Legolas e Aragorn / Elrond e Gandalf
20 Sentimentos à flor da pele: Aragorn e Legolas.
Demorou ainda um pouco de tempo para que o rei avisasse a todos que precisava anunciando sua partida. O loiro repreendera essa escolha, mas tamanha era a teimosia do moreno, que o elfo acabou por desistir. Sim, ele aceitaria seguir para Valfenda com seu único e verdadeiro amor.
Depois de aproximadamente duas horas, o Rei estava com sua roupa mais simples, estilo roupa de escudeiro, este tipo de vestimenta sempre o acompanhou antes, quando ainda não tinha um reino para governar. Legolas não conseguia evitar admirá-lo, pensava consigo como era impressionante que qualquer roupa caía muito bem em Aragorn, não importando qual fosse.
Preparados para a viagem, lá estavam os dois, seguindo na direção da referida cidade, Valfenda. Eles cavalgavam ansiosos para descobrir, afinal de conta, o que realmente acontecia dentro das fronteiras daquela cidade, mas, inesperadamente, Legolas resolvera dar de beber ao seu cavalo, e parou, durante o trajeto, próximo a um rio calmo, que descia por alguma serra, a cortando em duas partes.
O espadachim retrucou baixo, reprovador:
– Faltam apenas mais algumas serras acima, Legolas, o que pensa que está fazendo?
O elfo desceu dali, colocando o bicho calmamente para beber o transparente líquido. Aragorn desceu também, puxando o cavalo pelas amarras em sua cabeça, aproximando-se do loiro.
– Legolas?
O elfo afagava as crinas de seu cavalo, este o olhava parecendo-lhe sorrir. O silêncio dele afetou o Rei de Gondor.
– O que pensa que...
– Escute.
O elfo levantou as orbes encarando o moreno, Aragorn franziu os celhos o encarando e logo eis que surge Thranduil parando ao lado dos dois.
– Filho.
– Oi, pai.
Legolas se posicionou diante do seu progenitor, este o olhava “de cima” de seu considerável alce.
– Passeando pelas fronteiras?
Thranduil olhou para Aragorn, deu um discreto sorriso.
– Reis novatos...
– Pai, soube de sua visita a Valfenda.
– Já sabes que isso era comum, se tratando do Lord Elrond, mas devido ao seu... – Thranduil pareceu refletir um pouco, mas logo continuou. – Desaparecimento, resolvi ver se estava tudo bem ou tendo problemas.
– E o que descobriu?
– Valfenda não encarou dias melhores antes, meu filho. Quando voltarás para casa?
Legolas olhou para Aragorn, este encarava Thranduil sério, mantendo uma fisionomia desconfiada, astuta.
– Eu não sei, pai... ainda estou auxiliando Aragorn. – respondeu baixando a cabeça.
– Hum... preciso de um general, liderar um bando de burros é muito difícil, Legolas, tens suas obrigações... – Depois de uma inteligente pausa, comentou: — Não deve falhar com o Reino que também lhe pertence.
– Eu sei.
O elfo mais jovem engoliu em seco, mas logo levantou sua face encarando a de seu pai.
– Não sou mais uma criança. Eu sei disso.
Comentou sério, com uma voz rouca, destemida. Fato que arrancou até um sutil arrepio na espinha de Thranduil.
– Está levantando a voz para mim, Legolas? Estar diante de seu amiguinho humano o fez ficar corajoso e descuidado?
– Jamais, meu pai, só comento que tenho a total noção de minhas responsabilidades.
– Então, pare de passear por aí, como uma criança sem rumo e venha comigo.
Aragorn olhou preocupado para Legolas, engolindo em seco, sentindo a saliva arranhar-lhe a garganta, seus olhos estavam arregalados, respirou profundamente e finalmente comentou:
– Peço que empreste seu filho ao Reino de Gondor por mais algum tempo, meu senhor.
E postou-se diante de Thranduil, quase ajoelhando-se, fato que fez Legolas seguir até ele e segurar-lhe um dos braços antes que seus joelhos tocassem o chão, evitando tal coisa. Thranduil sorriu sadicamente, deixando a cabeça tombar para um dos lados.
– Realmente... a terra-média...está condenada.
– Por que está dizendo isso, Senhor? – Retrucou Aragorn com sua pior cara.
– Deixe-o falar. – Comentou baixo Legolas que ainda segurava-lhe um dos braços. – Pai, não se preocupe, no máximo em dois dias voltarei para casa. Desejo-lhe boa viagem.
– Está bem, mas devo mencionar que tens visita, quando voltar, traga algumas flores para casório.
Legolas engoliu em seco, olhava atordoado para seu pai, este continuou sentindo-se vitorioso:
– Lembra-se de Tauriel?
– Pa...pai!
Legolas andou até o seu progenitor, encarava-o com uma face desesperada, encontrava-se mais pálido que antes, suas mãos tremiam ao lado de seu corpo.
– Não consegue imaginar como ficou linda depois de algum tempo... ela ainda gosta muito de você, meu filho.
Aragorn tentava entender o que estava acontecendo, mas só conseguiu deduzir que tal informação pareceu dilacerar o coração de seu amigo, queria ajudá-lo, auxiliá-lo na dor, mas não via como fazer isso.
– ...
– O aguardo em dois dias.
E Thranduil saiu dali cavalgando tão rapidamente que pareceu adquirir a velocidade da luz e logo sumiu no horizonte.
– Que golpe baixo. – Retrucou Legolas encarando o chão, tinha os punhos cerrados e estes tremiam.
– Quem é Tauriel?
– Uma elfa da floresta.
Aragorn arregalou os olhos, colocando uma das mãos num dos ombros do amigo.
– El...fa?
– Sim. Ela cuidava da segurança e vigília das Florestas Negras junto comigo.
– E... vocês eram... somente amigos? – Perguntou o moreno receoso.
– Bem, eu... — Legolas encarou o rei de Gondor, mantendo um sorriso apático, dolorido.- Ela foi minha primeira paixão.
– Ahm...
Aragorn baixou a face, coçando lentamente com uma das mãos o próprio queixo, ficando pensativo. Legolas apenas o observava, queria abraçá-lo, dizer que não se importava mais com Tauriel, que queria apenas seu Rei de Gondor para si, que não queria dividi-lo com ninguém, que desejava que seus braços fossem o único lugar onde dormiria o resto de sua existência humana, mas... sua consciência pesou, como disse o anão, dias antes.
Sim, o elfo sentia-se culpado, Aragorn agora era rei, deveria casar-se, ter filhos e sendo que ele mesmo deveria ter uma noiva, filhos também. E foi, olhando fixadamente Aragorn, que uma lágrima escorreu-lhe pelo canto de um dos olhos, embora sua face fosse nitidamente imparcial, inexpressiva.
O elfo sentia seu coração parar de bater, para logo pulsar emaranhado em dor, uma dor que parecia esparramar-se em seu peito, como o sangue que era bombeado.
– Hum...
O moreno andou até um pedaço de pedra, encostou-se ali, tocando a rocha com uma das mãos, enquanto que seus olhos ainda fitavam o barro da estrada. Ficara em silêncio, tamanho era o torpor causado por aquela dura realidade.
Legolas o olhava ansioso, tenso, agitado, mas sentia-se travado, trancado dentro de si.
A brisa aproximou-se deles, algumas pétalas pareceram surgir trazidas pelo vento que, naquele momento, os cercavam. Os fios dourados do elfo voavam belamente, espalhando-se pelo ar, enquanto que Aragorn ainda permanecia parado, tomado por uma sensação de entorpecimento, como se tivesse colocado em suas veias, o mais fatal veneno, e, este, diluía-se pelo sangue, ferindo-o, queimando-o por dentro.
– Meu amigo...
Legolas andou até o outro, tocando-lhe um dos ombros, sua face era dolorida e esta pôde ser observada quando o espadachim encarou-o com uma face não menos apática.
– O que é isso, Legolas... – Comentou o moreno aproximando uma das mãos de seu peito. – Essa sensação... essa... dor...
O elfo contraiu os lábios, olhando para o outro ainda de maneira agonizante.
– Aragorn...
– Sim?
As orbes verdes encontraram as azuis.
– Isso se chama amor.
– Conhece isso, Legolas?
– Sim... graças a vós, meu rei.
O elfo tocou a face do humano com ambas as mãos, se posicionando diante dele, se inclinando em sua direção, tocou as testas, os dois ainda continuavam se encarando.
– Legolas...
O elfo queria beijá-lo, sua respiração já era ligeiramente ofegante, ele comentou baixo:
– Quero você... e quero, agora.
Aragorn deixou que seus lábios se abrissem, sutis bufadas de ar brotavam dali, de seus macios lábios. O elfo os olhava, sentindo aquele hálito quente, provocante.
Se mais demora, o elfo forçou o ombro de seu rei para trás, fato que o fez sentar-se na rocha ali próxima, posicionou-se diante dele, entre suas pernas abertas, e ambos quadris, voltaram a se encontrar. O elfo mantinha as mãos na cintura do outro, encarando-o fixadamente ainda, e foi, neste instante que permitiu que a pontinha de sua língua encostasse, umedecendo em de levinho, os lábios carnudos de Aragorn. A pontinha foi seguindo-lhe pelo meio dos lábios do outro, os abrindo bem devagar, o elfo olhava para baixo, enquanto que seu rei mantinha os olhos fechados, tomado de um êxtase crescente.
A boca de Aragorn foi abrindo devagarzinho, conforme ocorria a invasão, o elfo ao encontrar a outra língua e tocar com a sua nela, segurou firme a nuca do outro macho, aprofundando o beijo, permitindo que sua própria cabeça inclinasse para um dos lados, de forma a ocorrer um encaixe melhor ali, um contato mais profundo. As línguas roçavam-se vorazmente, e Aragorn acabou por segurar-lhe também a cintura o puxando para si, acabando por abraçar Legolas, apertando-o contra seu próprio corpo.
Legolas levou as mãos até o peito do outro, sentindo um calor imenso lá embaixo, sentia seu próprio corpo reagir e seu membro endurecer, sendo que o mesmo encostara-se a algo igualmente duro entre as pernas do rei. Os tecidos separavam suas excitações, mas as mesmas por serem tão volumosas tocavam-se mesmo assim, criando um atrito perturbador.
Aragorn ao sentir as mãos do outro sobre seu tórax, colocou suas próprias mãos detrás de si, apoiando-as na rocha. Ele não queria parecer desrespeitoso, nem desonroso, se acaso seu amigo não quisesse. Legolas sorria-lhe gentil, tocando-lhe o queixo, comentou baixo com uma voz rouca, mas melodiosa:
– Sinto-me pronto. E você?
Aragorn levantou uma das sobrancelhas:
– Para?
O elfo olhou calmamente para um dos lados, depois para o outro, voltando finalmente a encarar o moreno diante de si.
– Estamos completamente sozinhos. Sem nenhuma...
O elfo lambeu os lábios finalmente voltando a encostá-los no do espadachim, mas ainda não beijando-o, apenas causando um contato superficial, os lábios do rei encontravam-se imóveis, receptivos, mesmo que ao aderir-se parcialmente ao do seu amado amigo.
– Ameaça...
Legolas segurou-lhe a face e finalmente o beijo voltou a acontecer, Aragorn apertava as mãos na cintura do outro, seguindo até o seu quadril, descendo dali, passando a apertar as nádegas do elfo. Fato que o fez investir no Rei, contraindo a cintura para frente, afundando-se no outro enquanto o beijava.
Legolas parou com o beijo, ainda segurava-lhe a face com as palmas das mãos, ficando a olhar para o moreno ali, nos olhos, diretamente em sua face.
– Está pronto, meu rei?
– Sim... sempre estive.
Aragorn engoliu em seco, tocando a face de Legolas, este fechou os olhos soltando um gemido mais alto.
O elfo deu dois passos para trás, lambia os próprios lábios lentamente, deixando um sorriso malicioso esboçar em sua boca. Retirou calmamente o arco e as flechas de suas costas, esticando um dos braços para o lado e deixando sua principal arma cair no chão. Começou a desabotoar sua vestimenta, ao mesmo momento que dava sutis passos para trás, aproximando-se do rio ali perto.
Aragorn se desencostara da rocha e acompanhava o loiro com uma face de entrega ao momento e de desejo, ele também acompanhava o elfo dando passos lentos para frente, enquanto que suas mãos abriam as fivelas de um largo cinto sobre sua barriga, retirou-o livrando sua cintura do equipamento, espada, alguns bolsos que se anexavam ali.
Legolas ao ver-se livre de sua roupa, permitiu sentar-se à beira do rio, balançava os pés ali dentro, das plácidas águas, seu membro encontrava-se ereto, tocava-lhe a barriga, mas isto não pareceu incomodar-lhe, ele olhava mordendo o lábio inferior para o outro, de suas orbes claras fluíam o mais puro desejo.
Aragorn sentou ao seu lado, tocando-lhe um dos ombros, o elfo olhou por um tempo para a água, depois voltou a encarar a face de seu amado.
– Tentarei fazer com que seja perfeito.
– Já és perfeito, meu amor... o mais perfeito elfo que já conheci... que me acompanhou todo esse tempo... que me protegeu... que me...
Legolas sorriu encostando o dedo indicador nos lábios do outro, cortando-lhe o discurso. Comentou baixo, inclinando-se para o outro, ao pé do ouvido:
– Já... entendi.
Aragorn não conseguiu evitar soltar gargalhadas baixas, enquanto que o elfo, neste instante, permitiu-se mergulhar no rio, sumindo debaixo da água para logo aparecer mais adiante.
– Venha, a água está uma delícia.
Aragorn deixou que sua bunda escorregasse dali, caindo na água. Legolas logo lhe veio de encontro, parando diante de si, olhando-o com um sorriso ameno, mas sincero.
– Antes, eu gostaria de dizer uma coisa.
O moreno o encarava, segurando-lhe a cintura, escutado a frase, este consentiu com a cabeça para que o elfo continuasse:
– Gostaria que se cassasse comigo, meu rei.
– Eu aceito.
– Mas esta união será desconhecida a todos os demais.
– Como?
– Terá sua noiva, esposa, filhos... mas ninguém saberá que meu coração pertencerá para todo o sempre a vós e o vosso, a mim. Feito?
– Sim...
Voltaram a se beijar, os corpos, agora nus, encostavam-se mais intimamente e intensamente, os membros pulsavam dentro da água, roçando-se um no outro, buscando ansiosamente alguma espécie de alívio. Aragorn, tomado por êxtase, debruçou-se sobre uma beirada, olhando para Legolas por cima de um dos ombros, tinha os olhos semicerrados e tocava-se debaixo da água. O espadachim tinha medo, sabia que poderia doer, mas por puro amor, aceitaria servir de fêmea àquele tipo de relação, nunca conseguiria investir contra Legolas, ferir-lhe a carne, por isso, escolhera antes mesmo que o outro o fizesse, que ele fosse o passivo naquele tipo de relação.
Com uma voz rouca, inebriada de prazer, pareceu implorar:
– Me tome... me possua Legolas, sei que anseias por isso.
Dito tais palavras, Aragorn voltou a depositar a face sobre os braços cruzados sobre a borda, morderia sua própria pele para segurar algum eventual gemido de dor, para que Legolas não se sentisse culpado de tal feito.
–“Eu sei que não me comparo a uma elfa, mas... farei o meu melhor... este é o melhor que posso oferecer-lhe”.
Pensou o moreno fechando os olhos, trazendo para seu rosto, uma fisionomia de dor, pois ele não queria nunca, jamais, perder Legolas, dividi-lo com alguma outra pessoa ou ser, ele desejava que Thranduil os aceitasse, que abençoasse a relação do rei de Gondor, com o Príncipe das Florestas Negras, mas como Legolas afirmara que tal fato deveria ser ocultado, ele aceitou, pois temia realmente perder seu amor mais profundo e forte, o único que talvez tenha se igualado ao de Arwen.
O loiro engoliu em seco observando as ações do amigo, caminhou a passos seguros, embora dentro de si, soubesse que sentia-se frágil, medroso e sutilmente indeciso.
Seu corpo lhe dizia que estava pronto, que deveria dar todo o prazer que aquele rei merecia, mas ao mesmo tempo, a dor que o causaria mesmo que nas primeiras vezes lhe seria realmente torturante.
E foi nesta insegurança que o loiro tocou as costas do outro com uma das mãos, sentindo uma sutil tremida no corpo do espadachim, Aragorn já abrira a arcada e esta tinha entre elas, uma lasca de sua própria pele.
– Aragorn...
– Tome-me... torne-me seu.
– Mas você já é meu.
O espadachim fechou os olhos, mantendo uma fisionomia agoniada, dolorida, apertava com as mãos chumaços de gramas que estavam nas beiradas, as arrancando, e foi neste instante, que o elfo posicionou-se detrás de si, tocando-lhe uma das mãos, segurando-a de forma a virar sua palma para cima e pôde ver os sutis fiapos verdes arrancados devido ao nervosismo do outro.
– ...
O loiro segurou os ombros do amigo, virando-o, a face de Aragorn tinha alguns fiapos de grama no queixo, sutis amostras de terra devido ao fato dele ter encostado a face ali, mas aquilo não pareceu afetar o encarar do elfo, o qual segurava-lhe carinhosamente o queixo.
Legolas sorriu amável, expressando através de seus olhos o mais tênue carinho e amor.
– Você me toca e eu o toco. Faremos assim, está bem?
Aragorn olhou um tanto desnorteado e desconfiado, recuando um pouco com o quadril, ainda encarando Legolas, mantendo os braços abertos e apoiados na borda.
– Mas...
O elfo sem esperar, tocou o meio das pernas do moreno, afagando-lhe a ereção, fato que fez Aragorn tocar-lhe o pulso em questão e soltar um gemido baixo.
– Sua vez, my lord.
Retrucou o elfo e segurou-lhe a mão livre direcionando-a para o seu próprio membro, tamanha era a excitação do elfo que ele mesmo sentira que poderia gozar só de encarar aquele outro homem, de ver-lhe a boca, os lábios bem torneados, a barba mal feita, mas nada se comparava às suas orbes verdes que nem uma esmeralda, ah... seus olhos... inebriava-se o elfo, mordendo-lhe a lateral do pescoço, sentindo a mão do rei começar a afagar sua excitação. Ainda com a boca próxima da pele do espadachim, permitiu-se soltar gemidos provocadores.
Aragorn tinha a respiração entrecortada, arfava vorazmente, o elfo encarava parcialmente seu rosto mesmo que o outro estivesse com a cabeça jogada para trás, tomado em êxtase, próximo do gozo.
– Ahm... ahm... ahhhhhh....
E foi num gemido mais longo que Aragorn abandonou nas mãos de seu amigo, seu prazer. O Lord ao sentir-se aliviado, sentou-se na borda, deixando seu tronco cair para trás, jogando ambos os braços para os lados, os deixando abertos.
E foi neste instante, que Legolas empinou sua bunda para trás, debaixo da água, e tocou-se mais vorazmente, fator que acelerou tal ato masturbatório foi que, quando Aragorn deitou-se na grama ainda tomado por sensações orgásmicas, ele dobrou as pernas, acomodando os pés na relva, usando-os de apoio para escorregar pela rasteira grama, permitindo que as mesmas permanecessem completamente abertas e dobradas, e consequentemente, o elfo, por estar numa posição mais inferior, ainda dentro do rio, pôde observar sua máscula bunda e uma pequena amostra de sua entradinha virgem. Sem mais se conter, Legolas dobrou um dos braços ali, sobre a borda e num gemido mais alto e mais uma rápida olhada, sentiu sua agonia esvair-se pelo seu quadril e misturar-se na água.
Feito isso, o loiro deixou-se afundar no límpido rio, enquanto que o moreno ainda permanecia deitado ali, olhando o céu límpido e floreado de nuvens.
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