijo e quente. Apertando-o levemente, escutou o híbrido murmurar algo quase incompreensível. E antes que pudesse pensar em qualquer outra coisa, ela estava prensada contra o que parecia uma caixa d’água. Os lábios de Klaus se arrastavam pelos ombros da loira, subindo até os lábios da mesma, e ainda que estivesse de costas para ele, virou seu rosto para que pudessem se beijar.

Sentindo as mãos apertarem os seios com selvageria, Caroline se deleitou, sentindo um leve gemido escapar pelos lábios, e seu corpo se inclinando ainda mais contra o dele, sentindo-o suspirar em meio à respiração pesada em seu ouvido. Quando uma mão saiu de seu seio e desceu até o meio de suas pernas, Caroline se perguntou se aguentaria muito aquela noite. Deslizando as alças pelos ombros, e deslizando o vestido para baixo, a brisa apenas fez com que desejasse ainda mais sentir o corpo quente dele contra o seu. Desfazendo-se de toda a roupa, inclinou seu corpo para mais perto do dele, sentindo por fim, a mão grossa entre as pernas, massageando-a e arrancando gemidos baixos. Ele massageou-a até que os gemidos se tornaram mais altos, anunciando que logo, ela chegaria ao seu primeiro orgasmo. E de alguma forma, atrasar aquilo parecia bom o bastante.

Quando a inclinou mais para frente, encaixou-se melhor por trás dela, penetrando-a devagar. A loira gemeu alto após isso, estimulando-o a continuar. E ele o fez, estocando cada vez mais rápido. E todas às vezes nas quais a loira estava próxima ao orgasmo, sentindo suas pernas começarem à bambear, ele parava, diminuindo seu ritmo, fazendo-a protestar com gemidos aglomerados com o seu nome. Numa voz tão baixa, implorando.

Quando por fim, Klaus a deixou ter seu orgasmo, Caroline pensou que por um instante, se fosse humana, seu coração teria parado de tão forte que batia. As mãos dele ainda seguravam sua cintura, e se não o tivesse fazendo, talvez, ela tivesse caído. Não sabia dizer. Ele continuou estocando, após alguns instantes, agora, em busca do seu próprio clímax, mas o que acabara resultando em outro para Caroline.


[...]



Com a cabeça encostada contra o peito do híbrido adormecido, Caroline assistiu a lua tomar outros tons. Não conseguia dormir. Mas daquela vez, não se sentia como a outra — na qual, não conseguira pregar os olhos. Era diferente. De alguma forma, realmente era.

Ela levantou-se, caminhando até o banheiro e tomando um rápido banho. Minutos depois, voltara para o quarto, encontrando um Klaus nu, respirando levemente, de bruços. Com um sorriso leve, ela caminhou até a cama, deitando-se ao seu lado, ainda também nua. Os lençóis fazendo pequenas cócegas contra sua pele. Com um sorriso satisfeito, ela se afundou nos lençóis, para logo, sentir os braços de Klaus puxá-la para perto, colocando sua cabeça de volta contra o peito dele.


– Eu acho que é uma coisa boa você estar apaixonado por mim... – ela sussurrou para ele, sentindo a leve risada dele fazendo o peito subir e descer.

– Sim... Talvez tenha sido. – concordou ele.

– Te fez ter um excelente desenvolvimento sexual comigo... – provocou ela, fazendo a risada dele apenas se tornar mais alta — ainda que quente.

– Eu tive muito tempo para aperfeiçoar... – ele sussurrou, com o sotaque escorrendo em um sorriso torto. – E eu ainda nem te apresentei a metade...

Sentindo uma onda leve de excitação voltar ao seu corpo, Caroline se levantou um pouco, beijando-o levemente, para logo, terem suas posturas invertidas. Ela puxou o híbrido para baixo, sentindo-o penetrá-la novamente.

Talvez aquela tenha sido a sexta ou sétima vez em que fizeram amor àquela noite. E enquanto escutava a voz chamar-lhe o nome da forma suja que normalmente se pegara sonhando diversas vezes, Caroline sentiu algo formigar por sua pele. Não parecia ter sido algo sexual, já que mais lhe parecera agourento.

Abrindo os olhos, ela olhou através da janela aberta do quarto, enquanto sentia o corpo de Klaus se investindo contra o dela, Caroline sentiu o arrepio aumentar. A sensação nem um pouco boa.

Ela podia ver o corpo imerso às sombras. Alguém os observava.