Notas iniciais
Oioi gente. Peguei amor na historia de novo e estou me divertindo em postar. Esse capitulo fiz na aula de redaçao. Hihi. Então aproveitem. Beijos.
Acordei com batidas na porta, com muito custo abri os olhos. Tateei a cama em busca do meu celular e as batidas continuavam.

— só um minuto! — gritei da cama.

Olhei no relógio e eram duas horas da tarde. Arregalei os olhos e eles queimaram com a luz do celular.

Me levantei e cheguei na porta. Fui abrir e estava trancada. O motivo começou a vir na minha memória e me lembrei que quem estava na porta era Diego. Abri a porta e ele estava ali com aquela cueca preta marcando aquela minha, quer dizer aquela bunda dele.

— bom dia Alicita!!

Brochei.

— bom dia Didi! — ele quer guerra, terá.

— Porra, têm séculos que ninguém me chama de Didi. É brochante.

Sorri de lado. I WIN!

— Então... Acordou já faz muito tempo?

— Não, acordei e fui te acordar.

— Yupi!! Pra que? — perguntei irônica mas soltando uma risadinha no final.

— Pra podermos comer !! To com fome.

Abri a geladeira e tinha muita coisa e eu tinha muita preguiça. Abri o congelador. Tinha nuggets e eu preguiça. Combinação perfeita. Peguei duas caixas e joguei em um prato e coloquei no microondas.

Sentei na mesa até apitar a minha refeição super especial e saudável. Peguei suco na geladeira. Ai que está a parte saudável. Ketchup que também é saudável. São tomates espremidos.

O microondas apitou. Coloquei os nuggets em um prato para o Diego e pra mim. Suco e o ketchup. Sentei na sala e entreguei para ele aquela super refeição.

— wow! Quanta dedicação!

— Sou chefe de cozinha baby! 2 beijos!

Rimos da minha metidez fingida. Começamos a comer e compramos "jogos vorazes" na televisão. Meu feriado não tava nada mal. Mas pra melhorar resolvi fazer brigadeiro. Da panela direto para nossas barrigas.

O tempo não ia abrir mesmo por aqui. Não aguento mais tanta chuva. Nunca vi o meu Rio de Janeiro assim. Quero praia! Acabei dormindo no sofá. Eu disse que ia dormir esse feriado. Não me julguem. Acordei e estava deitada com a cabeça no peito do Diego. Quando percebi que ele tinha os braços em volta de mim me assustei mas permaneci quieta. Ali tava bom. Ele tava quente e tinha uma coberta em nós. Nos meus pés estava minha delicinha, dormindo e fazendo ron ron. Olhei para fora e a chuva tinha parado e o Sol estava se pondo. Resolvi tomar um banho. Me levantei bem devagar e olhei para o meu substituto de travesseiro. Ele dormia serenamente. Fui para o meu quarto e tranquei a porta. Liguei meu som e comecei a tirar meu pijama. Adoro passar o dia de pijama. Quando coloco pijamas sinto uma nostalgia. É como se acabei de guerrear e cheguei em casa. Entrei para o banho. Odiava ter que lavar o cabelo todo dia. Mas fazer o que.

Sai do banho e fiz todo aquele processo de creme, pentear cabelo etc. Peguei na gaveta de pijamas o meu pijama mais gostoso do mundo de flanela. Pantufas e desci para a sala. O hospede se encontrava deitado bem mais jogado no sofá com aquela cueca preta. Ele não toma banho não!? Nossa pareço a Let agora. Com frescurinhas de bactérias.

Cheguei do lado dele e passei a mão nas costas dele.

— Di, acorda.

Ele resmungou e virou o rosto pra dentro do travesseiro. Depois me olhou e sorriu de leve.

— Hey!

Sorri e passei a mão no cabelo dele.

— Hey!

Ele se sentou no sofá e passou a mão pelo cabelo.

— Quero tomar um banho. Pode me dar uma toalha?

— Claro. — me levantei e fui pegar. Entreguei e fui pro meu quarto. Era o lugar mais seguro para eu não ir lá. Naquela cueca preta.

Depois de uns minutos ouço batidas no quarto de novo.

— pode entrar!

— Ali, precisava ir lá buscar minhas coisas. Vamos comigo?

Ele fez a carinha mais linda do mundo. A carinha que eu não resisto. Fica com um olho cumprido. Inclina a cabeça com um olhar de baixo pra cima e pressiona os lábios.

Merda!

— claro.

Tirei meu pijama e troquei de roupa. Moletom como sempre me proporcionando conforto. E começamos a ir andando.

Chegando lá a querida ex namorada estava presente. Ela me olhou com desdém.

— quem é essa ai? — indagou com tom de biscate.

— não te interessa. — ele respondeu subindo as escadas e eu fui atrás. Não ia ficar ali com a psicótica, o traíra e a cúmplice.

Me sentei na cama e fiquei ali esperando ele arrumar as coisas dele. Aquele silêncio que rasga o peito e provoca dor estava instalado.

Ele enfiava as coisas nas malas. Pegou o chave do carro e me pediu ajuda. Saímos sem trocar mais nenhuma palavra. Nem entre nós e nem com a família mentirosa.

Ele guardou as coisas no carro e fomos embora. Comemos no caminho e fomos para casa. Chegando, ele colocou as coisas no quarto dele e veio pro meu. Ele entrou e eu estava seminua. Com calça do pijama e sutiã. Ele nem pareceu se importar. Se jogou na minha cama e ligou a televisão. Ah vale citar que ele estava sem blusa e de calça jeans. Com ela na metade da bunda. Aquela delicia de bunda. E com as benditas entradinhas em V bem marcadas.

Me deitei ao lado dele e liguei a Tv.

Ele se aconchegou mais pra cima e ligou o ar e puxou a coberta pra nós.

Fiquei imóvel. Graças a Deus minha mãe liga. Mas, notícias ruins. Ou não. Ela ficaria muito tempo longe. O caso tinha se agravado. Não sabia quando voltava. Conversamos mais um pouco e ela desligou.

Depois de um tempo infinito em silêncio ele se pronuncia.

— tenho que tirar essa calça. Odeio dormir com coisas me apertando.- e tirou a calça e ficou lá na minha cama de cueca branca. Oi? To sonhando?

Se cobriu de novo e assistiu televisão. Acabamos dormindo.

Eu e o meu velho amigo com uma cueca branca e uma bunda delícia.

Notas finais
E aiiii??? Reviews por favor. Quem comentava sumiu :((( dessa vez não tem indicação. 2 beijos ;**