Notas iniciais
— Papai?! — exclamei exaltado
— Papai. — O grande ser rochoso correu até mim.
Fiquei sem defesas e surpreso; preparei-me para um ataque, mas o grande boneco apenas me agarrou e me abraçou, suspendendo-me no ar, perdi o fôlego e tive medo de meus ossos serem quebrados por aquele carinho mortal.
— Você deu nome a um Golen! — exclamou o Sr. Rumple.
— Um Golen! — exclamei depois que o golen me soltou.
— Golens são filhos da magia, é dado ao nome de todo ser inanimado com aparência humana que ganha vida, magos de antigamente tinha muitos golens, de pedras são os mais comuns, mas existem também os raros golens de areia e os golens de gelo; o seu não está entre os comuns, nem entre os raros, é um golen de pedra e musgo.
— E como assim eu sou pai desse... — olhei para o golen e vi que não queria machucar seus sentimentos, pedras têm sentimentos? — Ser feito de pedra.
— Foi sua primeira magia meu pequeno mago, e o nome que você o deu, é interessante, o nome do infinito da magia, Matias. — ele apontou ao escrito na testa do golen, acendia em luz branca — Ele é seu, o nome dele também é Matias.
Da porta da loja, três pessoas entraram correndo, Tenente Clair, Anu e André; Tenente Clair viu a bagunça, e depois olhou para mim, sorriu, mas então olhou para Matias, e sua expressão escureceu; sua mão se fechou no ar e um cetro surgiu do nada, feito de madeira com uma bola de cristal azul na ponta, ela direcionou a Matias.
— Não! — gritei.
— Por que tu defendes esta criatura! — perguntou.
Nunca a ouvi tão séria e furiosa.
— Menino Marcus criou golen legal! — disse Gê admirado vendo o Matias, ele estampava um sorriso no rosto. —Golen Matias é legal!
— Parabéns garoto, você acabou de praticar seu primeiro truque de magia e enfrentou frente a frente três guerreiros Tzulirianos! — disse Anu.
A situação foi contornada, obrigado a qualquer deus, Tenente Clair disse que os artefatos destruídos seriam pagos pelo clã Arturiliano, mas Sr. Rumple recusou, disse que graças a Gê, Matias e a mim, aqueles ogros do clã sete não lhe atormentaria por bastante tempo; Clear disse que iria retratar os acontecimentos com o major e mesmo assim deixou alguns opalários pelo cajado e o golen que levei ao clã.
Almoçamos na capela de cerimônia, à tarde conversamos sobre os itens que compramos, e até chegamos a trocar alguns, ganhei uma aljava para cajados em troca de um amuleto de dente de javali do Peloponeso com Susi. Parece que seu porquinho se encantou pelo amuleto, não quis pergunta o porquê do gosto.
Quando chegou a noite, voltamos à capela de cerimônia do jantar e depois fomos alinhados em frente ao Q.G. do nosso clã, todas as ordens, separado por pelotões, a Ordem Oito os mais velhos ocupava a frente direita, a maioria aparentava idade iguais de Jack, entre dezoito e dezenove anos; e por fim nós, o ultimo pelotão, quase que escondido pela Ordem Quatro, no canto inferior esquerdo, sendo bastante visível apenas Matias, o golen.
Jack Mac’night, Oito tenentes, o Ancião e outros mais velhos compunha a frente, eles estavam virados para nós, Jack então se pôs a frente dos outros e trazia alguns papeis a mão, então pronunciou:
— É com imenso prazer que aqui trago abertura ao ano de treinamento do Clã Arturiliano, a fundação central do Infinito Matias, e quem não conhece esta é a Terceira legionária Clã de magia Arturiliana, fundada pelo mago Merlin... — houve pausa nessa parte, como se soubesse que um dos descendentes do famoso mago estivesse presente. — A Primeira legionária de magia foi formada nos tempos do primórdio da humanidade e resistiu até a queda do império faraônico pelos gregos-macedônios; a Segunda legionária surgiu da então jovem costa balcânica e Peloponeso, veio tímida e pouco desenvolvida, feiticeiras reinavam e prosperou até a queda de Roma, o clã sofreu perdas durante a perseguição as bruxas na Era das Trevas; e voltou s ressurgi a Terceira legionária, na corte do Rei Arthur na Grã Bretanha, nos confortos de Merlin, foi então proclamada como a grande Arturiliana e assim se manteve até os dias atuais e assim mantemos e prosperamos.
Jack terminou sua prosa, aplausos vindo das Ordens mais velhas, então aplaudimos também, Matias me imitou, bateu a mão com tanta força que chamou a atenção dos outros por um tempo. O ancião Rupert então levantou as mãos e todos deixaram de aplaudir.
— Como últimas palavras antes de manda-los de volta à suas ordens, deixo bem claros que a partir do momento que ingressaram a legião e Q.G. do clã Arturiliano, vocês são guerreiros da Ordem e servirão a ele, mesmo a contragosto. — lançou olhares a alguns, inclusive a mim, mesmo escondido por trás dos legionários mais velhos, como se pudesse lê nossas mentes. — Quando mais desenvolvidos, partirão ao mundo mortal a serviço do sacerdote para combater a força do Caos, e por fim, voltarão a Cidade do Sol, para servir apenas uma última vez no Caoslipse.
Caoslipse, o que seria isso, esperava não ser o que estou pensando.
Então os tenentes posicionaram a mão sobre o peito, do lado do coração, todo o clã fez o mesmo e a Ordem um imitou o gesto, um dos tenentes, um cara com a cabeça raspada e várias tatuagens sobre a calvície então proclamou e o clã repetiu, pausadamente:
— Juro servi a Ordem. — E repudia o Caos. — Juro obedecer as Normas. — Ao Destino seguir. — A Vida preservar. — A Morte respeitar — Dos recursos saber moldar. — Juro ao meu trabalho não rebelar. — Usar a razão — E ouvir a consciência. — Juro servi a Ordem.
Os tenentes deram as ordens de voltamos aos nossos quartos; à noite conversamos mais sobre magia e o parentesco de cada, então Gê explicou que sua família descendia dos raros ogros que mexiam com magia e muitos foram exterminados durante a Era das Trevas para as criaturas mágicas; algo sobre uma guerra humana com os seres mágicos que ocorreu no século X ao XV. Gê também disse que ele era o último de sua espécie, assim como seus pais, não existem outros como ele.
Quando finalmente cada um foi para sua cama, caí nos braços dos sonhos. Tive novamente pesadelos, o ser nas sombras, a besta-labrador, minha mãe e a serpente que ninguém mais enxergava além de mim, e toda vez acordava assustado na manhã seguinte.
— Você teve outro pesadelo! — disse Dakota na cama ao lado, novamente já levantada e penteando seu cabelo prateado.
— Sim! — disse, suando frio.
— Vamos levantar logo, nosso treino começa hoje!
Cada um recebeu um livreto para iniciação, Guia dos Magos, Feiticeiros e Bruxas. Ele continha toda informação necessária para um jovem aprendiz em magia e apadrinhado de Matias, como dizia a introdução; o livro continha horários, informações, notas e até um mapa que era mágico, revelava sua posição exata e as constantes construções que surgiam na cidade.
O calendário era meio confuso, e como filho de uma historiadora, eu entendia dos tipos de calendários, existiam os solares, os lunares, etc.; mas nunca um que se utilizava de todos os astros.
Segundo o livro, o calendário continha trezentos e sessenta dias, um ciclo solar, como um circulo completo de 360°, dividido em doze meses de trinta dias, e cada mês é um ciclo lunar, as semanas continha sete dias normalmente, mas os nomes dos dias das semanas, assim como os meses eram diferentes do habitual.
Segundo o calendário estávamos no final do Mês Um — O mês da Terra: Segundo o livro é o equivalente ao Março/Abril do calendário ocidental, era o mês que recebia os novos recrutas e novas prosperidades, também era o mês do início a colheita como explicado.
O Mês Dois — O mês do Destino iniciou, e com elas as aulas sobre magias.
No Dia Vita, o equivalente ao Domingo, pelas manhãs nós fazíamos um banquete em homenagem ao astro-rei. Mais tarde, no Q.G. com Tenente Blair, aprendíamos a linguagem conhecida como Arcarunas, a linguagem dos Infinitos e continham sinais gráficos e signos de diferentes culturas, como se fosse a língua matriz de todas as outras.
Ao fim da tarde e o restante da noite tínhamos tempo livre. Alguns partiam para suas centrais religiosas, André e Susi eram cristãos, como André não tinha família na Cidade do Sol, a família de Susi se responsabilizou por ele na capela cristã da cidade. Gê era meio-ogro, então ele acreditava nas divindades da natureza, ele apena precisa respeitar a natureza, Dakota era cristã, assim como sua mãe como disse, só não frequentava os cultos.
Quanto a mim e Anu, éramos agnósticos, acreditávamos no que víamos ou no que provasse, não questionamos sobre a existência ou não, e nem desrespeitamos as religiões dos outros, não dizemos que acreditamos, nem que não acreditamos; é tipo como ficar em cima do muro. Isso para mim e talvez para ele fosse algo reconfortante, dava liberdade a questionar tudo ao redor, sem machucar.
Dia Kosmus era o equivalente a segunda-feira, habitantes da Cidade do Sol saíam para suas funções diárias, O mercado ao céu aberto parecia mais agitado, dizia que era o dia favorável para vendas de seus produtos.
Era o dia que treinávamos com a Ordem Dois pontaria em uma praça ao céu aberto por trás da Capela de cerimônia de manhã cedo, com a Tenente Clair e Tenente Oliver Crato, era o Tenente que acompanhava a Segunda Ordem. Ele gostava de ser chamado apenas de Crato, e descendia de um mago-bruxo da Roma Antiga, por isso o nome. Continha tatuagens tribais por todo o seu rosto caucasiano e sempre exibia um sorriso simpático.
Alvos de fenos eram posicionados ao fim da praça, e em fila indiana com nossos objetos de magia, estávamos preparados para um simples tiro de magia, segundo Crato, a energia que nós exalamos era chamada de mana, e provinha da concentração de nossos sentidos e vinculação com a natureza.
— Vamos ver como vocês estão dispostos a magia, bem o primeiro da fila, nome, ordem e especialidade.
—Johanna, Ordem dois, magia dos magos das bibliotecas. — disse uma garota negra, ela estava com uma mecha laranja no cabelo esquerdo, e lia um livro sobre magia.
Johanna fechou seu livro e deu um passo a frente, ela não apontou nenhuma varinha, mas um lápis, um simples lápis de madeira e grafite, balançou e pronunciou algumas palavras. Uma luz intensa cinza refletiu da ponta do lápis contra o alvo, atingiu e entrou em combustão.
— Uou, muito bem! — disse Cato — Nota 9.0!
A garota fez mesura, mas se incomodou pela nota, deu passagem a Anu.
— Anu, Clã Um, magia do Egito.
Anu deu um passo à frente, estendeu as próprias mãos, antes ele mexeu em seu cordão egípcio, o shen, concentrou, apontou a mão direita à frente da esquerda, uma esfera de mana dourado se formou, esticou o braço esquerdo e lançou contra o novo alvo posicionado pela Tenente Clair, a esfera não alcançou velocidade e caiu ao asfalto da praça.
— Nada mau, mas não acertou o alvo, a regra não é carregar sua esfera em mana, mas saber mirar; concentre-se no centro de atração no alvo. — disse Crato. — Nota 6.5!
— Beleza! — disse Anu voltando ao fim da fila.
E o dia seguiu assim com tiros alternando entre os legionários das duas ordens. Gê lançou uma esfera de mana negra e terra com se bastão de madeira, mas atingiu uma das fontes de água da praça; Susi não conseguiu lançar nada além de uma luz que arrotou como um porco de sua varinha; Dakota usou as próprias mãos num ataque de mana prateado, mas não avançou muito para atingir o alvo.
— André, mágica Houdinni! — disse André.
Ele trazia um bastão de aço, mesmo com sete anos e o bastão ser quase o dobro de seu tamanho, ele soube conduzi bem; girou-o no ar, maná negro se formou nas duas pontas do bastão e por fim apontou, o tiro foi certeiro e acertou o alvo, mas não explodiu e sim desintegrou em pó negro.
— Muito bem, um jovem com talento nato... — disse Crato — e assustador. Nota 8.0!
André sorriu e seguiu ao fim da fila. Depois que dois legionários da Ordem dois atiraram, era minha vez, vinha protegido pelo meu guarda-costas/golen Matias.
— O garoto que invocou um golen, mostre suas magias!
— Tudo bem! — disse.
Trazia comigo o cajado, mirei, meu braço tremia muito, concentrei para a mira, o alvo em forma de boneco de feno. Uma esfera de maná branca se formou na ponta do cajado, assustei-me com aquilo e o tiro foi acima da cabeça, a esfera ricocheteou sobre uma das vidraças do prédio em frente à praça, depois voltou sobre um dos pilares que contornavam a praça, ricocheteou novamente em uma fonte de água e atingiu o alvo.
O alvo de feno ganhou vida e começou a andar a nossa frente, todos ficaram assustado, o ser de feno começou a direcionar o que seria seus braços e atirar magia para todo o lado, mais esfera de maná branca explodiu por toda parte.
Crato se pôs a frente com um cajado e fez um escudo de maná vermelha a nossa frente para proteger das esferas. Tenente Clair invocou seu bastão do ar, conjurou algo e uma bolha de maná azul se formou em torno do boneco de feno, ela sacudiu seu bastão e a bolha se encheu de água e redemoinho, formando uma bola de feno molhado.
A bolha estourou e o feno molhado caiu imóvel ao chão.
— Parece que suas habilidades são dá vida aos objetos. — disse Crato. — atingiu o alvo, mas a mira nem tanto, nota 6.5!
Nos Dia Gnosis, o equivalente a terça-feira, era o dia de produção, significa que tínhamos liberdade para criar talismãs, amuletos e outros artefatos mágicos, desde que não quebrasse a conduta de ser um produtor do Clã Taluriano, resumindo, não utilizar as forjas para além de produção que não envolva magia.
O Tenente Boyle, o alquimista, era nosso professor nos dias, ele patrulhava o clã quatro, o que o mantinha a mesma idade que Jack, dezessete anos; tinha os cabelos brancos arrepiados a todos os cantos e um lado do olho parecia maior que o outro, o que o deixava o tanto parecido com um maluco, tinha hiperatividade, pois não parava de tamborinar os dedos sobre a mesa de trabalho.
Tenente Boyle se encantou com o golen Matias e me ajudou no problema de espaço que sofríamos com o golen na Ordem um; ele o encantou para se transformar em um pingente em forma de minigolfe, ele se ativaria caso eu o nomeasse pelo seu nome, tenho que ter mais cuidado em falar o nome Matias.
As forjas era uma grande mansão de dois pisos com janelas de vidro reforçado na ala Norte da Praça de Treinamento, no interior fazia calor extremo de trezentos graus Kelvin. Bigornas, baús com ferramentas e fornalhas de trabalho preenchiam o local, mas apenas uma área estava disposta a nós. A ala das bancadas de trabalho, onde sentamos. Material como madeira, argila ou pequenos objetos de metal eram dados, para darmos vida com magia.
Nos Dia Senturia, o equivalente a quarta-feira, era o dia de treino de combate na Arena que ficava por trás das forjas. A Arena era um protótipo menor do Coliseu, tinha fileiras de arquibancada e um terraço central de areia. Nosso treinamento era com o Capitão-mor Jack, dizem ser o maior combatente de magia, depois do ancião Rupert, e talvez seu sucessor.
— A aula de hoje é reação instantânea, um combate de magia versus magia, vamos examinar como vocês pensam ao agir a um ataque, o primeiro desafio é individual, formem uma fileira a minha frente! — ordenou.
Todo mundo retesou, e preferiu não ser o primeiro. Anu o mais corajoso foi primeiro, seguido de Dakota, eu, Gê, Susi e André. Jack portava também um cajado, este feito de um material bastante grosso, como se fosse um tronco de uma árvore, e acabava numa pedra brilhante dourada, ouro.
Primeiro desafio a Anu, conjurou uma bola de fogo e lançou. Anu lançou os dois braços à frente, mas não olhou para o ataque, o que o prejudicou. O fogo se apagou ao entrar em contato com sua mão. Nota: 0. Jack lançou uma esfera de sombra contra Dakota, ela se esquivou e o mesmo fez todos na fila, mas não reagiu. Nota: 0.
Jack era muito rápido, suas esferas voavam com precisão e agilidade. A aula acabou com todos recebendo notas de desempenho zero. Dia Stela, esse dia era para os estudos no Colégio da cidade do Sol, um prédio na ala Leste da praça de treinamento com três pisos e várias salas de aulas.
O colégio recebia os legionários para estudos básicos, mas com matéria um tanto exóticas: Linguagem Arcarunas e seus derivados com professor Taluriano Atlum D’Salvatore, Ciências mágica e fantástica com o Centauriano Elias Hamar, História de uma Legião com o Delfiliano Gerion Lorterro, Geografia dos mundos mágicos com a Tzuliriana Katsume Hamadi, etc. Assim como os comerciantes, qualquer legionário poderia ser professor, desde que tivesse conhecimento em alguma área.
E os dias a Matias, equivalente a sexta-feira; nós tínhamos liberdade ao nosso treino e podíamos participar de outras atividades práticas, como aprender sobre como prevê o clima com os Delfilianos, ou aprender sobre quais ervas são mágicas e suas funções com o clã Centauriano, ou mesmo nas forjas com o clã Taluriano.
No dia de Tempus, Sábado, era o tempo livre para os legionários e principalmente para os tenentes que não serviam em suas ordens, o dia do descanso; nós podíamos passear de bicicleta pela Praça Central, ou sentar e conversar na Praça de treinamento, que por acaso era mágica e se transformava em campo de treinamento nos diversos dias, menos ao dia de Tempus.
A praça ganhava magicamente, três fontes de água, cada uma das fontes rodeada por jardins de flores e separadas por dois caminhos de pedra; em torno, uma cerca viva de arbusto, com banco de madeira para os legionários sentarem, e ao redor, um corredor de colunas greco-romanas.
A Ordem Um se reuniu na Praça de treinamento, sem companhia das tenentes que voltaram para suas ordens como folga, descobri que tanto Blair, com Clear eram da mesma Ordem, cinco; Susi alimentava Sr. Larry com petisco de cão, Anu ajudava André com seu dever, Dakota olhava para sua esfera de luz, Gê brincava com Matias atrás de uma borboleta e eu apenas via a tenente Clair a distância reunido com os amigos de suas Ordem.
— Pare de olhar para ela, você está babando. — disse Dakota, sem desviar o olhar de sua esfera, Susi, Anu e André riram.
— Eu não estou olhando para ninguém! — retruquei envergonhado.
— Seu gaguejo não confirma isso! — disse Anu, André confirmou com a cabeça.
— A tenente está vindo para cá! — avisei.
E realmente ela se aproximava, a tenente Clair acompanhado de Crato.
— Meninos! — disse — Trago boas notícias, os Jogos Délficos vão se dá início e sua parceria é com a Ordem Dois.
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