Learn To Fly With Your Feet
15 Superando o passado
Notas iniciais
Oioi gente! Disse que ia postar. E aqui está. Espero que gostem. Eu to amando escrever de novo. Beeeeijos.
Eu me encontrava muito bêbada. E o Di não. Ele parecia estar bem. Muito bem. Eu me mexia ao ritmo da música. Não era o meu balé clássico. Mas é música. — vamos embora. — ele disse tentando me levar. — não. — fiz bico como criança. — mas tá na hora. — Urgh! Tá bom. — sai marchando da boate. — muita sacanagem isso. Você me traz e depois tira? — já são quatro horas da manhã. Você se divertiu o suficiente!! Caminhávamos de mãos dadas pro carro. — quero ir para a praia. — pedi. — certeza? — ele me olhou pedindo pra que fosse mentira. — absoluta. — tá bem. Ele dirigiu até a praia. A praia de Copacabana estava até com um número bom de pessoas. Pessoal em uma rodinha tocando um funk. Mas nada pesado. Um funk (não me matem) até legal de se ouvir. Nos afastamos do grupo e eu comecei a dançar. Mãozinha no joelho e abaixando até que cai na areia rindo horrores. Essas pessoas que dão vexame quando bêbadas é triste. O Di me levantou e me sentou em uma pedra. Começou a tirar areia da minha perna. O toque das mãos dele era macio. Coloquei a mão no ombro dele e o puxei pra perto de mim. Ele estava bem próximo e eu sentia a sua respiração. Ele se escorou na pedra ao meu lado e me olhava no fundo dos olhos. Tirou uma mecha do meu cabelo que caia no rosto. Mordi meus lábios inferiores olhando para os lábios e para os olhos dele. Ele fazia o mesmo e nos aproximávamos cada vez mais. — me beija. — sussurrei. Ele se aproximou mais e quando ia consumar o beijo a chuva que tinha parado despenca do céu com milhares de trovões. Olho pra ele e começo a rir. Ele ri comigo e pega minha mão e vamos para o carro correndo. A essa altura minha maquiagem estava borrada, meu cabelo um filme de terror e descalça. Quando consegui parar de rir já estava quase em casa. Sou uma pessoa bêbada muito feliz. Encostei a cabeça no vidro e esperei chegar em casa. Chegando em casa o Di, me deu um beijo na testa de boa noite e foi pro quarto dele. Eu fui pro meu. Tomei um banho quente e coloquei uma blusa de manga que eu tinha pego do meu pai. Uma blusa de tom azul com uma foto do Zangado da branca de neve dizendo "eu estou certo e você errado. Alguma dúvida?" Deitei na minha cama e rolei de um lado para o outro. Não conseguia dormir. Me levantei e fui tomar água. Vi a luz do quarto do Di acesa. Me lembrei do nosso quase beijo. Em um impulso entrei no quarto e o vi lindo com uma calça de moletom, sem camisa e deitado na cama, olhando pra cima como se tivesse pensando em alguma coisa. Quando ouviu a porta me olhou e se apoiou nos cotovelos. — Ali? Que foi? Travei. — Nada. Só vim dizer boa noite. — sorri de lado. — obrigada pela ajuda hoje. — que isso. Não foi nada. — então... Boa noite. Não esperei resposta. Sai correndo. Deitei na minha cama e me xinguei mentalmente. Até que a minha porta se abriu. — Alice... — Disse meu nome com um tom de voz que saiu quase em um risco de som. — oi — respondi quase piando. -Você não foi lá falar boa noite né? — T- t — talvez não. Senti que ele estava na minha cama e deitado ao meu lado. Me virei em sua direção. Senti ele segurando meu cabelo para ter firmeza no meu pescoço. Se aproximava cada vez mais e me puxava pra ele finalmente consumar o beijo. Não sei como nos encaixamos ali no escuro. Sei que a boca dele se encaixou perfeitamente na minha. Ele depositou a outra mão na minha cintura e me apertava. O beijo começou calmo e sincero. Era como se não quiséssemos desgrudar um do outro. Ele começou a aprofundar o beijo e o acelerar. Ele grudava meu corpo no seu. E ele lá seminu delicia. Até ai estava tudo bem. O beijo estava uma delícia, sentir o corpo dele também. Mas de repente ele me puxou pra cima dele e quis pegar na minha bunda. Me assustei com tanta intimidade em pouco tempo e me soltei dele. Sentei na cama. — isso não tá certo. — eu to bêbada. Você eu não sei. Mas eu to e vou me arrepender amanhã cedo. — certo. Desculpa. Eu não ia fazer isso. Mas é que você é tão delícia que não resisti. Vou pro meu quarto. Agora sim boa noite. — ele abriu o sorriso dele. — NÃO! — falei meio que gritando. — fica. Dorme aqui comigo hoje. Ele que já estava se levantando. Deitou novamente na cama e me puxou para deitar no peito dele e me fez cafuné.
— durmo com o maior prazer. — ele disse em um fio de voz. Dormi ali no meu novo travesseiro. O abracei e o mundo parecia ter sumido.
Notas finais
E entãããããão???
Reviews?? Beeeeijos
Reviews?? Beeeeijos
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