Left Behind

5 Manual de instruções.


Notas iniciais
Bom gente, primeiramente queria pedir perdão pelo atraso, mas cá estamos haha. Queria dizer algumas simples palavras antes de iniciarmos a putaria... quer dizer, ensinamentos. 1- Me perdoem por não estar respondendo os comentários tão rapidamente, mas eu só estou entrando no pc quando é para postar algum capitulo. "Mas Gabi, por que você não responde pelo celular?" Bom, o FDP fica travando, e quando vou responder não envia, então... tenham paciência que assim que der respondo todos. 2-Queria saber se vocês estão achando os capítulos pequenos, se sim, digam, se não, também digam. 3- Tem uma parte ai do capitulo que foi inspirado em uma parte de um filme. " What?" Sim, gostei, e me inspirei, me julguem. Link nas notas finais. PS: Era para ao invés deu ter posto os números ter colocados meus PS's não? Enfim, né? Vamos ao capitulo. haha goxtosos do meu heart.

Não sei bem o que esperar da vida, talvez estavam certos aqueles que diziam que todos deveriam vir com um manual de instruções ao nascer. É muito complicado, quando se tem o que quer parece não ser o suficiente, quando se ama parece que é bom demais para ser verdade, ou quando algo dá certo é muito estranho pois na maioria das vezes nada funciona como se deseja e quando funciona é algo tão novo que você fica com medo que acabe.

É difícil tentar compreender todo o contexto do mundo, quem o criou, quem definiu tudo como se está hoje e é mais difícil ainda viver nesse lugar que apenas os fortes conseguem passar sem ao menos ficarem loucos. Ainda me pergunto o porquê de logo eu ter sido esquecido, ou melhor, abandonado. Claro que eu sei que minha situação estaria pior sem o Kurt, mas por que nós dois? Por que apenas os dois?

Talvez eu não tenha cumprido a minha missão, que talvez seja encontrar o amor verdadeiro e quem sabe o Kurt não se torne isso. Sei que é muito cedo para pensar algo do tipo, mas é a única coisa que vem a minha mente. Nós dois, juntos, nos amando com o mundo todo nosso. Estaria mais uma vez sendo louco? Iludido? Sonhador? Ou apenas estaria sendo o antigo Blaine voltando a suas raízes a procura de alguém que me ame? Seja o que for, acho que pela primeira vez não tenho medo de enfrentar a vida, mesmo sem saber o que ela deseja para mim.

Não consegui dormir, muito pelo ao contrário passei a noite toda com os olhos abertos direcionados para o teto. Não consigo esquecer os lábios do Kurt nos meus, ou a sua atitude bastante inesperada. Talvez devesse ter sido eu a beijar primeiro, mas se eu fizesse algo do tipo e ele não correspondesse com certeza nada estaria como está e quem sabe nós dois nem nos falaríamos mais. A cada hora que eu passo pensando nele fico mais louco, mais desejado daquele homem, como se fosse uma espécie de objetivo no qual o meu prêmio pudesse ser ele me amando, ou ao menos gostando de mim.

Me reviro de um lado para o outro na cama, me cubro e descubro, e a manha já raiou há pelo menos algumas horas. Não sei o que sentir agora só sei que queria mais um beijo daquele, que queria novamente os lábios e sua língua dançando em uma perfeita sintonia na minha boca, Kurt está me deixando louco, louco por ele.

Me levanto e fico sentado na cama, apenas olhando para frente e tentando parar de pensar na noite passada. Quando por fim me levanto, vou caminhando até o banheiro e entro rapidamente na ducha gelada. Tomo um banho demorado, tentando aliviar a tensão de apenas conseguir pensar no Hummel e logo após volto ao quarto e me visto.

Desço as escadas e ao chegar no piso do térreo me deparo com as minhas revistas pornôs bem na minha frente, encaro todas elas e uma angustia bate em meu peito. Não quero mais elas, não tenho mais nenhum desejo em sequer toca-las. Por isso, seguro todas e as carrego até o lado de fora, espalho cada uma pelo chão e logo após volto na cozinha e pego uma caixa de fosforo que eu trouxe do mercado. Volto e de uma só vez risco o fosforo e jogo em cima delas, e fico observando elas queimarem.

–Preciso dizer ao Kurt o que estou sentindo. –Falo a mim mesmo

Deixo as revistas queimando e saio o mais rápido possível da minha casa, caminhando em direção a do Hummel. Um silencio se segue, o que me faz pensar que ele ao contrário de mim conseguiu dormir. Bato duas vezes na porta e espero alguns segundos, mas nada. Bato de novo duas vezes e continua um silencio.

Olho pelo vidro da porta e nem sinal dele pela sala ou corredor. Bato novamente e mais uma vez nada acontece.

–Kurt! –Grito do lado de fora – Kurt!

Começo a me preocupar sendo assim empurro um pouco a porta e depois me afasto, tomando um impulso e por fim correndo em sua direção e conseguindo facilmente arromba-la.

–Kurt! –Grito do lado de dentro – Hummel! Você está aí?

O mesmo silencio irritante continua enquanto eu decido vasculhar a casa. Subo rapidamente até as escadas e caminho em direção aos quartos, entro em todos e nem sinal do Kurt. Desço novamente e procuro no restante da casa e nem sinal dele. Até que enfim, olho para o lado de fora e vejo que o seu carro não está estacionado na frente da mansão e um desespero bate o meu peito.

–Ele foi embora. –Digo a mim mesmo – Meu deus, por favor não.

Levo minhas mãos até a cabeça e entro em desespero. O Kurt nunca sai sem brigar comigo ou me avisar, isso é coisa de quem sai e não quer mais voltar. Minha garganta começa a ficar seca e minha respiração acelerada, assim como meu coração. Não sei por que estou nesse desespero, mas pela primeira vez na vida sinto que não quero perder alguém de verdade.

Com as pernas fracas caminho em direção ao sofá dele, o móvel onde nos beijamos. Me sento no lugar onde ele estava sentado na noite passada e toco com as mãos no acolchoado. Eu realmente estou gostando dele e não quero pensar no fato de que ele possa ter ido embora pelo o que aconteceu na noite anterior.

Tento me acalmar e respiro fundo, fecho os meus olhos e tento relaxar. Encosto as minhas costas no sofá e continuo suspirando, calmamente. Eu apenas tenho que esperar ele, deve ser de tarde e com certeza ele saiu para buscar alguma comida, ou ir em alguma loja pegar roupas.

[...]

Me acordo assustado e então percebo que acabei pegando no sono. Olho pela janela e vejo que já está anoitecendo.

–Kurt?! –Grito esperançoso

E ele mais uma vez não me responde. Não aguento e me levanto do sofá, começo a andar de um lado para o outro sem saber o que fazer, decido então que mesmo estando de noite devo ir atrás dele.

Sendo assim caminho rapidamente até o corredor de sua casa que dá em direção a porta e ao mesmo tempo em que penso em sequer passar por ela vejo o Kurt entrando.

–Kurt! –Grito

–O que? –Ele rebate assustado

–Kurt –Grito de volta e só então corro em sua direção e lhe abraço

Pela primeira vez abraço o Kurt Hummel, e ele me corresponde ainda estando confuso.

–Sim, sou eu. –Ele diz correspondendo ao meu aperto – O que foi?

–Onde você estava? –Grito com ele e começo a querer chorar

–Eu sai. –Ele diz assustado

–Saiu? Kurt! –Grito começando a chorar

–Você está chorando? –Ele indaga confuso – Por que está chorando?

–Que droga! –Digo deixando as lagrimas correrem pelos meus olhos

–Blaine o que foi? –Ele diz voltando a me puxar para os seus braços

Enfio minha cabeça entre o ombro do Kurt e me ponho a chorar, enquanto aperto suas costas e ele me corresponde mais confuso do que nunca.

–Eu pensei que você tinha ido embora! –Digo

–Mas eu não fui, apenas sai para ir atrás de umas coisas. –Ele diz me olhando assustado

–Por favor não faz mais isso. –Digo enxugando as lagrimas e soluçando – Não consigo pensar no fato de ficar sozinho de novo, ou muito menos ficar sem você, ok?

–Não vai, eu prometo. –Ele ainda está chocado – Não me assusta mais assim de novo, pensei que tinha acontecido alguma coisa com você.

–Eu apenas fiquei assustado por que você saiu cedo e não tinha voltado até agora. O que acha que eu deveria pensar?

–Blaine, eu fui buscar umas coisas e acabei me excedendo no horário por conta de outras coisas que eu achei.

–O que? –Questiono confuso

–Eu te falo, mas antes respira fundo e tenta amenizar o que aconteceu aqui. –Ele diz tocando em meus ombros

–Ok. –Falo respirando fundo

Respiro fundo e tento novamente me acalmar, Kurt por sua vez novamente me puxa para seus braços e eu não consigo evitar de deitar minha cabeça em seus ombros, ao mesmo tempo que ele alisa as minhas costas.

–Pronto? –Ele questiona

–Sim, sim. –Digo em concordância me afastando

Não sei por que entrei nesse desespero se só conheço ele há alguns dias.

–Ok. –Ele dá um sorriso e isso me acalma– Eu fui em busca de uma coisinha que eu queria fazer há alguns dias nessa casa, aí quando finalmente achei, encontrei outras coisas que podem ser uteis para nós dois.

–E essas coisas têm nome? –Questiono rindo

–Gosto quando você sorri. –Ele diz dando um sorriso

–Por favor, não me mate de vergonha. –Digo acanhado

–Ok. –Ele dá uma risada – E sim, as coisas tem nome. Pode me ajudar a pega-las?

–Claro. –Falo

Nós dois saímos da casa e vamos em direção ao carro do Kurt. Ele abre o porta malas e só então eu vejo, várias latas de tintas, pinceis, rodos e várias caixas com luminárias na frente.

–O que é isso? –Questiono observando

–Bom, eu queria pintar um quarto que tem vazio lá em cima. Ele é muito branco e eu não gosto de lugares sem cor. Por isso as tintas e os materiais.

–E essas luminárias? –Questiono curioso

–Não estamos vivendo a base de velas? Pois bem, eu encontrei essas luminárias que pegam a pilha e são bastante fortes, ou seja, duas delas em um cômodo iluminam ele por completo.

–Incrível. Como não pensei nisso antes? –Digo

–Por que antes, você não tinha a mim. –Ele rebate rindo e eu faço o mesmo – Pode me ajudar?

–A levar as tintas? Claro. –Digo pegando uma lata

–Não apenas a levar as tintas. –Ele diz me encarando – Quero que me ajude a pintar o cômodo.

–O que? Pintar? Agora? Essa hora da noite? –Indago

–Vamos Blaine, andei quilômetros atrás dessas tintas por que me acordei com vontade de pintar hoje. Por favor.

–Não podemos fazer isso pela manhã?

–Por favor! –Ele insiste

–Está de noite Kurt, ninguém pinta nada de noite. –Indago – Fora o fato de que eu não sei pintar.

–Só é passar a tinta no pincel e pronto, não é preciso um manual de instruções. –Ele diz

–Para isso não é preciso, mas já para entender você, com certeza deveria vir algo do tipo.

–Vamos Blaine! Por favor! Por favor! –Ele implora

–Ok, ok. –Digo – Mas você me deve uma.

–Consertei seu carro, arranjei água, fiz você sair do tempo das cavernas, arranjei luminárias, cozinhei para você e te beijei, tem certeza de que sou eu quem devo alguma coisa aqui?

Não pensei que ele falaria do beijo tão rapidamente, isso me deixou um pouco corado pela vergonha, mas feliz por saber que ele não ignorou o que aconteceu ontem.

–Bons argumentos. –Dou uma risada lhe olhando – Ok, vamos.

–Há! –Ele me impede de carregar as latas – Já ia me esquecendo.

E só então corre até a frente do carro, abre a porta e tira de dentro um CD.

–O que é isso? –Pergunto

–Achei esse CD com músicas francesas. –Ele diz me mostrando –Quero pintar ao som delas.

–Não sabia que gostava desse tipo de música.

–Agora já sabe. –Ele rebate

Dou um sorriso e pego novamente duas latas, e sigo em direção a casa. Kurt faz o mesmo e com ambos ajudando conseguimos levar tudo lá para cima, incluindo as luminárias, em menos de dez minutos.

–Ok, ok. –Ele diz espalhando três luminárias pelo lugar – Vamos testar.

E só então liga uma, duas, três fazendo o quarto ficar completamente iluminado.

–Como eu sentia falta de energia. –Suspiro

–Vai abrindo espalhando pelo chão esses jornais que eu arranjei, eu vou abrindo as tintas. –Ele diz começando a abrir cada uma

–Veja. –Digo rindo – Uma coluna sobre a famosa promoção de natal no Breadstix. Eu adorava esse restaurante.

–Aqueles pães eram nojentos Blaine, não sei como comia aquilo. –Ele diz abrindo outra lata

–Eu gostava, ok? –Falo começando a espalhar os jornais – O que vai fazer com esse quarto?

–Não sei, talvez transforme em alguma área de lazer. Ainda estou pensando. –Ele diz abrindo outra lata e eu observo

–Por que as tintas são de cores diferentes?

–Essa é a melhor parte. –Ele se empolga – Nós não vamos apenas pintar o quarto, e sim jogar os respingos de tintas pela parede.

–Serio? –Questiono confuso

–Sim. –Ele termina de abrir a última – Vai ficar legal.

–Espero. –Dou uma risada e termino de abrir o ultimo jornal – Pronto.

–Ok, vamos a segunda parte. –Ele diz caminhando até um pequeno rádio de pilha – Assim que eu colocar esse CD não quero que você fale uma palavra sequer, ok?

–Como assim? –Indago

–Apenas quero que nós dois pintemos em silencio, sentindo o momento ok?

–Ok. –Digo em concordância – Então é só pegar aqueles pinceis e jogar os respingos na parede? De qualquer forma?

–Exatamente, como achar melhor. –Ele diz abrindo o CD

–Certo. –Digo me abaixando e pegando um pincel – Estou pronto.

–Ok, a primeira música é “Noir Desir” Da banda Vive La Fete.

–Não faço a mínima ideia de quem sejam.

–Apenas escute ok? –Ele diz colocando ele no som – E a partir de agora, quero silencio e concentração completa. –Ele novamente adverte e eu faço que sim com a cabeça

Todas as tintas estão enfileiradas, são todas coloridas e o Kurt se preparada assim como eu. E só então Hummel dá Play na música.

Encaro o Kurt que logo corre para pegar o seu pincel, ele me olha nos olhos e faz que sim com a cabeça, e só então nos abaixamos e molhamos os pelos do material em tintas diferentes. Encaramos a parede e por fim Hummel dá o primeiro passo e joga com força o liquido azul na parede e eu logo faço o mesmo com uma tinta vermelha em sentido horizontal.

Nos abaixamos mais uma vez e jogamos outra e outra vez. Até que Kurt pega mais um pincel e com dois agora mela mais ainda a parede e eu começo a encara-lo, ele é completamente perfeito. A parede está com respingos e traços de todas as formas e tamanhos diferentes assim como os jornais que logo se melam e as nossas roupas. Continuamos melando durante algum tempo e a concentração assim como ele disse é grande.

Tudo parece estar ficando em câmera lenta e eu não consigo evitar de ficar olhando para o Hummel, que pela primeira vez desde que começamos a pintar faz o mesmo e me olha. Nós dois nos encaramos entre jogadas e meladas de tinta. A músicas continua tocando e meu corpo implora para que eu tome alguma atitude. Nos encaramos mais uma vez e Kurt diminui a velocidade das jogadas e só então para, e eu faço o mesmo.

Ele me encara e estamos os dois parados nos olhando até que enfim largo meu pincel no chão e ele observa esse meu ato lentamente e depois me encara nos olhos e também larga os seus pinceis até que sem pensar duas vezes ando rapidamente em sua direção, o empurrando com força contra a parede e lhe beijo, como jamais beijei ninguém em toda a minha vida, minha língua se entrelaça a sua e eu levo as minhas mãos até o seu rosto e aperto sua pele com força ao mesmo tempo que ele arrasta suas mãos pelas minhas costas me puxando para que os nossos corpos se juntem.

Logo fico ereto e também sinto o seu membro excitado entre os panos da sua roupa. Meus lábios continuam beijando os seus ao mesmo tempo que Kurt se afasta da parede trocando de lugar comigo e eu vou lhe abaixando lentamente, o fazendo deitar nos jornais. Hummel se deita e eu faço o mesmo sobre seu corpo, beijo todo o seu pescoço ao mesmo tempo que me mecho arrastando meu pênis no seu.

Ao morder seus lábios inferiores me atrevo a tirar a sua camiseta. Assim que faço isso beijo o seu peito e ele arranha as minhas costas, nunca estive tão excitado em toda minha vida. Continuo beijando seu corpo e vou descendo aos poucos, passando meus lábios sobre o seu peito, suas costelas, sua barriga e por fim chegando a sua virilha.

Abro a sua bermuda jeans e logo abaixo ela juntamente com a sua cueca. Não penso duas vezes e levo os meus lábios até o seu pênis que logo aparece ereto na minha frente. Minha boca entra de uma só vez em seu membro e automaticamente escuto o Kurt gemendo de prazer, ele agarra os meus cabelos com força e se contorce ao sentir a minha língua molhada lubrificando o começo de seu órgão e logo após a lateral dele. Sinto a respiração do Kurt ficando mais aguçada e pareço escutar daqui as batidas de seu coração acelerado. Até que ele me puxa pelas costas e eu tiro a minha boca de seu pênis, voltando a lhe beijar como nunca.

Ainda deitado sobre ele tiramos simultaneamente a minha camiseta, Kurt me abraça pelas costas e arrasta suas mãos pela minha pele, indo e voltando até os meus cabelos, me fazendo arrepiar por completo até que ainda lhe beijando, vou retirando a minha bermuda, deixando meu órgão exposto assim como o dele.

Nossas partes se encostam e eu mordo com força o pescoço do Hummel, que por sua vez fecha os olhos e agarra com força a minha nuca.

–Eu quero você em mim, agora. –Ele diz puxando os meus cabelos

–Você disse que não poderia falar durante a música. –Rebato mordendo seus lábios

E só então ele volta a me beijar com força, sugando quase todo o meu ar. Agarro os cabelos por trás ao mesmo tempo que ele abre as suas pernas, sendo assim olhando em seus olhos azuis, não penso e logo penetro meu pênis em seu ânus, lhe fazendo cravar com força as suas unhas em minha pele. Kurt logo geme enquanto eu acelero os meus movimentos sentindo um prazer incalculável.

Ele me agarra pelos cabelos e eu encaixo o meu rosto em seus ombros, a velocidade com que eu penetro vai aumentando ao mesmo tempo que os seus gemidos vão ficando mais altos e mais constantes. Beijo o seu pescoço enquanto ele arranha com força as minhas costas, o som de nossas peles se batendo quase ultrapassa o som da música e a força com que fazemos traz um prazer enorme.

Voltando a beijar o Kurt, vou lhe virando de bruços para mim e logo observo as suas costas definidas. Ele deita seu rosto no chão e eu aumento a velocidade enquanto ele agarra com força todos os jornais que estão ao seu redor. Beijo sua pele e arrasto minha mão sobre sua nuca, fazendo meus dedos entrarem pelos seus cabelos, logo arrepiando os pelos do Hummel.

Ele agarra minhas costas e eu logo levo meu rosto próximo ao seu, ele vira a sua cabeça em minha direção e me beija e eu arrasto lentamente a minha mão do seu pescoço até o seu pênis e começo a masturba-lo. Ele não para de gemer um segundo sequer e novamente nossas línguas se juntam e eu sinto a respiração do Kurt acelerando mais e logo após o sinto gozando fazendo com que em apenas alguns segundos depois eu faça o mesmo.

Tiro o meu pênis dele e nós dois nos deitamos olhando para cima, ambas as respirações continuam aceleradas e o meu coração está batendo tanto que parece querer sair do peito.

–Já posso falar? –Questiono

–Sim. –Ele diz respirando fundo, mesmo com a música ainda tocando

–Então nós...

–Fizemos sexo. –Ele complementa

–Sim. –Digo – O que devemos achar disso?

Kurt não me responde, apenas se apoia nos cotovelos e me encara nos olhos, logo após se aproxima e me beija, fazendo meus olhos se fecharem e minhas mãos se guiarem até o seu rosto.

–Não devemos achar nada. –Ele diz finalizando o beijo

Dou um sorriso e ele me corresponde, sendo assim o puxo mais uma vez e logo nos beijamos novamente, deixando com que as nossas línguas façam o trabalho de tornar essa noite mais perfeita ainda.

Notas finais
Olá, como sei que vocês adoram uma putaria e são curiosos demais, cá está o Link da cena na qual me inspirei. Filme: "J'ai Tué Ma Mère" (2009) Com a musica "Noir Désir". Link: https://www.youtube.com/watch?v=_E4CyOyi6m0 Se divirtam com essa breve vídeo aula educacional.