Learning about dragons
2 Capitulo 2
Notas iniciais
– ... Gajeel? Onde você está? Gajeel?
O Dragon Slayer de Aço começou a despertar ao som de uma voz extremamente familiar chamando pelo seu nome. Havia chegado de uma missão a algumas horas com Lilly, e estavam tão cansados que se deitaram embaixo de uma arvore no parque para descansarem antes de ir para casa. Gajeel sabia que deveria estar irritado por ter sido acordado, mas havia algo naquela voz que o impedia.
– Tampinha? É você? — Ele respondeu, murmurando em meio ao seu sono.
– Ah, aqui está você! — Ela disse, sem folego.
– O que você está fazendo? Correndo uma maratona? Ou será que já está com saudades?
– O-O-O q-que...? — Ela começou a gaguejar, nervosa. Rapidamente, ela tentou se recompor — Cale a boca! A menos que você não queira ver a missão que tenho para lhe mostrar, nesse caso eu posso ir embora.
– Missão? Que missão?
Era incomum Levy convida-lo para uma missão. Geralmente, ela ia com um de seus fanboys, se não com os dois. Outras vezes, ela ia com Lucy. Mas nunca com ele. Eles haviam ido atrás de uma das partes do relógio juntos, mas aquilo não era exatamente uma missão. Ele não pode evitar dar sua total atenção a pequena maga quando achou que ela iria chama-lo... Não que ele se importasse, claro. Talvez ela só precisasse de uma mão, e ele se sentia orgulhoso em saber que chegaram ao ponto em que ela confiava o suficiente nele para pedir sua ajuda.
Ela não falou nada, apenas lhe entregou o papel que estava segurando com força desde que havia encontrado o Dragon Slayer.
Gajeel tomou o anuncio de suas mãos e leu em silencio. No final das contas, Levy não estava lhe convidando para uma missão mas sim o alertando.
Ele sentia seu peito se apertar a cada linha que lia. Metalicana estava por perto, nos arredores de um vilarejo dentro de Fiore. E além disso, havia alguém querendo mata-lo. De acordo com suas contas, com dois ou três dias de viagem finalmente estaria cara a cara com seu pai e poderia confronta-lo e fazer todas as perguntas que vinha guardando para si mesmo por tanto tempo.
Ele começou a se levantar, pronto para partir. Tudo já estava perfeitamente arranjado em sua cabeça, até que Levy abriu a boca.
– Partimos agora? — Ela disse, com as mãos na cintura.
– Ahn... Vamos em uma missão com a Levy? — Lilly disse, começando a despertar — Será que podemos parar em uma lanchonete aqui perto antes? Eu queria pegar um suco de kiwi para viag...
– Não sei do que vocês dois estão falando. Essa é minha missão. Eu vou sozinho.
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